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Depois de participar do lançamento da pré-candidatura do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva estará em Minas Gerais nesta sexta-feira (20) com esperança de conseguir anunciar outro candidato ligado ao governo federal. Lula participará de eventos com o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e pode anunciar o nome do ex-presidente do Senado para a disputa ao governo mineiro.
Em São Paulo, nesta quinta (19), Lula aproveitou a realização da Caravana Federativa para anunciar Haddad como candidato. Nesta sexta, o presidente quer seguir o mesmo script, aproveitando uma agenda de diversos eventos e entregas à população para fazer o anúncio da pré-candidatura de Rodrigo Pacheco.
Pela manhã, o presidente Lula, junto com o senador e outros ministros, vai anunciar na cidade de Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte, investimentos de R$ 9 bilhões da Petrobras, com previsão de geração de 36 mil empregos nos próximos 10 anos. Nesse evento, Lula vai descerrar, ao lado de Pacheco, a placa de inauguração da primeira usina fotovoltaica da estatal, que iniciou funcionamento no final de dezembro passado.
São 20 mil painéis fotovoltaicos espelhados em 20 hectares, por meio de um investimento de R$ 63 milhões. O objetivo com a usina é substituir a queima de gás natural pelo uso de energia limpa, modelo que está sendo replicado para outras refinarias de petróleo da Petrobras.
À tarde, também acompanhado de Pacheco, Lula participa em Sete Lagoas de visita à fábrica da Iveco, quando anunciará a entrega de 158 novos ônibus escolares do Programa Caminho da Escola. O ministro da Educação, Camilo Santana, participa da agenda.
A ação marca o início da distribuição de mil ônibus da segunda etapa do Novo PAC Seleções, com investimento de cerca de R$ 500 milhões. Os veículos vão beneficiar estudantes da educação básica, especialmente de áreas rurais, ribeirinhas e de difícil acesso. A cerimônia contará ainda com a participação de prefeitos de diferentes regiões do estado.
A sinalização de que Rodrigo Pacheco cedeu e pode ser anunciado como pré-candidato é o fato dele estar negociando uma mudança de partido antes do prazo final de filiação para quem quer concorrer às eleições. Pacheco está de saída do PSD pelo fato de o presidente nacional da sigla, Gilberto Kassab (SP), ter filiado o vice-governador Mateus Simões, que vai assumir o governo com a desincompatibilização de Romeu Zema (Novo) e, no cargo, se candidatará a mais um mandato.
O senador Rodrigo Pacheco vinha negociando com o União Brasil, mas as negociações emperraram depois que o noticiário expôs ligações entre o presidente da legenda, Antônio Rueda, com Daniel Vorcaro e o banco Master. Nesse contexto, o senador retomou as negociações com o MDB e com o PSB.
No MDB, entretanto, o presidente estadual do partido, o deputado Newton Cardoso Júnior, vem resistindo à filiação. O deputado tem a intenção de lançar o nome do ex-presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, Gabriel Azevedo, como candidato do partido ao governo.
Depois dos eventos junto com Rodrigo Pacheco, o presidente Lula viajará no final do dia para Bogotá, na Colômbia. No fim de semana será realizado o 10º Fórum de Alto Nível Celac-África, com representantes de países da América do Sul, do Caribe e da África.
Senado tem combo de ações: CPI da Toga, impeachment de Moraes e Toffoli e processo contra Alcolumbre
O Senado Federal viveu uma segunda-feira (9) movimentada, com diversos tipos de ações sendo apresentadas em função dos desdobramentos das revelações de conversas do banqueiro Daniel Vorcaro com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Pedidos de criação de CPI, de impeachment e até uma representação contra o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) foram apresentadas neste começo de semana.
Uma das ações do dia foi a apresentação do requerimento de criação da comissão parlamentar de inquérito para investigar os ministros do STF envolvidos com o Banco Master, a chamada CPI da Toga. O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) protocolou o pedido de criação da CPI na noite desta segunda, em um requerimento com 35 assinaturas, mais do que o mínimo de 27 apoios necessários.
Segundo Vieira, que é o relator da CPI do Crime Organizado, a comissão a ser criada tem como objetivo investigar a conduta dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes em processos relacionados ao Banco Master. “O Brasil só será uma verdadeira república democrática quando todos estiverem submetidos ao mesmo rigor da lei”, disse Vieira em postagem nas suas redes sociais.
