Artigos
O mar como indústria: uma oportunidade para a Bahia
Multimídia
“A política tem que voltar a conquistar as pessoas”, pede Grizenti sobre abstenção e votos nulos
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
six seven
A Justiça Eleitoral confirmou que 3.539 eleitores votaram o número 67 nas urnas no último domingo (4), e por isso tiveram os seus votos anulados. Como não havia nenhum partido ou candidato com o número 67, a possibilidade é que esses eleitores digitaram devido à trend viral “six seven”, também escrito como “6-7”, que se popularizou entre crianças e adolescentes nas redes sociais.
A trend “six-seven” tornou-se uma febre nas plataformas TikTok e Instagram. Classificado na cultura de internet como um formato de humor absurdo (brain rot), o meme consiste em movimentos rítmicos sincronizados de ombros, cabeça e mãos.
A brincadeira surgiu a partir da música “Doot Doot (6 7)” do rapper americano Skrilla e ganhou força global associada à altura do jogador de basquete LaMelo Ball (que mede 6 pés e 7 polegadas no sistema americano).
No Brasil, o viral expandiu-se rapidamente após ser adotado em paródias sobre a rotina escolar, transformando-se em um “código” de linguagem corporal comum entre estudantes em salas de aula de todo o país.
A popularidade da trend foi tanta que o Dictionary.com escolheu “67” como a Palavra do Ano de 2025. No Brasil, a expressão virou até música, cantada e mixada por DJ Cabello & DJ Tchouzen na voz de Laurinha Costa.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) diz não ser possível determinar se o número 67 foi digitado por causa da trend, como protesto ou por engano.
Ana Marcela Cunha conquistou a medalha de ouro na maratona aquática dos Jogos Sul-Americanos de 2026, mas chamou atenção por outro detalhe durante a prova do último domingo (13): a baiana foi a última atleta a entrar na água e, ainda assim, terminou na primeira colocação.
Em entrevista ao Time Brasil, a nadadora brincou com a situação ao comentar sobre a onda do momento, de "farmar aura", após uma imagem da largada e explicou que o comportamento faz parte de algumas tradições que mantém antes das competições.
“Agora sei, six seven, farmar aura (risos)”, iniciou a nadadora ao ver uma foto dela no início da prova. “Tenho muitas tradições, alguns vícios que tive a partir de cada prova. Gosto de entrar com pé direito, faço sinal da cruz, acredito muito nas minhas manias”.
Ana Marcela também contou que costuma evitar o salto de cabeça nas provas de 25 quilômetros, modalidade em que desenvolveu o hábito de entrar na água de pé.
“Pular de cabeça às vezes é muito ruim por que a água entra muito no traje. E todas as minhas provas de 25km eu sempre pulei de pé. Então tenho aquela calma. Respirar, se posicionar e ir com tranquilidade”, seguiu a brasileira.
A estratégia também tem relação com a largada, quando as atletas costumam disputar espaço e se envolver em contatos físicos. Para Ana Marcela, esperar alguns segundos ajuda a evitar o tumulto inicial e permite começar a prova de maneira mais controlada.
“Na largada, todo mundo vai junto, vai todo mundo truncado, se batendo e eu procuro não ir muito ara este lado. Ter uma prova mais saudável, tranquila e com muita consciência. Meu lado baiano aflora, sou muito tranquila, tenho paciência, gosto de observar as meninas. Pular depois...foi por pouco (risos), mas deu certo".
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Geraldo Alckmin
"Nós temos que fazer a economia crescer, o PIB crescer, o emprego crescer, e segurar a despesa. Aí você melhora a relação dívida/PIB".
Disse o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB) ao defender a realização de um ajuste fiscal, porém com foco em cortes de privilégios e "super salários", criticando a possibilidade de penalizar aposentados e a classe média.