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Em uma nota divulgada nesta segunda-feira (26), o presidente do União Brasil, Antonio Rueda, reconheceu a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno das eleições 2026. Rueda também defendeu que fosse respeitado o resultado da urna, assim como a vontade popular.
“A soberania popular se manifestou de forma livre nas urnas, e o resultado proclamado pela Justiça Eleitoral deve ser respeitado por todos. Essa é a base da democracia brasileira e o compromisso do nosso partido”, afirmou Rueda.
Assim como defendeu o resultado das urnas, o presidente do União Brasil demonstrou a disposição de sua legenda em estabelecer uma relação de cooperação com o governo Lula durante o próximo mandato presidencial. O dirigente afirmou que, encerrada a disputa, o momento exige esforços para “unir o País em torno de uma agenda comum”.
“Desejo ao presidente pleno êxito no novo mandato, que começa em janeiro de 2027. Reafirmo também nossa disposição de apoiar medidas e ações por um Brasil que cresça, gere empregos e reduza as desigualdades, em benefício de todos os brasileiros”, declarou Antonio Rueda.
Quem também externou posição a favor do reconhecimento do resultado das urnas foi o deputado Pedro Lucas Fernandes (MA), líder do União Brasil na Câmara. O deputado disse que a eleição passou, além de defender união e diálogo para vencer os desafios que atrasam o desenvolvimento do país.
“É hora de deixar as diferenças de lado, respeitar quem pensa diferente e lembrar que, acima de qualquer partido ou candidato, está o nosso país. O Brasil precisa se unir. Não para pensar igual, mas para trabalhar junto por um futuro melhor para todos os brasileiros”, afirmou o líder do União Brasil.
O presidente Donald Trump afirmou, nesta segunda-feira (26), que a eleição presidencial no Brasil "pareceu mais uma eleição fraudada", sem apresentar qualquer indício ou prova que sustentasse a alegação. Logo na sequência, o líder norte-americano declarou que "gosta do Lula" e que se dá bem com o presidente brasileiro.
Confira o momento:
? Sem apresentar provas, Trump diz que eleição no Brasil "pareceu fraudada" e afirma que "gosta do Lula" ????Reprodução Confira ? https://t.co/lRCvOy3YlS
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) October 26, 2026
"Eu não tomei partido, mas pareceu mais uma eleição fraudada", disse Trump, sem exibir evidências. "Para mim, pareceu muito ruim", completa. O resultado do segundo turno foi confirmado oficialmente pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, na noite do domingo (25).
Na votação de domingo, Lula derrotou o senador Flávio Bolsonaro (PL), marcando um fato inédito na história do país ao se tornar o primeiro candidato eleito após ter ficado em segundo lugar no primeiro turno. O candidato vitorioso obteve 51,79% dos votos válidos, enquanto Flávio Bolsonaro alcançou 48,21%.
Questionado pela imprensa americana sobre possível ação contra o Brasil, Trump respondeu: "Não governo o Brasil, governo os Estados Unidos." Prestes a completar 81 anos nesta terça-feira (27), Lula tornou-se o primeiro presidente brasileiro eleito quatro vezes pelo voto popular.
Em nota divulgada na área de checagem de notícias falsas do site do Tribunal Superior Eleitoral, já na madrugada desta segunda-feira (26), foi desmentida a denúncia feita pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) de que fiscais do seu partido teriam sido retirados da sala-cofre do TSE. O tribunal afirma ser falsa a informação dada pelo candidato.
Flávio Bolsonaro deu essa declaração na noite deste domingo (25), em discurso após a confirmação do resultado da eleição em segundo turno. “Outra coisa, detalhe que poucos sabem aqui: os nossos fiscais do PL foram retirados de dentro da sala-cofre a partir do momento que essa eleição foi tomada”, disse o candidato derrotado.
Na nota para desmentir a informação, o TSE informou que a sala-cofre que mantém os computadores responsáveis por processar os votos funcionando não é um espaço aberto para visitação de fiscais de qualquer partido eleitoral.
“A sala-cofre do TSE não é um espaço aberto à visitação. Todas as demais unidades e áreas do Tribunal, como a Sala de Totalização, podem ser visitadas por fiscais de partidos, observadores internacionais, advogados e membros do Ministério Público, entre outros, que acompanham, de lá, desde o início, a totalização e a divulgação dos resultados do pleito”, diz um trecho do comunicado da Justiça Eleitoral.
Segundo o TSE, neste domingo, dois fiscais do PL estiveram presentes para acompanhar o teste de integridade das urnas eletrônicas, além da totalização e divulgação dos resultados do segundo turno.
“Há registro de presença nos locais visitados, além de filmagem na Sala de Totalização, que comprovam o acesso livre dos fiscais às unidades do TSE”, diz a nota da autoridade eleitoral.
O comunicado destaca ainda que o resultado das eleições 2026 foi anunciado na noite deste domingo pelo presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques. Ao final da totalização dos votos, o ministro proclamou a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, elogiou a participação da população no pleito e destacou as medidas adotadas pela Justiça Eleitoral para facilitar o exercício do voto.
“Esta noite não pertence apenas às chapas eleitas. Ela pertence, sobretudo, à eleitora e ao eleitor brasileiros, principais protagonistas das eleições e os destinatários de todo o trabalho realizado pela Justiça Eleitoral”, ressaltou o presidente do TSE.
Nos últimos dias, 18 institutos de pesquisas divulgaram sondagens sobre o segundo turno das eleições presidenciais. De todas elas, apenas a pesquisa da Vox Brasil acertou a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto as outras 17 fizeram previsão de que Flávio Bolsonaro (PL) seria eleito.
A pesquisa Vox Brasil, divulgada na última sexta-feira (23), indicou que Lula venceria por 50,60% contra 49,40% do candidato Flávio Bolsonaro. Com 99,96% apurados até as 21h50 deste domingo (25), Lula, declarado eleito, tem 51,76% contra 48,24% do senador do PL.
Confira abaixo as previsões divulgadas por todos os institutos nos dias que antecederam o segundo turno das eleições:
PoderData/Aya
Flávio 51% x 49% Lula
BTG/Nexus
Flávio 50,50% x 49,50% Lula
AtlasIntel
Flávio 50,80% x 49,20% Lula
Datafolha
Flávio 51% x 49% Lula
Indexa/Broadcast
Flávio 50,60% x 49,40% Lula
França
Flávio 51,40% x 48,60% Lula
CNT/MDA
Flávio 50,70% x 49,30% Lula
Palver
Flávio 51% x 49% Lula
Gerp
Flávio 52% x 48% Lula
Futura
Flávio 50,10% x 49,90% Lula
DataTrends
Flávio 51,90% x 48,10% Lula
Ipespe/Abrasel
Flávio 50,50% x 49,50% Lula
Real Time Big Data
Flávio 52% x 48% Lula
Veritá
Flávio 51,10% x 48,90% Lula
Meio/Ideia
Flávio 51,10% x 48,90% Lula
Quaest
Flávio 51% x 49% Lula
Vox Brasil
Lula 50,60% x 49,40% Flávio
Alfa Inteligência
Flávio 52% x 48% Lula
Em vídeo publicado neste domingo (25) em suas redes sociais, o deputado federal Marcel van Hattem (Novo-RS) anunciou ter protocolado no Senado um pedido de impeachment contra o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF).
A iniciativa do senador eleito pelo Rio Grande do Sul foi tomada após o ministro determinar a extensão do horário de votação do segundo turno das eleições das 17h para 19h. Zanin tomou a decisão devido à demora do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, em prorrogar a votação nos estados prejudicados por dificuldades na oferta de transporte público.
Van Hattem classificou a decisão de Zanin como uma “atuação desidiosa’ e argumentou que o ministro do STF não teria competência para determinar a mudança após as 17h, horário previsto para o encerramento da votação.
“Decidiu sem ter competência para tal e depois das 17h, quando o processo eleitoral já estava legalmente encerrado”, afirmou o parlamentar.
Van Hattem também questionou a imparcialidade do ministro, alegando que Zanin atuou como advogado pessoal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) antes de assumir uma cadeira no Supremo e que o pedido de prorrogação partiu da coligação do próprio petista. O ministro determinou a extensão após uma solicitação da campanha de Lula, que apontou dificuldades no transporte público.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) assumiu a liderança na disputa presidencial contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 50,01% dos votos válidos, o equivalente a 8.526.760 votos. Lula aparece logo atrás, com 49,99%, somando 8.522.839 votos, segundo dados da apuração do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), atualizados às 19h44 deste domingo (25).
Até o momento, 13,65% das seções eleitorais foram totalizadas. A diferença entre os dois candidatos é de 3.921 votos, equivalente a 0,02 ponto percentual.A apuração segue em andamento, e o resultado pode mudar à medida que novas urnas forem totalizadas.
O diretor de Investigação e Combate ao Crime Organizado e à Corrupção da Polícia Federal, Denis Cali, em entrevista no final da tarde deste domingo (25), disse que a corporação está investigando possíveis crimes relacionados à retirada de ônibus de circulação em pelo menos cinco estados. A PF está apurando problemas na Bahia, em São Paulo, no Piauí, em Sergipe e Alagoas.
Denis Cali afirmou que estão sendo realizadas diligências, com a coleta de depoimentos de pessoas diretamente envolvidas na questão do fornecimento do transporte público. Segundo informado, a PF também atua em conjunto com os TREs (Tribunais Regionais Eleitorais), o Ministério Público Eleitoral e as polícias estaduais.
As investigações buscam esclarecer as circunstâncias das ocorrências de falta de ônibus nas cidades. A PF também busca identificar eventuais responsáveis por prejudicar a mobilidade dos eleitores durante a votação.
Quem também se manifestou sobre os inúmeros relatos a respeito de filas, demora e redução de circulação de ônibus em diversas regiões do país neste domingo foi a OEA (Organização dos Estados Americanos). A entidade divulgou uma nota em suas redes sociais afirmando que acompanha as denúncias sobre o tema.
“A Missão da OEA no Brasil está acompanhando as informações divulgadas pela imprensa e as denúncias sobre problemas no transporte público em diferentes localidades do país”, explicou o órgão na nota.
O grupo ainda disse que acompanharia as decisões levantadas pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sobre o assunto.
O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), apresentou novo comunicado neste domingo (25) afirmando que a sua decisão de prorrogar as eleições até o horário de 19h, em todo o Brasil, só é válida para seções eleitorais onde a votação ainda não havia sido encerrada.
"Sem prejuízo das apurações necessárias oportunamente e suas consequências jurídicas, determino que a decisão seja cumprida nos locais onde as urnas não foram fechadas, com a posterior totalização dos votos nas condições enunciadas, sendo que, nas urnas que já foram fechadas os votos serão computados e totalizados, nos termos anteriores mencionados", escreveu o ministro em decisão.
Nas redes sociais, há vários relatos de pessoas que tentaram votar após as 17h, mas que ao chegar em sua seção eleitoral, foram informadas de que a votação já havia terminado, e que o boletim de urna inclusive já estava impresso.
