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Artigos

Bernardo Araújo
Os “meninus” do trio
Foto: Acervo pessoal

Os “meninus” do trio

A poucas semanas do início do Carnaval, sempre me pego pensando: qual será a polêmica de 2026? Porque, convenhamos, em Salvador, polêmica carnavalesca não é acidente — é tradição. Todos os anos, essa cidade vocacionada para os serviços e, sobretudo, para a economia criativa, se prepara para a maior festa do planeta. Pelo menos é assim que nós, baianos, gostamos de dizer, misturando exagero e orgulho na mesma dose.

Multimídia

Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador

Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
O secretário municipal de Desenvolvimento e Urbanismo, Sosthenes Macedo, afirmou, nesta segunda-feira (26) durante o Projeto prisma, Podcast do Bahia Notícias, que a Sedur vai priorizar eficiência, atração de investimentos e desenvolvimento urbano com impacto social, mesmo diante das críticas da oposição sobre espigões e áreas verdes em Salvador.

Entrevistas

Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”

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Foto: Fernando Vivas/GOVBA
Florence foi eleito a Câmara dos Deputados pela primeira vez em 2010, tendo assumido quatro legislaturas em Brasília, desde então.

sosthenes macedo

Mesmo com críticas a áreas verdes e espigões, Sosthenes defende agilidade e investimentos para transformar Salvador
Foto: Fernando Duarte / Bahia Notícias

O secretário municipal de Desenvolvimento e Urbanismo, Sosthenes Macedo, afirmou, nesta segunda-feira (26) durante o Projeto prisma, Podcast do Bahia Notícias, que a Sedur vai priorizar eficiência, atração de investimentos e desenvolvimento urbano com impacto social, mesmo diante das críticas da oposição sobre espigões e áreas verdes em Salvador.

 

Ao comentar as críticas, Macedo destacou que Salvador precisa tornar seus processos mais ágeis para competir com outras capitais e atrair grandes investimentos, o que, segundo ele, pode gerar emprego e renda sem a necessidade de mudar regras ou flexibilizar critérios técnicos.

 

“Porque você observa que as mesmas empresas que rodam em Salvador rodam nessas outras praças, mas que talvez, nem tanto pela segurança jurídica, mas pela velocidade dos procedimentos, conseguem imprimir uma dinâmica diferenciada. É isso que a gente pretende fazer aqui”, afirmou o secretário.

 

O titular da Sedur também ressaltou que o desenvolvimento urbano deve ser pensado como ferramenta de transformação social, superando disputas ideológicas e focando em projetos estruturantes que recuperem áreas degradadas e melhorem a qualidade de vida da população.

 

“Com os mesmos procedimentos, com a mesma regra e a mesma régua, você consegue mudar a vida das pessoas e romper a perpetuação da pobreza. A gente precisa avançar para discussões mais objetivas e olhar exemplos como áreas que foram reestruturadas, a partir da recuperação de rios e do reordenamento urbano”, concluiu.

Sosthenes Macêdo defende debate “sem pressa” e técnico sobre novo PDDU de Salvador
Foto: Liz Barretto / Bahia Notícias

Em meio a retomada dos estudos sobre o novo Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) de Salvador, o secretário da Sedur, Sosthenes Macêdo revelou que os debates sobre o tema devem ocorrer “sem pressa” e com aprofundamento na gestão municipal. 

 

A declaração ocorreu nesta segunda-feira (26), durante a entrega do viaduto José Linhares, na região do Iguatemi. Segundo o titular da pasta, a Sedur tem se debruçado sobre o tema de forma técnica durante o processo de discussões. 

 

“Essa é a discussão para o ano, então a gente vai amadurecendo também. Temos estudado e buscado informações, conversado com os técnicos, com as nossas diretorias. Nada vai ser realizado de forma açodada, sem um aprofundamento. Sempre foi a nossa forma de trabalho, vocês acompanharam esse trabalho que nós realizamos durante os últimos oito anos e meio na Defesa Civil, que antes não tinha uma representatividade e que hoje é reconhecida em todo o Brasil pelos avanços, pela prevenção. Sempre baseado em muitos estudos e na ciência”, disse. 

 

De acordo com o secretário, a Câmara de Vereadores vai promover o debate sobre o PDDU e a Sedur vai subsidiá-lo.

 

“A gente terá a mesma atuação, o mesmo pensamento de fazer baseado em dados que possamos ver a nossa cidade crescer. Salvador cresceu muito na perspectiva da Defesa Civil, você não ouve mais falar em perdas de vidas, o que no passado era uma regra histórica. A cada chuva dezenas de pessoas perdiam as suas vidas, pais, mães, avós, sobrinhos, filhos, tias. Porém, a gente conseguiu virar essa página. Faremos o mesmo com o apoio de todos, com toda a sociedade, com os vereadores. A Câmara fará esse debate e nós estaremos aqui para subsidiá-lo”, comunicou. 

Após dois anos, Salvador retoma debate sobre PDDU com prefeitura e Câmara ajustando pontos; entenda
Foto: Reprodução / Canva

A Prefeitura de Salvador tem até o final deste ano para entregar o novo Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) da capital baiana. Com a última atualização completa realizada em 2015, com sanção em 2016, o atual PDDU de Salvador cumpre seus oito anos de exercício e mais dois de estagnação legislativa ainda este ano. O tema, que teve sua análise adiada no último ano, deve unir o Executivo, Legislativo, pesquisadores, técnicos e a sociedade civil em uma das principais discussões de 2026. 

