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O avião que caiu no trágico acidente aéreo que aconteceu na última sexta-feira (9), em Vinhedo (SP), foi o mesmo que, horas antes, levou o técnico Helinho Garcia, do Sesi Franca Basquete de São Paulo a Ribeirão Preto (SP). O treinador estava como auxiliar de Aleksandar Petrovic na seleção brasileira de basquete masculino, que disputou os Jogos Olímpicos de Paris 2024.
Ele retornou da capital francesa a São Paulo na quinta-feira (8), onde pegou o voo na aeronave modelo ATR-72 500, prefixo PS-VPB, que deixou o aeroporto de Guarulhos (SP), Às 0h10 de sexta e aterrissou no aeroporto Leite Lopes, em Ribeirão Preto, por volta da 01h da manhã, segundo informações da plataforma de monitoramento “Flightradar”.
"Realmente eu fiquei muito assustado na hora que um amigo meu que estava no voo comigo me passou a informação que era o mesmo avião que a gente tinha voado no começo da madrugada. (...) É claro que a gente fica com um sentimento de gratidão pela vida da gente. Temos o dia dos pais e na hora eu fiquei até emocionado, mas também com um sentimento de tristeza pelas vítimas desse acidente, as famílias dessas vítimas, o quanto eles estão sofrendo", disse o técnico, que mora em Franca (SP), cidade distante 90 km de Ribeirão Preto.
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"A Bahia não tem aprovação automática. Isso é um termo que vem sendo utilizado pela oposição, mas nós temos uma portaria, a portaria 190, que fala sobre a recuperação da aprendizagem. Eu sou da época que tinha a tal da ‘dependência’, acho que os ouvintes e os pais lembram bem disso. O que nós temos tido com a 190 é justamente isso, a gente não pode deixar o menino pelo caminho, a menina pelo caminho".
Disse o secretário de Educação do Estado, Marcius Gomes ao negar que a rede pública estadual de educação realize a “aprovação automática” dos alunos na Bahia.