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Adriano Sampaio
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?

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Multimídia

Mansur diz que candidatura feminina no PSOL deve ser decidida pelas mulheres

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O candidato ao Governo da Bahia pelo PSOL, Ronaldo Mansur, afirmou que a legenda tem ampliado a participação feminina nas disputas majoritárias, mas é necessário que "as mulheres decidam" disputar um lugar na majoritária. A declaração ocorreu durante entrevista à série especial “Vota BN”, do Projeto Prisma, do Bahia Notícias, com Fernando Duarte. Para ele, a escolha precisa partir das próprias integrantes do partido.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

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Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

safra

Agro obtém vitória no Senado com aprovação de projeto que garante seguro rural com taxas de juros menores
Foto: Ton Molina/Agência Senado

Na noite desta quinta-feira (3), último dia do esforço concentrado do Congresso Nacional, o Senado aprovou o PL 2951/2024, de autoria da senadora Tereza Cristina (PP-MS), que reformula e aperfeiçoa as regras do seguro rural. O projeto segue agora para a sanção presidencial.

 

A votação ocorreu após um acordo com o governo federal sobre o impacto das novas despesas previstas na proposta. Pelo texto aprovado, os recursos para a subvenção ao prêmio do seguro passam a ter caráter obrigatório, mas a execução fica condicionada à adoção de medidas de compensação fiscal.

 

O projeto, que também foi aprovado pela Câmara e retornou ao Senado por terem sido feitas modificações por deputados, estabelece, por exemplo, que as apólices do seguro rural deverão informar os documentos necessários para a regulação dos sinistros, os prazos para comunicação da colheita ou liberação da área e os procedimentos para a análise das perdas.

 

Já para sinistros que não dependam de vistoria presencial relacionada à colheita, a seguradora terá prazo de até 15 dias para fazer a regulação. A liquidação do sinistro deverá ocorrer em até 30 dias após a entrega da documentação exigida ou, quando necessária, da realização da vistoria.

 

Outra mudança feita pelo relator no Senado, Jaime Bagattoli (PL-RO). é a possibilidade de o seguro rural integrar o conjunto de garantias das operações de crédito rural. A apólice poderá prever, por exemplo, a cessão dos direitos e das indenizações à instituição financeira credora e a definição do banco como primeiro beneficiário da indenização em caso de sinistro.

 

O texto de Bagattoli ainda prevê incentivos para operações de crédito rural protegidas pelo seguro, como condições favorecidas de juros, prazos e limites, prioridade para acesso ao crédito, inclusive em casos de prorrogação ou renegociação, e financiamento do prêmio do seguro.

 

A senadora Tereza Cristina comemorou a aprovação do projeto depois de ter passado também pela Câmara. Tereza Cristina lembrou no plenário que os produtores rurais estavam ansiosos pela aprovação, já que o seguro rural hoje existente no Brasil não resolve os problemas da agricultura moderna, tecnológica e sustentável do Brasil atual.

 

“As mudanças vão contribuir para a estabilidade da renda agrícola (é isso que nós precisamos) e também para a segurança alimentar do nosso país, reduzindo a vulnerabilidade do produtor, estabilizando as cadeias produtivas e fortalecendo a resiliência do setor frente às mudanças climáticas”, disse a parlamentar.

 

Na mesma linha, o relator disse que a aprovação pelo Senado era urgente porque neste mês de setembro se inicia o período de plantio da principal safra do ano, por conta da chegada das chuvas. Segundo Bagatolli, para garantir acesso ao seguro, o produtor precisa contratar a apólice e definir os custos da produção antes do plantio.

 

“O plantio de soja em Mato Grosso já se inicia no dia 17, então se nós não corrêssemos com isso, não teríamos o seguro para nossa safra de verão, e só  iria valer a partir do ano que vem, 2027, na safrinha”, disse o relator.  

 

Em seu texto, o senador Jaime Bagattoli manteve a criação de mecanismos para ampliar a participação do setor privado na política de seguro. O Fundo destinado à cobertura suplementar dos riscos poderá ter como cotistas seguradoras, resseguradoras, empresas da cadeia do agronegócio e cooperativas de produção agropecuária. A participação desses agentes será facultativa.

 

O projeto prevê ainda a criação de bancos de dados públicos com informações sobre as operações de seguro rural, com o objetivo de facilitar o desenvolvimento de novos produtos e políticas para o setor.