 

Neste cenário, o Bahia Notícias conversou com figuras públicas e especialistas que acompanham o passo a passo das atualizações do plano, para compreender quais as necessidades e expectativas em torno da temática. 

 

O Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano é um instrumento legal responsável pela regulação do desenvolvimento e expansão urbana de um município. Renovado a cada oito anos, o PDDU é obrigatório para municípios com mais de 20 mil habitantes e tem início em um processo de diagnóstico do cenário urbanístico da cidade para promover medidas para o desenvolvimento sustentável. 

 

Entre as normas estabelecidas pelo Plano Diretor estão a gestão de zoneamento e parcelamento do solo, regulamentações da infraestrutura urbana, direitos e regras de construção, políticas de moradia, saneamento básico e entre outras. Em Salvador, a pauta da atualização do PDDU foi o tema central das eleições municipais de 2024, gerando reflexos no último ano. 

 

A primeira movimentação, no entanto, ocorreu em julho, quando a Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (Sedur), formalizou a contratação da Fundação Getúlio Vargas (FGV) para a revisão do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) e a atualização da Lei de Ordenamento Territorial do Uso e Ocupação do Solo (Louos). 

 

O contrato, no valor de R$3,6 milhões, foi assinado em maio e previa um prazo de 12 meses para a elaboração de um diagnóstico e estratégias de revisão do Plano, considerando a melhoria dos índices sociais, urbanísticos e ambientais. Em entrevista ao Bahia Notícias durante a Lavagem do Bonfim, na última quinta-feira (15), o novo secretário da Sedur, Sósthenes Macedo definiu que o PDDU seria uma das suas prioridades na gestão. 

 

“O PDDU é um dos mais importantes, sem sombra de dúvidas. A gente assume a administração da Secretaria de Desenvolvimento Urbano com a pretensão de dar celeridade aos negócios, celeridade ao desenvolvimento da nossa capital. Esse desenvolvimento é que predispõe a fazer a geração de novos empregos, é colocar dinheiro no bolso do soteropolitano, colocar comida na mesa das pessoas”, suscitou.

 

Cerca de sete meses após a contratação da FGV, que dispensou licitações, a prefeitura voltou a mobilizar o tema. Em dezembro de 2025, o prefeito Bruno Reis implementou um site para aumentar a participação dos soteropolitanos na construção do plano. No portal pddu.salvador.ba.gov.br, os cidadãos têm acesso a uma cartilha explicativa informativa sobre o plano e ao calendário de reuniões, atividades e demais etapas relacionadas à revisão do PDDU.

 

A VOZ DA CIÊNCIA E DAS RUAS 
A ação da Prefeitura destaca alguns dos princípios da criação do Plano Diretor, como a escuta pública e gestão coletiva por meio da participação social. No entanto, não apenas o Executivo Municipal é responsável por organizar mobilizações de participação social. Organizações e entidades mistas, compostas de gestores técnicos, pesquisadores e cidadãos, como o Observatório do PDDU, também realizam eventos e seminários que abrem espaço para o diálogo e fomento de ideias em torno do tema.

 

O BN conversou com o representante do Observatório, João Pereira, para compreender como a entidade mobiliza diferentes grupos em torno desta temática. Professor da Universidade Estadual da Bahia (Uneb) e doutor em Desenvolvimento Regional e Urbano, Pereira destaca que “não vemos o plano diretor como um apenas como um parâmetro de regulação urbanística”. 

 

“Na Constituição e a partir do Estatuto da Cidade, ele é um espaço potencial para repactuação social da cidade e para que a gente possa desenvolver esse diálogo”, conta. Ele explica que a divulgação do tema e a mobilização social “é de fundamental importância que nós conheçamos a realidade da nossa cidade através de levantamentos técnicos”. 

 

Como pontos de atenção, o Observatório do PDDU destacou a importância de três principais pontos: a falta de estudos primários sobre a cidade de Salvador, a baixa participação popular e a falta de um Conselho, exigido por lei para a construção do plano diretor.

 

“Nós já fizemos a conferência na cidade e elegemos a representação da sociedade civil. Encaminhamos a ata ao secretário, o então secretário João Xavier, e não foi implementado o conselho e também não foi dito qual a data que isso deverá ocorrer”, explica. Segundo o especialista, isso é prejudicial ao processo de revisão do plano diretor.”  

 

João Pereira, que também atua na Confederação Nacional das Associações de Moradores (Conam), entidade que congrega a Federação das Associações de Bairros de Salvador (FABS), revelou ainda que a comunicação foi uma das principais dificuldades do grupo. 

 

“Diante de tudo que eu falei, eu quero dizer que o diálogo ele se dá de uma maneira precária com a prefeitura de Salvador. Como eu disse, nós temos procurado tanto o prefeito como secretário da Sedur durante esse período e as informações que a gente tem são informações imprecisas, pontuais e promessas que, muitas vezes, não são contempladas e não são efetivadas”, afirma. 

 

O Observatório questiona ainda o olhar da gestão pública para o Plano Diretor: “Nós entendemos que é importante que a cidade de Salvador estabeleça, estruture e desenvolva os seus interesses econômicos, mas temos, aliado a isso, outras questões e desafios que precisam ser debatidos.