Para que seja instalada a CPI da Toga, é necessária a conferência de assinaturas pela Mesa Diretora, e posteriormente a leitura do requerimento em plenário pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Após essa leitura, haveria a indicação de membros pelos líderes partidários e a marcação de uma data para instalação da CPI e a eleição de presidente e vice da comissão.
Assinaram o pedido de CPI os seguintes senadores: Alessandro Vieira (MDB-SE); Astronauta Marcos Pontes (PL-SP); Eduardo Girão (Novo-CE); Magno Malta (PL-ES); Luis Carlos Heinze (PP-RS); Sergio Moro (União Brasil-PR); Esperidião Amin (PP-SC); Carlos Portinho (PL-RJ); Styvenson Valentim (PSDB-RN); Marcio Bittar (PL-AC); Plínio Valério (PSDB-AM); Jaime Bagattoli (PL-RO); Oriovisto Guimarães (PSDB-PR); Damares Alves (Republicanos-DF); Cleitinho (Republicanos-MG); Hamilton Mourão (Republicanos-RS); Vanderlan Cardoso (PSD-GO); Jorge Kajuru (PSB-GO); Margareth Buzetti (PP-MT); Alan Rick (Republicanos-AC); Wilder Morais (PL-GO); Izalci Lucas (PL-DF); Mara Gabrilli (PSD-SP); Marcos do Val (Podemos-ES); Rogerio Marinho (PL-RN); Flávio Arns (PSB-PR); Laércio Oliveira (PP-SE); Dr. Hiran (PP-RR); Flávio Bolsonaro (PL-RJ); Carlos Viana (Podemos/MG); Efraim Filho (UNIÃO/PB); Marcos Rogério (PL/RO); Nelsinho Trad (PSD/MS); Tereza Cristina (PP/MS); Wellington Fagundes (PL/MT).
Mais cedo, o governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), assumiu a liderança da ofensiva do partido Novo contra o ministro Alexandre de Moraes. Em uma entrevista coletiva no Salão Azul do Senado, Zema anunciou a apresentação de um pedido de impeachment do ministro do STF.
Zema disse que protocolou o pedido de impeachment na condição de “brasileiro indignado” e defendeu que o Judiciário não pode abrigar uma “casta de intocáveis”.
“Se nós já tivemos dois presidentes da República afastados, já passou da hora, pelos fatos que assistimos, do mesmo acontecer com ministros do Supremo. É pelo bem do Brasil e das instituições”, declarou o governador.
Romeu Zema também cobrou uma posição oficial de entidades ligadas ao Judiciário contra Alexandre de Moraes e o também ministro Dias Toffoli diante dos desdobramentos da investigação da Polícia Federal sobre Daniel Vorcaro e o escândalo do Banco Master.
“Temos um pequeno grupo que se julga intocável, capaz de fazer de tudo e ficar imune. Não é porque alguém julga que não pode ser julgado. Parece que, no Brasil, a magistratura passou a se considerar acima de erros”, criticou, sugerindo, ainda, alterações na lei da magistratura.
Na entrevista coletiva, que contou com a participação de parlamentares do partido Novo e pré-candidatos, como o ex-deputado Deltan Dallagnol, o deputado Van Hattem (Novo-R) afirmou que vai protocolar na Procuradoria-Geral da República (PGR) uma notícia-crime contra o ministro Alexandre de Moraes. O deputado cobrou uma posição do procurador-geral Paulo Gonet diante dos indícios de uma possível relação entre Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro.
A última ação do pacote do partido Novo foi a apresentação, no Conselho de Ética do Senado, de uma representação contra o presidente da Casa, Davi Alcolumbre. A representação foi protocolada pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE).
O partido Novo pede o afastamento imediato de Davi Alcolumbre da cadeira de presidente por não dar andamento a pedidos de impeachment contra ministros do STF e por não instalar a CPMI do Banco Master. O senador Eduardo Girão disse que Alcolumbre deveria “pedir para sair” e afirmou que o atual presidente do Senado é “campeão de engavetamentos de pedidos de impeachment”.
“Nós estamos entrando pela primeira vez nessa legislatura com uma representação do Conselho de Ética do Senado pra afastamento imediato do presidente Davi Alcolumbre. Infelizmente todo esse caos que a gente está vivendo, essa insegurança jurídica, é decorrente da omissão da presidência do Senado que tem a solução ‘facinha’ desde 2019: se acumulam na mesa do presidente Davi Alcolumbre, primeiro do Pacheco e agora o Davi Alcolumbre, que é o campeão de engavetamentos de pedido de impeachment. Há dezenas de pedidos com documentação robusta e nada foi feito”, afirmou Girão.
Liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em todos os cenários apresentados tanto em escolha espontânea do eleitor quanto nas simulações de primeiro e segundo turnos. Esse foi o resultado apurado pelo instituto Real Time Big Data, em nova pesquisa sobre as eleições presidenciais divulgada nesta terça-feira (3).
O instituto apresentou três cenários estimulados, e também projetou diversas disputas em segundo turno. Somente em um eventual confronto com o senador Flávio Bolsonaro há um quadro de empate técnico.
O mesmo quadro de empate entre Lula e Flávio já havia sido apurado em pesquisas divulgadas na semana passada pelo AtlasIntel e Paraná Pesquisas. A diferença é que na pesquisa Real Time desta terça, Lula aparece um ponto percentual à frente do senador do PL, enquanto nas sondagens anteriores Flávio liderava com alguns poucos décimos de diferença.
Confira abaixo os cenários da pesquisa Real Time Big Data.
Pesquisa espontânea
Lula (PT): 29%
Flávio Bolsonaro (PL): 19%
Jair Bolsonaro (PL): 4%
Ratinho Junior (PSD): 2%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 2%
Cenário 1
Lula (PT): 39%
Flávio Bolsonaro (PL): 32%
Ratinho Junior (PSD): 9%
Romeu Zema (Novo): 2%
Aldo Rebelo (DC): 2%
Renan Santos (Missão): 2%
Nulo/Branco: 7%
Não sabe/Não respondeu: 7%
Cenário 2
Lula (PT): 40%
Flávio Bolsonaro (PL): 34%
Eduardo Leite (PSD): 4%
Romeu Zema (Novo): 3%
Aldo Rebelo (DC): 2%
Renan Santos (Missão): 2%
Nulo/Branco: 7%
Não sabe/Não respondeu: 8%
Cenário 3
Lula (PT): 40%
Flávio Bolsonaro (PL): 33%
Ronaldo Caiado (PSD): 5%
Romeu Zema (Novo): 3%
Aldo Rebelo (DC): 2%
Renan Santos (Missão): 2%
Nulo/Branco: 7%
Não sabe/Não respondeu: 8%
Simulações com disputas de segundo turno:
Lula (PT) 42% x 41% Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT) 45% x 36% Ronaldo Caiado (PSD)
Lula (PT) 44% x 35% Romeu Zema (Novo)
Lula (PT) 46% x 35% Eduardo Leite (PSD)
Lula (PT) 51% x 19% Aldo Rebelo (DC)
Lula (PT) 51% x 18% Renan Santos (Missão)
Em relação à apuração do instituto sobre a rejeição dos candidatos, o presidente Lula e o seu principal opositor, o senador Flávio Bolsonaro, apareceram com o mesmo índice de rejeição de 47%. A quantidade de eleitores que se dizem certos de que votarão em Lula, entretanto, foi maior do que o percentual dos que afirmam estarem convictos de sua escolha por Flávio: 35% a 22%.
A pesquisa ouviu 2.000 pessoas entre os dias 28 de fevereiro e 2 de março de 2026. O levantamento foi contratado pela Record. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Registro no TSE nº BR-09353/2026.
Ao participar da 6ª Conferência Nacional das Cidades, em Brasília, nesta sexta-feira (27), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez críticas ao governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), por ter deixado de usar recursos federais destinados a obras de prevenção contra chuvas. As críticas de Lula acontecem na esteira das fortes chuvas que atingem a região da Zona da Mata de Minas Gerais.
Até esta sexta, o Corpo de Bombeiros já havia confirmado 69 mortes causadas pelas chuvas que atingiram Juiz de Fora e Ubá. Juiz de Fora registrou 56 vítimas, enquanto Ubá teve seis mortos. O presidente Lula vinculou os deslizamentos provocados pelas fortes chuvas recentes no Sudeste do país a um descaso histórico.
“Isso é o resultado do descaso histórico que se tem com o povo pobre deste país. É um descaso porque um prefeito pode saber de antemão que uma determinada área não pode ser ocupada porque não garante condições das pessoas morarem por conta disso. Porque pode haver deslizamento, porque pode haver enchente”, disse o presidente.
Segundo o ministro das Cidades, Jader Filho, o governo federal reservou R$ 3,5 bilhões do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) para o Estado de Minas Gerais. Apesar da disponibilidade, o governo de Minas Gerais, liderado por Romeu Zema, não apresentou projetos para ter acesso à verba.
