Artigos
O Paraguaçu sob ataque
Multimídia
Alex Santana revela convite de ACM Neto para assumir secretaria
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
selecao feminina de volei
A seleção brasileira feminina de vôlei encerra neste domingo (7) sua participação na primeira semana da Liga das Nações (VNL) 2026. A adversária será a atual campeã olímpica e líder do ranking mudial, a Itália. O jogo ocorre às 14h30, no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília.
O confronto marca o quarto compromisso do Brasil na etapa disputada na capital federal. Até aqui, a equipe comandada por Zé Roberto mantém campanha perfeita, com três vitórias em três partidas.
A mais recente delas aconteceu neste sábado (6), quando as brasileiras venceram a Bulgária por 3 sets a 0, com parciais de 25/23, 25/17 e 25/13. Antes dessa, a seleção já havia derrotado a Holanda e a República Dominicana, ambas por 3 sets a 1.
Vice-campeão da competição em três oportunidades (2021, 2022 e 2025), o Brasil segue em busca de um título inédito. Na última edição, a equipe brasileira foi derrotada justamente pela Itália na decisão.
VNL 2026
A Liga das Nações reúne 18 seleções, que disputam 12 partidas na fase classificatória, distribuídas em três etapas realizadas em diferentes países. Após os jogos em Brasília, a seleção brasileira ainda terá compromissos em Ancara, na Turquia, e Osaka, no Japão. As oito melhores campanhas avançam para a fase final, que será disputada em Macau, região administrativa da China.
A Seleção Brasileira Feminina de Vôlei estreia na Liga das Nações (VNL) de 2026 nesta quarta-feira (3), diante dos Países Baixos. Até o dia 26 de julho, as principais potências do mundo, incluindo o Brasil, estarão em quadra em busca do título do torneio.
Além dos Países Baixos, as brasileiras enfrentarão a República Dominicana, a Bulgária e a atual bicampeã, Itália, nesta primeira semana. Pelo terceiro ano consecutivo, o Brasil receberá jogos da fase classificatória. Nesta edição, a cidade-sede em solo nacional será Brasília, com as partidas disputadas na Arena Nilson Nelson.
ESTREIA DO BRASIL NA VNL
Data: 3 de junho (quarta-feira)
Horário: 20h (horário de Brasília)
Local: Arena Nilson Nelson, Brasília
Onde assistir: SporTV 2, ge.globo e VBTV
COMO FUNCIONA A COMPETIÇÃO
A Liga das Nações é disputada por 18 seleções. O formato segue o mesmo das edições passadas, dividido em duas fases. Na primeira etapa, cada equipe faz 12 partidas ao longo de três semanas, sob o sistema de pontos corridos.
A cada semana, os jogos acontecem em três sedes diferentes, abrigando seis equipes em cada uma. Ao final da fase classificatória, os oito melhores times avançam para o mata-mata decisivo em sistema eliminatório de jogo único. O país-sede da fase final (neste ano, a República Popular da China) já tem vaga garantida nas quartas de final.
Nesta quarta-feira (13), a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) anunciou a lista com as 30 jogadoras que defenderão a seleção na Liga das Nações de Vôlei, que começa dia 3 de junho.
O técnico Zé Roberto revelou que os trabalhos de preparação serão divididos em dois grupos, tendo como objetivo ampliar e estreitar a observação das atletas.
“A gente vai trabalhar com seleção A e B. A seleção B é uma grande oportunidade para essas jogadoras que estão muito próximas da seleção a poderem entrar, terem a oportunidade de participar de treinamentos e jogos, ou não. E da A também a mesma coisa. Vamos ter que correr muito para manter o nível do volleyball brasileiro onde se encontra hoje”, exlicou o treinador.
O Brasil estreia na Liga das Nações no dia 3 de junho contra a Holanda, às 20h, em Brasília. A capital será sede da primeira semana da competição, entre os dias 3 e 7 de junho.