 

João cita questões como mobilidade urbana, saneamento básico, e regularização fundiária como tópicos sensíveis aos olhos dos pesquisadores e da sociedade. “Nós temos uma cidade que é desigual, dois terços da nossa população vive de 0 a 3 salários mínimos, portanto, precisamos ter uma estratégia para mudar essa realidade e para fazer com que os resultados da produção e da riqueza sejam melhor distribuídos”, explica. 

 

Para ele, a crise climática e a sustentabilidade também precisariam de mais atenção no processo. “No que diz respeito às preocupações ambientais, elas são muitas. A cidade de Salvador é tida como uma das capitais com menor cobertura vegetal no Brasil”, afirma.

 

O pesquisador e ativista conclui destacando que “existem outras alternativas de atividades, de negócios, que podem estar ao mesmo tempo, contemplando a estrutura vegetal da nossa cidade com as atividades produtivas”. “Então, nós vemos que muita e com muito interesse a discussão sobre a questão ambiental”, finaliza. 

 

TRAMITAÇÃO LEGISLATIVA
Após a finalização do projeto no Executivo, já contando com a participação popular por meio de audiências públicas, a primeira formatação do Plano Diretor será encaminhada para a Câmara Municipal de Salvador, para a análise dos vereadores da cidade. 

 

Desde o último ano, as tratativas sobre o PDDU são consideradas prioritárias no âmbito Legislativo, que ao receber o projeto deve mobilizar toda sua estrutura em torno da revisão do material, realização de novas consultas populares e, posteriormente, a modificação do texto por meio da análise das comissões e inserção de emendas dos edis. 

 

Sobre a expectativa para o recebimento da pauta em 2026, o Bahia Notícias conversou com o vereador soteropolitano Paulo Magalhães Jr. (União), atual presidente da Comissão de Planejamento Urbano e Meio Ambiente na Câmara de Vereadores. Na liderança do colegiado temático, o legislador deve ser um dos principais responsáveis pela análise do texto. 

 

Ao BN, Magalhães revela que a previsão é que o projeto chegue ainda no primeiro semestre. “Deve chegar agora, no primeiro semestre, até meados do primeiro semestre, porque pela Lei Orgânica do Município (LOM), a gente tem que concluir isso esse ano”, argumenta. “Provavelmente vai ser votado quando ele já estiver pronto, elaborado e discutido no final do ano”, afirma. 

 

O legislador, que hoje atua em seu oitavo mandato na CMS, destaca que “demora” no processo de avaliação do projeto se dá por conta da sua relevância e complexidade, requerendo um regime de tramitação diferenciado. “Nós vamos conversar tanto com os órgãos da Prefeitura quanto começar esse debate na Câmara, nas audiências públicas. A gente tem que fazer audiências públicas também para que haja uma participação popular”, detalha. 

 

Paulo Magalhães explica que “tem audiências públicas realizadas na própria câmara municipal e audiências públicas realizadas nos bairros e cada região administrativa da cidade vai ser ouvida”. Já na análise interna do texto, inicialmente por meio das comissões, a temática - de Planejamento e Meio Ambiente - e a obrigatória, que é a Comissão de Constituição de Justiça e Redação Final (CCJ), o diálogo também será mais amplo, permitindo uma relatoria mais diversa. 

 

“É um projeto que vai ser discutido de forma mais ampla dentro da comissão. Então, provavelmente o relator, pode ser que tenha sub-relatorias dentro dos membros da comissão”, sustenta.

 

O vereador, que já participou da criação de três PDDUs na capital, aponta o equilíbrio entre desenvolvimento e responsabilidade ambiental como um dos maiores desafios para a legislação do Plano Diretor. “Não podemos travar, evitar o desenvolvimento da cidade, mas nós temos que respeitar a legislação ambiental, toda essa parte de sustentabilidade. Temos que fazer um PDDU que desenvolva a cidade, mas com resiliência, respeitando o meio ambiente”, conclui. 

Novo titular da Sedur, Sosthenes Macedo prevê debate em torno do PDDU em 2026: “Dar celeridade aos negócios”
Foto: Antonio Cavalcante/ Bahia Notícias

O atual secretário de Desenvolvimento Urbano de Salvador (Sedur), Sosthenes Macedo, destacou que deve se dedicar a acelerar os processos de formatação da nova legislação do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) de Salvador. Presente nas celebrações da Lavagem do Bonfim, em Salvador, nesta quinta-feira (15), o gestor alegou que a temática é uma das mais importantes do ano.

 

“Acredito que a cidade tenha desafios durante todo o ano. O PDDU é um dos mais importantes, sem sombra de dúvidas. A gente assume a administração da Secretaria de Desenvolvimento Urbano com a pretensão de dar celeridade aos negócios, celeridade ao desenvolvimento da nossa capital. Esse desenvolvimento é que predispõe a fazer a geração de novos empregos, é colocar dinheiro no bolso do soteropolitano, colocar comida na mesa das pessoas”, detalha Sosthenes. 

 

Ele, que foi anunciado como novo gestor da Sedur na última quarta-feira (7), garante que as tratativas já foram iniciadas. “Já vim conversando com uma série de atores de vários segmentos da nossa economia. Ainda nessa semana recebi toda a direção da Ademi [Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia], o presidente Cláudio [Cunha], com toda a sua direção, seus vice-presidentes, e conversávamos justamente sobre essa matéria tão cara para a nossa cidade”, revela. 

