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Vislumbrando o primeiro jogo da história do Feira Futebol Clube, o time começa a organizar o clima interno para o começo de uma jornada rumo ao acesso à elite do futebol baiano. Encabeçando esta etapa, estão os goleiros Sidão e Rafael Pin. Em um elenco que mescla juventude e rodagem, a posição tem se destacado não apenas pela segurança técnica, mas pela construção de um ambiente marcado por liderança, empatia e competitividade saudável.
Ambos os atletas são nomes experientes dentro do grupo e acabam representando esse equilíbrio entre bagagem acumulada e compromisso coletivo, pilares que fundamentam um projeto que mira o acesso. A atuação dos goleiros tem impacto direto na formação emocional do elenco.
Sidão chama atenção para o papel de suporte aos atletas mais jovens, sobretudo nos momentos de instabilidade. “A gente consegue perceber que o menino sentiu, que fez um dia ruim de trabalho, e se aproxima para falar que isso faz parte. O importante é continuar evoluindo, porque o de hoje passou e já tem que pensar no amanhã. ”
Em um cenário competitivo, onde o erro pode abalar a confiança, a presença de atletas experientes contribui para manter o equilíbrio psicológico do elenco. Ao mesmo tempo, a posição de goleiro carrega uma particularidade, apenas um entra em campo. Ainda assim, o discurso entre Sidão e Rafael Pin revela uma construção sólida de parceria, sustentada desde a base da carreira.
“Desde cedo a gente aprende que tem que torcer pelo cara que tá jogando. A escolha é do treinador, e a gente precisa respeitar e apoiar o companheiro” , afirma Sidão. Rafael reforça essa ideia ao destacar o vínculo criado dentro da posição. “Praticamente todos os clubes que eu passei, os goleiros se tornam uma família, porque a gente convive mais aqui do que na própria casa. ”
“Todo mundo tem sua história. Ninguém chega ao profissional sem pagar um preço alto. É respeitar isso e entender que a última palavra é do treinador” , destaca Sidão. Rafael complementa. “Tem que chegar todo dia com alegria, com respeito e humildade. É isso que faz o ambiente ser sadio. ”
“Quando a gente tá em harmonia, os outros atletas sentem isso. Se eles veem que, mesmo sabendo que só um joga, os goleiros se dão bem, não tem por que ser diferente nas outras posições” , destaca Sidão. A confiança transmitida pela posição também é ressaltada por Rafael. “O goleiro é a cara do time. A gente precisa passar confiança, ser liderança dentro e fora de campo. ”
Em primeiro ano de exitência, o Feira FC vai disputar o Série B do Campeonato Baiano. A extreia está prevista para os dias 2 ou 3 de maio. O clube ainda espera confirmaçãio da Federação Baiana de Futebol (FBF).
Em entrevista ao podcast BN na Bola, o goleiro do Feira Futebol Clube, Sidão, relembrou as dificuldades enfrentadas no início da carreira. Segundo o jogador, ao chegar ao Corinthians, clube onde atuou nas categorias de base, ele passou por um processo de deslumbramento e se afundou no álcool e na vida noturna.
“Eu comecei a ganhar 800 reais e aí já me deslumbrei. Achava que já era profissional, que já tinha realizado um sonho. Me joguei em bebida, noitada... aquela bolha de 'boleiro' que a gente acha que, para ser jogador, tem que viver essas coisas, senão não é considerado atleta”, afirmou.
Sidão completou dizendo que essa ilusão o levou para um lugar complicado, situação agravada pela morte da mãe. “Nesse período, eu estava totalmente perdido. Minha mãe faleceu e eu comecei a carregar um sentimento de culpa por conta da vida que eu estava levando, que não tinha nada a ver com a educação que recebi dos meus pais. Então, entrei em uma depressão profunda, sem ter desejo de estar vivo mais.”
