Artigos
Lula aos 81 anos: estresse, saúde mental e mais quatro anos na Presidência
Multimídia
Cezar Leite afirma que título a Flávio Bolsonaro sofreu ataques por causa das eleições
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
rua 13
A Rua 13, localizada na Federação, que se tornou o point da capital baiana durante a Copa do Mundo, recebeu de surpresa nesta quinta-feira (2) um show do grupo Menos é Mais.
A apresentação na rua, que se tornou conhecida em todo o país pela dedicação na decoração para o mundial, foi fruto da conquista do primeiro lugar em um concurso promovido pelo grupo de pagode.
Desta forma, Salvador fez parte do projeto Pagode do Nada, na qual a banda chega de surpresa, sem aviso prévio, e realiza o show na cidade.
Vale lembrar que Salvador já foi palco de gravações do grupo. Em 2025, a banda escolheu o bairro do Comércio para gravar a parceria com o cantor Nattan da música 'Pela Última Vez'.
TRADIÇÃO NA COPA DO MUNDO
A tradição da decoração da rua para o mundial começou em 2006, como uma iniciativa dos moradores. Na época, tudo aconteceu de forma simples, até a Rua 13 se tornar referência na Copa do Mundo.
Ao longo dos anos, a rua já chegou a receber jornalistas do mundo inteiro, além de visitantes de outros países, como Angola, encantados com a dedicação dos moradores para torcer pelo Brasil.
De acordo com os moradores, o investimento para a decoração em 2026 chegou a R$ 9 mil e deu resultado. A Rua 13 se tornou o point na Copa do Mundo, sendo cenário para clipes, como o de Igor Kannário, por exemplo.
A Copa do Mundo já começou e hoje o clima fica ainda mais especial porque a Seleção Brasileira faz sua estreia neste sábado (13), às 19h, contra o Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Muitos brasileiros estão presentes nos Estados Unidos para acompanhar a trajetória verde e amarela, mas são nas ruas brasileiras que o sonho do hexa começa. Especialmente na Rua 13, na Federação, bairro de Salvador, a preparação para o sexto título mundial foi feita com muita bandeirola e tinta nas cores da bandeira do Brasil.
Um dos grandes responsáveis pela ideia, que teve início na Copa de 2006, é Ivo, comerciante da região, que explicou, em conversa com o Bahia Notícias, a história da mobilização da Rua 13 nos anos de Mundial.
“Essa ideia partiu do nosso parceiro Naldinho (Ronaldo Rangel) em 2006. Daí em diante, a comunidade no geral se mobilizou para ajudar com o que pode, tanto financeiramente quanto na organização e realização dessa ornamentação maravilhosa”, disse.
Ivo comentou que no ano de 2014, quando a Copa foi realizada no Brasil, a Rua 13 viveu seu principal momento, quando alcançou o destaque internacional, recebendo a imprensa de outros países.
“Em 2014 tivemos um destaque internacional, onde até a imprensa dos Estados Unidos foi recebida aqui e assistiu um jogo da Copa conosco, foi extraordinário. Para a Copa de 2026, decidimos fazer os enfeites nos últimos momentos, então fechamos isso aqui em 28 dias”, destacou.
Por último, ele ressaltou que o maior combustível para dar continuidade na tradição de pintar e enfeitar a rua nos anos de Copa do Mundo é a união da comunidade, união que tem o poder até mesmo de mudar o sentimento dos brasileiros em relação à Seleção.
“Nossa motivação é que, mesmo que alguns tentem baixar o astral desacreditando da Seleção, é especial quando começamos a enfeitar de uma ponta a outra da rua, nos unimos e conseguimos perceber que mudamos de opinião, as pessoas já começam a colar com a gente. Todo mundo no mesmo pensamento, pois no fundo, todo mundo tem o coração preso ao Brasil”, enfatizou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.