Em Brasília, mesários que já haviam encerrado a votação e mandado imprimir o boletim de urna, estavam parados dentro das seções eleitorais, aguardando uma posição sobre o que deveriam fazer. Eleitores relatam nas redes sociais que chegaram nessas seções com votação já encerrada e foram impedidos de votar.
Mesários ouvidos pela CNN Brasil relataram que fiscais do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) alertaram os voluntários após o desligamento, por conta da decisão tardia. Entretanto, diversas seções já tinham encerrado as atividades e começado a desmontagem dos equipamentos. Após o desligamento das urnas e a impressão das atas, elas não podem ser religadas para novos eleitores registrarem seus votos.
Segundo o jornal O Globo, na maior zona eleitoral de São Paulo, a PUC-SP, na Zona Oeste, eleitores que tentaram votar depois das 17h não conseguiram acesso à maioria das seções. Das 46 seções da PUC, 38 foram fechadas às 17h e não puderam ser reabertas.
Por volta das 18h10, oito pessoas que não conseguiam votar tentavam obter informações. A elas foram dadas duas opções: desistir e voltar para casa ou se dirigir ao cartório eleitoral.
A pianista Luciana Gastaldi chegou à PUC às 18h10 e se dirigiu à direção da zona eleitoral, após ver que sua seção tinha sido fechada.
"Ninguém sabia me dizer o que estava acontecendo, porque elas já tinham encerrado a urna às 17h. Aí eu fiquei esperando, porque eu queria votar, queria participar. Eu não vou fazer nada, eu vou para casa", disse a pianista, que vai precisar justificar o voto.
O prefeito da cidade de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), vem sendo fortemente criticado nas redes sociais por ter justificado a decisão de não colocar toda a frota de ônibus para circular neste domingo (25) de segundo turno como forma de “evitar gastos desnecessários” aos cofres públicos.
Esta justificativa do prefeito consta em um ofício enviado pela SPTrans ao Instituto Pólis na última sexta (23), segundo informações publicadas pela coluna de Demétrio Vecchioli, do Metrópoles. A entidade, que integra o Conselho Municipal de Trânsito e Transporte (CMTT) em São Paulo, havia cobrado que a administração municipal garantisse uma quantidade de ônibus equivalente à de um dia útil para facilitar o deslocamento dos eleitores.
No documento, a gestão do prefeito Ricardo Nunes argumentou que disponibilizar toda a frota utilizada de segunda a sexta-feira poderia aumentar os custos públicos sem necessariamente melhorar a mobilidade. A prefeitura também sustentou que a maioria dos eleitores vota em regiões próximas de suas residências, o que reduziria a necessidade de uma operação ampliada.
“Ofertar a frota total do dia útil poderia gerar custos desnecessários ao erário público sem demonstrar ganho real de mobilidade para o eleitorado, que tende a ter domicílio eleitoral em regiões próximas de sua residência”, afirmou a SPTrans no ofício.
Mesmo após uma determinação da Justiça Eleitoral para ampliar a oferta de transporte neste domingo, mais de 30% dos veículos permaneciam nas garagens às 15h45 deste domingo (25). O prefeito Ricardo Nunes e a São Paulo Transporte (SPTrans) foram intimados pela Justiça Eleitoral a prestar esclarecimentos sobre as denúncias de redução da frota de ônibus na capital paulista.
Em entrevista à CNN perto do horário de encerramento da votação, o prefeito de São Paulo disse que a frota de ônibus da capital paulista estava operando normalmente e que a oferta estaria acima da demanda neste domingo.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrou a substituição de 467 urnas eletrônicas entre 8h e 10h deste domingo (25), nas primeiras duas horas de votação do segundo turno das eleições. O número representa 0,09% dos 499.248 equipamentos utilizados no pleito em todo o país.
De acordo com o boletim divulgado pela Justiça Eleitoral, outros 48.815 equipamentos estão reservados para substituições, caso seja necessário. O TSE não detalhou as causas das trocas registradas até o momento. No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, 1.904 urnas precisaram ser substituídas.
A legislação eleitoral prevê o uso de cédulas de papel como último recurso, caso não seja possível manter a votação eletrônica, mas essa alternativa ainda não havia sido necessária neste domingo. Mais de 158,7 milhões de eleitores estão aptos a votar para presidente da República no segundo turno.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, declarou que os pedidos para ampliação do horário de votação em localidades com dificuldades no transporte público de eleitores serão analisados "no tempo certo". A declaração foi dada durante entrevista coletiva concedida na sede da Corte Eleitoral, em Brasília.
"Já existe uma demanda no TSE nesse sentido e isso será analisado no seu tempo", disse o ministro ao responder sobre interrupções e irregularidades registradas no transporte em municípios como São Paulo, Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas.
Em Salvador, diligências conduzidas pelo Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) constataram que menos de 50% da frota de ônibus prevista para dias úteis estava em circulação. Em decorrência do descumprimento, o presidente do TRE-BA, desembargador Maurício Kertzman Szporer, determinou a prisão do secretário municipal de Mobilidade, Pablo Souza.
Em nota oficial, a Prefeitura de Salvador informou que os veículos ficaram retidos para a remoção de adesivos do Partido dos Trabalhadores (PT) colados na véspera da eleição, os quais impediam a circulação. Diante do cenário, a Federação Brasil da Esperança (Fé Brasil) acionou o TSE, solicitando a extensão do horário de votação até as 19h nos municípios afetados.
Última pesquisa sobre a corrida presidencial no segundo turno, divulgada ainda na madrugada antes do início da votação neste domingo (25), o PoderData/Aya apurou que o senador Flávio Bolsonaro (PL) recebeu 51% das intenções de votos válidos. Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) alcançou 49%.
A pesquisa PoderData/Aya teve as entrevistas realizadas entre 23 e 24 de outubro, nos dois dias anteriores ao segundo turno das eleições 2026. As intenções de votos válidos dos dois candidatos são exatamente as mesmas registradas no levantamento divulgado na últma quinta (22).
Depois do primeiro turno, em 4 de outubro, Flávio Bolsonaro saiu à frente com seis pontos percentuais de vantagem na primeira pesquisa PoderData/Aya. Na sequência, Lula avançou e a distância entre eles caiu para zero, com cada um marcando 50% dos votos válidos.
Agora, no dia de votação, a distância entre os os candidatos volta ao patamar de dois pontos percentuais. No primeiro turno das eleições, Flávio teve 47,03% dos votos e Lula, 45,16%.
Quando se consideram os votos totais, Lula preserva a preferência em segmentos estratégicos do eleitorado. Entre as mulheres, o presidente registra 53% das intenções de voto, contra 42% do senador do PL.
Flávio vai melhor no Centro-Oeste (58%) e no Sul (62%). Lula mantém grande vantagem no seu reduto histórico, o Nordeste (62%). E, no Sudeste, onde está o maior eleitorado do país, o candidato do PL tem 52% contra 44% do líder petista.
O levantamento PoderData/Aya ainda fez a seguinte pergunta aos entrevistados: “No 2º turno da eleição para presidente, quem você acha que tem mais chance de vencer?”.
Entre os entrevistados, 51% avaliam que Flávio tem mais chances de vencer a eleição, enquanto 43% consideram Lula o candidato com maior probabilidade de vitória. Outros 6% não souberam responder.
A pesquisa foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, em parceria de divulgação com o Aya Bancah. Os dados foram coletados por meio de ligações para celulares e telefones fixos.
Foram quatro mil entrevistas em 914 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,6 ponto percentual. O intervalo de confiança é de 95%. Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº BR-02828/2026.
Vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral, o ministro André Mendonça votou na manhã deste domingo (25) em um colégio de Brasília, e afirmou à imprensa que as eleições de 2026 marcam o início de um “novo ciclo” no país. Mendonça é ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).
“Terminam as eleições hoje e se começa o início de um novo ciclo dentro do país, onde aqueles que forem mantidos e aqueles que forem eleitos, renovando, possam fazer o melhor para o país que. É isso que a gente espera e que o grande vencedor seja o eleitor e seja o país”, disse o ministro a jornalistas antes de votar.
André Mendonça, criticado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva por suposto favorecimento ao candidato Flávio Bolsonaro (PL), exaltou ainda a força da democracia e a liberdade da população em fazer a sua escolha.
“Hoje é um dia importante para a história do país, hoje se encerram as eleições. O povo decide com liberdade, com segurança quem irá representá-lo”, afirmou o vice-presidente do TSE.
O ministro se atrapalhou na hora de votar, indo para a cabine de votação sem ter feito a leitura biométrica. Chamado pela fiscal de mesa, retornou para a checagem biométrica e só depois se encaminhou para a votação, deixando o aparelho celular em uma mesa ao lado.
O instituto Palver divulgou neste sábado (24) sua nova pesquisa para presidente da República na véspera do segundo turno das eleições de 2026, e o resultado mostra que o candidato Flávio Bolsonaro (PL) registra 50% das intenções de voto, enquanto o presidente Lula (PT) marca 49%.
A Palver foi a única pesquisa que, no primeiro turno, acertou o placar do candidato Flávio Bolsonaro. Das 11 pesquisas que saíram na véspera do pleito, somente a Palver registrou Flávio Bolsonaro com 47%, índice confirmado pelas urnas.
Cenário estimulado - votos totais
Flávio Bolsonaro (PL): 50%
Lula (PT): 49%
Branco/Nulo/Não vai votar: 1%
Indecisos: 0%
Na comparação com o levantamento anterior, divulgado no dia 20 de outubro, o líder petista oscilou um ponto para cima, enquanto o candidato do PL permaneceu com o mesmo percentual.
Metodologia: 5.000 entrevistados pela Palver de 22 a 24 de outubro de 2026. A pesquisa foi contratada pelo próprio instituto. Nível de confiança: 95%. Margem de erro: 2,2 pontos percentuais. Registro no TSE sob o nº BR-01794/2026.
A primeira de uma série de pesquisas que serão divulgadas neste sábado (24) foi apresentada pelo Instituto França, e mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL) mantém vantagem no segundo turno sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
De acordo com o Instituto França, o senador Flávio Bolsonaro tem 51,4% das intenções de voto contra 48,6% do presidente Lula neste segundo turno das eleições. O resultado considera os votos válidos.
Como a margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, os dois candidatos estão tecnicamente empatados. Nesse cenário, a pesquisa desconsidera os votos brancos e nulos.
No cenário de votos totais, Flávio marca 45,6% das intenções de voto, contra 43,1% de Lula. Em relação à pesquisa anterior do instituto, Flávio oscilou 0,6 ponto percentual para cima, e Lula, 0,6 ponto para baixo.
A pesquisa ouviu 1.537 eleitores brasileiros de 21 a 23 de outubro de 2026. O grau de confiança é de 95%. Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04863/2026. O estudo custou R$ 50.000, pagos com recursos próprios.
Durante o dia, são esperadas pesquisas BTG/Nexus, PoderData/Aya, AtlasIntel, Veritá, Datafolha, Quaest, Palver, Paraná Pesquisas e CNT/MDA.
Pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta sexta-feira (23), mostra um cenário de segundo turno em que o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 52% dos votos válidos, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 48%. O resultado mostra um empate técnico no limite da margem de erro, que é de dois pontos percentuais.
