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sophia raia
A atriz Claudia Raia, de 58 anos, voltou a ser alvo de polêmica após abrir a intimidade da filha, Sophia, de 22 anos. Desta vez, a veterana revelou ter produzido o cenário para que a herdeira tivesse a primeira relação sexual.
Em entrevista ao podcast MaterniDelas, com Angélica, a atriz contou que fez questão de ajudar a filha quando soube que tudo estava perto de acontecer.
"Sophia quando começou com essa história [de perder a virgindade] a gente organizou tudo, fiz toda uma produção [para a transa] e saí. Foi lindo, eu organizei porque ela pediu."
Claudia Raia, que já polemizou ao relevar que presenteou a filha com um vibrador aos 12 anos, explicou que foi um pedido da filha para que ela a acompanhasse na ginecologista.
"Foi lindo, foi incrível. Organizei porque ela pediu. Fomos ao ginecologista, sentei do lado e perguntei: 'Filha, quer que eu saia para você conversar?' Aí ela: 'Não, mãe, pode ficar'. É muito natural. Sempre falamos de tudo, de masturbação."
A atriz conta que a liberdade não existe apenas do lado de Sophia. O primogênito, Enzo, de 28 anos, também compartilhou com a mãe coisas sobre a intimidade.
"Eu sabia de tudo, não perguntei, eles contaram. O Enzo conta para mim. O Jarbas fala: 'nunca vi isso na vida, um filho homem que tem essa relação com a mãe'. Digo que se eu não souber, não tenho como ajudar. Então tenho que saber. Por favor, por pior que seja, me fale que eu vou estar aqui para apoiar vocês", afirmou.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.