“Então quando a gente determinou R$ 3,5 bilhões, o que é que o governador tinha que fazer para que esse dinheiro fosse para Minas Gerais?”, questionou o presidente.
Em resposta, o ministro Jader informou que o governador deveria apresentar o projeto e a documentação para que as obras pudessem ser contratadas, fazer a licitação e iniciar a obra. Questionado por Lula, na sequência, quantos projetos Zema teria apresentado, o ministro afirmou que nenhum foi entregue até o momento.
A gestão Zema usou menos de 5% dos recursos previstos no ano para contenção de encostas em Minas Gerais. Recursos do PAC, principal programa de infraestrutura do governo federal, estão com verbas travadas para contenção de encostas em Juiz de Fora.
O presidente Lula embarca, neste sábado (28), rumo a cidade de Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, uma das regiões mais afetadas pelas fortes chuvas dos últimos dias. Antes de chegar ao município, Lula fará um sobrevoo pelas áreas atingidas pelos temporais.
Em seguida, o presidente se reunirá com os prefeitos das cidades mais impactadas: Ubá, Matias Barbosa e Juiz de Fora. Desde o início das chuvas nesta semana, o governo federal já disponibilizou R$ 5,4 milhões para Minas Gerais, com o objetivo de financiar ações emergenciais de resposta aos desastres.
Além de ver pela primeira vez o senador Flávio Bolsonaro à sua frente em uma simulação de segundo turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu outras más notícias da pesquisa AtlasIntel, divulgada nesta quarta-feira (25). O instituto, por exemplo, averiguou que a rejeição à candidatura de Lula passou a ser maior do que a do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Entre os entrevistados pela AtlasIntel, 48,2% afirmaram que “não votariam de jeito nenhum” no presidente Lula. Já a rejeição ao senador Flávio Bolsonaro foi de 46,4%. Logo depois entre os mais rejeitados estão Jair Bolsonaro (44,2%), Renan Santos (43,9%) e Eduardo Leite (38,3%).
No principal cenário de primeiro turno, em que Lula parece com 45% contra 37,9% de Flávio, o presidente viu sua liderança diminuir principalmente na região Nordeste, seu principal reduto eleitoral. Lula somava 58,2% na pesquisa AtlasIntel de janeiro, e caiu para 50,4% agora em fevereiro. Já Flávio subiu de 28,7% para 31,8%.
Na região Sudeste, a mais populosa do país, houve um achatamento da distância. Em janeiro, o presidente Lula tinha 49,3% das intenções de voto na região, enquanto Flávio somava 36,1%. Neste pesquisa mais recente, a distância ficou bem menor: 43,6% para o líder petista, ante 41,9% para o senador.
Chama atenção, ainda, a diferença entre as intenções de voto considerando pessoas que cursaram até o ensino fundamental. Em janeiro, Lula era o preferido de 61,2% desse grupo; em fevereiro, caiu para 37,3% – diferença de quase 24 pontos. Flávio, por por outro lado, subiu de 28% para 41,2%, alta de 13,2%.
Em outro recorte do levantamento, foi constatado que aumentou a desaprovação e piorou a avaliação positiva do governo e do desempenho do presidente. Pela pesquisa, o percentual de quem desaprova o desempenho do presidente Lula aumentou de 50,7% para 51,5%.
Já a aprovação do trabalho de Lula neste terceiro mandato caiu de 48,7% na pesquisa feita em janeiro para 46,6% nesta sondagem mais recente. Os indecisos somam 1,8%.
Na avaliação do governo como um todo houve piora ainda maior. A opção ruim ou péssimo ficou praticamente estável, com 48,4%. O percentual de ótimo ou bom caiu de 47,1% para 42,7%. Em contrapartida, passaram a considerar o governo regular 8,9%, ante 4,4% há um mês.
A pesquisa AtlasIntel foi feita entre quinta-feira (19) e esta terça (24) e tem margem de erro de um ponto percentual. Foram entrevistadas, por meio de questionários aplicados pela internet, 4.986 pessoas. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-07600/2026.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera as intenções de voto para um eventual primeiro turno em todos os cenários testados, mas ficou pela primeira vez atrás do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas simulações de segundo turno. É o que mostra a nova pesquisa AtlasIntel, divulgada nesta quarta-feira (25).
