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O vereador e presidente do Sindicato dos Bancários da Bahia, Augusto Vasconcelos (PCdoB), criticou o veto total do prefeito de Salvador, Bruno Reis (União), ao projeto de lei de sua autoria, que dispõe sobre a obrigatoriedade de dispositivos e regras de segurança nas instituições bancárias e financeiras da capital baiana.
“É lamentável essa atitude do prefeito, o que acaba prejudicando a população. No ano passado, ele sancionou um projeto para permitir que os bancos retirassem os vigilantes e as portas com detectores de metais das lojas e unidades de atendimento, expondo ainda mais a sociedade aos riscos de eventuais assaltos. Imagine vocês que estabelecimentos comerciais da cidade como mercadinhos, padarias, farmácias, contratam vigilantes. E bancos, que são alvos preferenciais de bandidos, estão tentando se livrar dessa atribuição. Um completo desrespeito com a população”, criticou Augusto.
O PL, explicou Vasconcelos, trata da presença obrigatória de vigilantes em todas as unidades bancárias, inclusive nas agências sem movimentação de numerário, tendo em vista que as empresas do setor financeiro têm utilizado a estratégia de transformar agências em lojas e unidades de negócio, para se manterem isentos da responsabilidade de promoção de segurança para os trabalhadores e a população.
Segundo o autor, além de buscar reduzir o desemprego que atinge a categoria dos vigilantes, também previa a obrigatoriedade de dispositivos de segurança eletrônica, como instalação de câmeras e portas com detectores de metais em todas as unidades bancárias da capital.
“Essas medidas têm sido discutidas pelo Comando Nacional dos Bancários, que tem lutado nacionalmente para reverter o alto índice de ocorrências de assaltos e explosões nas agências”, ressaltou ele.
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"Eu acho que nós fizemos uma campanha aquém da minha possibilidade. Acho que a gente poderia ter feito mais. Eu disse para o Edinho que essa foi a campanha menos organizada que eu participei desde 1989. E normalmente a gente colhe aquilo que a gente planta".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (7) que a campanha de primeiro turno deste ano foi a menos organizada entre todas as que disputou desde 1989. A declaração foi dada a aliados, ao lado de Edinho Silva, presidente do PT e coordenador da campanha de reeleição do petista.