 

Outro ponto da proposta é a determinação da participação de representantes de seguradoras, produtores rurais e outros segmentos privados em comissões consultivas do Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural.

 

Em relação ao substitutivo que foi aprovado pela Câmara, o relator no Senado retirou do texto o artigo que permitia o remanejamento de recursos do Proagro (Programa de Garantia da Atividade Agropecuária) para ampliar as dotações do seguro rural. O dispositivo previa que recursos poderiam ser transferidos do programa, desde que preservadas sua capacidade operacional, financeira e atuarial e as operações já contratadas.

 

Na nova redação, as despesas com a subvenção econômica ao seguro rural continuam limitadas ao valor previsto na LOA (Lei Orçamentária Anual), mas passam a depender da observância de medidas de compensação previstas em legislação específica.
 

Operação Safra: Deputado propõe intervenção da SSP nas zonas rurais do Extremo-Sul baiano durante período de colheita
Foto: Seagri / GOV-BA

O deputado estadual Leandro de Jesus (PL) apresentou um projeto de lei na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) para instituir a "Operação Safra Extremo-Sul", voltada ao reforço da segurança pública na zona rural da região. O PL, sob o nº25723/2025, visa combater crimes como invasões de terras, roubos e furtos durante o período de plantio e colheita.

 

Na justificativa do projeto, o parlamentar destaca o aumento expressivo das invasões de propriedades rurais no Extremo Sul da Bahia, o que teria gerado um prejuízo estimado em mais de R$ 500 milhões e a perda de cerca de mil empregos desde 2022.  Trazendo dados da Associação do Agronegócio do Extremo Sul da Bahia, o deputado afirmou que, desde 2022 mais de 81 propriedades foram invadidas.

 

 "Nos últimos anos, a região do extremo sul da Bahia tem sido palco de um preocupante aumento de invasões a propriedades rurais, resultando em expressivos prejuízos econômicos e sociais. Precisamos garantir a tranquilidade dos produtores e trabalhadores = rurais, que têm sido impactados pela falta de segurança e pela ação criminosa organizada", argumentou Leandro de Jesus.

 

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A operação proposta inclui patrulhamento intensivo, uso de tecnologias como drones e viaturas, instalação de bases móveis e ampliação das parcerias com produtores rurais para troca de informações estratégicas. A ideia é criar um modelo de policiamento especializado para atuar de forma preventiva e repressiva diante da crescente violência no campo.

 

A proposta ainda passará pelas comissões temáticas da AL-BA antes de ser apreciada em plenário. Caso aprovada, a "Operação Safra Extremo-Sul" deverá ser conduzida pela Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), em conjunto com a Polícia Militar e a Polícia Civil.

 

Na semana passada, a SSP anunciou a criação de um grupo de trabalho para mediar os conflitos agrários na região do Extremo Sul. A equipe é composta por representantes do governo estadual, da Federação da Agricultura da Bahia (Faeb) e dos povos originários.

Levantamento projeta aumento de 6,7% na produção de grãos na Bahia em 2025; soja deverá crescer 10,6%
Foto: Divulgação/GovBA

A projeção para a safra de grãos do próximo ano é de um aumento de 6,7% na produção, em relação a 2024. As safras de cereais, leguminosas e oleaginosas (que compõe os grãos) deverão ser de 12.140.464 toneladas no próximo ano, frente às 11.381.095 toneladas previstas para 2024, de acordo com o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA).

 

Esse prognóstico se baseia, sobretudo, numa expectativa de que a safra do principal produto agrícola do estado, a soja, será 10,6% maior no próximo ano, passando de 7.532.100 toneladas em 2024, para 8.333.190 toneladas em 2025.

 

Em comparação a primeira estimativa para 2025, houve uma revisão positiva de 5,3% na produção de soja para o próximo ano. A previsão é que o aumento da produção do grão frente a 2024 se dê pelo aumento de 5,5% na área plantada, que passará a ser 2,144 milhões de hectares, e de 4,9% no rendimento médio do produto, que deverá chegar aos 3.888 kg/hectare.

 

A Bahia também deverá ter um aumento de 0,7% na produção de algodão herbáceo, de 1,769 milhão para 1,782 milhão de toneladas, entre 2024 e 2025. O estado deverá concentrar 20,2% da produção de algodão no país, mantendo-se como o segundo maior produtor, atrás apenas de Mato Grosso.