 

Com esta e outras demandas, Sosthenes garante que deve dar o “seu toque” na gestão de desenvolvimento urbano da capital. Um dos temas importantes debatidos recentemente pela Prefeitura é a liberação de alvarás para obras do governo estadual.

 

Sobre isso, o secretário diz que “estou muito tranquilo com essa questão”. “Assim que eu assumi, no dia que eu assumi, havia o desejo da renovação do Alvará do estádio de Pituaçu, e eu tive a determinação que assim fosse feito dentro dos trâmites legais. Obviamente que nós vamos percorrer todas as orientações técnicas. Agora, evidentemente que, em espaços como esse, a gente tem um cuidado especial”, explica. 

 

A discussão teve início após uma declaração do governador Jerônimo Rodrigues durante a entrega das chaves da nova rodoviária, em Águas Claras, nesta segunda-feira (12). No caso da obra em questão, Macedo diz que a atuação será a mesma. 

 

“Na rodoviária não era diferente. Eu estava conversando com o secretário [estadual da Casa Civil, Afonso] Florence ontem, durante todo o dia, tudo o que for de respeito da Secretaria de Desenvolvimento Urbano tem sido empreendido com a maior velocidade possível dentro dos diâmetros legais. E a gente vai continuar agindo dessa forma. O prefeito Bruno Reis deu essa determinação. Dentro da lei, todos os nossos processos vão ser autorizados com a maior celeridade possível”, completa.

Sobe para nove o número de comunidades com sirenes acionadas após mais de 150mm de chuvas em 72h
Foto: Bahia Notícias

A Defesa Civil de Salvador (Codesal) elevou para nove o número de comunidades que tiveram sirenes acionadas nesta quarta-feira (22) após o nível de risco ser classificado como alerta máximo devido às chuvas contínuas na capital baiana. Mais cedo, a Codesal já tinha acionado a sirene em quatro comunidades e antes a cidade já tinha ficado em estado de alerta máximo. O volume pluviométrico acumulado chegou a 150 milímetros em 72 horas, enquanto a média histórica para todo o mês é de 91 mm.

 

As sirenes foram ativadas nas comunidades de Mangabeira, em Cajazeiras; Vila Picasso, na Capelinha de São Caetano; Voluntários da Pátria, no Lobato; Moscou e Creche, em Castelo Branco; Mamede, no Alto da Terezinha; Bosque Real e Olaria, em Sete de Abril; e Irmã Dulce, em Cajazeiras VII.

 

Os maiores volumes de chuva em 72 horas foram registrados em Boca da Mata, com 209,6 mm; Nova Brasília, com 196,2 mm; Cajazeiras VII/Mangabeira, com 180,6 mm; Águas Claras, com 173,8 mm; e Cajazeiras VIII, com 165,8 mm.

 

Durante vistoria no Subúrbio com o prefeito Bruno Reis, o diretor-geral da Codesal, Sosthenes Macêdo, comentou sobre a intensidade das precipitações. "Ou seja, muita chuva em curto espaço de tempo. Em Boca da Mata, por exemplo, já tem mais do dobro do que era esperado para o mês todo em apenas 72 horas", afirmou Macêdo.

 

A inspeção contou com representantes de órgãos municipais do Sistema Municipal de Proteção e Defesa Civil, incluindo as secretarias de Manutenção e de Infraestrutura e Obras Públicas. Participaram também a Empresa de Limpeza Urbana, a Companhia de Desenvolvimento Urbano, a Superintendência de Obras Públicas e a Diretoria de Iluminação Pública.

 

Macêdo orientou a população sobre os riscos de deslizamentos devido ao solo encharcado. "Então as pessoas precisam ficar atentas e se afastar imediatamente da condição de risco. As pessoas podem acionar o 199 e aguardar a vistoria de um técnico da Codesal, um engenheiro, um arquiteto, um geólogo, que possa fazer a vistoria e garantir assim a sua segurança. A Defesa Civil continua atendendo em regime de plantão 24 horas por dia", frisou.

 

A previsão para esta quinta-feira (23) indica céu nublado com chuvas moderadas a fortes e rajadas de vento durante todo o dia. Na sexta-feira (24), o tempo permanece nublado com chuvas moderadas.

 

As maiores rajadas de vento desta semana foram registradas nos dias 20 e 21 de outubro, atingindo 62,6 km/h na Boia Meteorológica da Barra, da estação Simcosta. Nesta quarta-feira (22), o mesmo ponto registrou rajadas de até 58,7 km/h.

 

A partir de sexta-feira (24), a intensidade dos ventos deve diminuir gradualmente. As fortes rajadas dos últimos dias estão associadas a um sistema de alta pressão próximo à costa, que intensifica os ventos na região litorânea de Salvador.

Diretor da Codesal é reeleito para presidência do FNDC durante 3º Fórum Nacional Integrado em Recife
Foto: Divulgação

O diretor-geral da Defesa Civil de Salvador (Codesal), Sosthenes Macêdo, foi reeleito presidente do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes de Defesa Civil das Capitais e Grandes Cidades Brasileiras (FNDC). A eleição aconteceu na última quinta-feira (21), durante o encerramento do 3º Fórum Nacional Integrado de Segurança Pública, Defesa Civil e Trânsito, em Recife (PE).

