Artigos
A mãe da gula
Multimídia
Deputado Adolfo Menezes critica gastos com cachês de artistas em festas no interior da Bahia
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
semana nacional de tecnologia
Popularizar a ciência através do diálogo e fomento à pesquisa e eventos. Diante desse compromisso, nesta quarta-feira (7), no auditório do Departamento de Educação da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) promoveu uma agenda com instituições de ensino superior, setor público e outras entidades do setor privado, para dialogar sobre as estratégias de popularização da ciência e a mobilização da 20ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT).
O encontro buscou estruturar a atuação cooperada das entidades em relação à implementação, consolidação e fortalecimento de políticas públicas de estímulos e disseminação do conhecimento científico em todos os Territórios de Identidade do Estado. Além disso, procurou mobilizar a participação dos atores do Sistema CT&I na SNCT, que está prevista para ocorrer em outubro deste ano e terá o tema “Ciências Básicas para o Desenvolvimento Sustentável”.
Para o secretário da Secti, André Joazeiro, a sinergia com o ecossistema de CT&I é imprescindível para a difusão científica. "Não conseguimos dar conta dessa pauta se não trabalharmos em rede com as ICTs e as universidades, que têm capilaridade no interior da Bahia. Elas são as principais parceiras para levar a difusão do conhecimento científico para a semana de ciência e tecnologia. Mas a semana não é uma coisa descolada da agenda de popularização da ciência, faz parte dela. É a partir da difusão que vamos aumentar a quantidade de pessoas interessadas na ciência e aumentar a qualidade dos nossos cientistas. Quantidade e qualidade a partir dessa disseminação", diz.
Inácio Arruda, secretário de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, ressaltou o trabalho federal para aproximar a ciência da sociedade. "O presidente Lula quer a nossa academia e os nossos cientistas transferindo tecnologia para o povo. Nossa missão é incentivar os pesquisadores e cientistas brasileiros a fazerem uma liga forte com a sociedade. Esse é o papel da popularização e da educação científica, que vai levar essa ciência para a população do nosso país".
Também presente, a diretora da Fiocruz Bahia, Marilda Gonçalves, destacou que a ciência precisa ser democratizada. "As produções científicas precisam ser divulgadas nos espaços sociais, nas comunidades fechadas, como as indígenas, as quilombolas e as tradicionais. Esses conhecimentos precisam ser democratizados. Então, cada uma das entidades tem que se sentir parte do processo. É só assim que será possível o verdadeiro desenvolvimento social na Ciência e Tecnologia da Bahia".
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.