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Walter Viterbo da Silva Neto
Lula aos 81 anos: estresse, saúde mental e mais quatro anos na Presidência
Foto: Acervo pessoal

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O desafio pode fazer bem. O risco está na pressão sem recuperação — e isso vale para qualquer pessoa que trabalhe sob grande exigência depois dos 80.

Multimídia

Cezar Leite afirma que título a Flávio Bolsonaro sofreu ataques por causa das eleições

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O vereador de Salvador Cezar Leite (PL) atribuiu a repercussão da entrega do Título de Cidadão Soteropolitano ao senador Flávio Bolsonaro (PL) ao cenário eleitoral. Em entrevista ao Projeto Prisma, do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (26), ele comparou a homenagem a outras concedidas a figuras nacionais e criticou a tentativa de barrar a solenidade na Justiça.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

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Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

sangue novo

8ª Edição do Festival Sangue Novo chega ao fim com shows de Rachel Reis, Zé Ibarra, Bia Soull e Getúlio Abelha
Foto: Matheus Santana / Bahia Notícias

O Festival Sangue Novo retornou para seu segundo dia de muita música e arte neste domingo (18). Depois de artistas como Céu e Zaynara levarem o público à loucura no sábado, chegou a vez de Rachel Reis, Zé Ibarra, Getúlio Abelha e Bia Soull comandarem a noite. 

 

Considerado um dos maiores palcos do cenário alternativo da música brasileira, o festival já está na sua 8ª edição, trazendo a nova geração do funk, do reggae, do axé, da MPB, do tecnobrega, do jazz, do pop e do beat melody para o cenário histórico e icônico do Trapiche Barnabé, no bairro do Comércio. O Trapiche, que existe desde o século XVIII, é um patrimônio histórico da cidade de Salvador. Ficou bastante conhecido por abrigar o Museu du Ritmo, projeto cultural idealizado por Carlinhos Brown, e, agora, é o palco do já tradicional Sangue Novo. 


 

PALCO MARÉ

No palco Maré, a pista começou cedo, às 16h, com DJ Nate Monaco, que possui mais de oito anos de carreira na cena independente e é amplamente conhecida por trazer sets em vinil, com um foco profundo em brasilidades e ritmos latino-americanos, transitando entre MPB, samba, groove, carimbó, brega, entre outros. A artista volta ao palco novamente durante o intervalo entre os shows de Bia Soull e Getúlio Abelha no palco principal. 

 

A segunda atração do espaço é Ubunto, produtor musical de Salvador com mais de uma década de carreira, que traz a música eletrônica para perto de expressões artísticas da música brasileira. O artista possui diversas colaborações ao longo da carreira com nomes como Gilberto Gil, Fafá de Belém e Adriana Calcanhotto. O DJ fica responsável pelas "pickups" durante o intervalo entre os shows de Getúlio Abelha e Zé Ibarra, e Zé Ibarra e Rachel Reis. 

 

Para fechar a programação do Palco Maré, DJ Rick Nogueira fica responsável por manter a animação do público até o último segundo. O DJ traz seu estilo versátil e energético na discotagem baiana. Segundo o artista, seu maior diferencial é possuir a habilidade de ler o público e, assim, saber exatamente o que tocar em cada momento do seu set, de acordo com a necessidade da plateia. 


 

PALCO TIM

Abrindo os trabalhos no Palco TIM, Bia Soull vem diretamente do Paraná, fazendo sua estreia no festival, trazendo o seu último álbum, “Pornografia Auditiva”, de 2026, para o palco do Sangue Novo. Considerada uma das maiores revelações do funk e fora do eixo Rio e São Paulo, considerado tradicional do gênero, a artista traz erotismo, humor e versos provocativos, celebrando a sexualidade e reforçando a liberdade feminina. 

 

A cantora paranaense destacou sua emoção de estar em Salvador pela primeira vez e, em entrevista ao Bahia Notícias, explicou o sentimento de estar estreando no festival, trazendo um gênero diferente do que o público baiano está acostumado. “Eu estou muito feliz. É minha primeira vez em Salvador. A gente já chegou com os dois pés na porta. Fiquei muito feliz com o convite do Sangue Novo. Eu sou uma artista nova na cena, eu sou um sangue novo. Então achei muito bonito eles me trazerem”, afirmou a cantora. “Acho que o público da Bahia está acostumado com um outro tipo de musicalidade, vocês têm outro ritmo, que eu amo, inclusive, adoro. É um público novo, acho que ainda tenho que conquistar mais vocês”, brincou a artista. 