Em números totais, Flávio Bolsonaro registra 49% das intenções de voto, enquanto Lula alcança 45%. Outros 5% dos entrevistados declaram voto branco ou nulo, e 1% não sabe ou não respondeu.
Na comparação com a pesquisa anterior do Real Time Big Data, divulgada na última terça (20), o senador do PL apresentou uma oscilação positiva de um ponto percentual entre os votos totais, passando de 48% para 49%. Lula, por sua vez, manteve os mesmos 45% registrados no levantamento anterior.
O levantamento também apurou a rejeição aos dois candidatos. Segundo os resultados, 36% dos entrevistados afirmam que não votariam em Lula, enquanto 33% rejeitam Flávio Bolsonaro. Outros 28% dizem que não votariam em nenhum dos dois candidatos, enquanto 3% não rejeitam nenhum deles.
Outro dado do levantamento é o elevado percentual de entrevistados que afirmam já ter definido sua escolha para o segundo turno. Segundo o Real Time Big Data, 95% dos eleitores dizem ter o voto decidido.
Entre os apoiadores de Flávio Bolsonaro, 94% afirmam que não mudariam de candidato de maneira alguma. No eleitorado do presidente, o percentual é semelhante: 93% dizem que não mudariam de voto em nenhuma hipótese.
A pesquisa Real Time Big Data entrevistou 2 mil pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 19 e 22 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09670/2026.
A mais nova pesquisa da Vox Brasil sobre o segundo turno das eleições 2026, divulgada nesta sexta-feira (23), revela que o candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria assumido a liderança na corrida presidencial, mas com vantagem dentro da margem de erro. A pesquisa apresenta Lula com 50,6% contra 49,4% do senador Flávio Bolsonaro (PL), resultado considerado empate técnico.
O instituto Vox Brasil foi um dos quatro que acertaram, no primeiro turno, a liderança de Flávio Bolsonaro sobre Lula. A pesquisa Vox Brasil na véspera do primeiro turno deu Flávio com 45,8% e Lula com 44,9% (o resultado final teve o senador do PL com 47% contra 45% do líder petista).
Na pesquisa estimulada, em que os entrevistados olham uma lista com os nomes dos candidatos, Lula soma 45,4% das intenções de voto no conjunto da amostra. Flávio aparece com 44,3%, uma distância de 1,1 ponto percentual (respostas nenhum, branco ou nulo representam 6%, enquanto 4,3% não sabem ou não opinaram).
O levantamento da Vox Brasil também perguntou em qual candidato os eleitores não votariam “de jeito nenhum” para presidente da República. Nesse recorte, Flávio tem 47,1% de rejeição, enquanto Lula registra 44,8%.
Outros 3,9% disseram que rejeitam ambos os candidatos. Já 2,2% afirmaram que não rejeitam nenhum. Os que não souberam responder ou não opinaram somam 2%.
A pesquisa ouviu 2.100 eleitores brasileiros, de 20 a 22 de outubro de 2026. A margem de erro é de 2,15 pontos percentuais, para mais ou para menos. O grau de confiança do levantamento é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-03259/2026.
O senador Flávio Bolsonaro tem 50,6% de intenções de votos, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegaria a 49,4%. Foi o que mostrou uma simulação de segundo turno feita pela pesquisa Indexa/Broadcast, divulgada nesta quinta-feira (22).
Em votos totais, Flávio Bolsonaro tem 45,2% das intenções de voto, ante 44,1% do presidente Lula. Dos entrevistados, 4,8% afirmam que não iriam votar, 4,3% dizem que votarão nulo ou em branco e outros 1,6% não sabem.
Na pesquisa espontânea, Flávio Bolsonaro tem 41,9% das intenções de votos ante 41,1% de Lula. Outros 4,5% afirmam que não iriam votar, 4,8% declararam voto nulo ou branco e 7,8% não sabem.
O duelo entre Flávio e Lula mostra uma posição invertida entre ambos no recorte e votos por sexo. Entre as mulheres, o presidente Lula tem 47,3%, ante 42,3% do senador, e entre os homens, Flávio registra 48,4%, e o líder petista, 40,7%.
Já no recorte por regiões, o presidente Lula alcança 51,8% no Nordeste, contra 38,9% de Flávio Bolsonaro. No Sul, o senador tem 55,9%, ante 31,0% do presidente. No Centro-Oeste, os índices são de 45,7% para Flávio Bolsonaro e 42,8% para Lula.
No Sudeste, o candidato do PL aparece com 45,8%, e o petista, com 44,2%. No Norte, ambos estão empatados numericamente em 43,5%.
Entre os católicos, Lula tem 51,3%, e Flávio Bolsonaro, 36,7%. Entre os evangélicos, o senador marca 69,7%, ante 23,2% do presidente. No grupo com renda domiciliar de até dois salários mínimos, o petista registra 47,6%, contra 38,9% de Flávio Bolsonaro.
Outro recorte está no estrato dos que recebem mais de cinco salários mínimos, grupo em que o senador tem 52,6%, e Lula, 40,6%. Já entre os que recebem entre dois e cinco salários mínimos, Flávio Bolsonaro tem 44,6% contra 44,2% de Lula.
Em meio a jovens de 16 a 24 anos, Lula registra 47,8% contra 44,6% de Flávio Bolsonaro. Entre pessoas com 60 anos ou mais, Flávio Bolsonaro tem 46,4% contra 43,5% de Lula.
O levantamento revela que entre pessoas com 45 a 59 anos, o senador tem 47,5% das intenções de voto e Lula 41,7%. Entre eleitores com 25 a 34 anos, Lula registra 47,5% ante 39,1% de Flávio Bolsonaro. Em meio a pessoas com 35 a 44 anos, Flávio Bolsonaro tem 47,6% e Lula, 42,4%.
Por grau de escolaridade, Lula lidera entre os entrevistados com ensino até fundamental com 46,1% ante 42,6% de Flávio Bolsonaro. Já entre os que possuem ensino superior ou mais, o senador do PL registra 47,9% ante 41,4% do petista.
A pesquisa Indexa/Broadcast ouviu 2.000 eleitores por meio de entrevistas individuais por telefone, entre 20 e 21 de outubro de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02348/2026.
A mais nova pesquisa PoderData/Aya sobre as intenções de voto dos brasileiros para o segundo turno revela uma aproximação do presidente Lula, mas com vantagem ainda para o candidato Flávio Bolsonaro (PL). De acordo com o levantamento, divulgado nesta quinta-feira (22), Flávio estaria com 51% dos votos válidos, com 49% do líder petista.
Na primeira pesquisa PoderData/Aya divulgada após o primeiro turno, em 8 de outubro, Flávio Bolsonaro havia saído na frente, com 53% contra 47% de Lula. Na pesquisa seguinte, em 18 de outubro, o senador do PL marcava 52% contra 48% de Lula. De 8 de outubro para essa quinta, Flávio caiu dois pontos percentuais e Lula cresceu os mesmos dois pontos.
Quando se consideram os votos totais, o presidente Lula preserva a preferência em segmentos estratégicos do eleitorado. Entre as mulheres, o presidente registra 55% das intenções de voto, contra 41% do senador do PL.
O senador Flávio Bolsonaro obtém mais apoio no Centro-Oeste (62%) e no Sul (60%). Já Lula mantém grande vantagem no seu reduto histórico, o Nordeste (64%). E, no Sudeste, onde está o maior eleitorado do país, o candidato do PL tem 52% contra 43% do petista.
Em relação à rejeição, nesta nova rodada do PoderData/Aya, 47% dos entrevistados dizem que não votariam “de jeito nenhum” no atual presidente. O líder petista é o “único em que votariam” para 46% – um aumento de quatro pontos percentuais em relação ao levantamento anterior.
Entre os que rejeitam o candidato Flávio Bolsonaro, a taxa oscilou um ponto percentual para cima, de 44% para 45% em 3 dias. Outros 47% afirmam que Flávio é o “único em quem votariam”.
A pesquisa foi realizada pelo PoderData, em parceria com o Aya Bancah. Os dados foram coletados por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram quatro mil entrevistas em 865 municípios das 27 unidades da Federação.
A margem de erro da pesquisa PoderData/Aya é de 1,6 ponto percentual. O intervalo de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº BR-07926/2026.
O instituto Palver, que no primeiro turno foi o único que acertou o percentual de 47% dos votos válidos para o candidato Flávio Bolsonaro, divulgou sua nova pesquisa nesta quarta-feira (21), e o resultado mostra o senador do PL com dois pontos à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva neste segundo turno.
Segundo a pesquisa do Palver, Flávio Bolsonaro registra 50% das intenções de voto, enquanto Lula marca 48%. Eles estão empatados tecnicamente dentro da margem de erro do levantamento, que é de 2,4 pontos percentuais.
Na rodada anterior da Palver, divulgada na última quinta (15), Flávio tinha 50%, e Lula, 49%. Seis dias depois, o senador do PL ficou estável e o líder petista oscilou um ponto para baixo.
Na véspera da votação em primeiro turno, a Palver mostrava Flávio com 47% e Lula com 43%. Nas urnas, no dia 4 de outubro, o senador teve 47,03% e o presidente, 45,16%.
A pesquisa Palver também mediu a rejeição de ambos. Questionados em quem não votariam “de jeito nenhum”, 49% dos eleitores apontam Lula, e 47% citam Flávio Bolsonaro.
Por outro lado, 49% afirmam que votariam “com certeza” no candidato do PL, ante 47% que garantem o voto no atual presidente. Os que dizem que “poderiam votar” somam 2% para Flávio Bolsonaro e 1% para Lula.
Outro ponto abordado pela pesquisa Palver foi a certeza do voto no segundo turno. Questionados sobre o que poderia fazê-los mudar de candidato, a grande maioria respondeu que nada alteraria a escolha.
Entre os eleitores de Lula, 79% dizem que nada os faria mudar de voto. Entre os de Flávio Bolsonaro, o percentual é de 80%.
O levantamento foi realizado com cinco mil entrevistados pela Palver de 18 a 20 de outubro de 2026. A pesquisa foi contratada pelo próprio instituto. Nível de confiança: 95%. Margem de erro: 2,4 pontos percentuais. Registro no TSE sob o nº BR-04612/2026.
Em vídeo divulgado nas redes sociais nesta terça-feira (20), o músico britânico Roger Waters, fundador da banda Pink Floyd, manifestando seu apoio à candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e fez duras críticas ao senador Flávio Bolsonaro (PL).
O músico disse no vídeo que adora o Brasil, que conheceu Lula e que ele “é um homem que trabalhou por você a vida toda e deveria continuar trabalhando”. Waters incentivou os brasileiros a votarem no líder petista e pediu que haja um forte comparecimento nas urnas no próximo domingo (25).
“Se você tem uma avó que não consegue levantar de uma cadeira para ir votar, a carregue, a coloque num burro, num carro, e leve ela pra uma seção eleitoral e vote, vote, vote! Só você pode salvar o Brasil dos gangsters que querem ser presidente”, afirmou.
Em relação ao senador Flávio Bolsonaro, Roger Waters falou dos vínculos do candidato do PL com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O músico também criticou o ex-presidente Jair Bolsonaro, chamando-o de “asshole”, ou “babaca”.
“[Flávio] Bolsonaro, filho de um babaca, ele mesmo é um babaca. Ele vem de uma longa linhagem de babacas, está em conluio com os EUA e querem roubar tudo o que vocês têm no Brasil. Não apenas a Floresta Amazônica, mas também os minerais e outras coisas”, disse.
Waters ainda citou a vereadora carioca Marielle Franco, assassinada em 2018 pelos milicianos Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz. O músico fez uma vinculação entre o assassinato com o candidato Flávio Bolsonaro.
“Eles mataram minha amiga Marielle Franco. Eles assassinaram ela. Vocês se lembram disso? Eu me lembro, eu nunca vou me esquecer. Por Marielle Franco, vá e vote no domingo. Vote em Lula”, declarou Roger Waters.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) estaria com 51% das intenções de votos válidos, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) marcaria um percentual de 48,9% no segundo turno. É o que mostra a mais nova pesquisa do instituto Meio/Ideia, divulgada nesta quarta-feira (21).
Como a margem de erro da pesquisa é de 2,5 pontos percentuais, a situação dos dois candidatos seria de empate técnico.
Em votos totais, o senador do PL registra 48% e o líder petista 46%. Entre os entrevistados, 3,4% dizem que votarão branco ou nulo e 2,6% não sabem quem indicar como seu candidato.
O estudo também perguntou em qual dos candidatos os eleitores não votariam “de jeito nenhum” para presidente. Segundo a pesquisa, 47,7% dos entrevistados disseram isso em relação a Lula, enquanto 46,5% responderam o mesmo em relação a Flávio Bolsonaro.
A pesquisa entrevistou 1.500 pessoas de 15 a 19 de outubro de 2026. A margem de erro é 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos. O grau de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-08251/2026.
A vida do senador Flávio Bolsonaro é “podre”, e ele não aceita abrir o sigilo bancário dele para não expor suas “desonestidades”. A afirmação foi feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no início da noite desta terça-feira (20), durante evento de campanha na cidade baiana de Juazeiro.
Lula, acompanhado do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), do senador Jaques Wagner, do ex-ministro Rui Costa (PT), entre outros, atravessou com sua comitiva a ponte que liga Juazeiro à cidade pernambucana de Petrolina. A comitiva foi acompanhada por milhares de pessoas.
No carro de som, Lula exibiu um cartaz que dizia “Quebra o sigilo, Flávio”. Ao falar para a multidão que o acompanhava, o presidente falou que o seu desafio para a abertura dos sigilos bancários e telefônicos dele e do senador do PL deveria abranger dados de pessoas físicas e jurídicas.
“Ele sabe que a vida dele é podre e se trata de uma desonestidade”, afirmou.
A declaração do líder petista veio depois de seus advogados protocolarem no Tribunal Superior Eleitoral um pedido de quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico de Lula e de familiares. A medida abrange os últimos oito anos e está condicionada à reciprocidade de Flávio.
“Ele certamente não vai ter coragem de abrir o sigilo dele. Não vai ter coragem, nem o telefônico, nem a conta bancária”, declarou o presidente.
Ainda em sua fala na cidade de Juazeiro, o presidente Lula pediu que a campanha e seus apoiadores convençam quem não votou no primeiro turno a comparecer às urnas no segundo turno. O presidente citou especialmente os eleitores com mais de 70 anos, para quem o voto é facultativo.
“Vamos ter que convencer as pessoas que não foram votar, a ir votar. A pessoa que tem mais de 70 anos, transformar o voto numa questão de honra”, declarou.
Lula disse que a disputa não se limita à escolha de um candidato. “Não é a eleição de um homem, o que está em jogo é a definição de país que a gente quer”, completou o presidente.
O instituto Real Time Big Data divulgou pesquisas nesta terça-feira (20) nos seis estados em que ainda há disputa no segundo turno das eleições de 2026. Eleitores de Acre, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Norte, Tocantins e Distrito Federal vão às urnas no próximo domingo (25) para decidir quem será o governador a partir de 2027.
Os levantamentos indicam, até o momento, que nas seis unidades federativas, candidatos de partidos de centro-direita ou de centro estão perto de se eleger no segundo turno. Se as pesquisas estiverem corretas, o PP elegeria dois governadores no domingo, e PSD, Republicanos, União Brasil e PSDB elegeriam um cada.
Confira abaixo como estão as pesquisas nos seis estados que terão segundo turno para o governo. Todos os percentuais apurados pela Real Time Big Data estão medidos em votos válidos.
Acre
Mailza Assis (PP) 59% x 41% Alan Rick (Republicanos)
Amazonas
Omar Aziz (PSD) - 53% x 47% Professora Maria do Carmo (PL)
Distrito Federal
Celina Leão (PP) 59% x 41% Leandro Grass (PT)
Espírito Santo
Lorenzo Pazolini (Republicanos) 52% x 48% Ricardo Ferraço (MDB)
Rio Grande do Norte
Allyson Bezerra (União Brasil) 52% x 48% Cadu de Lula (PT)
Tocantins
Vicentinho Júnior (PSDB) 52% x 48% Professora Dorinha (União Brasil)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem conversado com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) durante a campanha do segundo turno e, nessas conversas, reclamou do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques. Segundo relatos, Lula avalia que o ministro estaria favorecendo o adversário dele, o senador Flávio Bolsonaro (PL). O presidente, no entanto, foi aconselhado a evitar encontros pessoais com magistrados até o fim da eleição, marcada para o próximo domingo (25).
As informações foram divulgadas pela colunista Bela Megale. O TSE é o tribunal responsável por organizar as eleições e julgar disputas ligadas às campanhas, e parte de seus integrantes vem do próprio STF, como é o caso de Kassio Nunes Marques.
Ainda de acordo com ministros que falaram com o presidente, Lula se mostrou muito confiante na vitória. Ele também demonstrou surpresa com o fato de Flávio Bolsonaro ter terminado o primeiro turno na liderança.
Nas conversas, os ministros do Supremo também fizeram queixas ao presidente. A principal delas é a desorganização do governo, especialmente no Ministério da Justiça.
Outra crítica é a falta de apoio do governo ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Ele tem sido alvo de ataques do ministro do STF André Mendonça e da campanha de Flávio Bolsonaro.
Big Data: Flávio mantém liderança no segundo turno, marcando 52% contra 48% de Lula em votos válidos
Faltando apenas seis dias para o segundo turno das eleições 2026, o senador Flávio Bolsonaro (PL) segue liderando a disputa contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), embora com margem no limite da margem de erro. É o que mostra a nova pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta terça-feira (20), que apresenta o candidato do PL com 52% das intenções de voto contra 48% do líder petista.
Como a margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, a diferença de quatro pontos percentuais entre Flávio e Lula representa um empate técnico no limite da margem de erro do levantamento Big Data.
Na modalidade estimulada, em que os entrevistados recebem uma lista com os nomes dos candidatos, Flávio Bolsonaro alcança 48% das intenções de voto, contra 45% de Lula. Os votos brancos e nulos representam 5% das respostas, enquanto 2% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder.
Já na pesquisa espontânea, quando os eleitores indicam seus candidatos sem receber uma lista de nomes, o senador também aparece numericamente à frente. Flávio Bolsonaro registra 47% nas menções espontâneas, enquanto Lula alcança 44%.
Nessa modalidade da pesquisa Big Data, 5% dos entrevistados declararam intenção de votar em branco ou anular o voto. Outros 4% não souberam responder.
O levantamento revela que, entre os homens, o candidato Flávio Bolsonaro registra 52% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 41%. A vantagem numérica do senador nesse segmento é de 11 pontos percentuais.
No eleitorado feminino, entretanto, este cenário se inverte. O presidente Lula alcança 49% das intenções de voto, contra 45% do candidato do PL, uma diferença de quatro pontos percentuais favorável ao petista.
A renda dos entrevistados também apresenta relação com as preferências eleitorais. Lula obtém seu melhor desempenho entre os eleitores que recebem até dois salários mínimos, segmento no qual registra 54% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro aparece com 39% nesse grupo.
Entre os entrevistados com renda superior a cinco salários mínimos, o senador do PL apresenta uma vantagem numérica mais expressiva. Flávio alcança 61% das intenções de voto, enquanto Lula registra 33%, uma diferença de 28 pontos percentuais.
A pesquisa também avaliou a rejeição aos dois candidatos que disputam a Presidência da República. Nesse indicador, Lula registra 35%, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 33%. A diferença é de dois pontos percentuais.
Outros 28% dos entrevistados afirmaram rejeitar tanto o presidente quanto o senador. Já 4% declararam não rejeitar nenhum dos dois candidatos.
A pesquisa ouviu 2 mil eleitores em todo o território nacional entre os dias 15 e 19 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-02952/2026.
Depois de registrar um empate em 50% no último dia 15 de outubro, a nova pesquisa PoderData/Aya, divulgada nesta segunda-feira (19), mostra uma recuperação do candidato Flávio Bolsonaro, que abriu uma vantagem sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva acima da margem de erro.
De acordo com a pesquisa, Flávio subiu dois pontos em relação à semana passada e chegou a 52% dos votos válidos. Já Lula caiu os mesmos dois pontos percentuais e desceu para 48%. Como a margem de erro é de 1,8%, a diferença não representa um empate técnico.
Os números do levantamento do PoderData já captaram o impacto da entrevista dada pela lobista Roberta Luchsinger à CNN na noite de sábado (17), com críticas duras ao presidente Lula. Já o debate presidencial da noite deste domingo (18) influenciou a decisão de intenção de voto dos eleitores devido às entrevistas terem sido encerradas antes.
Quando se consideram os votos totais, Lula preserva a preferência em segmentos estratégicos do eleitorado. Entre as mulheres, o presidente registra 51% das intenções de voto, contra 42% do senador do PL.
Já Flávio Bolsonaro vai melhor no Centro-Oeste (60%) e no Sul (62%). Lula mantém grande vantagem no seu reduto histórico, o Nordeste (61%). E, no Sudeste, onde está o maior eleitorado do país, o candidato do PL tem 53% contra 42% do líder petista.
A oscilação negativa das intenções de voto em Lula teve impacto na taxa de potencial de voto do candidato. Na nova pesquisa do PoderData/Aya, 48% dos entrevistados dizem que não votariam “de jeito nenhum” no atual presidente. Esse percentual estava em 46% no levantamento anterior.
E enquanto Lula é o “único em que votariam” na opinião de 42%, esse percentual está em 44% em relação a Flávio Bolsonaro. O candidato do PL também viu oscilar um ponto percentual para baixo a sua rejeição, que desde de 45% para 44%.
A pesquisa foi realizada pelo PoderData, em parceria de divulgação com o Aya Bancah. Os dados foram coletados por meio de ligações para celulares e telefones fixos.
Foram três mil entrevistas em 695 municípios das 27 unidades da Federação de 16 a 18 de outubro. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual. O intervalo de confiança é de 95%. Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº BR-02586/2026.
A mais nova pesquisa BTG/Nexus sobre a disputa presidencial no segundo turno, divulgada nesta segunda-feira (19), revela uma situação de quase total empate entre os dois candidatos. Pelo levantamento, o senador Flávio Bolsonaro (PL) estaria com 50,3% dos votos válidos, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chega a 49,7%.
Como a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, o resultado obtido pela BTG/Nexus revela uma situação de empate técnico. Na pesquisa anterior, divulgada em 13 de outubro, Flávio Bolsonaro havia registrado 52% dos votos válidos, enquanto Lula somava 48%.
Na avaliação da rejeição aos dois candidatos, a pesquisa revela que 47,8% dos eleitores declararam que não votariam “de jeito nenhum” no presidente Lula. Outros 46,8% responderam o mesmo em relação ao senador Flávio Bolsonaro.
Em relação à aprovação do trabalho do presidente Lula, a pesquisa mostra que a desaprovação do líder petista está em 48,8%, e a aprovação chegou a 47,2%. Aqueles que não souberam responder somaram 4,1%.
A pesquisa BTG/Nexus entrevistou 2.002 eleitores de 16 a 18 de outubro de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O grau de confiança do levantamento é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04499/2026.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparecem em situação de empate técnico em mais uma pesquisa divulgada neste sábado (17). Segundo o novo levantamento Ipespe/Abrasel, Flavio aparece com 51,2% das intenções de voto na disputa de segundo turno, contra 48,8% do líder petista.
Na semana passada, a pesquisa Ipespe/Abrasel havia registrado um placar de 52,7% para Flávio contra 47,3% de Lula. No espaço de sete dias, o senador do PL caiu 1,5% e o presidente Lula subiu os mesmos 1,5% nas intenções de voto dos brasileiros.
A pesquisa espontânea, em que os eleitores dizem sua preferência de voto sem verificar nenhuma lista de candidatos, o candidato Flávio Bolsonaro tem 47%, contra 44% registrados para o presidente Lula.
Outro dado apresentado pelo levantamento revela que caiu a desaprovação ao governo do presidente Lula. Na semana passada, o índice de desaprovação estava em 50% e caiu para 48% no levantamento divulgado neste sábado.
No caminho contrário, a aprovação do governo Lula subiu de 43% para 45% no espaço de uma semana das pesquisas feitas pela Ipespe/Abrasel.
O levantamento entrevistou 1.500 eleitores de todo o Brasil de 13 a 15 de outubro. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95,45%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-00223/2026.
A primeira pesquisa do Instituto Veritá no segundo turno, divulgada neste sábado, mostra um resultado aproximado de diversos outros levantamentos revelados nos últimos dias. De acordo com a Veritá, o senador Flávio Bolsonaro (PL) alcança 51,07% dos votos válidos, diante de 48,93% atribuídos ao presidente Lula.
A vantagem de 2,14 pontos percentuais coloca o candidato do PL à frente no levantamento acima da margem de erro da pesquisa, que é de um ponto percentual. O percentual apurado pela Veritá reforça o cenário de elevada competitividade entre os dois postulantes ao comando do Palácio do Planalto em 2027.
A Veritá foi um dos quatro dos 11 institutos que divulgaram pesquisas poucos dias antes do primeiro turno e que previram a liderança de Flávio Bolsonaro. A última pesquisa da Veritá antes do primeiro turno mostrou um resultado de 45,14% para Flávio Bolsonaro e 44,65% para Lula.
No levantamento deste sábado, o instituto apurou a percepção dos brasileiros sobre quem vencerá a eleição presidencial de 2026. Para 52,7% dos entrevistados, o vencedor será Flávio Bolsonaro, e outros 47,3% afirmam que Lula será reeleito para o seu quarto mandato presidencial.
O recorte da pesquisa feito por renda familiar dos eleitores revela uma das divisões mais expressivas de todo o levantamento. No segmento das famílias com renda abaixo de dois salários mínimos, correspondente a 42,7% da amostra, Lula registra 53,4%, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 43,3%.
Trata-se do segmento de renda em que Lula apresenta seu melhor desempenho entre as três categorias divulgadas. Entre os entrevistados com renda entre dois e cinco salários mínimos, que representam 38,6% da amostra, Flávio Bolsonaro registra 55,4%, contra 43% de Lula.
O levantamento foi realizado entre os dias 12 e 16 de outubro. A peça divulgada pelo instituto informa margem de erro de um ponto percentual e nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01107/2026 e foi feita por iniciativa do próprio Veritá.
A mais nova pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT) em parceria com o Instituto MDA, divulgada nesta sexta-feira (16/10), mostra um quadro de empate técnico na disputa presidencial em segundo turno. De acordo com o levantamento, Flávio Bolsonaro (PL) tem 50,5% dos votos válidos e o presidente Lula estaria com 49,5%.
Nas intenções de votos totais, o senador Flávio Bolsonaro tem 46,8% das intenções de voto contra 45,9% de Lula. Brancos e nulos somam 4,9%, e 2,4% se disseram indecisos.
A diferença entre Lula e Flávio Bolsonaro é de um ponto percentual, dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 2,2 pontos. Por isso, os dois candidatos estão empatados tecnicamente.
Esta foi a primeira vez que o senador do PL aparece à frente do líder petista na série de pesquisas da CNT/MDA, desde o primeiro turno. Na rodada anterior, divulgada em 3 de outubro, véspera do primeiro turno, Lula tinha 47,3% na simulação de segundo turno, e Flávio, 43,1%.
No primeiro turno, em 4 de outubro, Flávio terminou em primeiro lugar, com 47,03% dos votos válidos (56,1 milhões de votos). Lula teve 45,16% (53,9 milhões).
Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados ao entrevistado, Flávio Bolsonaro aparece com 45,6% e Lula, com 44,1%. Brancos e nulos somam 5,2% e indecisos, 5%.
As entrevistas foram feitas presencialmente entre terça-feira (13/10) e quinta-feira (15/10). Foram ouvidos 2.002 eleitores com 16 anos ou mais, nas 27 unidades da Federação, em cerca de 140 municípios.
A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pela própria CNT, custou R$ 222.453 e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00652/2026.
Assim como outros levantamentos que vieram a público nos últimos dias já haviam apurado, a primeira pesquisa Indexa/Broadcast no segundo turno das eleições, divulgada nesta quinta-feira (15), mostrou um quadro de empate técnico na disputa presidencial em segundo turno.
De acordo com os resultados do levantamento, a disputa em segundo turno tem o candidato Flávio Bolsonaro (PL) com 44% das intenções de voto, contra 42% registrados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Com a margem de erro de 2,2%, a situação é considerada como empate técnico.
A Indexa/Broadcast apurou também que 8% dos eleitores afirmam que não devem votar no segundo turno. Nulos e brancos foram 4%, e 2% afirmaram estar indecisos sobre a escolha para presidente.
Em votos válidos, a pesquisa Indexa/Broadcast apurou que Flávio Bolsonaro chegaria a 51%, enquanto o presidente Lula estaria com 49%.
“A diferença entre Flávio Bolsonaro e Lula permanece muito estreita, dentro da margem de erro da pesquisa. A disputa agora será pela conquista dos eleitores que não se identificam plenamente com nenhum dos dois candidatos e que podem ser decisivos para o resultado da eleição”, afirma Arilton Freres, sociólogo e CEO da Indexa Pesquisas.
Um total de 87% dos eleitores ouvidos pela pesquisa disseram que sua decisão para o segundo turno é definitiva. Outros 11% afirmam que ainda podem mudar de ideia até o dia do segundo turno, em 25 de outubro, e 2% não sabem ou não opinaram. Os eleitores dos dois candidatos possuem a mesma certeza de voto: 91% dizem que sua decisão é definitiva, e os mesmos 8% de Flávio e Lula afirmam que ainda podem mudar de ideia.
Em relação à rejeição, 51% dos entrevistados afirmam que jamais votariam no candidato Flavio Bolsonaro. Já a rejeição do presidente Lula está em 50%.
A pesquisa Indexa/Broadcast foi realizada entre os dias 13 e 14 de outubro, com duas mil entrevistas. O método da coleta foram entrevistas individuais por telefone. A taxa de confiança é de 95% e a margem de erro de 2,2%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04629/2026.
O instituto Palver divulgou na manhã desta quinta-feira (15) a sua primeira pesquisa no segundo turno das eleições 2026. Os números da Palver mostram os candidatos Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) empatados dentro da margem de erro do levantamento.
De acordo com a Palver, Flávio Bolsonaro teria 50% dos votos totais, enquanto o presidente Lula aparece com 49% das intenções de voto. Votos brancos e nulos estariam em 1%.
Entre todas as 11 pesquisas divulgadas na véspera da realização do primeiro turno, em 4 de outubro, a Palver foi a pesquisa que mais se aproximou do resultado das urnas em votos válidos. O levantamento do instituto marcou 47% para Flávio Bolsonaro e 43% para Lula (o resultado final foi de 47% a 45% a favor do senador do PL).
A Palver foi o único instituto a prever um percentual de 47% para Flávio Bolsonaro. O segundo instituto que mais acertou no primeiro turno foi o Gerp, que deu 46% para Flávio e 44% para Lula.
A margem de erro da nova pesquisa da Palver é de 2,3 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento entrevistou 5.000 eleitores por questionário online entre os dias 10 e 13 de outubro. O nível de confiança é de 95% e o número de identificação no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR-08028/2026.
A Quaest deve divulgar nesta quarta-feira (14) o seu primeiro levantamento sobre a disputa a presidente no segundo turno das eleições 2026. Além de apresentar as intenções de voto nos candidatos Flávio Bolsonaro e Lula, a pesquisa deve apresentar informações como a rejeição de cada um, o nível de certeza na escolha, os motivos para votar em um ou outro, interesse em comparecer à urna, entre outros dados.
Os entrevistados pela Quaest também responderam questões como o seu apoio a diversas propostas apresentadas pelos dois candidatos. Os eleitores falaram se aprovam, por exemplo, o projeto que muda a jornada 6x1, a proibição das bets, uma jornada de trabalho por hora, a anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro, o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), entre outros temas.
Depois da Quaest, será a vez do Datafolha e do instituto Palver apresentarem as suas novas pesquisas, programadas para esta quinta (15). A primeira pesquisa Datafolha no segundo turno foi divulgada na semana passada, e mostrou Flávio Bolsonaro com 52% das intenções de votos e o presidente Lula com 48%, em votos válidos.
Já a Palver ainda não divulgou levantamentos neste segundo turno. No primeiro turno, o instituto Palver foi um dos que mais se aproximou do resultado das urnas, já que na sua última pesquisa apresentou Flávio com 47% e Lula com 43%, o único instituto que cravou o resultado certo para o senador do PL.
Na sexta (16), será a vez do PoderData/Aya apresentar o seu mais novo levantamento. O instituto já divulgou duas pesquisas neste segundo turno. No mesmo dia será divulgada a pesquisa presidencial da CNT/MDA e a do instituto Futura/100% Cidades.
