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Após dois anos de investigação, a Polícia Civil de Pernambuco (PC-PE) identificou os autores do incêndio criminoso que destruiu parcialmente as casas de veraneio de Antônio Rueda, presidente nacional do União Brasil, e de sua irmã, Emília Rueda. O caso ocorreu na Praia de Toquinho, no município de Ipojuca.
As investigações apontaram que o ataque, inicialmente tratado como possível motivação política, teria sido articulado por um grupo formado por pessoas com vínculos familiares e profissionais próximos.
De acordo com a polícia, duas diaristas e dois seguranças foram indiciados pelo crime. A corporação também trabalha com a hipótese de que haja um mandante, mas, até o momento, nenhum dos investigados detalhou como a ação foi executada nem indicou quem teria encomendado o incêndio.
Segundo a Polícia Civil, todos os indiciados possuem algum tipo de relação familiar entre si. O incêndio ocorreu em 11 de março de 2024 e destruiu parcialmente as duas residências localizadas na Praia de Toquinho.
Durante a apuração, investigadores observaram que não havia sinais de arrombamento em uma das casas atingidas pelo fogo, o que levantou a suspeita de que os responsáveis pelo crime tinham acesso ao imóvel.
As informações são do Metrópoles.
O presidente do União Brasil, Antonio Rueda, se reuniu e participou de uma reunião com um chefe da facção PCC, em uma negociação de venda de empresa de gás. O dirigente da sigla teria atuado como intermediário na negociação.
O processo está associado a um mega-esquema de lavagem de dinheiro que atendia ao PCC, segundo o ICL Noticias. Relatos de três líderes do mercado, em formato anônimo, indicaram que Rueda convidou, em abril de 2024, um executivo do setor de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) para reunião em Brasília com Roberto Augusto Leme da Silva – que se apresentou na ocasião como investidor da TankGás.
Na ocasião, Roberto Leme, conhecido como “Beto Louco”, e Mohamad Hussein Mourad, apelidado de “Primo”, são apontados pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) como lideranças de uma rede de lavagem de dinheiro por meio de fraudes fiscais no setor de combustíveis e uso de fundos de investimentos da Faria Lima. Os dois estão foragidos da Justiça.
De acordo com a reportagem, ambos atuavam no mercado de GLP, conhecido popularmente como gás de cozinha. Com Rueda, a dupla viajava em jatos executivos operados por uma mesma empresa de aviação, a TAP (Táxi Aéreo Piracicaba), conforme depoimento prestado à PF pelo piloto e ex-funcionário da TP, Mauro Mattosinho. Segundo ele, o presidente do União é sócio oculto de quatro aeronaves ligadas à empresa.
Rueda negou as informações e disse que não participou de qualquer reunião relacionada à TankGás
“Repudio de forma veemente essas insinuações levianas e politizadas. Desconheço qualquer reunião ou tratativa mencionada e nego, categoricamente, qualquer vínculo com o que foi citado. [...] Nunca tive nenhuma reunião sobre esse tema, não conheço essa empresa. Não considero sério esse tipo de ilação. Trata-se de uma tentativa de criar fatos inexistentes, sem base ou responsabilidade. Minha trajetória empresarial e política é pautada pela transparência, responsabilidade e trabalho”, disse o líder do partido.
Um documento mostrou que o presidente do União Brasil, Antonio Rueda, reservou por um ano uma suíte de hotel em São Paulo para o ex-presidente da Câmara de Vereadores da capital paulista, Milton Leite. Segundo o Metrópoles, no documento acessado, Rueda teria reservado o quarto 1502 para Leite, no hotel George V, entre os dias 01/05/2022 até 01/04/2023.
“A suíte saiu do pool a pedido do Sr. Antonio Rueda, para uso do Sr. Milton Leite, a qualquer momento e necessidade, dentro desse período, com livre acesso à unidade”, diz um trecho do registro da administração acessado pelo Metropoles.
Após a informação do aluguel, o ex-vereador comunicou que a informação seria “mentirosa”.
“Desconheço. Quarto de hotel nunca tive à disposição. Alguém está mentindo. Eu não durmo fora de casa em São Paulo, de jeito nenhum. Tenho minha casa, para que eu precisaria de quarto de hotel?”
No entanto, após receber o documento, o ex-edil voltou atrás e revelou que esteve no estabelecimento por “algumas vezes” para encontrar com Bivar.