 

Foto: Matheus Santana / Bahia Notícias

 

Seguindo a programação, Getúlio Abelha chega em solo soteropolitano, trazendo toda sua alma piauiense para sua performance. O cantor agitou a noite com os maiores sucessos do seu álbum “Autópsia+”, mesclando forró, brega, punk e rock em um espetáculo teatral e irônico. Conhecido por fazer um show bem teatral, o artista conversou com o Bahia Notícias sobre seu estilo musical, que funde diversos gêneros musicais, criando algo único. “Eu gosto de colocar tudo no liquidificador e entender o que cabe com o quê. Geralmente eu não penso nos limites disso e, atualmente, desde o Autópsia para cá, eu tenho começado as músicas pelos instrumentais mesmo. Eu deixo a letra para a última hora. Então, eu realmente tenho pensado mais pela música, pela produção e quais estilos misturar. Mas também vou me aquietar um pouco disso. No próximo álbum, eu vou fazer uma coisa: vou continuar trazendo ritmos do Norte e Nordeste, mas sem experimentar muito com outros estilos”, explicou o artista, trazendo uma prévia do seu próximo trabalho de estúdio. 

 

“Eu sinto que eu sempre estou procurando algum espaço meio vazio no que está acontecendo dentro da música brasileira para também entrar por esse caminho. Afinal, eu acho que é legal eu contribuir de outras formas. Se eu vejo que algo está rolando, eu falo: "Ah, então tem um espaço para eu estar trabalhando nisso". E aí é bom porque, no geral, essa cena de músicos independentes acaba se complementando e trazendo coisas novas”, destacou o cantor. 

 

Foto: Matheus Santana / Bahia Notícias

 

A maratona de shows continua com uma apresentação refinada do carioca Zé Ibarra, que traz ao palco o repertório do seu último álbum, “Afim”, que navega entre a MPB, o jazz, o pop além de experimentações sonoras. O trabalho rendeu ao artista uma indicação ao Grammy Latino de 2026, que acontece em novembro. “Esse foi um álbum que ganhou muita força no ao vivo, assim. Eu nem esperava isso, mas, por acaso, com essa galera aí que eu toquei, a gente criou um show. Então, esse foi um álbum que o show fez o álbum, assim. Porque, quando eu lancei, a galera ouviu, gostou e tal, legal. Mas, depois dos shows, eu sinto que começou a haver um boca a boca”, explicou o artista em relação à construção do show. 

 

Zé Ibarra representa a nova geração da música popular brasileira, construindo um estilo elegante e experimental, que transita por diversas vertentes da MPB tradicional. O cantor não escondeu a paixão pela capital baiana, destacando que gosta de trazer seus projetos para a cidade. “Eu amo Salvador, eu gosto de vir para cá, me sinto bem. Salvador tem um negócio que, parece papo de hippie, mas não é: É uma coisa meio de energia mesmo. Minha avó também é baiana. Toda vez que eu venho, eu me sinto feliz”, disse o artista. 

 

Foto: Matheus Santana / Bahia Notícias

 

Para fechar com chave de ouro a programação do Palco TIM, a feirense Rachel Reis, a artista mais aguardada da noite, traz toda sua musicalidade e sua ‘maresia’ para o público do Sangue Novo. A sereiona retorna ao festival para apresentar a “Divina Tour”, show que surgiu pelo disco Divina Casca de 2025. Trazendo uma mistura de axé, afrobeats, reggae e pop eletrônico, a cantora promete arrastar o público do Sangue Novo ao som de faixas recentes e hits marcantes como ‘Motinha’ e ‘Brasa’, fechando o line-up do Palco TIM pela 8ª edição do festival.

 

Rachel Reis é considerada uma das principais vozes da música contemporânea baiana, título que a cantora recebe com carinho. “Eu fico muito feliz de fazer parte dessa geração, desse movimento novo que vem de um lugar muito genuíno ali, de uma construção, de uma interseção de universos”, destacou. A plateia não deixou de cantar junto com a artista, confirmando o posto de principal artista da noite. 