Há pesquisas sobre a disputa em segundo turno também programadas para divulgação no próximo sábado (17). É o caso do levantamento do instituto Ipespe, assim como a pesquisa Veritá.
Os levantamentos da semana se encerram no domingo (18), com a divulgação do novo levantamento Vox Brasil. O instituto também está entre os quatro que acertaram a vitória do candidato Flávio Bolsonaro no primeiro turno.
Em um vídeo divulgado nas suas redes sociais nesta quarta-feira (14), o candidato Flávio Bolsonaro (PL) voltou atrás em sua decisão de não comparecer ao debate que será promovido pela Band no próximo domingo (18). Flávio disse que havia negado presença apenas para saber qual seria a posição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em relação ao debate.
Segundo disse o candidato, como Lula confirmou que comparecerá ao debate da Band, ele também decidiu comparecer. O vídeo gravado pelo senador busca responder diretamente a Lula.
“Lula, como você é previsível. Bastou eu falar que eu não ia ao debate para você, no minuto seguinte, dizer que ia. Claro que eu vou no debate, eu só queria que você confirmasse”, disse senador do PL.
Flávio Bolsonaro lembrou que o presidente Lula não quis ir ao debate da TV Globo no primeiro turno, e disse que vai aproveitar o confronto para desmentir “mentiras” faladas pelo líder petista.
“Eu vou esfregar a verdade na sua cara. Te espero no debate da Band”, afirmou Flávio.
A declaração de Flávio Bolsonaro de que não iria ao debate da Band foi dada em entrevista nesta terça (13). O candidato também não havia confirmado se compareceria ao debate da TV Globo, no próximo dia 23.
Pesquisa PoderData mostra recuperação de Lula, que chega a 49% contra 51% de Flávio no segundo turno
No espaço dos últimos cinco dias, a vantagem do senador Flávio Bolsonaro (PL) sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva caiu de seis para apenas dois pontos percentuais, e a disputa em segundo turno passou a estar empatada tecnicamente. Foi o que revelou a pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta terça-feira (13).
De acordo com o levantamento, Flavio Bolsonaro estaria com 51% dos votos válidos, enquanto Lula marcou 49%. Na pesquisa anterior do PoderData, divulgada na semana passada, o senador do PL tinha 53% contra 47% do líder petista.
Como a margem de erro da pesquisa é de 1,8%, os dois candidatos, no momento, estão empatados tecnicamente. No primeiro turno das eleições, Flávio teve 47,03% dos votos e Lula, 45,16%.
Nas urnas do primeiro turno, a vantagem do senador do PL sobre o líder petista havia sido de 1,87 ponto percentual. Agora, essa é quase a mesma diferença entre os dois candidatos, segundo mostra a mais nova pesquisa PoderData/Aya.
Em índice de rejeição, o presidente Lula supera o seu adversário, com 46% de eleitores dizendo que não votariam dele “de jeito nenhum”. Já a rejeição de Flávio Bolsonaro está na casa de 44%.
A pesquisa foi realizada pelo PoderData com recursos próprios. O levantamento teve parceria de divulgação com o Aya Bancah. Os dados foram coletados por meio de ligações para celulares e telefones fixos.
Foram três mil entrevistas em 686 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual. O intervalo de confiança é de 95%. Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº BR-01209/2026.
BTG/Nexus revela que Lula tem rejeição maior do que a de Flávio e aumentou a desaprovação ao governo
Da semana anterior ao primeiro turno das eleições 2026 até esta terça-feira (13), a rejeição dos eleitores ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva aumentou três pontos percentuais e chegou a 51%. Já o candidato Flávio Bolsonaro (PL) fez o caminho inverso, com sua rejeição caindo quatro pontos e chegando agora a 47%.
Esses dados foram apurados pela primeira pesquisa BTG/Nexus deste segundo turno das eleições. O levantamento revela que para 43%, Flávio Bolsonaro é o único candidato em quem os eleitores votaria, percentual que fica em 42% para o presidente Lula.
Na estratificação da rejeição aos candidatos, o presidente Lula é mais rejeitado entre os homens (61% dizem que não votariam nele de jeito nenhum). Já Flávio Bolsonaro tem sua rejeição mais numerosa entre as mulheres (56%).
Em relação ao potencial de voto, 51% das mulheres dizem que o presidente Lula é o único candidato em quem votariam. Flávio Bolsonaro, por sua vez, alcança 53% de potencial de voto entre os homens.
Além de uma rejeição mais alta do que a de seu adversário, o presidente Lula também enfrenta uma análise negativa sobre seu governo. Um total de 45% dos entrevistados desaprovam a administração do líder petista, contra 34% que aprovam o terceiro mandato de Lula.
O levantamento também mostra uma forte desaprovação ao desempenho pessoal do presidente Lula. Um total de 50% dos entrevistados disse desaprovar o desempenho do líder petista, contra 45% dos que afirmam aprovar o trabalho realizado por Lula.
A pesquisa BTG/Nexus entrevistou 2.002 eleitores, entre os dias 10 e 12 de outubro, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
O levantamento foi contratado pelo Banco BTG Pactual e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07997/2026.
A primeira pesquisa BTG/Nexus neste segundo turno das eleições 2026 mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL) abriu uma vantagem de quatro pontos percentuais para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Pela pesquisa, Flávio estaria com 52%, enquanto Lula marca 48% dos votos válidos.
O resultado da BTG/Nexus indica uma situação de empate técnico, já que a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais.
Nos votos totais, o senador do PL estaria com 48%, enquanto Lula chega a 45%. Brancos e nulos são 5%, e os que não sabem ou não responderam são 2% dos entrevistados.
A pesquisa perguntou aos eleitores se já têm certeza do voto ou ainda podem mudar sua escolha no segundo turno. Um total de 92% disse estar convicto do voto e não vai mais mudar, e 7% afirmaram que ainda podem alterar seu candidato.
Dos 7% de eleitores consultados pela pesquisa que disseram que ainda poderiam mudar de opção para o segundo turno, 20% disseram que escolheriam o presidente Lula caso houvesse essa mudança. Outros 16% afirmaram que alterariam sua posição para o candidato Flávio Bolsonaro, enquanto 52% afirmam que votariam nulo ou em branco, e 12% não sabem ou não responderam.
A BTG/Nexus entrevistou 2.002 eleitores, entre os dias 10 e 12 de outubro, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
O levantamento foi contratado pelo Banco BTG Pactual e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07997/2026.
A TV Record comunicou nesta sexta-feira (9) que cancelou o debate presidencial que seria realizado na noite do próximo domingo (11). O debate iria ser o primeiro confronto entre os candidatos Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que passaram ao segundo turno das eleições 2026.
Em comunicado, a Record alegou que tomou a decisão do cancelamento do debate por dificuldades de conciliar os compromissos dos dois candidatos à Presidência da República.
“A Record informa que, em razão da incompatibilidade de agendas dos candidatos à Presidência da República, Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva, o debate previsto para o próximo domingo, 11 de outubro, foi cancelado”, diz a nota da emissora.
Esta é a segunda vez que a emissora cancela um debate presidencial durante a campanha eleitoral de 2026. No primeiro turno, a Record havia marcado um encontro entre os candidatos para 27 de setembro, mas desistiu de realizá-lo quatro dias antes.
Flávio Bolsonaro e Lula ainda não estiveram frente a frente para debater propostas. Nenhum deles participou de debates no primeiro turno das eleições.
O candidato do PL chegou a confirmar participação no evento promovido pela TV Globo, mas desistiu a menos de duas horas do evento após decisões judiciais alterarem as regras do debate. Logo depois, a emissora cancelou o debate.
A próxima tentativa de debate entre os dois candidatos será realizada no dia 18 de outubro, pela Band. No primeiro turno a emissora realizou um debate no mês de agosto sem a presença de Flávio Bolsonaro e Lula, apenas com Ronaldo Caiado, Augusto Cury e Renan Santos.
Depois da Band será a vez da TV Globo realizar o último debate das eleições 2026. O evento está programado para acontecer em 23 de outubro, dois dias antes do segundo turno.
As revelações feitas pela revista Veja na noite desta quinta-feira (8), de que o banqueiro Daniel Vorcaro teria liberado dinheiro para um documentário sobre o presidente Lula, levou os advogados da campanha do PT a apresentarem um pedido de investigação urgente da Polícia Federal.
Os advogados Marco Aurélio de Carvalho e Reinaldo Santos de Almeida querem que a PF investigue uma possível articulação entre Vorcaro e pessoas ligadas à campanha do candidato Flávio Bolsonaro (PL). Os advogados dizem ter recebido informações de que Vorcaro teria sido estimulado a prestar um depoimento envolvendo o financiamento de um documentário sobre Lula, dirigido pelo cineasta Oliver Stone.
De acordo com o site ICl Notícias, o pedido de investigação seria para apurar uma tentativa de interferência no segundo turno da campanha presidencial. Os advogados da campanha do PT relatam à Polícia Federal que um HD contendo depoimento atribuído a Vorcaro teria sido entregue a terceiros com acusações contra adversários políticos de Flávio Bolsonaro, integrantes do governo Lula e ministros de Estado.
A representação da campanha petista, à qual o site ICL Notícias teve acesso, afirma que as acusações não teriam respaldo em provas e fazem parte de uma estratégia para desviar o foco das investigações do Banco Master. Os próprios autores esclarecem, porém, que não tiveram acesso à gravação divulgada pela revista Veja e pedem à PF que confirme sua existência, conteúdo e origem.
A suspeita ganhou relevância após a divulgação de que Vorcaro, preso preventivamente desde março, estaria negociando uma entrevista exclusiva com emissoras de televisão. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, intermediários do banqueiro procuraram a Globo, enquanto a Record também demonstrou interesse.
A preferência seria pela emissora que oferecesse maior tempo de exibição. Qualquer gravação dentro da unidade prisional dependeria de autorização judicial.
Em declaração à Folha de S.Paulo, Marco Aurélio, coordenador do Prerrogativas e integrante da coordenação da campanha de Lula, afirmou ter recebido informações de que as negociações entre Vorcaro e a campanha de Flávio Bolsonaro envolvem o relaxamento da sua prisão e a de seu pai, Henrique Vorcaro.
Marco Aurélio também negou que a produção tenha recebido recursos de Vorcaro e afirmou que a suposta acusação buscaria estabelecer uma comparação com os repasses destinados ao filme “Dark Horse”, sobre Jair Bolsonaro. De acordo com a revista Veja, Vorcaro alega que deu dinheiro de forma “errada” para o documentário produzido pelo cineasta Oliver Stone, em 2024.
“E aí tem o negócio do filme também. O cara pede para colocar dinheiro no filme do Lula. Tudo no… (inaudível). O filme do Lula eu coloquei acho que até mais, eu acho que dá até mais. Só o que o do Lula foi por fora, foi errado. O do Flávio não foi, porque foi patrocínio, foi patrocínio normal”, afirma Vorcaro na gravação apresentada pelo site da revista Veja.
A primeira pesquisa Datafolha para o segundo turno no Distrito Federal, divulgada nesta quinta-feira (8), mostra a governadora Celina Leão (PP) confirmando seu favoritismo e abrindo já 18 pontos percentuais sobre seu adversário, Leandro Grass, do PT. Pelos números do Datafolha, Celina tem 55% das intenções de voto contra 37% de Grass.
No primeiro turno, a governadora do DF teve 49,93% dos votos válidos, e não foi eleita em primeiro turno por ter deixado de receber 168 votos. O segundo colocado, Leandro Grass, teve 34,47% dos votos válidos.
Segundo a candidata à reeleição, sua vitória no primeiro turno não aconteceu porque muitos de seus eleitores confundiram seu número, apertando o 22 do PL e não o 11 do PP. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mais de 26 mil eleitores do DF digitaram 22, e como não havia concorrente ao Palácio do Buriti com essa identificação, os votos foram anulados.
Para 90% dos eleitores ouvidos pelo Datafolha, a escolha do candidato no segundo turno é definitiva. Outros 9% dizem que ainda podem mudar o voto e 1% não soube dizer.
A pesquisa foi contratada pela Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo". O Datafolha ouviu 910 pessoas entre os dias 6 e 8 de outubro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O número de registro da pesquisa é DF-03365/2026.
O coordenador da campanha do candidato Flávio Bolsonaro (PL), o senador Rogério Marinho (PL-RN), desmentiu nesta quarta-feira (7) que o partido estaria costurando um acordo para poupar o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de um eventual impeachment. Marinho disse que essa informação era uma “fake news”.
O debate sobre a costura de um acordo entre o candidato e o STF começou a circular nas redes sociais a partir da informação de que o senador Rogério Marinho havia tido um “encontro secreto” com o ministro Gilmar Mendes, há algumas semanas. Marinho disse que não haverá vingança contra o STF, mas deixou claro que o novo Congresso não vai fechar os olhos para os problemas.
Os boatos sobre eventual proteção a Moraes levaram inclusive o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) a dizer que tinha sim ouvido falar a respeito de uma negociação para “livrar a pele” de Alexandre de Moraes. Em entrevista na noite desta quarta (7), Nikolas repudiou a realização de qualquer acordo e disse que o impeachment tem que ser a prioridade do Senado a partir do início do próximo ano.
Nikolas disse que Moraes deveria ter direito à ampla defesa e a um julgamento que classificou como “justo” e “imparcial”, mas afirmou que o ministro cometeu “crimes contra a humanidade e direitos humanos” e teria que pagar por isso.
“Só tem um destino para o Alexandre de Moraes: é impeachment e cadeia”, disse o deputado mineiro, campeão de votos para a Câmara dos Deputados nas eleições 2026.
Além de negar a costura de qualquer acordo com o STF, o coordenador Rogério Marinho fez diversas críticas ao presidente Lula, e comentou principalmente a participação da primeira-dama Janja na campanha petista. De forma irônica, Marinho disse aos jornalistas que Janja se tornou a grande “cabo eleitoral” de Flávio Bolsonaro neste segundo turno.
A liderança com vantagem de seis pontos percentuais do candidato Flávio Bolsonaro (PL) sobre o presidente Lula no segundo turno, conforme revelou a primeira pesquisa PoderData/Aya, divulgada nesta quinta-feira (8), se consolidou pelo avanço que o senador teve entre os homens, em meio aos eleitores acima de 60 anos, nas regiões Sul e Sudeste e junto a quem recebe acima de dois salários mínimos.
A pesquisa PoderData, a primeira a ser divulgada por qualquer instituto neste início de campanha em segundo turno, revelou um placar de 53% para Flávio Bolsonaro contra 47% a favor do presidente Lula. O resultado já está consignado em votos válidos.
Do lado do presidente Lula, o maior apoio à sua candidatura ocorre em meio às mulheres, aos mais jovens, junto aos moradores da região Nordeste, a quem tem apenas o ensino fundamental e no contingente de quem recebe até dois salários mínimos.
Confira abaixo a estratificação da intenção de voto em Flávio Bolsonaro e Lula, de acordo com a pesquisa PoderDataq/Aya:
Por sexo
Mulheres
Lula 50% x 42% Flávio
Homens
Flávio 57% x 37% Lula
Por idade
16 a 24 anos
Lula 52% x 40% Flávio
25 a 44 anos
Flávio 50% x 43% Lula
45 a 59 anos
Flávio 49% x 44%
60 anos ou mais
Flávio 52% x 42%
Por região
Norte
Lula 48% x 43% Flávio
Nordeste
Lula 52% x 41% Flávio
Centro-Oeste
Flávio 54% x 39% Lula
Sudeste
Flávio 51% x 41% Lula
Sul
Flávio 58% x 36% Lula
Por escolaridade
Ensino Fundamental
Lula 53% x 39% Flávio
Ensino Médio
Flávio 55% x 38% Lula
Ensino Superior
Flávio 51% x 45% Lula
Por renda
Até dois salários mínimos
Lula 48% x 42% Flávio
De dois a cinco salários mínimos
Flávio 57% x 39% Lula
Acima de cinco salários mínimos
Flávio 55% x 43% Lula
A pesquisa foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, em parceria com o Aya Bancah. Os dados foram coletados por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 3.000 entrevistas em 705 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual. O intervalo de confiança é de 95%. Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº BR-08134/2026.
A primeira pesquisa divulgada sobre o segundo turno das eleições presidenciais saiu nesta quinta-feira (8), e revela que o candidato Flávio Bolsonaro (PL) saiu na frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com seis pontos de vantagem. De acordo a pesquisa PoderData/Aya, Flávio tem 53% no segundo turno em votos válidos, contra 47% de Lula.
Em relação ao resultado do primeiro turno, Flávio Bolsonaro, que teve 47,03% dos votos válidos, estaria conquistando seis pontos percentuais. Já o presidente Lula, que saiu das urnas com 45,16%, estaria subindo dois pontos percentuais.
Os entrevistados também responderam sobre quem tem maior chance de vitória no dia 25 de outubro. Para 57% dos entrevistados, Flávio Bolsonaro é quem tem mais chances de se eleger presidente, e outros 37% afirmam que Lula é que sairá vencedor.
A pesquisa mostra ainda um sentimento de derrota maior entre os eleitores de Lula que os de Flávio. Os que declaram ter votado em Flávio no 1º turno, 92% confiam que o senador será eleito.
No grupo lulista, a taxa de confiança no seu candidato cai para 76%. Entre os eleitores que declaram voto em outros candidatos no 1º turno, Flávio é mais citado que o petista como provável vencedor do confronto.
A pesquisa foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, em parceria com o Aya Bancah. Os dados foram coletados por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 3.000 entrevistas em 705 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual. O intervalo de confiança é de 95%. Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº BR-08134/2026.
Os presidentes dos dois partidos da União Progressista, Ciro Nogueira (PP) e Antonio Rueda (União Brasil), assinaram um comunicado, nesta terça-feira (6), em que anunciam o apoio ao candidato Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais. União e PP, que no primeiro turno se posicionaram pela neutralidade na disputa, fecharam questão em uma reunião com lideranças, parlamentares, dirigentes e governadores dos dois partidos.
Segundo diz o comunicado conjunto, PP e União Brasil afirmam enxergar em Flávio Bolsonaro as condições para executar uma gestão que possa melhorar a vida da população brasileira.
“O Brasil mudou, os desafios são outros, e a economia global é movida por tecnologia, velocidade e desburocratização. Flávio Bolsonaro reúne o perfil de quem quer avançar de verdade com o compromisso de modernizar a gestão, implementar propostas realistas para melhorar a vida da população e reorganizar a economia do Brasil”, diz o texto.
Os dois partidos também fizeram, no comunicado, críticas veladas e indiretas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. União e PP dizem ser preciso contrapor “a repetição de velhas práticas políticas e fórmulas comprovadamente ultrapassadas”.
“Respeitamos a história, mas o compromisso da Federação União Progressista é com o futuro dos brasileiros e brasileiras”, afirma o comunicado.
Para União Brasil e PP, apoiar Flávio Bolsonaro representaria, na visão deles, o rompimento com o que chamam de “velhos sistemas do passado”.
“Basta de olhar para trás. O Brasil tem pressa para avançar”, conclui o texto assinado pelos presidentes dos dois partidos.
O deputado Danilo Forte, do União Brasil do Ceará, esteve presente na reunião em que foi decidido o apoio a Flávio Bolsonaro, e falou com o Bahia Notícias sobre os motivos que levaram os dois partidos a fechar questão em torno da candidatura presidencial do senador do PL.
“A decisão se deu em sintonia com a necessidade que o país vive. Estamos com um quadro de instabilidade muito grande. Nós temos o problema das instituições brasileiras muito fragilizadas, a partir do Poder Judiciário, que eu acho que esse tem que ser o primeiro ponto de pauta, o debate tem que centrar na reforma do Judiciário, esse é o principal clamor da sociedade brasileira, para que o país possa caminhar novamente por um caminho seguro, e por outro lado as questões da economia, diante da estagnação e da falta de perspectivas que o país vive”, disse o deputado.
O ex-jogador Daniel Alves declarou apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais de 2026. Em vídeo publicado nas redes sociais nesta segunda-feira (5), o ex-lateral da Seleção Brasileira utilizou referências religiosas para justificar seu posicionamento político.
Na publicação, Daniel afirmou estar fazendo o que chamou de “política da obediência” e disse ter recebido uma orientação espiritual para apoiar o candidato do PL.
"Estou fazendo política, a política da obediência. Esses dias o Espírito Santo estava soprando o teu nome, Bolsonaro, e o teu número duas vezes. Assim, descansa o teu coração. Mantém-te humilde", afirmou.
Ao longo do vídeo, o ex-jogador também citou passagens bíblicas e dirigiu mensagens diretamente a Flávio Bolsonaro. Daniel defendeu a necessidade de mudanças no país e relacionou sua manifestação política à fé cristã.
Não é a primeira vez que Daniel Alves se posiciona publicamente em uma eleição presidencial. Em 2022, quando ainda atuava profissionalmente, o ex-jogador declarou apoio à candidatura de Jair Bolsonaro à reeleição.
Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disputarão o segundo turno no dia 25 de outubro. No primeiro turno, realizado no último domingo (4), Flávio terminou com 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula recebeu 45,16%.
Daniel Alves encerrou a carreira como um dos jogadores brasileiros com maior número de títulos conquistados. Pela Seleção Brasileira, disputou as Copas do Mundo de 2010 e 2022, além de participar de conquistas como a Copa América e a Copa das Confederações.
CASO DE AGRESSÃO SEXUAL NA ESPANHA
Daniel Alves também esteve envolvido em um processo judicial por agressão sexual na Espanha. Em fevereiro de 2024, o ex-jogador foi condenado pela Justiça de Barcelona a quatro anos e meio de prisão por uma agressão sexual ocorrida em uma boate da cidade no fim de 2022. Ele havia sido preso preventivamente em janeiro de 2023 e permaneceu detido por cerca de 14 meses.