 

Na nova diretoria, o coronel Walace Medeiros, secretário da Defesa Civil de Niterói (RJ), assumiu a secretaria-geral. As vice-presidências regionais ficaram com Evaldo Jr. (Porto Alegre/RS), Michele Zanini (Francisco Morato/SP), Robledo de Farias (Goiânia/GO), Cássio Sinomar (Recife/PE) e Cláudio Falcão (Rio Branco/AC). Já as vice-presidências temáticas foram ocupadas por Nelson de Lima Ribeiro (Curitiba/PR), Rodrigo Gonçalves da Silva (Rio de Janeiro/RJ), Maiko Richter (Joinville/SC), Vitor Magalhães (Belém/PA), Abelardo Pedro Nobre Júnior (Maceió/AL), Alessandro Borges Ferreira (Cuiabá/MT) e Agnelo Batista de Lima Júnior (Manaus/AM).

 

Sosthenes agradeceu a confiança dos colegas e ressaltou que os avanços do Fórum foram fruto de esforço coletivo, destacando ainda o apoio da gestão municipal em Salvador. Ele classificou o 3º Fórum como um espaço de troca de experiências e projeções futuras entre gestores de todo o Brasil.

 

No encerramento, foi divulgada a Carta do Recife, documento com recomendações para ampliar sistemas de alerta, estimular projetos de mitigação e adaptação às mudanças climáticas e fortalecer a integração entre União, estados e municípios. Também foi aprovada a atualização do estatuto do FNDC, que amplia suas atribuições e consolida o Fórum como espaço estratégico de articulação em defesa civil.

 

O próximo encontro já tem sede definida: Niterói (RJ) será anfitriã do 4º Fórum Nacional Integrado de Segurança Pública, Defesa Civil e Trânsito, em 2026.

Sósthenes Macedo revela que fiscalização na Igreja de São Francisco em 2023 não indicava “risco presumível” de acidente
Foto: Leonardo Almeida / Bahia Notícias

O superintendente da Defesa Civil de Salvador (Codesal), Sósthenes Macedo, afirmou que a última vistoria realizada na Igreja de São Francisco de Assis, no Centro Histórico de Salvador, ocorreu em 2023. Em entrevista durante a interdição do prédio, em que parte do teto desabou na tarde desta quarta-feira (5), o gestor da Codesal afirma que na ocasião, hão havia riscos eminentes na estrutura da igreja. 

 

“É uma área que acompanhamos constantemente, a área do Pelourinho. Nós temos aqui o projeto Casarões, o plano de contingência do Centro Histórico, a gente faz esse acompanhamento sempre, e dessa forma, era uma área que a gente já tinha também feito observações que não identificavam nenhum risco presumível”, afirma. “Estivemos aqui em 2023. Então, meados de 2023, quando houve episódio do pináculo aqui, que a gente fez a retirada do pináculo com a Desal e outros organismos com acompanhamento do Iphan"

 

 

Em sua fala, Sóstenes ainda reforça o posicionamento do Superintendente do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), Hermano Queiroz: “A manutenção pré-diálogo precisa ser feita constantemente e acompanhada pelos proprietários, pelos particulares, seja dos hotéis, dos restaurantes e também das igrejas. Visualmente não era identificado nenhum tipo de episódio de risco, mas aconteceu’, sucinta. 

 

Sobre o acidente, o gestor da Codesal explica o procedimento para a confirmação dos danos e novos riscos. “A gente [Defesa Civil] chegou bem cedo aqui no local, já no momento do episódio, com a ruptura aí do forro, um forro de madeira pesado, então certamente parte dele perdeu a sua capacidade de sustentar e ruiu por inteiro, foi o que aconteceu”, detalha. “Preliminarmente, a gente não pode afirmar outra coisa que não há algo dessa ordem, obviamente que somente a perícia vai poder confirmar o que aconteceu de fato”, diz.

 

“Então, as nossas organizações que fizeram o isolamento da área, nós fizemos aqui o acompanhamento de todo o processo”, ressalta. Ele comenta ainda sobre o modus operandi de regate dos feridos e do corpo da vítima: “Há pouco, a gente acompanhou a retirada do corpo com as equipes do DPT [Departamento de Polícia Técnica], então agora o DPT está iniciando a perícia. As nossas equipes estão acompanhando, dando suporte. A delegada há pouco informou de que também haverá perícia por parte da Polícia Federal para se tratar de uma igreja tombada. Então esse suporte nós vamos dar para garantir que todas as operações sejam feitas e realizadas da melhor forma possível”, completa. (Atualizada às 18h42)

Sosthenes Macedo ressalta segurança estrutural do Festival Virada 2025 e alerta para alta temperaturas
Foto: Leonardo Almeida / Bahia Notícias

O secretário municipal de Defesa Civil (Codesal), Sosthenes Macedo, falou ao Bahia Notícias, nesta quinta-feira (26), sobre o trabalho de monitoramento e garantia da segurança estrutural da Arena Canto da Cidade, na Boca do Rio, para o Festival Virada 2025. O gestor afirma que as medidas de segurança vêm sendo implementadas no local há cerca de três meses.