 

Em compensação, a Bahia deverá apresentar quedas em 2025 na produção de milho 1ª safra (-2,9%, chegando a 1,506 milhão de toneladas) e de milho 2ª safra (-0,5% chegando a 762,6 mil toneladas).

 

No Brasil como um todo, o prognóstico para a safra 2025 de grãos prevê uma produção de 314,8 milhões de toneladas, 7,0% maior do que a de 2024, estimada em 294,3 milhões.

Chuvas abaixo da média na Bahia previstas para junho podem afetar safra de milho, aponta Inmet
Foto: Reprodução / Conexão Agrio

A Bahia terá chuvas abaixo da média neste mês de junho, o que poderá reduzir os níveis de umidade no solo e, consequentemente, a produção na safra de grãos 2023/24, em especial, o milho. A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indica que o cenário de baixas chuvas deve se repetir em diversos estados da região Nordeste e parte do Norte, em especial, as áreas do sistema produtivo Matopiba (região que engloba os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia).

 

Considerando o prognóstico climático do Inmet para junho de 2024 e seu possível impacto na safra de grãos 2023/24, essa falta de chuva deve ser ainda mais severa em áreas dos estados do Piauí e Bahia, “ocasionando restrição hídrica para o milho segunda safra”.

 

De acordo com a previsão do Inmet, além do interior do Nordeste brasileiro, as regiões Centro-Oeste e Sudeste, bem como o sul da Região Norte, e oeste da Região Sul, têm previsão de chuvas próximas e abaixo da média climatológica. No entanto, o Instituto ressalta que, nesta época do ano, há uma tendência de redução das chuvas na parte central do Brasil.

 

Por outro lado, o mês de junho deve ter chuvas acima da média na faixa norte da Região Norte, leste da Região Nordeste, além de áreas pontuais do Maranhão, Piauí e Ceará, associadas ao aquecimento do Atlântico Tropical. Ainda de acordo com o prognóstico climático do Inmet para junho de 2024, a previsão é de chuvas acima da média na faixa norte e leste da Região Nordeste - diferente do cenário de Piauí e Bahia. Isso deve gerar bons índices de umidade no solo e, consequentemente, deve beneficiar a semeadura e o início do desenvolvimento do milho e feijão terceira safras.

 

TEMPERATURA

A previsão do Inmet indica que as temperaturas deverão ser acima da média em todo o país, principalmente na porção central, devido à redução das chuvas, com possibilidade de ocorrerem alguns dias de excesso de calor em algumas áreas. Nas regiões Norte e Nordeste, as temperaturas podem ultrapassar 26ºC.

 

Na Região Centro-Oeste e norte da Região Sudeste, as temperaturas devem variar entre 20ºC e 24ºC, enquanto a Região Sul, são previstos valores menores, inferiores a 20ºC. Já em áreas de maior altitude da região sul e sudeste, são previstas temperaturas próximas ou inferiores a 14ºC.

 

“Não se descartam a ocorrência de geadas em algumas localidades, especialmente aquelas de maior altitude, devido à entrada de massas de ar frio que podem provocar declínio de temperatura, o que é muito comum nesta época do ano”, completou o Inmet.

Safra baiana de grãos 2023/2024 tem previsões de aumento para soja e algodão, mas com queda do milho
Foto: Wenderson Araújo / CNA

 

A previsão de aumento na produção da soja (7,5%), algodão (2,3%) e o sorgo (12%), em comparação com a safra anterior, foi interpretada de maneira positiva pela Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), que faz a coleta e divulgação dos dados. Na contramão dos outros grãos, o milho, no entanto, deve recuar 15%.

 

A Safra 2023/2024, já iniciada no Oeste baiano, tem projeções de aumento de 7,5% da área destinada à cultura, estimada em 2 milhões de hectares. O algodão deve ocupar uma área total de 312 mil hectares, registrando aumento de 2,3%. Em detrimento ao milho, os produtores devem ampliar a área dedicada ao sorgo em 12% neste período, atingindo 190 mil hectares. Já para o milho, a área dedicada deve ser 39% menor, chegando a 135 mil hectares.

 

De acordo com os dados levantados pelo núcleo de Agronegócio da Aiba, até o momento, 6,5% da área total estimada para a soja já foi plantada, com as condições climáticas desempenhando um papel essencial nas últimas semanas.