Em março de 2024, Daniel deixou a prisão após pagar fiança de 1 milhão de euros e passou a aguardar em liberdade a análise dos recursos.
Um ano depois, em março de 2025, o Tribunal Superior de Justiça da Catalunha revogou por unanimidade a condenação e absolveu o brasileiro. A corte entendeu que as provas apresentadas não eram suficientes para afastar a presunção de inocência.
Após a absolvição, a Procuradoria Superior da Catalunha e a representação da denunciante anunciaram recursos ao Tribunal Supremo da Espanha contra a decisão.
Em reunião com coordenadores de campanha e aliados de diversos estados nesta segunda-feira (5) em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que, além de identificar o que foi feito de errado até o momento, é preciso uma forte mudança na estratégia para tentar, no segundo turno, reverter o resultado desfavorável saído das urnas. O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), participou da reunião.
Lula disse aos seus aliados estar convencido de que pode vencer o segundo turno contra o candidato Flávio Bolsonaro (PL), e fez um reconhecimento sobre falhas na comunicação com o eleitor. O líder petista reconheceu, por exemplo, ter investido pouco em entrevistas para rádios de todo o país durante o período eleitoral e sinalizou que vai corrigir o rumo nos 20 dias que restam até a votação final.
Ao acatar sugestões de aliados, Lula declarou que precisa mudar a estratégia e investir mais em entrevistas para rádio, um maior volume de eventos de rua e contato com a população para gerar selfies, além de mais tempo dedicado aos perfis de redes sociais.
“São 20 dias, mas é melhor. Vamos dormir menos, vamos trabalhar mais. Eu acho que tenho que fazer mais rádio. Eu fiz muito pouco rádio nessa campanha, vou ter que fazer mais rádio. Vou ter que fazer mais selfies, vou ter que conversar mais”, afirmou.
A nova estratégia passaria também pela realização de atos e passeatas nas ruas em diversos estados, assim como trabalhar o apoio de candidatos aliados e participação em debates televisivos. O presidente Lula citou em sua fala a intenção de ajudar também candidatos que seguiram para o segundo turno, como Cadu de Lula (PT), no Rio Grande do Norte, que concorre contra Allyson Bezerra (União Brasil).
“Agora é importante ter debate na televisão, porque agora é tête-à-tête. Agora é um contra um, é cada um poder explicar qual é a sua proposta”, concluiu Lula. Durante o primeiro turno, Lula se recusou a participar dos debates, sob alegação de que o formato seria prejudicial a ele.
Outro ponto da estratégia de Lula para o segundo turno é a de fazer um contraponto entre biografias e programas de governo e deixar claro para o eleitor as conquistas que podem ser perdidas caso a vitória seja de Flávio Bolsonaro.
“O que está em jogo é o futuro das políticas de inclusão social deste país. E não se engane: quando o foco é cortar direitos e reduzir políticas públicas, a conta pesa justamente sobre quem mais precisa. É tirar de quem tem menos para proteger os privilégios de quem já tem mais”, disse Lula.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disparou convites, na manhã desta segunda-feira (5), a aliados em diversos estados, para estarem presentes em uma grande reunião às 17h, em Brasília. Entre os aliados está o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues.
A reunião terá a participação sobretudo de aliados que foram eleitos ou reeleitos, além dos que coordenaram campanhas vitoriosas, como o senador Camilo Santana (PT), do Ceará. O encontro promovido por Lula tem como objetivo discutir as estratégias da campanha do líder petistas para o segundo turno, e a ajuda que os aliados poderão dar até o dia 25 de outubro nos estados.
Depois da reeleição do governador cearense Elmano de Freitas (PT), Camilo Santana deve participar do núcleo central da campanha do presidente Lula no segundo turno. O líder petista não quer perder tempo em estruturar sua ofensiva, já que serão apenas 20 dias de atividades de rua, movimentação nas redes sociais e presença em todos os debates e sabatinas.
Segundo o site ICL Notícias, em conversas com membros de sua campanha ainda na noite deste domingo (4), após o resultado da apuração, Lula teria feito elogios à atuação do governador Jerônimo Rodrigues. O presidente inclusive quer contar com pessoas da equipe de Jerônimo na campanha de segundo turno, como o fotógrafo e roteirista baiano Sérgio Guerra.
O ICL Notícias afirma que o presidente Lula quer fazer uma rápida reestruturação em sua equipe de campanha, e teria elogiado o trabalho feito pelo governador da Bahia para conquistar a sua reeleição sobre o ex-prefeito ACM Neto.
Além de governadores como Jerônimo Rodrigues, Elmano de Freitas e Rafael Fonteles (PT), do Piauí, o presidente Lula convidou para a reunião também senadores eleitos no último domingo, como Rui Costa (PT), Jaques Wagner (PT) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB), eleito na Paraíba.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) são os candidatos que permanecerão na disputa pelo cargo máximo da República no segundo turno das eleições gerais de 2026. O resultado foi confirmado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após a apuração de 97,24% das urnas.
Com 47,43% dos votos válidos, Flávio Bolsonaro liderou o embate pelo cargo, mas não conseguiu superar a marca de 50% dos votos que sacramentaria a vitória no primeiro turno. O adversário do PT não ficou muito atrás, fazendo 44,69% e garantindo seu lugar na segunda rodada de confrontos pela liderança da República.
Na oitava eleição presidencial com segundo turno do Brasil, os presidenciáveis terão mais 20 dias para convencer o polarizado eleitorado brasileiro a 'tomar um lado' que definirá os próximos 4 anos do país. O novo pleito está agendado para ocorrer no dia 25 de outubro, último domingo do mês.
Velho conhecido do eleitor brasileiro, Lula esteve presente em 8 das 10 eleições para presidente desde a redemocratização. Em sua estreia, Luiz Inácio acabou superado pelo alagoano Fernando Collor de Melo (PRN) já no segundo turno. O petista ainda foi superado em mais duas outras ocasiões pelo tucano Fernando Henrique Cardoso, ainda no primeiro turno. A maioria nas urnas só foi alcançada em 2002, quando superou José Serra (PSDB), no segundo turno, com 61% dos votos válidos.
Desde então, foram 3 mandatos marcados pela criação de políticas públicas, a descoberta do pré-sal, crescimento e reforço de soberania. Lula também esteve à frente do governo durante o escândalo do mensalão, que derrubou o ministro José Dirceu e abalou a cúpula petista. O veterano do PT ainda enfrentou um pleito acirrado em 2022, quando superou o então presidente Jair Bolsonaro (PL) por 50,90% a 49,10%.
Aos 80 anos, Luiz Inácio vai à sua possível 'última dança' em busca do tetra no Palácio do Planalto. Ao lado do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), velho adversário do petista no pleito de 2006, o veterano busca o presente antecipado na antevéspera do seu aniversário, comemorado em 27 de outubro.
Do outro lado, Flávio carrega o legado do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), no papel de oposição política à base governista. Irmão mais velho, o senador anunciou a sucessão no dia 5 de dezembro de 2025, desbancando Tarcísio de Freitas (RR), candidato favorito a herdar o espólio político de Jair.
Sua carreira política teve início em 2002, quando, aos 21 anos, foi eleito o deputado mais jovem daquela legislatura, com 22.860 votos pelo Rio de Janeiro. Flávio exerceu quatro mandatos consecutivos na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), até eleger-se senador pelo estado carioca nas eleições de 2018, com mais de 4 milhões de votos. Em Brasília, exerceu a presidência estadual do PSL fluminense antes de se desligar da sigla ao lado do patriarca da família Bolsonaro.
No Senado, o filho 01 de Bolsonaro concentrou sua atuação parlamentar na pauta de segurança pública, tornando-se membro titular da comissão temática da área (CSP). Sua agenda legislativa concentrou-se no fortalecimento das forças de segurança, no rigor penal e em pautas estratégicas para seu reduto no Rio de Janeiro.
Associado a escândalos desde o mandato de seu pai, o senador chegou a ser investigado em 2018 por suposto desvio de salários de assessores quando ele atuava como deputado na Alerj. No ano seguinte, outra diligência foi aberta para investigar a relação do senador com milícias cariocas.
Em 2026, o candidato voltou à mira da PF após materiais divulgados pelo site "The Intercept" associarem Flávio e seu irmão, Eduardo Bolsonaro, à figura do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do liquidado Banco Master. Em mensagens trocadas no WhatsApp, o candidato teria negociado R$ 134 milhões para a execução do filme "Dark Horse", que narra parte da história de seu pai durante a candidatura de 2018.
Estreante na disputa pelo cargo de presidente, Flávio assumiu a frente bolsonarista, superou crises na campanha e empatou com Lula na margem de erro, chegando a pontualmente ultrapassar o petista em setembro. O político do PL busca o título inédito, o capital político para libertar seu pai da prisão domiciliar e um retorno do campo conservador à liderança da República.
Os candidatos que terminaram o primeiro turno na liderança da corrida presidencial venceram o segundo turno em todas as sete eleições em que houve uma nova rodada de votação desde 1989. Esse resultado apenas não se repetiu nas eleições de 1994 e 1998, quando Fernando Henrique Cardoso venceu Luiz Inácio Lula da Silva já no primeiro turno.
Além de FHC, nenhum outro candidato, desde a redemocratização, conseguiu ser vencedor da disputa presidencial já no primeiro turno. Esses dados fazem parte de um levantamento do Bahia Notícias a partir dos resultados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nas eleições para presidente entre 1989 e 2022.
Caso o presidente Lula vença o primeiro turno agora em 2026, mas perca para o senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa em segundo turno, esta seria a primeira vez, desde 1989, que um candidato a presidente conseguiria a virada após sair perdendo.
A menor distância entre o vencedor do primeiro turno para o segundo colocado aconteceu nas eleições de 2022. Naquele pleito, o desafiante Lula ficou em primeiro lugar com apenas 5,23% de vantagem para o então presidente Jair Bolsonaro (PL). No segundo turno, Lula venceu por apenas 1,80% sobre Bolsonaro, também a menor vantagem de um vencedor sobre seu adversário desde a redemocratização.
Confira abaixo como foram os resultados das eleições de 1989 até este ano, que mostram o vencedor do primeiro turno sempre conquistando também o segundo:
1989
Collor 30,48% x 17,19% Lula
(Collor venceu no segundo turno)
1994
FHC 54,28% x 27,04% Lula
(FHC venceu no 1º turno)
1998
FHC 53,06% x 31,71% Lula
(FHC venceu no 1º turno)
2002
Lula 46,44% x 23,20% José Serra
(Lula venceu no 2º turno)
2006
Lula 48,61% x 41,64% Geraldo Alckmin
(Lula venceu no 2º turno)
2010
Dilma Rousseff 46,91% x 32,61% José Serra
(Dilma venceu no 2º turno)
2014
Dilma Rousseff 41,59% x 33,55% Aécio Neves
(Dilma venceu no 2º turno)
2018
Jair Bolsonaro 46,03% x 29,28% Fernando Haddad
(Bolsonaro venceu no 2º turno)
2022
Lula 48,43% x 43,20% Jair Bolsonaro
(Lula venceu no 1º turno)
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.