CONFIRA AS 30 JOGADORAS INSCRITAS
Levantadoras
- Bruninha
- Kenya
- Macris
- Roberta
- Vivian
Ponteiras
- Drussyla
- Gabi Guimarães
- Julia Bergmann
- Karina
- Maiara Basso
Ponteiras/Opostas
- Ana Cristina
- Helena
- Rosamaria
Opostas
- Jaque Schmitz
- Jheovana
- Kisy
- Sabrina
- Tainara
Centrais
- Diana
- Julia Kudiess
- Lanna
- Larissa Besen
- Lívia
- Lorena
- Luzia
Líberos
- Kika
- Marcelle
- Natinha
- Nyeme
- Paulina
Pelo quarto ano consecutivo, o Brasil sediará a Liga das Nações de Vôlei (VNL) 2026. A competição chega à 8ª edição este ano e reúne 18 equipes em cada gênero. Marcada para os meses de junho a agosto, a disputa começa pela categoria feminina, de 3 de junho a 26 de julho, e termina com a masculina, de 10 de junho a 2 de agosto.
A primeira fase da VNL consiste em três semanas para cada modalidade. Ao todo, cada seleção disputa 12 jogos em grupos rotativos, em três diferentes cidades-sede. As oito melhores equipes avançam à fase final eliminatória, que começa com as quartas de final.
A seleção brasileira feminina busca o título inédito, após conquistar quatro vice-campeonatos (2019, 2021, 2022 e 2025), enquanto a masculina busca repetir o feito de 2021, quando conquistou o título pela última vez.
CONFIRA A AGENDA DO BRASIL NA VNL 2026
Feminina
A programação está sujeita a alterações (horário de Brasília)
- 3 de junho - Brasil x Países Baixos - 20:00 - Brasília
- 4 de junho - Brasil x República Dominicana - 20:00 - Brasília
- 6 de junho - Brasil x Bulgária - 11:00 - Brasília
- 7 de junho - Brasil x Itália - 14:30 - Brasília
- 17 de junho - Brasil x França - 10:00 - Ancara, Turquia
- 18 de junho - Brasil x Bélgica - 10:00 - Ancara, Turquia
- 20 de junho - Brasil x República Popular da China - 10:00 - Ancara, Turquia
- 21 de junho - Brasil x Alemanha - 10:00 - Ancara, Turquia
- 8 de julho - Brasil x Japão - 7:20 - Kansai, Japão
- 10 de julho - Brasil x Polônia - 7:20 - Kansai, Japão
- 11 de julho - Brasil x Tailândia - 3:30 - Kansai, Japão
- 12 de julho - Brasil x Estados Unidos - 00:00 - Kansai, Japão
Fase final: de 22 a 26 de julho, Macau, República Popular da China.
Masculina
A programação está sujeita a alterações (horário de Brasília)
- 10 de junho - Brasil x República Islâmica do Irã - 20:00 - Brasília
- 11 de junho - Brasil x Bélgica - 20:00 - Brasília
- 13 de junho - Brasil x Sérvia - 11:00 - Brasília
- 14 de junho - Brasil x Argentina - 18:00 - Brasília
- 24 de junho - Brasil x Ucrânia - 11:30 - Ljubljana, Eslovênia
- 26 de junho - Brasil x Itália - 15:00 - Ljubljana, Eslovênia
- 27 de junho - Brasil x Eslovênia - 15:30 - Ljubljana, Eslovênia
- 28 de junho - Brasil x Canadá - 11:30 - Ljubljana, Eslovênia
- 15 de julho - Brasil x França - 18:00 - Chicago, Estados Unidos
- 16 de julho - Brasil x Estados Unidos - 22:00 - Chicago, Estados Unidos
- 17 de julho - Brasil x Polônia - 22:00 - Chicago, Estados Unidos
- 19 de julho - Brasil x República Popular da China - 14:00 - Chicago, Estados Unidos
Fase final: de 29 de julho a 2 de agosto, Ningbo, República Popular da China.
O técnico José Roberto Guimarães anunciou, durante a COB Expo, em São Paulo, que o vôlei feminino do Brasil contará com uma seleção B a partir de 2026. O objetivo é ampliar o acompanhamento de atletas e dar mais experiência internacional a jovens jogadoras que buscam espaço na equipe principal.
“Não é porque está na seleção B que tem menos valor. Pelo contrário, é mais uma oportunidade da gente observar de perto, ver jogadoras enfrentando algumas das melhores do mundo e dar a elas mais chances de crescimento”, afirmou Zé Roberto.
Em 2025, a seleção principal bateu na trave em duas grandes competições: foi prata na Liga das Nações (VNL) e conquistou o bronze no Mundial. Para o treinador, o desafio é dar o salto necessário até os Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028.
“Três anos passam rápido demais. Temos pouco tempo para dar esse salto e conquistar títulos. Estamos há oito anos sem ganhar um, mas muito próximos. O que as meninas mostraram no Mundial me deixou confiante. Precisamos subir mais um degrau para chegar ao ouro”, destacou.
Apesar das cobranças, o comandante se mostra otimista com a atual geração: “A geração é boa, mas precisa ganhar experiência internacional jogando contra as principais seleções. Acredito muito nesse time e no que podemos construir até 2028”, completou.
O projeto da seleção B vem na esteira de um 2025 em que o Brasil já apostou em ampliar o número de equipes: o sub-26 conquistou bronze na Universíade, enquanto o sub-23 foi bronze na Copa América adulta e campeão nos Jogos Pan-Americanos Júnior.
“Nos propusemos a ampliar o número de seleções, mapear melhor o que acontece e dar oportunidades. Esse é o crescimento que buscamos. Não dá para colocar todas as jogadoras na seleção A, mas a B será um braço importante, uma extensão, para que possamos acompanhar de perto e preparar melhor quem pode chegar à equipe principal”, concluiu Zé Roberto.
A Seleção Brasileira Feminina de Vôlei já sabe quem serão suas adversárias da primeria fase no Campeonato Mundial de 2025. Na manhã desta terça-feira (17), a Federação Internacional de Voleibol (FIVB) realizou o sorteio dos grupos da competição. Atual vice-campeã mundial e medalhista de bronze nos Jogos de Paris-2024, a equipe brasileira está no Grupo C, ao lado de Porto Rico, França e Grécia.
Esta será a primeira edição do Campeonato Mundial com 32 seleções, um aumento de oito times em relação ao torneio de 2022. Além disso, a competição marca o início de uma nova era no calendário internacional, com Mundiais sendo disputados a cada dois anos, em vez do intervalo de quatro anos praticado anteriormente.
Algoz do Brasil na final de 2022, a Sérvia caiu no Grupo H, ao lado de Japão, Ucrânia e Camarões. As italianas, atuais campeãs olímpicas, estão próximas do Brasil, no Grupo B, com Cuba, Bélgica e Eslováquia.
O Mundial Feminino de Vôlei de 2025 será realizado entre os dias 22 de agosto e 7 de setembro, na Tailândia. A Seleção Brasileira busca, pela primeira vez, o título inédito do torneio, uma das poucas conquistas que ainda falta no currículo da equipe.
Confira os grupos da primeira fase do Mundial Feminino de Vôlei 2025:
• Grupo A: Tailândia, Suécia, Países Baixos e Egito
• Grupo B: Itália, Cuba, Bélgica e Eslováquia
• Grupo C: Brasil, Porto Rico, França e Grécia
• Grupo D: Estados Unidos, Tchéquia, Argentina e Eslovênia
• Grupo E: Turquia, Canadá, Bulgária e Espanha
• Grupo F: China, República Dominicana, Colômbia e México
• Grupo G: Polônia, Alemanha, Quênia e Vietnã
• Grupo H: Japão, Sérvia, Ucrânia e Camarões
A Liga das Nações de Vôlei terá um formato ampliado em 2025, com quatro novas seleções integrando a competição. A mudança foi anunciada nesta terça-feira (10) pela Volleyball World, entidade internacional que organiza o torneio. Serão 18 equipes por naipe, totalizando 36 seleções. A competição feminina terá início em 4 de junho, enquanto a masculina começará em 11 de junho.
Entre as novas seleções confirmadas no feminino, República Tcheca e Bélgica se juntarão a Brasil, Japão, Canadá, Holanda, República Dominicana, Sérvia, Bulgária, Itália, Alemanha, Estados Unidos, Coreia do Sul, Turquia, Polônia, Tailândia, China e França. Já no masculino, China e Ucrânia integrarão o grupo com Itália, Canadá, França, Alemanha, Argentina, Bulgária, Eslovênia, Cuba, Estados Unidos, Irã, Polônia, Holanda, Japão, Turquia e Sérvia.
A fase classificatória terá nove sedes, com destaque para o Rio de Janeiro, que receberá jogos logo na primeira semana. Confira:
Primeira semana (4 a 15 de junho)
• Feminino:
• Rio de Janeiro (Brasil)
• Canadá
• China
• Masculino:
• Rio de Janeiro (Brasil)
• Canadá
• China
Segunda semana
• Feminino:
• Turquia
• China
• Sérvia
• Masculino:
• Bulgária
• Estados Unidos
• Sérvia
Terceira semana
• Feminino:
• Holanda
• Estados Unidos
• Japão
• Masculino:
• Polônia
• Eslovênia
• Japão
Cada seleção disputará 12 partidas na fase de classificação, totalizando 216 jogos em três semanas. Em 2025, será implementada uma semana adicional de descanso entre 30 de junho e 6 de julho, logo após a segunda semana da competição masculina. A medida visa garantir melhor recuperação e preparação para os atletas, assegurando alto nível nas partidas.
Nesta terça-feira (3), a Federação Internacional de Vôlei(FIVB) anunciou os países participantes do Mundial de Vôlei de 2025 tanto para o masculino, quanto para o feminino. O Mundial masculino será disputado nas Filipinas e o feminino terá como sede a Tailândia.
Serão 32 equipes em cada gênero, e as vagas foram distribuídas da seguinte forma: uma vaga para o país-sede, uma para o atual campeão, três para cada um dos continentes e 18 vagas pelo ranking mundial.
Participantes masculinos:
Filipinas (País-sede), Itália (atual campeão), Egito, Argélia e Líbia (África), Polônia, Eslovênia e França (Europa), Argentina, Brasil e Colômbia (América do Sul), Estados Unidos, Canadá e Cuba (América do Norte), Japão, Irã e Catar (Ásia/Oceania), Alemanha, Sérvia, Países Baixos, Ucrânia, Bélgica, Turquia, República Tcheca, Bulgária, Portugal, Finlândia, Tunísia, China, Romênia, Chile e Coreia do Sul (ranking).
Participantes femininos:
Tailândia (país sede), Sérvia (atual campeão), China, Japão e Vietnã (Ásia/Oceania), Quênia, Egito e Camarões (África), Turquia, Países Baixos e Itália (Europa). Brasil, Argentina e Colômbia (América do Sul), República Dominicana, Estados Unidos e Canadá (América do Norte), Polônia, Alemanha, Bélgica, República Tcheca, Porto Rico, Ucrânia, França, Bulgária, Cuba, Suécia, México, Eslovênia, Eslováquia, Espanha e Grécia (ranking).
O sorteio do mundial masculino acontecerá no dia 14 de setembro, já o do mundial feminino ainda não tem data definida para acontecer.
O adeus está próximo? Técnico da Seleção Brasileira feminina de vôlei, José Roberto Guimarães, falou em entrevista após o duelo entre Brasil x Turquia, na qual a seleção brasileira venceu por 3 sets a 1 e conquistou a medalha de bronze, que ainda não sabe se irá continuar mais um ciclo olímpico no comando técnico da Seleção.
"A gente combinou de conversar com a CBV, com o Radamés (Lattari, presidente da entidade), fazer um retrospecto de tudo o que aconteceu, como foi o ciclo. A gente se preparou bem, enviamos profissionais que foram para a Turquia e para a Itália para cuidar das jogadoras... Agora o futuro eu não sei, sinceramente. Eu não me preparei ainda para responder essa pergunta. A gente tem que curtir agora, comemorar e depois conversar com a CBV e também com a minha família", declarou Zé Roberto.
Sob o comando de Zé Roberto, a seleção brasileira perdeu apenas três dos 20 jogos oficiais que disputou nesta temporada. O técnico acumula duas medalhas de ouro, uma de prata e uma de bronze no comando da equipe feminina de vôlei do Brasil.
O brasileiro naturalizado português, Pepe, anunciou a aposentadoria do futebol profissional na tarde desta quinta-feira (8), em publicação nas redes sociais. Aos 41 anos, Pepe decidiu não se aventurar em mercados alternativos e, após o fim de seu contrato com o Porto, anunciou a aposentadoria.
Ao longo de mais de duas décadas ao mais alto nível, Pepe jogou, a nível profissional, por Marítimo, Porto, Real Madrid e Besiktas. O agora ex-defensor fez 77 jogos no Marítimo (2001-2004), 290 no FC Porto (2001-2004 e 2019-2024), 334 no Real Madrid (2007-2017) e 52 no Besiktas (2017-2018). Pela seleção portuguesa, o zagueiro somou 141 partidas, tendo marcado oito gols.
