Artigos
Pelo fim da escala 6x1 para que tempo seja direito, não privilégio
Multimídia
João Roma diz que todos, exceto Lula, devem apoiar ACM Neto no governo da Bahia
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
suede
O Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) recomendou à Câmara Municipal de Iraquara a anulação da eleição da Mesa Diretora para o biênio 2025/2026. A medida foi adotada após a constatação de uma terceira recondução consecutiva à presidência da Casa de Suede de Jesus Neves Filho (PCdoB).
Segundo o MP-BA, o prolongamento do mandato de Suede, como o edil é conhecido, é incompatível com o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF). A recomendação foi expedida na última segunda-feira (27) pelo promotor Lucas Peixoto Valente.
O documento também orienta que a Câmara realize uma nova eleição para a Mesa Diretora no prazo de cinco dias úteis, ou seja, até a próxima segunda-feira (3).
Ainda de acordo com o Ministério Público, documentos requisitados pelo MP-BA à Câmara Municipal confirmaram que o atual presidente ocupou o cargo nos biênios 2021/2022, 2023/2024 e 2025/2026.
"O Supremo Tribunal Federal, no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 6.674/MT, firmou entendimento de que é permitida apenas uma única recondução sucessiva para o mesmo cargo na mesa diretora das Casas Legislativas", declarou o promotor de Justiça.
Na recomendação, o MP-BA também orienta que, na realização do novo pleito, sejam aceitas para o cargo de presidente apenas candidaturas de vereadores que não tenham exercido a presidência da Câmara nos dois mandatos consecutivos imediatamente anteriores. Suede foi o vereador mais votado em Iraquara na última eleição municipal, em 2024.
Luciano Suedde, representando o Governo do Estado da Bahia, participou da abertura do 7º Fórum Nacional de Secretarias Estaduais de Comunicação (FNSecom), nesta quinta-feira (3), no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza. Nesta edição do encontro, os desafios e as possibilidades da atuação digital dominam a pauta. O evento segue até esta sexta-feira (4).
Luciano Suedde afirmou que cada edição do Fórum representa ganho para a comunicação pública nos estados brasileiros.
“Eu participei das sete edições do Fórum, que foi criado na Bahia. O Fórum nos auxilia a tirar dúvidas e seguir uma linha de normas e critérios, além de aprofundar conhecimentos em áreas como digital, contratos e licitações. A gente só faz ganhar com esse encontro", destacou o chefe de gabinete da Secom.
PROGRAMAÇÃO
Nesta quinta-feira (3), após a abertura, a programação do 7º FNSecom inclui palestras sobre publicidade governamental e estratégias de tempo real no âmbito digital. A agenda do dia se encerra com apresentações de cases e debates.
Nesta sexta-feira (4), a programação inclui abordagens sobre as plataformas Netflix e LinkedIn, além da palestra com o ministro Sidônio Palmeira. O Fórum se encerra com a assinatura de carta-compromisso dos participantes.
SAIBA MAIS
O Conselho Nacional das Secretarias Estaduais de Comunicação (CNSecom) foi criado em 2023 como órgão permanente de coordenação e articulação dos interesses comuns das pastas de Comunicação dos Estados e do Distrito Federal.
O Fórum é o órgão máximo do CNSecom, com poderes deliberativos e normativos. É integrado pelos secretários e dirigentes de órgãos correlatos das unidades da federação, norteados pela defesa da democracia e das liberdades de expressão e de imprensa.
Entre as finalidades do CNSecom está a participação para propor, formular e implementar políticas de comunicação pública. Também é tarefa do Conselho promover a articulação entre a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República e as Secretarias de Comunicação dos Estados, do Distrito Federal e dos órgãos correlatos, bem como mobilizar as bancadas federais no Congresso Nacional para defesa e aprovação de matérias de interesse da Comunicação Pública, por meio da apresentação de estudos e propostas normativas.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ronaldo Mansur
"Uma coisa é o PT, outra coisa é o governo. É um governo de direita".
Disse o candidato ao governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) ao listar uma série de insatisfações com o Executivo baiano, citando o que classificou como uma "política de segurança que não existe", além de falhas na saúde e na educação. Sobre este último ponto, criticou a postura do governo estadual diante da recusa dos professores em aderir à aprovação automática nas escolas.