“Estive algumas vezes nesse hotel, não me lembro o nome da suíte, para encontrar o senhor Bivar — na suíte, no hall ou num café. Não sei dizer”, afirmou.
Já Rueda afirmou que o local “em questão nunca esteve sob sua responsabilidade”. Ele ainda alegou que as acusações ocorrem após a decisão do União em deixar a base do Governo Federal e do presidente Lula.
“Antonio Rueda mantém com o Sr. Milton Leite uma relação estritamente partidária. O apartamento em questão nunca esteve sob sua responsabilidade. Conforme amplamente conhecido, Luciano Bivar, proprietário de mais de 30 unidades nesse edifício (em seu nome e de empresas ligadas a ele), utilizou o imóvel durante sua pré-campanha à Presidência da República em 2022, cedendo-o a diversos políticos de seu interesse”, informou por meio de nota.
Aviões que seriam atribuídos ao presidente do União Brasil, Antônio Rueda, estão avaliados em pelo menos R$ 60,4 milhões, conforme documentos da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).
Rueda é alvo de investigação da Polícia Federal no âmbito da Operação Tank, que integra a Operação Carbono Oculto. A apuração busca identificar possíveis conexões da facção Primeiro Comando da Capital (PCC) com setores de combustíveis e do mercado financeiro. O inquérito que envolve o dirigente partidário é conduzido em Brasília.
De acordo com registros da ANAC, as últimas transferências de propriedade de quatro aeronaves atribuídas a Rueda foram feitas em nome de terceiros. Duas delas estão ligadas a um mesmo responsável: o contador Bruno Ferreira Vicente de Queiroz, de 37 anos, natural de Fortaleza (CE) e residente em São Paulo.
Entre as aeronaves citadas estão o Cessna 560 XL, de matrícula PR-LPG, avaliado em R$ 12,5 milhões, e o Gulfstream PS-MRL, negociado pela última vez em junho deste ano por US$ 4 milhões — o equivalente a R$ 21,2 milhões.
Ainda segundo a documentação, o Cessna PR-LPG foi transferido em março deste ano para a empresa Magic Aviation, presidida por Bruno Ferreira Vicente de Queiroz.
As informações são do Metrópoles.
O influenciador Pablo Marçal e o cantor Gusttavo Lima discutiram uma possível filiação ao União Brasil durante uma reunião com o presidente nacional do partido, Antônio Rueda, no dia 10 de fevereiro, em Miami, nos Estados Unidos. O encontro ocorreu em um café da cidade e foi mantido em sigilo até agora.
Marçal chegou a divulgar uma foto ao lado de Gusttavo Lima, mas omitiu a presença de Rueda. No entanto, fontes do partido apontam que o dirigente participou das negociações. Durante a conversa, o influenciador e o cantor encaminharam os trâmites para formalizar a entrada na legenda.
A oficialização das filiações, no entanto, deve ocorrer apenas após a manifestação convocada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para o dia 16 de março, em defesa da anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro.
As informações são do site Metrópoles.
A cúpula do União Brasil tem feito cobrança de pagamento de mensalidade dos parlamentares do partido no valor de R$ 900. Um documento solicitando a contribuição foi assinado pela tesoureira da legenda, Maria Emilia Rueda, irmã do vice-presidente, Antonio Rueda. A informação foi publicada pelo jornal Estadão, na manhã desta quarta-feira (26).
De acordo com a publicação, a cobrança teria gerado reação negativa em parte da bancada. "Todo parlamentar federal deve contribuir mensalmente com a quantia de R$ 900 destinados à nossa conta corrente de outros recursos. Sendo assim, solicitamos o obséquio de efetuar o depósito", diz o texto.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Fabíola Mansur
"Levo comigo o respeito pelas lutas que travamos, pelos companheiros e companheiras de caminhada e pelas amizades construídas. Trata-se, no entanto, de uma decisão política, tomada com maturidade e responsabilidade, a partir de reflexões sobre o cenário atual".
Disse a deputada estadual Fabíola Mansur ao anunciar sua desfiliação do Partido Socialista Brasileiro (PSB), legenda em que esteve filiada desde 2008. Em carta direcionada à direção estadual e nacional da sigla, a parlamentar destacou a trajetória de 18 anos construída dentro do partido.