O goleiro relatou que o único desejo na época era estar com a mãe. “Ela tinha acabado de morrer. Na minha cabeça, para estar com ela, eu deveria morrer também. Foi um quadro bem triste, bem obscuro; lembro de viver muita tristeza”, explicou.
De acordo com Sidão, o esporte e a religião foram suas "boias de salvação". “Eu já estava com minha esposa, Monique, na época ela era namorada. Eu chorava copiosamente com ela e só falava que queria estar com a minha mãe. Até que eu tive um encontro... independente da religião, tive um encontro espiritual com Jesus que realmente me livrou dessa escuridão, que tirou esse peso e essa culpa dos meus ombros”, revelou.
“A partir daí, comecei a retomar os meus sonhos de ser jogador, porque naquele período eu estava totalmente desviado da rota que tinha traçado para a minha vida. Foi um período bem difícil”.
Finalizando o depoimento, Sidão colocou sua história como exemplo de superação para quem enfrenta problemas de saúde mental. “Sei que tem muita gente passando por dificuldades nesse sentido, de depressão e ansiedade. Acho que minha vida é um exemplo de que tudo pode ser superado. Muitas vezes a gente não tem condição de procurar uma ajuda profissional, um psicólogo, e foi dentro da espiritualidade que eu encontrei a minha saída.”
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O goleiro Sidão, em entrevista ao podcast BN na Bola, nesta terça-feira (31), relembrou sua passagem pelo São Paulo Esporte Clube, período em que o atual técnico do Bahia, Rogério Ceni, comandava o Tricolor Paulista. O jogador destacou a pressão de substituir o um ídolo do clube na posição.
Inicialmente, o arqueiro classificou como “desleal” a comparação com Ceni, considerado um dos maiores nomes da história do clube. Segundo ele, o peso imposto aos goleiros que assumiram a posição após a aposentadoria do ídolo foi desproporcional.
“Era desleal comparar qualquer goleiro com o Rogério, pela história que ele construiu no São Paulo. Para mim, que estava chegando, era ainda mais pesado”, afirmou.
Sidão também ressaltou que a pressão não foi exclusiva de sua trajetória, citando outros nomes que passaram pelo clube e enfrentaram situação semelhante. “Não fui só eu. Denis, Renan Ribeiro, Lucas Perri, Jean… todos passaram por isso. O torcedor sempre olhava para o gol esperando o Rogério”, disse.
O goleiro ainda relembrou que foi o próprio Ceni quem o convidou para atuar no São Paulo e destacou a importância da ligação recebida antes da transferência. “Ele disse que não poderia garantir titularidade, mas que eu tinha condições de vestir a camisa do clube”, contou.
Atualmente, o goleiro defende o Feira Futebol Clube e fará sua estreia no futebol baiano em maio, nos dias 2 ou 3, pela Série B do Baianão, contra o Vitória da Conquista, na Arena Cajueiro. A data exata ainda será confirmada pela Federação Baiana de Futebol (FBF).
Ao longo da carreira, Sidão acumula passagens por clubes como Vasco, Botafogo, Goiás, Figueirense e Paraná, além de ter sido revelado pelo Corinthians. Recentemente, conquistou a segunda divisão do Campeonato Paranaense pelo clube da Vila Capanema.
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Em entrevista ao podcast BN na Bola nesta terça-feira (31), o goleiro Sidão relembrou a partida em que atuou durante 90 minutos como atacante. O ano era 2008, e o jogador defendia o União Mogi na disputa da Série A3 do Campeonato Paulista. Segundo ele, o fator decisivo foi o baixo número de atletas inscritos para a competição.
“Estava perto de começar o campeonato e a gente tinha apenas 11 atletas para a estreia; entre eles, dois goleiros que podiam ir para o jogo. Quando era moleque, costumava jogar na rua e jogava na linha no rachão, vira e mexe eu fazia uns golzinhos. Sempre dava uma desenrolada com os pés”, iniciou a explicação.
