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A sede do Ilê Aiyê, localizada na comunidade do Curuzu, no bairro da Liberdade, em Salvador, passará por uma reforma. Uma licitação para a contratação de empresa que irá realizar a obra no espaço foi publicada neste mês no Diário Oficial do Município.
De acordo com o documento, o valor global das obras é da ordem de R$5,68 milhões para a total requalificação, que vai incluir alterações no espaço físico, na climatização, melhoria de acessibilidade, construção de sanitários PCD, substituição das instalações elétrica e hidráulica, além da compra de novos equipamentos e melhorias das condições da Escola Mãe Hilda.
A Superintendência de Obras Públicas (Sucop) tem a estimativa de que no dia 17 de outubro já sejam informadas as empresas que demonstraram interesse na realização das obras de requalificação. O prazo para a execução dos serviços previstos no Edital de Concorrência é de 150 dias, a partir da data da assinatura da ordem de serviço, como aponta o cronograma físico-financeiro.
O projeto da reforma da sede do Ilê Aiyê está sendo conduzido pela Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF). Fundado em 1974, o espaço tem um papel social importante dentro da comunidade desde 2003. A Senzala do Barro Preto, como é conhecida, é um edifício de oito andares com espaço para as festas da Beleza Negra e as demais atividades de ensino e formação do grupo, que, além de música e dança, incluem cursos profissionalizantes e a Escola Mãe Hilda.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.