Artigos
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?
Multimídia
ACM Neto reage ao voto Lula-Neto e acusa PT de pressionar eleitores: “Não é dono do voto de ninguém”
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
sindicato dos medicos do estado da bahia
As contas do Sindicato dos Médicos do Estado da Bahia (SINDMED) de 2025 foram aprovadas por unanimidade, após apresentação detalhada na assembleia realizada nesta quinta-feira (12), feita pela diretoria da entidade.
A presidente, Rita Virgínia Marques Ribeiro, lembrou que conseguiu renegociar uma dívida de R$ 1.120.000,00 herdada de antigas administrações e o sindicato encerrou o exercício de 2025 com um superávit de R$ 400 mil. “Fico muito feliz com o resultado que comprova a eficiência de nossa administração”, afirmou a presidente da entidade, Rita Virgínia Marques Ribeiro.
Durante a assembleia realizada na sede do SINDMED, os participantes reconheceram e aplaudiram os esforços da atual diretoria. Para fortalecer a transparência e a segurança jurídica do encontro, foi apresentado um parecer técnico-jurídico de um, advogado tributarista, atestando a legalidade da conduta fiscal do SINDMED.
“Quero agradecer todos os colegas que contribuíram para as transformações do SINDMED. Vamos continuar trabalhando na defesa intransigente dos interesses da categoria médica na Bahia”, ressaltou a presidente Rita Ribeiro. “O mais importante de tudo é a transparência de nossa gestão. Vamos em frente porque queremos sempre o melhor para os colegas médicos”, finalizou a presidente.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ana Paula Matos
"Você tem um governo do estado que está dizendo que todas as cidades, todos os prefeitos não estão cuidando da saúde? De quem é o problema? Ou tem algo errado aí?"
Disse a vice-prefeita de Salvador e ex-secretária de Saúde, Ana Paula Matos ao rebater as críticas feitas pela oposição sobre a falta de leitos nos hospitais públicos da capital baiana e a falta de hospitais com “demanda aberta”, aqueles que atendem casos de urgência e emergência mediante necessidade.