A estreia seria contra o Força Sindical e, pelo fato de o clube ter um número reduzido de atletas, acabou mandando Sidão para a linha. “Eu joguei esses 90 minutos aí. Comecei meio travado e ainda perdi um gol. Se eu tivesse feito, tinha encerrado ali a minha carreira como goleiro e teria investido na de atacante”, contou Sidão em tom descontraído.
Segundo o atleta, tanto a experiência durante a infância quanto no terrão foram importantes para que ele desenvolvesse uma característica muito valorizada hoje para a posição: jogar bem com os pés e ajudar na saída de jogo.
“Como eu comentei, onde eu cresci, em São Paulo, na Serra, eu morava dentro de um complexo de prédios, um condomínio tipo Singapura. Tinha muito moleque junto, então a gente pegava os chinelos, botava para fazer o golzinho e jogava sem goleiro. Era todo mundo na linha, driblando ali, e você vai desenvolvendo. Falta isso hoje para a nossa molecada”, finalizou.
Sidão agora defende o Feira Futebol Clube e vai estrear no futebol baiano em maio, dia 2 ou 3, pela Série B do Baianão, contra o Vitória da Conquista, na Arena Cajueiro. A data exata ainda será confirmada pela Federação Baiana de Futebol (FBF).
O goleiro acumula passagens por gigantes como São Paulo, Vasco, Botafogo e Goiás, além de Figueirense e Paraná, tendo sido revelado pela base do Corinthians. Recentemente, o arqueiro conquistou a segunda divisão do Campeonato Paranaense pelo clube da Vila Capanema.
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A pouco mais de um mês para estrear pelo Feira FC, primeiro clube baiano de sua carreira, o goleiro Sidney Aparecido Ramos da Silva, mais conhecido como Sidão, contou os bastidores do contrato para representar o caçula do futebol estadual. A declaração foi feita em entrevista ao podcast BN na Bola nesta terça-feira (31).
Segundo o arqueiro, a iniciativa partiu dele mesmo após acompanhar as movimentações do clube nas redes sociais.
"O convite veio a partir do vídeo do Galhardo; eu estava acompanhando tudo pelas redes sociais. Fui lá e mandei mensagem para o Neto [investidor do Feira FC] no direct mesmo. Enviei: 'pô, já tô com a roupa de ir', em tom de brincadeira, e ele me respondeu: 'não brinca não, paredão!'. A partir daí, começamos a conversar”.
Sidão admitiu que o Feira chegou a negociar com outros nomes antes de oficializá-lo. "O Neto chegou a encerrar [a conversa inicial]. Fiquei aguardando. Passaram-se alguns dias e ele me retornou, porque alguns nomes que ele tinha fechado não deram certo. Ele perguntou se podíamos retomar a negociação e, graças a Deus, deu tudo certo. Estou feliz com essa história que está surgindo", revelou.
O Feira Futebol Clube estreia no futebol profissional em maio, dia 2 ou 3, pela Série B do Campeonato Baiano, contra o Vitória da Conquista, na Arena Cajueiro. A data exata ainda será confirmada pela Federação Baiana de Futebol (FBF).
Sidão acumula passagens por gigantes como São Paulo, Vasco, Botafogo e Goiás, além de Figueirense e Paraná, tendo sido revelado pela base do Corinthians. Recentemente, o goleiro conquistou a segunda divisão do Campeonato Paranaense pelo clube da Vila Capanema.
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O episódio #94 do BN na Bola recebe, na noite desta terça-feira (31), às 19h, o experiente goleiro Sidão, que atualmente defende as cores do Feira Futebol Clube.
Sidão soma passagens por grandes clubes como São Paulo, Vasco e Goiás. Ele viveu seu auge no Botafogo em 2016 e foi peça fundamental em reconstruções de elencos na Série A.
Aos apresentadores Hugo Araújo e Thiago Tolentino, Sidão vai detalhar os bastidores da sua chegada ao futebol da Bahia, as histórias inéditas vividas nos grandes centros do país e os desafios de manter o alto rendimento em uma nova etapa da carreira. Além disso, o goleiro comentará sobre o futuro do Feira FC e seus planos para quando pendurar as luvas.