De acordo com os resultados da pesquisa, Flávio, filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro, teria 46,3% dos votos contra 46,2% de Lula num eventual segundo turno. Os números revelam um empate técnico.
Num cenário de embate direto em segundo turno contra Tarcísio de Freitas (Republicanos), o governador de São Paulo aparece à frente de Lula, com 47,1% contra 45,9% do presidente. Tarcísio, no entanto, tem reafirmado que é candidato à reeleição e apoia Flávio na disputa pelo Planalto. Contra a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), Lula marca 47,5% e ela, 44,7%.
Já para o primeiro turno, o presidente Lula aparece na frente nos cenários apresentados aos entrevistados. No primeiro cenário, Lula aparece com 45,0%, à frente de Flávio Bolsonaro (37,9%), Ronaldo Caiado (4,9%), Romeu Zema (3,9%), Renan Santos (2,9%) e Aldo Rebelo (1,1%).
No segundo cenário, com Ratinho Júnior no lugar de Caiado, Lula tem 45,1% e Flávio 39,5%, enquanto Zema marca 3,9%, Ratinho 3,8%, Renan 3,2% e Aldo 1,1%. No terceiro, Lula soma 45,3% e Flávio 39,1%; Zema cresce para 5,7%, Renan vai a 3,7%, Eduardo Leite aparece com 1,6% e Aldo tem 1,2%.
No quarto cenário, em que é colocado o nome Tarcísio de Freitas, no lugar de Flávio Bolsonaro, Lula registra 43,3% contra 36,2% governador de São Paulo; Zema tem 8,5%, Caiado 5,1%, Renan 2,5% e Aldo 0,9%.
Já no quinto cenário, com Lula, Flávio e Tarcísio na mesma simulação de primeiro turno, o presidente amplia a vantagem e chega a 47,1%, seguido por Flávio (33,1%) e Tarcísio (7,4%); Caiado marca 4,1%, Renan 3,3%, Zema 1,5% e Aldo 1,4%.
A AtlasIntel também testou um cenário sem Lula e apresentando o nome do ministro Fernando Haddad como candidato do governo. Nesse caso, Haddad lidera com 39,1%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 37,1%.
O levantamento da AtlasIntel foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR-07600/2026. O instituto ouviu 4.986 pessoas entre 19 e 24 de fevereiro, tem margem de erro de um ponto percentual e nível de confiança de 95%.
Apesar de ganhar de todos os seus adversários nas simulações de primeiro turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva possui uma alta rejeição, com 48% dos brasileiros afirmando que não votariam nele de jeito nenhum. A rejeição de Lula só não é maior do que a do senador Flávio Bolsonaro (PL), que chegou a 49%.
Os números foram apresentados na nova pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta segunda-feira (9). A pesquisa analisou a rejeição de oito candidatos: Lula, Flávio Bolsonaro, Ratinho Jr (PSD), Ronaldo Caiado (PSD), Eduardo Leite (PSD), Romeu Zema (Novo), Aldo Rebelo (DC) e Renan Santos (Missão).
A pesquisa, para avaliar o grau de votabilidade dos pré-candidatos, fez a seguinte pergunta aos entrevistados: “É meu voto, estou decidido”; “Posso votar”; “Conheço e não votaria”; “Não conheço o suficiente para opinar”.
Os números apurados mostram que o presidente Lula, ao mesmo tempo em que é o candidato mais conhecido, é aquele que reúne o maior contingente de eleitores certos do seu voto. Já Flávio Bolsonaro é menos conhecido, tem menos votos certos e rejeição maior do que a do presidente.
Confira abaixo o resultado do grau de votabilidade aferido pelo Real Time Big Data:
Lula (PT)
É meu voto, estou decidido - 33%
Posso votar - 17%
Conheço e não votaria - 48%
Não conheço o suficiente para opinar - 2%
Flávio Bolsonaro (PL)
É meu voto, estou decidido - 18%
Posso votar - 20%
Conheço e não votaria - 49%
Não conheço o suficiente para opinar - 13%
Ratinho Jr. (PSD)
É meu voto, estou decidido - 5%
Posso votar - 38%
Conheço e não votaria - 35%
Não conheço o suficiente para opinar - 22%
Ronaldo Caiado (PSD)
É meu voto, estou decidido - 3%
Posso votar - 34%
Conheço e não votaria - 38%
Não conheço o suficiente para opinar - 25%
Eduardo Leite (PSD)
É meu voto, estou decidido - 2%
Posso votar - 32%
Conheço e não votaria - 29%
Não conheço o suficiente para opinar - 373%
Romeu Zema (Novo)
É meu voto, estou decidido - 2%
Posso votar - 28%
Conheço e não votaria - 34%
Não conheço o suficiente para opinar - 36%
Aldo Rebelo (DC)
É meu voto, estou decidido - 1%
Posso votar - 21%
Conheço e não votaria - 36%
Não conheço o suficiente para opinar - 42%
Renan Santos (Missão)
É meu voto, estou decidido - 1%
Posso votar - 21%
Conheço e não votaria - 28%
Não conheço o suficiente para opinar - 58%
A pesquisa Real Time Big Data entrevistou 2.000 eleitores em todo o território nacional, entre os dias 6 e 7 de fevereiro, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-06428/2026.
