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sergio nahas
O empresário paulista Sérgio Nahas foi preso pela Polícia Militar da Bahia após ser flagrado pelo reconhecimento facial de monitoramento de câmeras na Praia do Forte, em Mata de São João, na Região Metropolitana de Salvador. Nahas é condenado por ter matado sua esposa, Fernanda Orfali, em um apartamento na cidade de São Paulo.
Depois da prisão, Nahas passou por audiência de custódia no último dia 19 de janeiro e vai cumprir a pena no sistema prisional paulista.
Durante a prisão, foram encontrados e apreendidos com ele, 13 pinos de cocaína, três celulares e um veículo Audi. Segundo o Metrópoles, ele já tinha a prisão determinada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP). A defesa tinha recorrido a todas as instâncias, depois que ele foi condenado pelo Tribunal do Júri, em 2018. No entanto, ele teve uma solicitação negada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) que encerrou o caso. Na época, ele foi condenado a 8 anos e 2 meses de prisão em regime inicial fechado.
ENTENDA O CASO
Conforme denúncia, em 14 de setembro de 2002, Nahas assassinou a esposa, a estilista Fernanda Orfali, que tinha 28 anos na época. Ela foi morta com um tiro no peito dentro do apartamento do casal, em Higienópolis, bairro nobre na região central da capital paulista.
A investigação apontou que o homicídio ocorreu depois que Fernanda descobriu que o marido era usuário de drogas e a traía com travestis. A apuração mostrou na época, que Sérgio teria ficado preocupado com a divisão de bens num possível pedido de divórcio.
Na ocasião, o empresário chegou a ficar preso por 37 dias por posse ilegal, mas foi solto depois e não voltou mais à cadeia. Ele contou à polícia, durante depoimento, que ouviu um disparo vindo do closet e que, ao chegar ao local, encontrou a mulher já agonizando.
No entanto, o laudo da Polícia Científica não encontrou vestígios de pólvora nas mãos de Fernanda.
Atualizada às 09h03
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
ACM Neto
"Tentativa de interferir no processo eleitoral com a criação e divulgação de factoides e insinuações mentirosas e falsas, através de vazamentos seletivos, que buscam associar indevidamente meu nome a situações que nunca tive envolvimento".
Disse o candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil) ao se pronunciar sobre o pedido da Polícia Federal (PF) para realizar uma busca e apreensão relacionada a ele no âmbito da 10ª fase da Operação Overclean, deflagrada nesta quinta-feira (17). A medida, no entanto, foi negada pelo ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF).