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selecao feminina de volei
Já classificada para a fase final da Liga das Nações de Vôlei, a Seleção Feminina perdeu para a Tailândia por 3 sets a 0, com parciais de 25/15, 25/16 e 25/17, pela 11ª rodada, na terceira semana da VNL, em Osaka, no Japão, na madrugada deste sábado (11).
O Brasil foi à quadra com Macris (levantadora), Kisy (oposta), Rosamaria e Helena (ponteiras), Luzia e Lorena (centrais) e Natinha (líbero). Durante o jogo, entraram Marcelle (líbero) e Maiara Basso (ponteira).
A central tailandesa Thatdao foi a maior pontuadora da partida com 15 pontos, seguida por Pimpichaya, com 12. Kisy foi a brasileira que mais colocou bolas no chão, também com 15 pontos.
O Brasil enfrenta os Estados Unidos na última rodada, neste domingo (12), à 0h (horário de Brasília), em confronto direto pelo primeiro lugar da classificação, visto que as equipes estão empatadas com 26 pontos, junto com a Itália. A partida conta com transmissão do SporTV 2 e VBTV.
A primeira fase da Liga das Nações reúne 18 seleções, que disputam 12 partidas ao longo de três etapas. Ao fim da fase classificatória, oito equipes disputarão as quartas de final na China.
Por sediar a fase eliminatória do torneio, a China já está garantida na próxima fase. Com isso, passam as sete melhores colocadas. Confira a classificação da VNL abaixo:
Capitã da Seleção Brasileira Feminina, Gabi, sentiu um desconforto na região lombar e desfalca a equipe na terceira semana da Liga das Nações de Vôlei (VNL). Segundo informações da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), exames de imagem realizados após o retorno da jogadora da Turquia apontaram a necessidade de preservação.
Com isso, Gabi não viaja com a delegação para Osaka, no Japão, onde ocorre a terceira etapa da competição a partir do dia 8 de julho. A ponteira ficará no Brasil para seguir o tratamento, além de cumprir atividades fisioterapêuticas e de preparação física. Uma nova avaliação será realizada ao término da terceira fase da VNL.
O médico da seleção feminina, Júlio Nardelli, afirmou que o atual problema não possui relação com a lesão na costela sofrida durante a temporada de clubes.
"A Gabi permanece com um desconforto na região lombar e a decisão da comissão técnica nesse momento é para preservá-la. O quadro que a Gabi apresenta hoje não tem relação com a lesão na costela que ela teve na temporada de clubes", afirmou o médico da seleção.
A seleção brasileira feminina de vôlei encerra neste domingo (7) sua participação na primeira semana da Liga das Nações (VNL) 2026. A adversária será a atual campeã olímpica e líder do ranking mudial, a Itália. O jogo ocorre às 14h30, no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília.
O confronto marca o quarto compromisso do Brasil na etapa disputada na capital federal. Até aqui, a equipe comandada por Zé Roberto mantém campanha perfeita, com três vitórias em três partidas.
A mais recente delas aconteceu neste sábado (6), quando as brasileiras venceram a Bulgária por 3 sets a 0, com parciais de 25/23, 25/17 e 25/13. Antes dessa, a seleção já havia derrotado a Holanda e a República Dominicana, ambas por 3 sets a 1.
Vice-campeão da competição em três oportunidades (2021, 2022 e 2025), o Brasil segue em busca de um título inédito. Na última edição, a equipe brasileira foi derrotada justamente pela Itália na decisão.
VNL 2026
A Liga das Nações reúne 18 seleções, que disputam 12 partidas na fase classificatória, distribuídas em três etapas realizadas em diferentes países. Após os jogos em Brasília, a seleção brasileira ainda terá compromissos em Ancara, na Turquia, e Osaka, no Japão. As oito melhores campanhas avançam para a fase final, que será disputada em Macau, região administrativa da China.
A Seleção Brasileira Feminina de Vôlei estreia na Liga das Nações (VNL) de 2026 nesta quarta-feira (3), diante dos Países Baixos. Até o dia 26 de julho, as principais potências do mundo, incluindo o Brasil, estarão em quadra em busca do título do torneio.
Além dos Países Baixos, as brasileiras enfrentarão a República Dominicana, a Bulgária e a atual bicampeã, Itália, nesta primeira semana. Pelo terceiro ano consecutivo, o Brasil receberá jogos da fase classificatória. Nesta edição, a cidade-sede em solo nacional será Brasília, com as partidas disputadas na Arena Nilson Nelson.
ESTREIA DO BRASIL NA VNL
Data: 3 de junho (quarta-feira)
Horário: 20h (horário de Brasília)
Local: Arena Nilson Nelson, Brasília
Onde assistir: SporTV 2, ge.globo e VBTV
COMO FUNCIONA A COMPETIÇÃO
A Liga das Nações é disputada por 18 seleções. O formato segue o mesmo das edições passadas, dividido em duas fases. Na primeira etapa, cada equipe faz 12 partidas ao longo de três semanas, sob o sistema de pontos corridos.
A cada semana, os jogos acontecem em três sedes diferentes, abrigando seis equipes em cada uma. Ao final da fase classificatória, os oito melhores times avançam para o mata-mata decisivo em sistema eliminatório de jogo único. O país-sede da fase final (neste ano, a República Popular da China) já tem vaga garantida nas quartas de final.
Nesta quarta-feira (13), a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) anunciou a lista com as 30 jogadoras que defenderão a seleção na Liga das Nações de Vôlei, que começa dia 3 de junho.
O técnico Zé Roberto revelou que os trabalhos de preparação serão divididos em dois grupos, tendo como objetivo ampliar e estreitar a observação das atletas.
“A gente vai trabalhar com seleção A e B. A seleção B é uma grande oportunidade para essas jogadoras que estão muito próximas da seleção a poderem entrar, terem a oportunidade de participar de treinamentos e jogos, ou não. E da A também a mesma coisa. Vamos ter que correr muito para manter o nível do volleyball brasileiro onde se encontra hoje”, exlicou o treinador.
O Brasil estreia na Liga das Nações no dia 3 de junho contra a Holanda, às 20h, em Brasília. A capital será sede da primeira semana da competição, entre os dias 3 e 7 de junho.
CONFIRA AS 30 JOGADORAS INSCRITAS
Levantadoras
- Bruninha
- Kenya
- Macris
- Roberta
- Vivian
Ponteiras
- Drussyla
- Gabi Guimarães
- Julia Bergmann
- Karina
- Maiara Basso
Ponteiras/Opostas
- Ana Cristina
- Helena
- Rosamaria
Opostas
- Jaque Schmitz
- Jheovana
- Kisy
- Sabrina
- Tainara
Centrais
- Diana
- Julia Kudiess
- Lanna
- Larissa Besen
- Lívia
- Lorena
- Luzia
Líberos
- Kika
- Marcelle
- Natinha
- Nyeme
- Paulina
Pelo quarto ano consecutivo, o Brasil sediará a Liga das Nações de Vôlei (VNL) 2026. A competição chega à 8ª edição este ano e reúne 18 equipes em cada gênero. Marcada para os meses de junho a agosto, a disputa começa pela categoria feminina, de 3 de junho a 26 de julho, e termina com a masculina, de 10 de junho a 2 de agosto.
A primeira fase da VNL consiste em três semanas para cada modalidade. Ao todo, cada seleção disputa 12 jogos em grupos rotativos, em três diferentes cidades-sede. As oito melhores equipes avançam à fase final eliminatória, que começa com as quartas de final.
A seleção brasileira feminina busca o título inédito, após conquistar quatro vice-campeonatos (2019, 2021, 2022 e 2025), enquanto a masculina busca repetir o feito de 2021, quando conquistou o título pela última vez.
CONFIRA A AGENDA DO BRASIL NA VNL 2026
Feminina
A programação está sujeita a alterações (horário de Brasília)
- 3 de junho - Brasil x Países Baixos - 20:00 - Brasília
- 4 de junho - Brasil x República Dominicana - 20:00 - Brasília
- 6 de junho - Brasil x Bulgária - 11:00 - Brasília
- 7 de junho - Brasil x Itália - 14:30 - Brasília
- 17 de junho - Brasil x França - 10:00 - Ancara, Turquia
- 18 de junho - Brasil x Bélgica - 10:00 - Ancara, Turquia
- 20 de junho - Brasil x República Popular da China - 10:00 - Ancara, Turquia
- 21 de junho - Brasil x Alemanha - 10:00 - Ancara, Turquia
- 8 de julho - Brasil x Japão - 7:20 - Kansai, Japão
- 10 de julho - Brasil x Polônia - 7:20 - Kansai, Japão
- 11 de julho - Brasil x Tailândia - 3:30 - Kansai, Japão
- 12 de julho - Brasil x Estados Unidos - 00:00 - Kansai, Japão
Fase final: de 22 a 26 de julho, Macau, República Popular da China.
Masculina
A programação está sujeita a alterações (horário de Brasília)
- 10 de junho - Brasil x República Islâmica do Irã - 20:00 - Brasília
- 11 de junho - Brasil x Bélgica - 20:00 - Brasília
- 13 de junho - Brasil x Sérvia - 11:00 - Brasília
- 14 de junho - Brasil x Argentina - 18:00 - Brasília
- 24 de junho - Brasil x Ucrânia - 11:30 - Ljubljana, Eslovênia
- 26 de junho - Brasil x Itália - 15:00 - Ljubljana, Eslovênia
- 27 de junho - Brasil x Eslovênia - 15:30 - Ljubljana, Eslovênia
- 28 de junho - Brasil x Canadá - 11:30 - Ljubljana, Eslovênia
- 15 de julho - Brasil x França - 18:00 - Chicago, Estados Unidos
- 16 de julho - Brasil x Estados Unidos - 22:00 - Chicago, Estados Unidos
- 17 de julho - Brasil x Polônia - 22:00 - Chicago, Estados Unidos
- 19 de julho - Brasil x República Popular da China - 14:00 - Chicago, Estados Unidos
Fase final: de 29 de julho a 2 de agosto, Ningbo, República Popular da China.
O técnico José Roberto Guimarães anunciou, durante a COB Expo, em São Paulo, que o vôlei feminino do Brasil contará com uma seleção B a partir de 2026. O objetivo é ampliar o acompanhamento de atletas e dar mais experiência internacional a jovens jogadoras que buscam espaço na equipe principal.
“Não é porque está na seleção B que tem menos valor. Pelo contrário, é mais uma oportunidade da gente observar de perto, ver jogadoras enfrentando algumas das melhores do mundo e dar a elas mais chances de crescimento”, afirmou Zé Roberto.
Em 2025, a seleção principal bateu na trave em duas grandes competições: foi prata na Liga das Nações (VNL) e conquistou o bronze no Mundial. Para o treinador, o desafio é dar o salto necessário até os Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028.
“Três anos passam rápido demais. Temos pouco tempo para dar esse salto e conquistar títulos. Estamos há oito anos sem ganhar um, mas muito próximos. O que as meninas mostraram no Mundial me deixou confiante. Precisamos subir mais um degrau para chegar ao ouro”, destacou.
Apesar das cobranças, o comandante se mostra otimista com a atual geração: “A geração é boa, mas precisa ganhar experiência internacional jogando contra as principais seleções. Acredito muito nesse time e no que podemos construir até 2028”, completou.
O projeto da seleção B vem na esteira de um 2025 em que o Brasil já apostou em ampliar o número de equipes: o sub-26 conquistou bronze na Universíade, enquanto o sub-23 foi bronze na Copa América adulta e campeão nos Jogos Pan-Americanos Júnior.
“Nos propusemos a ampliar o número de seleções, mapear melhor o que acontece e dar oportunidades. Esse é o crescimento que buscamos. Não dá para colocar todas as jogadoras na seleção A, mas a B será um braço importante, uma extensão, para que possamos acompanhar de perto e preparar melhor quem pode chegar à equipe principal”, concluiu Zé Roberto.
A Seleção Brasileira Feminina de Vôlei já sabe quem serão suas adversárias da primeria fase no Campeonato Mundial de 2025. Na manhã desta terça-feira (17), a Federação Internacional de Voleibol (FIVB) realizou o sorteio dos grupos da competição. Atual vice-campeã mundial e medalhista de bronze nos Jogos de Paris-2024, a equipe brasileira está no Grupo C, ao lado de Porto Rico, França e Grécia.
Esta será a primeira edição do Campeonato Mundial com 32 seleções, um aumento de oito times em relação ao torneio de 2022. Além disso, a competição marca o início de uma nova era no calendário internacional, com Mundiais sendo disputados a cada dois anos, em vez do intervalo de quatro anos praticado anteriormente.
Algoz do Brasil na final de 2022, a Sérvia caiu no Grupo H, ao lado de Japão, Ucrânia e Camarões. As italianas, atuais campeãs olímpicas, estão próximas do Brasil, no Grupo B, com Cuba, Bélgica e Eslováquia.
O Mundial Feminino de Vôlei de 2025 será realizado entre os dias 22 de agosto e 7 de setembro, na Tailândia. A Seleção Brasileira busca, pela primeira vez, o título inédito do torneio, uma das poucas conquistas que ainda falta no currículo da equipe.
Confira os grupos da primeira fase do Mundial Feminino de Vôlei 2025:
• Grupo A: Tailândia, Suécia, Países Baixos e Egito
• Grupo B: Itália, Cuba, Bélgica e Eslováquia
• Grupo C: Brasil, Porto Rico, França e Grécia
• Grupo D: Estados Unidos, Tchéquia, Argentina e Eslovênia
• Grupo E: Turquia, Canadá, Bulgária e Espanha
• Grupo F: China, República Dominicana, Colômbia e México
• Grupo G: Polônia, Alemanha, Quênia e Vietnã
• Grupo H: Japão, Sérvia, Ucrânia e Camarões
A Liga das Nações de Vôlei terá um formato ampliado em 2025, com quatro novas seleções integrando a competição. A mudança foi anunciada nesta terça-feira (10) pela Volleyball World, entidade internacional que organiza o torneio. Serão 18 equipes por naipe, totalizando 36 seleções. A competição feminina terá início em 4 de junho, enquanto a masculina começará em 11 de junho.
Entre as novas seleções confirmadas no feminino, República Tcheca e Bélgica se juntarão a Brasil, Japão, Canadá, Holanda, República Dominicana, Sérvia, Bulgária, Itália, Alemanha, Estados Unidos, Coreia do Sul, Turquia, Polônia, Tailândia, China e França. Já no masculino, China e Ucrânia integrarão o grupo com Itália, Canadá, França, Alemanha, Argentina, Bulgária, Eslovênia, Cuba, Estados Unidos, Irã, Polônia, Holanda, Japão, Turquia e Sérvia.
A fase classificatória terá nove sedes, com destaque para o Rio de Janeiro, que receberá jogos logo na primeira semana. Confira:
Primeira semana (4 a 15 de junho)
• Feminino:
• Rio de Janeiro (Brasil)
• Canadá
• China
• Masculino:
• Rio de Janeiro (Brasil)
• Canadá
• China
Segunda semana
• Feminino:
• Turquia
• China
• Sérvia
• Masculino:
• Bulgária
• Estados Unidos
• Sérvia
Terceira semana
• Feminino:
• Holanda
• Estados Unidos
• Japão
• Masculino:
• Polônia
• Eslovênia
• Japão
Cada seleção disputará 12 partidas na fase de classificação, totalizando 216 jogos em três semanas. Em 2025, será implementada uma semana adicional de descanso entre 30 de junho e 6 de julho, logo após a segunda semana da competição masculina. A medida visa garantir melhor recuperação e preparação para os atletas, assegurando alto nível nas partidas.
Nesta terça-feira (3), a Federação Internacional de Vôlei(FIVB) anunciou os países participantes do Mundial de Vôlei de 2025 tanto para o masculino, quanto para o feminino. O Mundial masculino será disputado nas Filipinas e o feminino terá como sede a Tailândia.
Serão 32 equipes em cada gênero, e as vagas foram distribuídas da seguinte forma: uma vaga para o país-sede, uma para o atual campeão, três para cada um dos continentes e 18 vagas pelo ranking mundial.
Participantes masculinos:
Filipinas (País-sede), Itália (atual campeão), Egito, Argélia e Líbia (África), Polônia, Eslovênia e França (Europa), Argentina, Brasil e Colômbia (América do Sul), Estados Unidos, Canadá e Cuba (América do Norte), Japão, Irã e Catar (Ásia/Oceania), Alemanha, Sérvia, Países Baixos, Ucrânia, Bélgica, Turquia, República Tcheca, Bulgária, Portugal, Finlândia, Tunísia, China, Romênia, Chile e Coreia do Sul (ranking).
Participantes femininos:
Tailândia (país sede), Sérvia (atual campeão), China, Japão e Vietnã (Ásia/Oceania), Quênia, Egito e Camarões (África), Turquia, Países Baixos e Itália (Europa). Brasil, Argentina e Colômbia (América do Sul), República Dominicana, Estados Unidos e Canadá (América do Norte), Polônia, Alemanha, Bélgica, República Tcheca, Porto Rico, Ucrânia, França, Bulgária, Cuba, Suécia, México, Eslovênia, Eslováquia, Espanha e Grécia (ranking).
O sorteio do mundial masculino acontecerá no dia 14 de setembro, já o do mundial feminino ainda não tem data definida para acontecer.
O adeus está próximo? Técnico da Seleção Brasileira feminina de vôlei, José Roberto Guimarães, falou em entrevista após o duelo entre Brasil x Turquia, na qual a seleção brasileira venceu por 3 sets a 1 e conquistou a medalha de bronze, que ainda não sabe se irá continuar mais um ciclo olímpico no comando técnico da Seleção.
"A gente combinou de conversar com a CBV, com o Radamés (Lattari, presidente da entidade), fazer um retrospecto de tudo o que aconteceu, como foi o ciclo. A gente se preparou bem, enviamos profissionais que foram para a Turquia e para a Itália para cuidar das jogadoras... Agora o futuro eu não sei, sinceramente. Eu não me preparei ainda para responder essa pergunta. A gente tem que curtir agora, comemorar e depois conversar com a CBV e também com a minha família", declarou Zé Roberto.
Sob o comando de Zé Roberto, a seleção brasileira perdeu apenas três dos 20 jogos oficiais que disputou nesta temporada. O técnico acumula duas medalhas de ouro, uma de prata e uma de bronze no comando da equipe feminina de vôlei do Brasil.
O brasileiro naturalizado português, Pepe, anunciou a aposentadoria do futebol profissional na tarde desta quinta-feira (8), em publicação nas redes sociais. Aos 41 anos, Pepe decidiu não se aventurar em mercados alternativos e, após o fim de seu contrato com o Porto, anunciou a aposentadoria.
Ao longo de mais de duas décadas ao mais alto nível, Pepe jogou, a nível profissional, por Marítimo, Porto, Real Madrid e Besiktas. O agora ex-defensor fez 77 jogos no Marítimo (2001-2004), 290 no FC Porto (2001-2004 e 2019-2024), 334 no Real Madrid (2007-2017) e 52 no Besiktas (2017-2018). Pela seleção portuguesa, o zagueiro somou 141 partidas, tendo marcado oito gols.
???????? ????????????????????????????. ???? Continuaremos sempre juntos: obrigado por tudo, Pepe! ????? #PartilhaAPaixão pic.twitter.com/HSnou1I5zI
— Portugal (@selecaoportugal) August 8, 2024
Bastante vencedor o camisa 3 conquistou muitos títulos, com destaque para uma Euro (2016) e uma Liga das Nações (2019) por Portugal, três Ligas dos Campeões (2013/2014, 2015/2016 e 2016/2017) no Real Madrid e quatro títulos de campeão nacional (2005/2006, 2006/2007, 2019/2020 e 2021/2022) com a camisa do Porto.
A Seleção Feminina de Vôlei perdeu para os Estados Unidos na manhã desta quinta-feira por 3 sets a 2 e está fora da final olímpica dos Jogos de Paris 2024.
O Brasil iniciou o jogo perdendo por 25 a 23, depois venceu o segundo set por 25 a 18, perdeu o terceiro set por 15 a 25 e empatou no quarto set por 25 a 23. No tie break, os Estados Unido pararam os ataques brasileiros e levaram a melhor por 15 a 11.
Agora, a seleção espera o perdedor do duelo entre Itália e Turquia, para disputar a medalha de Bronze.
A seleção brasileira feminina de vôlei avançou às semifinais do torneio olímpico de Paris 2024. As meninas do vôlei, como são conhecidas, venceram a República Dominicana por 3 sets a 0 (25x22, 25x13, 25x17), na manhã desta terça-feira (6), em partida que abriu as quartas de final da competição.
O grande destaque da Seleção ficou por conta de Gabriela Guimarães, que anotou 20 pontos. Ana Cristina, com 14 e Rosamaria, com 11 também ultrapassaram a marca dos 10 pontos. Dez pontos foram originados de bloqueios, com Gabriela sendo a maior bloqueadora da Seleção.
Nas semifinais, a seleção agora aguarda o vencedor do duelo entre Estados Unidos e Polônia.
Na manhã desta quinta-feira (1º), a seleção feminina de vôlei do Brasil venceu o Japão por 3 sets a 0 (25x20, 25x17 e 25x18) e se classificou às quartas de final do torneio de vôlei dos Jogos Olímpicos de Paris 2024.
Com destaque para a capitã Gabi, autora de 17 pontos, a seleção teve pleno domínio do jogo e não chegou a passar sustos em nenhum set. A defesa ainda ajudou com dez pontos de bloqueios. Líbero da seleção, em 14 recepções, Nyeme concluiu dez com perfeição, três viraram para a segunda bola e teve apenas um erro.
Para finalizar a fase de grupos, o Brasil agora encara a Polônia, no domingo, dia 4, às 16h, horário de Brasília. O confronto define a liderança do Grupo B.
A seleção brasileira de vôlei feminina de vôlei bateu a Quênia por três sets a zero na estreia do vôlei feminino nos Jogos Olímpicos de Paris 2024. O time não sofreu muitos sustos durante o embate contra as quenianas.
As parciais foram de 25-14 (primeiro set), 25-13 (segundo set) e 25-12 (terceiro e último set). O grande destaque foi para a defesa do Brasil, que contribuiu com 16 pontos de bloqueios.
As maiores pontuadoras foram Carolana Silva e Rosamaria Montibeller, ambas com 13 pontos. Como próximo adversário, o time brasileiro terá pela frente o Japão, forte adversário na disputa por uma medalha olímpica.
Após passar sufoco diante da Bulgária, a seleção brasileira feminina de vôlei venceu Porto Rico por 3 sets a 0, com parciais de 25/21, 25/15 e 25/9, na manhã desta quarta-feira (20). O time, dirigido pelo técnico José Roberto Guimarães, manteve a invencibilidade no Pré-Olímpico, disputado em Tóquio, no Japão. O torneio distribui duas vagas para os Jogos Olímpicos de Paris-2024.
O domínio do Brasil foi tamanho a ponto das quatro maiores pontuadoras da partida serem todas brasileiras. Rosamaria anotou 15 pontos, Thaisa foi a segunda com 14, enquanto o terceiro lugar teve Diana e Julia Bergmann, ambas com 13.
A seleção feminina folgará nesta quinta (21) e voltará às quadras na sexta (22), para encarar a Turquia, a partir das 4h no horário de Brasília. Na sequência, as brasileiras medirão forças com a Bélgica, no sábado (23), no mesmo horário, e encerra sua participação diante do Japão, no domingo (24), às 7h25.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"Claro que existem preferências. Neto tem uma relação com Caiado, que era do União Brasil. Caiado apoia Neto, Zema apoia Neto, Flávio Bolsonaro apoia ACM Neto. Mesmo os que não estão na Bahia veem que a Bahia precisa mudar de rumo".
Disse o ex-ministro da Cidadania no governo Bolsonaro e pré-candidato ao Senado João Roma (PL) ao afirmar que à exceção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), todos os pré-candidatos ao Planalto em 2026 devem apoiar o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato da oposição ao Governo da Bahia, ACM Neto (União).