 

“A gente já faz esse movimento, essa varredura, já há algum tempo. Então, há cerca de dois ou três meses, as equipes de engenheiros, engenheiros de segurança, engenheiros civis, arquitetos, nossa equipe da Codesal, vem fazendo toda a monitoria em todo o espaço, não só na área interna, mas também na área externa, para que as pessoas que aqui acessem estejam em segurança”, detalha. 

 

Macedo ainda complementa ressaltando que a alta temperatura é um fator importante para um evento de grande porte como o Festival Virada Salvador e dá dicas aos visitantes. 

 

“Os mega eventos, eles têm uma atenção muito especial das nossas equipes da Codesal. Somado a isso, é claro, esse período agora, período do verão, período das grandes temperaturas. A temperatura vai ser bastante elevada, as pessoas precisam estar aqui hidratadas, com roupas leves, usando protetor solar”, ressalta. Ele afirma ainda que para este mesmo problema, medidas já foram tomadas como as ilhas de hidratação e um sistema de resfriamento: 

 

“Alguns protocolos foram aqui instituídos, a exemplo das ilhas de hidratação para servir aqui como área de refresco para todos que participarem, sejam os trabalhadores ambulantes, sejam os foliões, sejamos nós que estejamos aqui na operação.”

 

Ao BN, o gestor da pasta relembrou a Operação Chuva deste ano, que ainda está em vigor, ao falar sobre o falecimento de um jovem em Saramandaia, em novembro deste ano. 

 

“Infelizmente tivemos esse episódio, nos doeu a todos, nos mexeu a todos, mas o trabalho, se você fizer uma análise conjuntural do todo, ela vem funcionando. Então são anos sem tragédias, a gente teve essa perda que nos machuca, mas mostrar que mesmo com chuvas intensas, como tivemos naquela ocasião, numa localidade que tinha cobertura vegetal, mas que foram 336 milímetros em apenas três dias, mais do triplo do que era esperado para todo mês de novembro”, fala. 

 

Para combater tragédias como esta e outras, a exemplo do ocorrido no Rio Grande do Sul, Sosthenes ressalta: “A prefeitura vem se colocando na vanguarda. Salvador é um exemplo disso, tem uma defesa civil extremamente avançada, é uma defesa civil que é referência para todo o Brasil, nós somos hoje hub de resiliência das Nações Unidas certificado pela Organização das Nações Unidas (ONU)”, afirma. “Se você fizer aqui uma análise do que nós conseguimos construir, sem sombra de dúvida, Salvador é uma cidade muito mais resiliente e ela vem caminhando para esse norte de buscar resiliência a cada dia”, conclui.

Defesa Civil de Salvador registra mais de 70 chamadas após fortes chuvas; Subúrbio Ferroviário foi mais atingido
Foto: Jefferson Peixoto / Secom

A capital baiana registrou mais de 70 solicitações neste domingo (24) por conta das chuvas. Os casos vão de desabamentos a deslizamento de terra. As informações foram divulgadas no final da tarde deste domingo pelo diretor-geral da Defesa Civil de Salvador (Codesal), Sósthenes Macêdo.

 

A tendência é que até o final do dia as chuvas sejam de moderadas a fracas. Segundo Macêdo, a madrugada foi de chuva intensa, com bairros registrando mais de 60 milímetros nas últimas 24 horas, casos de Valéria e Fazenda Coutos, no Subúrbio Ferroviário.

 

Nesses dois bairros choveu 46 mm em 30 minutos na madrugada deste domingo, quase a metade da média história para novembro, que gira em torno de 108 mm, segundo a Codesal. Sóstenes Macêdo informou que equipes da Codesal estão em campo para fazer vistoria nos locais afetados.

 

Em caso de risco, a orientação é que o morador se afaste do local e ligue para o 199, aguardando a chegada dos técnicos que vão fazer a vistoria do ponto indicado. 

Defesa Civil vistoria viaduto do Ogunjá; Sucop realiza intervenções na área
Foto: Divulgação/ Codesal

O viaduto sobre a Avenida General Graça Lessa, mais conhecida como Ogunjá, passa por intervenções para conter os impactos da chuva em Salvador. Segundo informações do coordenador da Defesa Civil de Salvador (Codesal), Sósthenes Macedo, a Superintendência de Obras Públicas do Salvador (Sucop) já iniciou a execução do projeto, previsto desde o mês de fevereiro, quando fortes chuvas também atingiram a capital baiana.

 

"A área em questão já foi vistoriada pelos técnicos da Defesa Civil de Salvador, que já encaminhou a demanda a Sucop que está realizando os estudos técnicos com finalidade de executar a obra de estabilização do local", explicou Macedo. Em imagem encaminhada ao Bahia Notícias, é possível ver lonas de contenção na área e também engenheiros vistoriando a região.

 

 

Em vídeo que circula nas redes sociais, um homem não identificado faz um alerta, sugerindo potenciais risco à população que passa pela Avenida Dom João VI - parte superior do viaduto - e também pelo Vale do Ogunjá. Desde o primeiro momento, Macedo já tinha sinalizado que não havia problemas estruturais no equipamento.

 

“Havia sim um risco, mas não do viaduto desabar, mas da casa desabar sobre a Avenida Ogunjá. Isso se afastou no momento em que nós tivemos autorização do Exército para a demolição”, informou, à época, o coordenador da Codesal. A casa citada por Macedo foi demolida ainda em fevereiro.