A transmissão ocorrerá ao vivo, às 19h, no canal do YouTube do Bahia Notícias. Para não perder nada, basta se inscrever no canal, deixar o seu like e ativar o sininho para receber o alerta de início da live.
O Feira FC segue ativo na janela de transferências para montar seu elenco para a disputa da Série B do Campeonato Baiano. A especulação de mais um novo reforço aumentou, e desta vez é a possibilidade da chegada de um novo paredão. Em vídeo divulgado por um de motorista de aplicativo, repercutido nas redes sociais nesta sexta-feira (20), o goleiro Sidão, ex-São Paulo, aparece em uma viagem por Feira de Santana.
O rapaz cita que o atleta é o mais novo contratado de um clube da cidade, mas o atleta afirma que é melhor "deixar o assunto baixo". A reportagem do Bahia Notícias entrou em contato com o Feira FC e até o momento, não há confirmação do clube em relação a contratação do goleiro.
Além da passagem pelo Tricolor Paulista, Sidão também passou pelo Vasco, Botafogo, Goiás, Figueirense e Paraná, sendo revelado pela base do Corinthians. Recentemente, o arqueiro conquistou a Série B do Campeonato Paranaense pelo clube da Vila Capanema.
O Feira FC já anunciou a chegada do atacante Thiago Galhardo, ex-Internacional e Seleção Brasileira, de Lucaneta, conhecido criador de conteúdo, Ronan, ex-Vitória e Bahia de Feira. O projeto liderado pelo empresário Neto Lima tem por objetivo inicial chegar na elite do futebol baiano.
Na última terça-feira (25), a Justiça de São Paulo negou um recurso pedido pela Rede Globo em ação movida pelo goleiro Sidão, atualmente no Concórdia, de Santa Catarina, e foi condenada a pagar uma indenização de R$ 30 mil por ato de "humilhação" em uma transmissão ao vivo.
O caso aconteceu em 12 de maio de 2019, quando a emissora transmitiu o jogo entre o Santos e Vasco pelo Campeonato Brasileiro da Série A. Na época defendendo o Vasco, Sidão cometeu erros decisivos durante a partida em que a equipe cruzmaltina perdeu por 3 a 0.
Perto do fim do jogo, a Globo abriu uma votação para o público escolher o "Craque do Jogo", como faz tradicionalmente. Os telespectadores, em tom de brincadeira, votaram em Sidão, que, constrangido, recebeu o troféu, ao vivo, após o fim da partida.
"A emissora poderia, simplesmente, ter optado por não entregar o troféu ao autor, poupando-lhe de tamanha humilhação e constrangimento em rede nacional", afirmaram à Justiça os advogados Marcelo Giraldes e Leonardo Foltran, que representam Sidão.
Os advogados da Globo sustentaram que pediram desculpas ao goleiro e que alteraram os regulamentos para escolher o "Craque do Jogo", passando a incluir a opinião de especialistas.
Segundo informação do portal "Uol", o jogador pedia no processo uma indenização de R$ 1 milhão, mas a Justiça determinou o pagamento de R$ 30 mil. Condenada em segunda instância, a emissora ainda pode recorrer.
Além do Vasco da Gama, Sidão também vestiu as camisas de São Paulo, Botafogo, Goiás, Figueirense, entre outros. O Concórdia, atual equipe de Sidão, foi eliminada da primeira fase do Campeonato Brasileiro da Série D ao terminar na 6ª colocação do Grupo 8 da competição.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Não tenho que justificar nada para ninguém".
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL) ao comentar sobre a sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro, preso no caso do Banco Master. Em coletiva realizada em frente ao Quartel-General da Polícia Militar do Rio, onde acompanhou a entrega de armamentos e viaturas, o parlamentar afirmou que não precisava avisar a aliados sobre sua relação com Vorcaro.