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ronnie coleman
Considerado um dos maiores fisiculturistas da história, Ronnie Coleman foi internado no último domingo (29) nos Estados Unidos após uma emergência médica. A informação foi confirmada na última segunda-feira (30) pelas redes sociais do próprio atleta e, posteriormente, por sua família.
Inicialmente, Coleman publicou um comunicado informando o cancelamento de sua turnê pelo Reino Unido, explicando que precisou permanecer nos EUA para tratamento. Apesar do susto, o ex-atleta tentou tranquilizar seus seguidores:
"Olá, pessoal. Detesto dizer isso, mas não vou poder ir para o Reino Unido esta semana como planejei. Infelizmente, tive uma emergência médica e tive que ficar aqui nos EUA para tratamento. Mas não se preocupem... Estou em ótimas mãos, recebendo os melhores cuidados, e continuo forte em tudo isso. Vou estar de volta e melhor do que nunca. Obrigado por todo o amor e apoio e, como sempre, isto não passa de um amendoim", escreveu.
Horas depois, sua família divulgou uma nova atualização, revelando que Ronnie está hospitalizado em "condição médica grave" — ele foi diagnosticado com infeccção na corrente sanguínea. Os familiares pediram que os fãs confiem apenas nas informações divulgadas pelos canais oficiais do ex-fisiculturista ou de seus representantes autorizados.
Ronnie Coleman, hoje com 60 anos, marcou época no fisiculturismo ao conquistar oito títulos consecutivos de Mr. Olympia entre 1998 e 2005 — recorde que o coloca ao lado de nomes como Arnold Schwarzenegger. Ex-jogador de futebol americano, ele se tornou uma lenda nas competições pelo porte físico impressionante e por sua ética incansável de treino, inspirando gerações no esporte.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Edson Fachin
"Não há democracia sem instituições sólidas e atuantes na linha do que preceitua a Carta Democrática Interamericana. E, no desenho de qualquer democracia constitucional digna desse nome, um Judiciário independente é instituição central".
Disse o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin ao afirmar que a democracia “não é uma dádiva perene” e exige “vigilância ativa e constante”. A declaração foi feita durante a sessão de abertura do 187º Período de Sessões da Corte Interamericana de Direitos Humanos. A sessão realizada no STF reuniu todos os ministros da Corte.