???????? ????????????????????????????. ???? Continuaremos sempre juntos: obrigado por tudo, Pepe! ????? #PartilhaAPaixão pic.twitter.com/HSnou1I5zI
— Portugal (@selecaoportugal) August 8, 2024
Bastante vencedor o camisa 3 conquistou muitos títulos, com destaque para uma Euro (2016) e uma Liga das Nações (2019) por Portugal, três Ligas dos Campeões (2013/2014, 2015/2016 e 2016/2017) no Real Madrid e quatro títulos de campeão nacional (2005/2006, 2006/2007, 2019/2020 e 2021/2022) com a camisa do Porto.
A Seleção Feminina de Vôlei perdeu para os Estados Unidos na manhã desta quinta-feira por 3 sets a 2 e está fora da final olímpica dos Jogos de Paris 2024.
O Brasil iniciou o jogo perdendo por 25 a 23, depois venceu o segundo set por 25 a 18, perdeu o terceiro set por 15 a 25 e empatou no quarto set por 25 a 23. No tie break, os Estados Unido pararam os ataques brasileiros e levaram a melhor por 15 a 11.
Agora, a seleção espera o perdedor do duelo entre Itália e Turquia, para disputar a medalha de Bronze.
A seleção brasileira feminina de vôlei avançou às semifinais do torneio olímpico de Paris 2024. As meninas do vôlei, como são conhecidas, venceram a República Dominicana por 3 sets a 0 (25x22, 25x13, 25x17), na manhã desta terça-feira (6), em partida que abriu as quartas de final da competição.
O grande destaque da Seleção ficou por conta de Gabriela Guimarães, que anotou 20 pontos. Ana Cristina, com 14 e Rosamaria, com 11 também ultrapassaram a marca dos 10 pontos. Dez pontos foram originados de bloqueios, com Gabriela sendo a maior bloqueadora da Seleção.
Nas semifinais, a seleção agora aguarda o vencedor do duelo entre Estados Unidos e Polônia.
Na manhã desta quinta-feira (1º), a seleção feminina de vôlei do Brasil venceu o Japão por 3 sets a 0 (25x20, 25x17 e 25x18) e se classificou às quartas de final do torneio de vôlei dos Jogos Olímpicos de Paris 2024.
Com destaque para a capitã Gabi, autora de 17 pontos, a seleção teve pleno domínio do jogo e não chegou a passar sustos em nenhum set. A defesa ainda ajudou com dez pontos de bloqueios. Líbero da seleção, em 14 recepções, Nyeme concluiu dez com perfeição, três viraram para a segunda bola e teve apenas um erro.
Para finalizar a fase de grupos, o Brasil agora encara a Polônia, no domingo, dia 4, às 16h, horário de Brasília. O confronto define a liderança do Grupo B.
A seleção brasileira de vôlei feminina de vôlei bateu a Quênia por três sets a zero na estreia do vôlei feminino nos Jogos Olímpicos de Paris 2024. O time não sofreu muitos sustos durante o embate contra as quenianas.
As parciais foram de 25-14 (primeiro set), 25-13 (segundo set) e 25-12 (terceiro e último set). O grande destaque foi para a defesa do Brasil, que contribuiu com 16 pontos de bloqueios.
As maiores pontuadoras foram Carolana Silva e Rosamaria Montibeller, ambas com 13 pontos. Como próximo adversário, o time brasileiro terá pela frente o Japão, forte adversário na disputa por uma medalha olímpica.
Após passar sufoco diante da Bulgária, a seleção brasileira feminina de vôlei venceu Porto Rico por 3 sets a 0, com parciais de 25/21, 25/15 e 25/9, na manhã desta quarta-feira (20). O time, dirigido pelo técnico José Roberto Guimarães, manteve a invencibilidade no Pré-Olímpico, disputado em Tóquio, no Japão. O torneio distribui duas vagas para os Jogos Olímpicos de Paris-2024.
O domínio do Brasil foi tamanho a ponto das quatro maiores pontuadoras da partida serem todas brasileiras. Rosamaria anotou 15 pontos, Thaisa foi a segunda com 14, enquanto o terceiro lugar teve Diana e Julia Bergmann, ambas com 13.
A seleção feminina folgará nesta quinta (21) e voltará às quadras na sexta (22), para encarar a Turquia, a partir das 4h no horário de Brasília. Na sequência, as brasileiras medirão forças com a Bélgica, no sábado (23), no mesmo horário, e encerra sua participação diante do Japão, no domingo (24), às 7h25.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.