 

A falta de chuvas tem diminuído o ritmo da semeadura e a expectativa é que o planejamento prossiga de maneira uniforme, concentrando-se nas janelas climáticas específicas entre o início e meados de novembro.

 

Vale lembrar que a cultura de grãos do Oeste baiano representa uma grande parcela do Produto Interno Bruto (PIB) baiano. Em 2022, 67% do Volume Bruto de Produção (VBP) da Bahia veio desse setor.

 

A região é a principal produtora de oleaginosas do estado, produzindo em larga escala soja, milho, algodão, café, arroz, fruticultura e feijão, destacando-se também o cacau irrigado, mas as culturas que mais se destacam são: algodão, milho e soja.

Safra baiana de grãos em 2023 é estimada em 12,1 milhões de toneladas
Foto: Divulgação / SEI Bahia

A colheita de cereais [milho, por exemplo], oleaginosas [soja, por exemplo] e leguminosas [feijão, por exemplo] na Bahia deve alcançar 12,1 milhões de toneladas. Os dados são referentes a setembro passado a partir do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), realizado pelo IBGE, e sistematizado pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI).

 

A previsão pode representar um avanço de 6,9% ante a safra de 2022, apontada como a melhor da série histórica do levantamento para o conjunto de produtos pesquisados.  O destaque deve vir do algodão [caroço e pluma] com safra estimada em 1,74 milhões de toneladas, uma expansão de 29,1% em relação ao ano passado. A área plantada com a fibra aumentou 25% para 363 mil hectares em relação à safra de 2022.

 

Já a soja deve representar 7,57 milhões de toneladas, alta de 4,5% ante 2022. A área plantada com a oleaginosa no estado ficou projetada em 1,9 milhão de hectares. Segundo a SEI, as duas safras anuais do milho podem alcançar 3,09 milhões de toneladas, alta de 8,9% na comparação anual.

 

As baixas da colheita baiana devem ficar com batata-inglesa [-6,3%], laranja [-2,9%], cana-de-açúcar [-2,3%] e feijão [-2,1%]. 

Bahia deve colher 13,5 milhões de toneladas em safra 2022/2023; mamona ganha destaque
Mamona | Foto: Adalberto Francisco Cordeiro Júnior/ Embrapa

A Bahia deve colher 13,5 milhões de toneladas de grãos na safra 2022/2023, um aumento de 12,1% em relação ao período anterior. O dado foi divulgado nesta quarta-feira (16) e faz parte do 11º Levantamento da Safra de Grãos da Conab. Antes, a previsão era de 12 milhões de grãos colhidos.

 

Segundo a Conab, o destaque baiano vai para a safra de mamona que pode ter mais de 100% de aumento. O produto tem quase 90% de toda a produção estadual na região de Irecê, no Centro Norte baiano. Com isso, o salto deve sair de 42,8 mil para 91,4 mil toneladas de mamona, um incremento de 113,6%. Influenciou na produção o aumento em hectare plantado que passou de 47,6 mil ha para 50,8 mil ha.

 

Outro destaque foi a produção de sorgo, que teve aumento da área plantada de 6,7%. A produção do cereal deve subir de 280,3 mil para 414,7 mil toneladas (+47,9%) na safra atual.

 

MILHO

Outro produto com destaque foi o milho. No Brasil, a segunda safra de milho deve ter o maior desempenho na série histórica, com aumento de 64,3% da área plantada. Caso seja confirmado, o volume estimado para a segunda safra de milho ultrapassa as 100 milhões de toneladas. Em todo país, a Conab prevê uma colheita de grãos de 320,1 milhões de toneladas na safra 2022/2023.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Do jeito que as coisas vão, não sei se o Soberano chega inteiro em outubro. Mas não foi o único que levou bola nas costas também. Tiveram que recorrer até ao passado pra lembrar da conexão entre o Pernambucano e o Capitão, por exemplo. Enquanto isso, o passado deixa outros tristes. Não é, Ferragamo? Mas o futuro também tira o sono de alguns. Alice no País das Maravilhas, por exemplo, já tem seu plano B. Saiba mais!

Pérolas do Dia

André Viana

André Viana
Foto: Antena 1 Salvador

"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade". 


Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o candidato ao governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) nesta segunda

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A sabatina faz parte da série especial "Vota BN", dedicada a sabatinar as principais lideranças políticas na disputa pelo Executivo estadual e pelo Senado nas eleições de 2026. O programa é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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