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saude de lauro de freitas
A prefeita de Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), Débora Regis (União), esteve em Brasília nesta terça-feira (16) para uma reunião com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha (PT). Na ocasião, Regis apresentou as principais demandas do município na área da saúde, com foco na melhoria do atendimento à população.
Entre os pontos discutidos, esteve o programa Fila Zero, que busca reduzir o tempo de espera para consultas e exames, ampliando o acesso aos serviços básicos.
“Viemos apresentar as principais demandas de Lauro de Freitas e garantir avanços importantes na área da saúde, especialmente nas ações que a população mais precisa. Nosso compromisso é com uma saúde mais digna, acessível e humana para todos”, afirmou a prefeita, que estava acompanhada do deputado federal Leo Prates (PDT) e da secretária municipal da Saúde, Elba Brito.

Foto: Divulgação / Prefeitura de Lauro de Freitas
Nas redes sociais, Debinha, como também é conhecida, prometeu divulgar pontos positivos decorrentes do encontro. “Estou levando muitas novidades para Lauro de Freitas, inclusive algumas que a população sonha há muito tempo. É a saúde chegando perto de quem precisa”, disse.
Durante a reunião, também foram discutidos gargalos do sistema municipal identificados nos primeiros meses da gestão. A prefeita entregou relatórios com dados do atendimento básico e reforçou a importância de parcerias com o governo federal para fortalecer a rede de saúde local.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.