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rossini tebaldi ruback
O cirurgião plástico Rossini Tebaldi Ruback, apontado como responsável pelos procedimentos estéticos realizados na empresária Adriele da Silva Pinto, de 31 anos, que morreu após uma cirurgia em Ilhéus, no Litoral Sul, é genro do ex-deputado federal e presidente do Avante na Bahia, Ronaldo Carletto.
Segundo informações publicadas pelo UOL, Rossini se casou, em 2019, com Ana Carolina Carletto, filha do político e empresário. Formado em Medicina pelo Centro Universitário Serra dos Órgãos, em Teresópolis (RJ), em 2010, Rossini abriu, em 2015, a Clínica Visage, em Itabuna, município vizinho a Ilhéus. À época, o empreendimento recebeu investimento de R$ 230 mil.
DESDE 2023
Rossini foi responsável pelos procedimentos realizados em Adriele, que morreu na madrugada desta quarta-feira (26), após ser submetida a uma cirurgia estética. O médico também foi alvo de denúncias de pacientes a partir de 2023.
Uma delas relatou ter desenvolvido uma infecção grave após colocar próteses de silicone e passar por lipoaspiração. De acordo com o relato, foi necessária uma cirurgia de reparação. Uma instrumentadora cirúrgica que trabalhou com Rossini também apresentou denúncias contra o profissional naquele período.
DEFESA
Em nota, a defesa de Rossini lamentou a morte da empresária e afirmou que o procedimento foi realizado em uma unidade hospitalar licenciada, com centro cirúrgico habilitado e acompanhamento de uma médica anestesiologista durante todo o procedimento.
Ainda segundo a assessoria jurídica, a cirurgia transcorreu sem intercorrências até a fase final, quando Adriele apresentou uma alteração súbita e grave no quadro clínico.
Conforme a defesa, os sinais registrados no prontuário foram identificados pela equipe de anestesiologia como compatíveis com hipertermia maligna, condição rara, grave e potencialmente fatal associada à suscetibilidade individual à exposição a determinados agentes utilizados em anestesia.
A defesa afirma que medidas de emergência foram adotadas imediatamente após a alteração do quadro clínico, mas a empresária não respondeu ao tratamento e morreu.
O cirurgião plástico Rossini Tebaldi Ruback, responsável pelos procedimentos realizados na empresária Adriele da Silva Pinto, de 31 anos, que morreu após uma cirurgia em Ilhéus, no Litoral Sul, foi alvo de denúncias de pacientes em 2023.
A defesa do médico emitiu nota, lamentando a morte da paciente e afirmando que o procedimento foi realizado em uma unidade hospitalar licenciada, com centro cirúrgico habilitado e acompanhamento de médica anestesiologista durante todo o ato, informou o g1.
Adriele da Silva Pinto foi a óbito nesta quarta-feira (26). Residente nos Estados Unidos, a empresária viajou para a Bahia para realizar quatro procedimentos, mastopexia com prótese, lipoescultura, remodelamento costal e jato de plasma.
Após os procedimentos, realizados no Hospital Vida Memorial, em Ilhéus, ela passou mal e não resistiu.
Rossini Tebaldi Ruback foi alvo de denúncia de mulheres de Itabuna, Salvador, Eunápolis e Vitória da Conquista, que relataram complicações e problemas estéticos após procedimentos realizados pelo médico.
Uma das pacientes afirmou ter desenvolvido uma infecção grave depois de colocar próteses de silicone e passar por lipoaspiração. Segundo ela, foi necessária uma cirurgia de reparação.
Uma instrumentadora cirúrgica que trabalhou com Rossini também apresentou denúncias contra o profissional naquele período.
Ainda na nota, a assessoria jurídica do cirurgião declarou que a cirurgia transcorreu sem intercorrências até a fase final, quando Adriele apresentou uma alteração súbita e grave no quadro clínico. Conforme o prontuário, os sinais teriam sido identificados pela equipe de anestesiologia como compatíveis com hipertermia maligna, uma condição rara e potencialmente fatal associada à suscetibilidade individual a determinados agentes anestésicos.
A defesa afirma que foram adotadas imediatamente as medidas de emergência, incluindo a administração de medicação específica e a participação de um cardiologista. Apesar dos esforços da equipe, a paciente não teria respondido ao tratamento e morreu.
O médico também negou que tenha deixado o hospital para evitar responsabilidades. De acordo com a nota, após o atendimento e a comunicação da morte aos familiares, houve um episódio de violência e depredação na unidade. Por orientação da segurança do hospital, Rossini e os demais profissionais teriam permanecido em local protegido até a chegada da Polícia Militar.
A defesa declarou ainda que o médico está à disposição da família, das autoridades e dos órgãos de classe para prestar esclarecimentos sobre o caso.
CREMEB
O Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb) informou que não há, atualmente, processo ético-profissional em tramitação no Tribunal de Ética Médica envolvendo Rossini pelo procedimento realizado na empresária.
Sobre as denúncias apresentadas em 2023, o conselho informou que os resultados foram comunicados às partes envolvidas, mas que os detalhes são protegidos pelo sigilo previsto no Código de Processo Ético-Profissional. Eventuais sanções públicas, segundo o conselho, são divulgadas no site da entidade e no Diário Oficial da União.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Otto Alencar
"Agora que o relatório está pronto, vamos pautar na reunião da próxima quarta".
Disse o senador Otto Alencar (PSD-BA), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) ao confirmar que o relatório sobre a PEC 18/2025, que reorganiza o sistema de segurança pública no país, será lido e votado na reunião do dia 2 de setembro.