Kiki Bispo diz estar “muito bem” no União Brasil e descarta candidatura de Sosthenes Macêdo
Foto: Beatriz Bulhões / Bahia Notícias

Líder do governo na Câmara de Vereadores, Kiki Bispo (União)  revelou alguns planos para as eleições 2024. Ele confirmou a candidatura já esperada de Bruno Reis a reeleição, disse que não sairá do partido e comentou a presença do diretor-geral da Codesal, Sosthenes Macêdo, nas reuniões do União Brasil.

 

Na última reunião do partido, que contou com o presidente da sigla na capital, Luciano Simões, mas o líder na câmara faltou. Kiki disse que a ausência se deu por uma viagem já programada e não por uma sugestão de mudança de partido. “Estou muito bem no União Brasil”, declarou.

 

Uma presença que não passou despercebida foi a de Sosthenes Macêdo, o que levantou rumores sobre uma possível saída dele da defesa civil para concorrer a uma vaga como vereador. Kiki desconversou, mas depois sinalizou que essa opção é remota. “Sosthenes tem deixado claro que a função dele é ajudar no partido, ser um militante, desde a época que trabalhou com João Henrique ele nunca teve essa pretensão [de ser vereador] nas reuniões”, informou.

 

O União Brasil já é a maior bancada da câmara de vereadores de Salvador, com seis cadeiras. O representante parlamentar na capital diz que quer “fortalecer o partido” para que sejam também “maior bancada da câmara em 2024”.

Equipe da Codesal participa do Encontro Regional Nordeste do Sistema Brasileiro de Inteligência
Foto: Divulgação/Ascom Codesal

O diretor-geral da Defesa Civil de Salvador (Codesal), Sosthenes Macêdo, participou nesta quinta-feira (9), com equipe de técnicos do órgão, do Encontro Regional Nordeste do Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin), realizado no Centro Administrativo da Bahia (CAB), e que teve como tema central "Impactos das Mudanças Climáticas no Nordeste: Atuação da Inteligência de Estado e Política Públicas Regionais". O evento contou com a participação do diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Luiz Fernando Corrêa, e do superintendente estadual da Abin na Bahia, Isaac Figueira Miranda.

 

O objetivo da reunião do Sisbin é promover a integração dos membros e parceiros regionais do Sistema, aprofundar discussões sobre assuntos de interesse comum e propor soluções que possibilitem aperfeiçoar os trabalhos conjuntos. 

 

Nesse sentido, o tema central do evento tornou-se assunto estratégico na atualidade e que demanda o assessoramento da Inteligência de Estado às políticas públicas correlatas, afirmam os organizadores do encontro.

 

O diretor geral da Codesal, Sosthenes Macêdo, destacou que "trazer o tema para a pauta do dia é essencial, diante dos fenômenos climáticos que vêm ocorrendo no Brasil, nos últimos anos".

 

“As mudanças climáticas e seus efeitos já interferem na realidade social presente. Nossa Defesa Civil de Salvador tem se modernizado para dar respostas imediatas e com antecedência às ocorrências climáticas, garantido mais segurança à população”, pontuou.

 

Ao longo do dia, painéis temáticos debateram, por exemplo, sobre Defesa Civil: Desafios da Defesa Civil na adaptação aos impactos das mudanças climáticas na Região Nordeste; atuação da Inteligência Externa e Inteligência Econômica da ABIN no âmbito da temática das Mudanças Climáticas; Impactos socioeconômicos da intensificação do fenômeno El Niño no Nordeste, no âmbito das mudanças climáticas, entre outros temas. 

Erosão marinha e alterações do clima são causas de desabamento de alvenarias de pedra à beira mar, indica Codesal
Foto: Divulgação

A Defesa Civil de Salvador (Codesal) realizou uma vistoria nesta quinta-feira (22) em trecho de alvenaria de pedra à beira mar, na orla de Ondina, que desabou devido ao assoreamento provocado pela ação das fortes ondas do mar dos últimos dias, informou o engenheiro responsável, Antônio Figueiredo.

 

Segundo o diretor-geral da Defesa Civil, Sosthenes Macêdo, essas ocorrências têm sido comuns na orla de Salvador. "Desabamentos como este já ocorreram em outras localidades, como nas praias da Pituba, Amaralina, Penha, Gamboa e Tubarão", lembrou.

 

De acordo com a Codesal, o problema está relacionado, provavelmente, às mudanças climáticas e alterações do nível do mar, como observado pelas engenheiras ambientais da Codesal, Nicoly Lima e Patrícia Cordeiro, que acompanharam os técnicos na visita.

 

Para Nicoly Lima, "o fenômeno também pode estar associado à erosão marinha, resultante de processo natural que ocorre ao longo das costas devido à ação das ondas, correntes e marés. Em algumas situações, isto é um problema ambiental significativo, provocando a perda do habitat costeiro e inundações”.

 

Ainda segundo ela, conforme a Classificação e Codificação Brasileira de Desastres (Cobrade), a erosão costeira/marinha é identificada como desastre natural. Com isso, a Codesal segue acompanhando e buscando alternativas junto aos outros órgãos da Prefeitura de Salvador, no intuito de mitigar os impactos constatados.

