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ronaldo angelim
O ex-zagueiro Ronaldo Angelim, ídolo do Flamengo e do Fortaleza, afirmou ter sido alvo de ofensas pessoais após declarar voto em Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais de 2026. Segundo o ex-jogador, os insultos partiram do presidente de um consulado rubro-negro, que também teria dito que ele não voltaria a frequentar o local.
Em relato publicado nas redes sociais, Angelim disse ter sido chamado de “vagabundo”, “ladrão”, “cara sem vergonha” e “corno”. O ex-atleta afirmou que entenderia uma eventual decisão de não ser mais convidado por causa de sua posição política, mas questionou a escolha do dirigente de partir para ataques pessoais.
O segundo turno da eleição presidencial será disputado neste domingo (25), entre Lula e Flávio Bolsonaro (PL).
O ex-zagueiro relatou que aceitaria não ser mais recebido no consulado caso a decisão estivesse relacionada à divergência política. Para ele, no entanto, a situação ultrapassou o limite ao incluir ofensas pessoais.
O episódio foi divulgado em meio à polarização política que marca a disputa presidencial e às manifestações de torcedores do Flamengo sobre temas políticos e trabalhistas.
Nas últimas semanas, torcedores rubro-negros levaram faixas com mensagens políticas às arquibancadas. Entre os assuntos abordados estão as apostas esportivas e o fim da escala de trabalho 6x1.
As manifestações mostram como temas que ultrapassam o futebol também têm ocupado espaços ligados aos clubes e provocado debates entre torcedores.
Natural do Ceará, Ronaldo Angelim construiu uma trajetória marcante nos dois clubes. Pelo Fortaleza, destacou-se entre 2001 e 2005, período em que participou de campanhas importantes da equipe no futebol nacional.
No Flamengo, entrou para a história ao marcar o gol do título do Campeonato Brasileiro de 2009, na vitória sobre o Grêmio, no Maracanã. O ex-zagueiro se tornou um dos nomes lembrados pela torcida rubro-negra pela conquista que encerrou um jejum de 17 anos do clube no Brasileirão.
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Pérolas do Dia
João Roma
"Não dá para jantar antes de almoçar".
Disse o presidente do PL na Bahia, João Roma ao avaliar que a oposição na Bahia saiu fortalecida no primeiro turno das eleições, com a eleição de nomes importantes e o crescimento dos votos de Flávio Bolsonaro no estado. Em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na Antena 1 Salvador (100.1), o candidato ao Senado Federal negou, no entanto, que já haja negociações em torno da ocupação de cargos em um eventual governo de Flávio.