Artigos
Os “meninus” do trio
Multimídia
Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
secop
A sede do Ilê Aiyê, localizada na comunidade do Curuzu, no bairro da Liberdade, em Salvador, passará por uma reforma. Uma licitação para a contratação de empresa que irá realizar a obra no espaço foi publicada neste mês no Diário Oficial do Município.
De acordo com o documento, o valor global das obras é da ordem de R$5,68 milhões para a total requalificação, que vai incluir alterações no espaço físico, na climatização, melhoria de acessibilidade, construção de sanitários PCD, substituição das instalações elétrica e hidráulica, além da compra de novos equipamentos e melhorias das condições da Escola Mãe Hilda.
A Superintendência de Obras Públicas (Sucop) tem a estimativa de que no dia 17 de outubro já sejam informadas as empresas que demonstraram interesse na realização das obras de requalificação. O prazo para a execução dos serviços previstos no Edital de Concorrência é de 150 dias, a partir da data da assinatura da ordem de serviço, como aponta o cronograma físico-financeiro.
O projeto da reforma da sede do Ilê Aiyê está sendo conduzido pela Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF). Fundado em 1974, o espaço tem um papel social importante dentro da comunidade desde 2003. A Senzala do Barro Preto, como é conhecida, é um edifício de oito andares com espaço para as festas da Beleza Negra e as demais atividades de ensino e formação do grupo, que, além de música e dança, incluem cursos profissionalizantes e a Escola Mãe Hilda.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ivana Bastos
"Gostaria que tivesse terminado de outra maneira".
Disse a presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Ivana Bastos (PSD), ao lamentar o anúncio de saída do senador Angelo Coronel (PSD) do partido após embates por uma vaga na chapa do Senado do governador Jerônimo Rodrigues (PT). Em coletiva de imprensa nesta terça-feira (3), durante a abertura dos trabalhos da AL-BA, a deputada estadual afirmou que preferia que a tratativas “tivessem terminado de outra maneira”.