Artigos
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?
Multimídia
ACM Neto reage ao voto Lula-Neto e acusa PT de pressionar eleitores: “Não é dono do voto de ninguém”
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
sabatina globonews
O ex-governador de Goiás e candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) defendeu a anistia aos condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 e afirmou que pautará a medida logo no primeiro dia de mandato, caso eleito. Para ele, a anistia serviria para "pacificar" o país e removeria o assunto da agenda política nacional.
A declaração foi dada em sabatina da GloboNews. Questionado se considera que os atos configuraram uma tentativa de golpe de Estado, Caiado evitou responder e comparou o caso à anulação das condenações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Segundo o candidato, a anistia não viria isolada, mas dentro de um pacote de medidas a ser enviado no início do governo. "Essa medida não estará sozinha, estará junto a dezenas de medidas que tomarei, como várias reformas que trarei no meu primeiro dia. Essa medida tem o sentido de pacificar o país, nós não podemos mais conviver com o que estamos vivendo, é impossível hoje. É uma briga inútil, que só traz desgastes. Eu tenho a consciência de que, no momento em que eu promover a anistia, esse assunto sai da pauta e vamos viver um outro momento, de pautas que sejam relevantes para as pessoas", disse.
Caiado afirmou que pretende encaminhar várias reformas como primeiros atos de governo, entre elas a administrativa e uma revisão da reforma da Previdência aprovada no atual mandato. "Eu tenho anistia, lei antiterrorismo, reforma administrativa, reforma política, revisão de pontos da reforma tributária. Eu vou trabalhar do dia 25 de outubro até o dia 1º de janeiro com toda a equipe que estou montando para ter tudo isso para encaminhar no primeiro dia. Não é aquilo de matéria fatiada, não, eu vou mandar tudo", detalhou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.