 

A vistoria teve como encaminhamento o acionamento da Seman para isolamento da área, evitando que transeuntes acessem a localidade afetada, e da Sucop, que fará as devidas ações de resposta e contingência. 

Prefeitura deve entregar mais de 20 contenções de encostas ainda este ano, estima Codesal
Foto: Maurício Leiro / Bahia Notícias

Salvador deve receber ainda neste ano, mais de 20 estruturas construídas pela prefeitura para impedir deslizamentos de terra causados pelas chuvas. As novas contenções se juntarão as 261 já existentes localizadas em áreas de risco da capital baiana.

 

“São diversas contenções de encostas autorizadas pelo prefeito só para esse ano. Além das 261 que nós contamos, temos mais 26 que foram autorizadas, diversas dessas em curso, algumas delas aqui próximo a esse local no Rio Vermelho, na Vasco da Gama. Então, é assim que a gente vai continuar trabalhando”, disse o diretor da Defesa Civil Municipal (Codesal), Sósthenes Macedo, durante entrega de mais uma dessas estruturas no bairro do Rio Vermelho.

 

De acordo com o diretor, o alerta em relação aos deslizamentos fica ligado durante de forma ininterrupta. “A gente vem realizando a ‘Operação Chuva’ durante todo o ano. Salvador é uma cidade que historicamente sofre com as chuvas, tem uma topografia extremamente complexa, talvez junto com Recife, Rio de Janeiro, e a Serra Fluminense tem uma característica muito diferenciada, muito das nossas edificações estão montadas justamente na falha geológica”, justifica.

 

“Sempre que nós temos em 72 horas acumulado de 150 milímetros, nós realizamos a vistoria do plano preventivo e também acompanhamos a perspectiva da continuidade de chuvas fortes, ou muito fortes por mais vinte e 24 horas. Com isso enviamos o SMS naquelas localidades que contam com o sistema de alerta e alarme e que já passaram por simulados de evacuação durante o ano em vigor, nós acionamos as sirenes e recepcionamos essas famílias nos amigos das escolas públicas municipais”, explicou.

Salvador irá contribuir com Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil
Foto: Bruno Leite / Bahia Notícias

A Defesa Civil de Salvador (Codesal) será um dos órgãos que atuarão junto ao Ministério da Integração Nacional e do Desenvolvimento Regional (MIDR) na elaboração do Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil. A informação foi confirmada pelo diretor geral da autarquia municipal, Sosthenes Macêdo, nesta terça-feira (18).

 

"Amanhã a gente vai a Brasília para conversar com a turma da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil para dar nossa contribuição do novo Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil", disse o chefe da Codesal.

 

Para Macêdo, o convite mostra o quanto a administração municipal evoluiu na construção de uma política própria e de uma expertise adquirida a partir de uma "mudança da relação que é dada numa cidade com a topografia extremamente complexa como Salvador". 

 

Ao longo dos últimos anos, destacou o gestor, houve um investimento expressivo da prefeitura na construção de encostas, geomantas, em tecnologias que monitoram o nível pluviométrico, em metodologias de capacitação da população e de outras estratégias que podem ser acionadas em situações de emergência ou que possam ajudar na prevenção de desastres.

Diretor da Codesal diz que chuva em Salvador deve perder intensidade no início da tarde
Foto: Divulgação

O diretor da Defesa Civil de Salvador (Codesal), Sosthenes Macedo, explicou que a chuva que atingiu a capital baiana na manhã desta segunda-feira (20) deve perder intensidade no início da tarde. 

 

"Havia a previsão dessa umidade, que traria problemas para a nossa cidade, mas imaginamos que o impacto se dê pela manhã. A tendência é de que, no final da manhã, perca essa intensidade e a gente volte à normalidade", disse, em entrevista coletiva. 

 

As chuvas devem se repetir nesta terça (21). No entanto, de acordo com o diretor, só há motivo para preocupação caso as precipitações atinjam a faixa do litoral. 

 

"Temos acumulados representativos nessa última hora. Foram 6mm em Fazenda Coutos, 5 em Periperi. Mas, se obsevarmos que a pancada está continuando sobretudo na costa, na área do litoral, é motivo para ficarmos em atenção, justamente porque é onde estão os circuitos do nosso Carnaval", pontuou. 

 

Sosthenes revelou também que a prefeitura, por meio de decreto, vai instaurar a Operação Chuva nos meios de março, abril, maio e junho. Por fim, descartou que as chuvas que atingiram o litoral norte de São Paulo possam afetar Salvador. 

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
O ditado já indicava a verdade pro Cavalo do Cão e pra Coronel Card, mas ninguém quis ouvir. Inclusive, será que alguém foi pedir conselho pra Baixixa? A grande pergunta é o que vai restar de natural pra essas eleições. E a nova moda já está colocada. Se continuar desse jeito, daqui a pouco só vai ter campanha virtual mesmo. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Janja da Silva

Janja da Silva
Foto: Reprodução Redes Sociais


"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".

 

Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país. 
 

Podcast

Projeto Prisma faz especial do Dia de Iemanjá com historiador Marcos Rezende

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O Projeto Prisma desta segunda-feira (2) recebe o historiador Marcos Rezende para falar sobre a tradicional Festa de Iemanjá, data que faz parte do calendário soteropolitano e une sagrado e profano nas ruas do bairro do Rio Vermelho.

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