 

“Eu sinto que existe uma profundidade, algo muito grande nessa música, que a base dela é a Bahia, é a raiz dela, mas ela está aberta ao mundo. Então, eu sinto que a minha música, ela vem muito nesse sentido. Eu tenho uma raiz muito fincada pela minha vivência, pelas minhas experiências na infância, na adolescência, por ser baiana. Isso faz toda diferença na minha linguagem, na minha construção”, explicou a cantora.

 

Foto: Matheus Santana / Bahia Notícias

Sangue Novo anuncia Céu como primeira atração confirmada no festival
Foto: Reprodução / Instagram @ceu

O Festival Sangue Novo, que começou em 2015 em Salvador, anunciou nesta quarta-feira (29) a cantora Céu como a primeira atração confirmada na edição de 2026. Com as vendas sendo realizadas pela plataforma Sympla, o evento acontece nos dias 17 e 18 de outubro no Trapiche Barnabé.

 

 

Essa é a oitava edição do festival, que construiu uma identidade baseada na valorização do cenário da música independente. Além disso, o evento possui o compromisso com a diversidade artística e cultural. Segundo eles, a curadoria reúne 75% de artistas negros, mulheres e representantes da cena LGBTQIAPN+, além de contar com 60% de atrações nordestinas.

 

Céu traz a turnê que celebra os 20 anos do seu disco de estreia, auto-intitulado "Céu", que atravessou gerações e reinventou a MPB ao misturar soul, trip hop, reggae, samba e música urbana com uma identidade única.

 

As próximas atrações vão ser divulgadas nas próximas semanas. Até o momento, o único nome divulgado foi o da cantora Céu. Esse cenário não é novidade no festival, que costuma vender lotes "no escuro", para que o público consiga comprar ingressos por um valor abaixo do preço convencional, já que ainda não possui a lineup completa.

Ovacionados pelo público, Os Garotin apresentam novo álbum no Festival Sangue Novo
Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias

Ovacionados pelo público, o trio Os Garotin deixou o palco do Festival Sangue Novo em meio a salvas de palmas e gritos dos presentes, neste sábado (19). Após um ano do primeiro show do grupo em Salvador, Cupertino, Anchieta e Léo Guima apresentaram pela primeira vez o novo álbum “Os Garotin de São Gonçalo” na capital baiana. 

 

 

Com show enérgico e sensual, o trio chegou ao palco com o single “garota” e seguiu quase ininterruptamente com as musicas “curva escura”, “absurdo” e “estranha vontade louca”.

 

Composto por três artistas autênticos e diferentes entre si, Os Garotin também se dedicam para manter sua individualidade em meio ao grupo e nesse show não foi diferente. 

 

No meio do show, os três apresentaram seus sets solo com às musicas: “Pele Marrom”, do Anchieta; “Mais Uma História de Amor”, do Cupertino; e “Só Vem” e "Carinha de Neném", do Leo Guima. 

 

Ao Bahia Notícias, os artistas fizeram uma comparação com o primeiro show deles na capital, realizado no Rio Vermelho em 2023. “Energia completamente diferente, a plateia cantando”, disse Leo Guima. 

 

Esteve na setlist também a colaboração do trio com o baiano Caetano Veloso: “Nossa Resenha”. Ao final do show, o grupo contou sobre o desejo de trabalhar com mais baianos. Ao se dizerem grandes admiradores da musica baiana, eles apontaram três nomes para colaborar: Melly, citada por Anchieta; Leo Santana, citado por Leo Guima; e Ivete Sangalo, citada por Cupertino. 

 

Ao final do show, a interação da plateia chegou no seu auge. Sem pressa de se despedir, os fãs do grupo fluminense pediram bis e foram atendidos com uma das músicas mais aguardadas: “Queda Livre”, primeiro single oficial do trio. Ao final da música os artistas foram aplaudidos por cerca de cinco minutos, incluindo por colegas e outros artistas no local, como Jota.pê, que havia se apresentado anteriormente, e a cantora Liniker, como ouvinte.

 

Chibatinha, do ÀTTOOXXA, surpreende ao subir ao palco em apresentação de Jota.pê: "A gente aprende"
Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias

Uma atração conhecida pelo público baiano subiu ao palco do Festival Sangue Novo, neste sábado (19), como parte da banda do cantor Jota.Pê. Chibatinha, um dos integrantes do grupo baiano Àttooxxa, ajudou a embalar o público com os sucessos do paulista. 

 

Ao BN, Chibatinha, que também aproveitou o show de Joyce Alane, comentou sobre a importância de assistir as apresentações de colegas. "O trabalho dos amigos é super importante, dá força e a gente também aprende", explicou.

 

Com Joyce, o Àttooxxa gravou a canção "Pra Variar", faixa que faz parte do álbum “Tudo é Minha Culpa”. Presentes recentemente na ação da Coca Cola em Salvador, com um show gratuito no Jardim de Alah ao lado da banda Filhos de Jorge, Chibatinha compartilhou como foi a experiência.

 

"Foi massa, é, a gente já tinha feito no The Town ano passado e esse ano fazer em Salvador. Pra gente é super, importante pra cidade também, né? As marcas estarem de olho aqui na nossa cidade e sair meio que do eixo, né? Que eles chamam de eixo. E tá aqui comentando o futuro e trazendo a marca em si pra Salvador, que é Salvador sempre com uma grande potência, né? Então, é mais do que justo ser aqui, né?".

Indicado ao Grammy Latino, Jota.pê agita Festival Sangue Novo e comemora conquistas de novo álbum
Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias

Sob a premissa de que o “swing mora no ancestral e que a onda nos leva a Salvador”, o cantor paulista, João Paulo Gomes, o Jota.pê, iniciou o show homenageando a cidade de Salvador com a  música “Tá Aê”, composta ao lado de Theodoro Nagô. 

 

 

O cantor subiu ao palco com um violão e tocou uma sequência animada, que terminou em seu ápice com “Garoa”. Em seguida, a musica escolhida foi um cover de “A Ordem Natural das Coisas”, do rapper Emicida. 

 

O repertório do show foi particularmente voltado para o álbum “Se o Meu Peito Fosse o Mundo”, que estreou em março deste ano. Lançado nove anos depois do primeiro álbum da carreira, Jota.pê conta que se surpreendeu com a recepção do projeto.

 

“Eu fiquei muito surpreso do público receber tão rápido as músicas novas. Estou muito animado, tenho tocado em vários estados, lugares, países e tenho visto muita gente cantando já as músicas, enfim, está sendo bem legal curtir esse disco", afirmou ao BN. 

 

Este mesmo álbum também o colocou na mira da mídia especializada, resultando em uma tripla indicação ao Grammy Latino, nas categorias Melhor Álbum de Musica Popular Brasileira/Musica Afro-brasileira; Melhor Álbum de Engenharia de Gravação; Melhor Canção em Língua Portuguesa, com o single “Ouro Marrom”

 

Sobre as indicações , o artista detalha que “Eu realmente fiquei muito surpreso, muito feliz. Se ganhar vai ser maravilhoso, mas quando eu paro pra olhar as pessoas que estão concorrendo comigo, a categoria de melhor álbum, eu estou concorrendo com Djavan, Marisa Monte, Elza Soares. Eu estou concorrendo na melhor canção com Criolo, Alaide, então, pra mim, eu acho que só de estar entre os cinco de cada uma delas, três vezes, já é um baita prêmio”

 

“Se ganhar melhor ainda, mas eu tô muito feliz com a indicação e eu vou curtir muito essas indicações”, completa. 

 

Além das músicas do próprio repertório, Jota.pê homenageou o próprio duo, o ÀVUÀ, ao lado da cantora Bruna Black. Juntos musicalmente desde 2019, o artista contou ao Bahia Noticias que a parceria é especial, já que ambos podem explorar diferentes musicalidades juntos. 

 

“A nossa junção realmente gerou coisas que a gente só é capaz de fazer juntos. E aí é muito doido porque quando eu estou. E ela tá com o trabalho solo dela também, eu acho que a mesma coisa acontece. Existem coisas que eu só sou capaz de experimentar porque eu tô sozinho e ela também”, definiu.

No Sangue Novo, Joyce Alane celebra primeiro show em Salvador
Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias

Primeira atração do line-up principal do Festival Sangue Novo neste sábado (19), a pernambucana Joyce Alane se apresentou pela primeira vez em solo soteropolitano. Admiradora da cidade, a cantora encantou ao público com o repertório do álbum.

 

“Salvador eu estou muito animada porque o pessoal pedia. Eu nunca fiz um show meu aqui, né? Vai ser a primeira vez. Então, eu estou bem animada. Eu adoro Salvador. Já vim umas oito vezes pra turistar, conhecer, compor, mas nunca tinha vindo pra fazer um show. Então, é a primeira experiência”, conta a artista. 

 

Ao som de hits como “Leão”, “Idiota Raiz”, em colaboração com o conterrâneo João Gomes, “Tudo É Minha Culpa”, a pernambucana embalou os fãs soteropolitanos e impressionou a todos com os vocais.

 

“Eu acho que cada vez mais eu tenho valorizado a música brasileira, sabe? Quando as pessoas perguntam o que é que tu toca, eu falo música brasileira. No meu álbum você vai achar uma música com referência de xote, referência de samba, referência de brega e referência do pagodão”, ressalta a artista. 

 

Joyce Alane tem 26 anos e é pernambuca, natural de Recife. A artista se tornou conhecida a partir das redes sociais, quando passou a produzir conteúdo musical com o projeto “ME DÁ UMA LUZ”, onde escrevia músicas e poemas com palavras enviadas pelos seguidores. 

 

Na plateia, os amigos e cantores Jota.Pê, previsto pra tocar logo em seguida, e Chibatinha, do grupo ÀTTOOXXÁ, acompanharam o show desde o inicio. Juntos, Joyce e o grupo ÀTTOOXXÁ possuem colaboração na musica “Pra variar”, presente no álbum ‘Tudo é minha culpa’ da artista. 

 

“Essa música, que pra variar que eu fiz com ÀTTOOXXÁ, ela nem ia pro álbum. Eu falei, ‘não, eu só boto ela no álbum se eu tiver uma colaboração que dê essa cara, esse molho’, sabe? E aí eu pensei logo em ÀTTOOXXÁ. Eu não conhecia os meninos pessoalmente, mas eles gostaram da música, agregaram muito. O RDD concluiu a produção que tinha sido iniciada lá em Pernambuco, então foi massa. Eu pretendo muito mais, eu gosto muito do som daqui”, fala.

 

Ao Bahia Noticias, Joyce contou sobre o desejo de trabalhar com outros artistas baianos, em especial, a cantora Rachel Reis e a banda Timbalada.

 

“Eu sou apaixonada por Raquel Reis, eu adoro Timbalada, eu tenho conversado com os meninos, então eu tô muito animada. Cada vez mais eu quero agregar”, revelou. 

 

Como despedida, a cantora aproveitou o show do colega Jota.pê para um fã meeting com alguns dos presentes no público.

Ana Cañas é primeira atração confirmada na 2ª edição do Festival Sangue Novo
Foto: Reprodução / Caroline Bittencourt
A cantora paulista Ana Cañas é a primeira atração confirmada para a 2ª edição do Festival Sangue Novo, que acontece no dia 17 de dezembro, no Museu Du Ritmo, em Salvador. Ana traz para a capital baiana pela primeira vez o show do seu quinto álbum “Tô na Vida". “O show já tem um ano e meio de estrada, é um show mais pesado, mais rock’n’roll mesmo, com um power trio alucinante. Como já temos esse tempinho rodando, o show já adquiriu algumas características novas, músicas que não estavam no repertório inicial”, conta a artista. De acordo com a organização do festival, a programação completa, valores dos ingressos e pontos de venda será divulgada ainda neste mês de outubro. Em sua segunda edição, o festival privilegia artistas e bandas da nova música popular brasileira.

Serviço
O que: 2ª edição do Festival Sangue Novo
Quem: Ana Cañas e outros artistas que ainda serão anunciados.
Quando: 17 de dezembro, Sábado
Onde: Museu Du Ritmo, Comércio, Salvador

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Depois das eleições, o fogo amigo começou mais rápido do que eu imaginava. Enquanto isso, cada um se desobriga a ter coerência e vai tentar garantir o seu quinhão. Difícil tá a vida do Ferragamo, com o clima nos bastidores da prefeitura. Mas o lado do Cacique também não está tão tranquilo assim. E lógico que o primeiro alvo já foi definido. E nem o Correria escapa em Brasília. Já na Câmara, sobrou pra Mumu dizer amém pra Missa Filho. Só falta descobrir quanto tempo o clima de paz vai reinar. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Valdemar Costa Neto

Valdemar Costa Neto
Foto: Reprodução / CNN Brasil

"Não gostei".


Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior. 
 

Podcast

Projeto Prisma entrevista o vereador de Salvador Cezar Leite nesta segunda

Projeto Prisma entrevista o vereador de Salvador Cezar Leite nesta segunda
Foto: Projeto Prisma
O vereador de Salvador, Cezar Leite (PL), é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira (26). O programa é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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