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secretario de justica e direitos humanos da bahia
O secretário de Justiça e Direitos Humanos da Bahia (SJDH), Felipe Freitas, comentou nesta quinta-feira (12) o caso do cadeirante que foi pisoteado durante o Furdunço, no último sábado (7). Em entrevista ao Bahia Notícias, ele classificou o episódio como “muito preocupante”.
“Aquilo foi uma fatalidade trágica que nos preocupa bastante, porque a gente precisa encontrar uma maneira de que as pessoas com deficiência participem da festa, sejam protegidas e estejam seguras nesse espaço. Temos muitas imagens, que vocês da imprensa noticiam, de pessoas cadeirantes em lugares muito apertados e que conseguem circular e voltar com integridade, porque também vai se criando, aos poucos, uma cultura de solidariedade, de entender que a festa tem que ser para todo mundo”, afirmou.
Segundo o secretário, uma festa de rua, pensada para todos, não pode excluir ninguém. Ele reforçou a importância da colaboração coletiva para garantir inclusão e segurança.
“Uma festa como essa não pode excluir ninguém. A gente vai criando uma cultura de participação das pessoas com deficiência na festa. Essa patrulha tem o objetivo de orientar e proteger, ou seja, garantir aquele espaço mais reservado e a circulação. Mas fica um apelo para todo mundo: que as pessoas colaborem para que todos se divirtam com respeito e com a proteção dos seus direitos”, concluiu.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.