A mais nova pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta segunda-feira (9), mostra uma liderança mais folgada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre seus adversários do que outros levantamentos recentes. A pesquisa elaborou três cenários, só modificando o nome dos eventuais candidatos do PSD.
Em todos os cenários, inclusive no espontâneo (em que os entrevistados respondem sem a apresentação de listas com nomes), Lula lidera acima da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais. O adversário mais forte do atual presidente, assim como já mostrado em outras sondagens, é o candidato do PL, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Entre os três nomes do PSD colocados nos cenários - Ratinho Jr., Ronaldo Caiado e Eduardo Leite -, o que apresentou melhor resultado foi o governador do Paraná.
Confira abaixo os resultados do cenário espontâneo e dos três simulados apresentados aos entrevistados da Real Time Big Data:
Resposta espontânea
Lula (PT) - 28%
Flávio Bolsonaro (PL) - 14%
Jair Bolsonaro (PL) - 6%
Tarcísio de Freitas (Republicanos) - 2%
Ratinho Jr. (PSD) - 2%
Ciro Gomes (PSDB) - 1%
Romeu Zema (Novo) - 1%
Outros - 1%
Nenhum/branco/nulo - 14%
Não sabe - 31%
Cenário 1
Lula (PT) - 39%
Flávio Bolsonaro (PL) - 30%
Ratinho Jr. (PSD) - 10%
Romeu Zema (Novo) - 3%
Aldo Rebelo (DC) - 2%
Renan Santos (Missão) - 1%
Nulo/branco - 7%
Não sabe/não respondeu - 8%
Cenário 2
Lula (PT) - 40%
Flávio Bolsonaro (PL) - 32%
Eduardo Leite (PSD) - 5%
Romeu Zema (Novo) - 4%
Aldo Rebelo (DC) - 3%
Renan Santos (Missão) - 1%
Nulo/branco - 7%
Não sabe/não respondeu - 8%
Cenário 3
Lula (PT) - 40%
Flávio Bolsonaro (PL) - 32%
Ronaldo Caiado (PSD) - 6%
Romeu Zema (Novo) - 4%
Aldo Rebelo (DC) - 2%
Renan Santos (Missão) - 1%
Nulo/branco - 7%
Não sabe/não respondeu - 8%
A pesquisa Real Time Big Data entrevistou 2.000 eleitores em todo o território nacional, entre os dias 6 e 7 de fevereiro, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-06428/2026.
O governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo) negou que a direita brasileira esteja “fragmentada” para a disputa eleitoral deste ano. Em entrevista coletiva neste sábado (24), em Salvador, o governador mineiro destacou que a multiplicidade de candidatos deve funcionar como uma estratégia coletiva para atração de votos em um possível segundo turno.
“A direita não está fragmentada. A direita tem vários candidatos e isso, ao contrário do que se imagina, a fortalece. Mais candidatos pela direita significa mais votos para a direita e no segundo turno nós estaremos todos juntos”, sucinta o representante do Partido Novo.
Ele explica que as variadas candidaturas de governadores seguem o princípio de atrair votos para o campo nos principais estados, minando possíveis votos do presidente Lula, que hoje representa a principal figura eleitoral dos partidos de centro-esquerda.
“Então essa questão que a direita precisa ter um candidato é lorota. Não é verdade. Se eu for candidato em Minas, com certeza, vou levar mais votos do que outro. Em Goiás, o governador de lá [Ronaldo Caiado, do União Brasil], a mesma coisa. No Paraná, a mesma coisa. Então isso significa mais votos e esses votos irão para o segundo turno”, explica.
Zema conclui dizendo que “essa é a visão de todos que acompanham a eleição”. Assim, “um candidato a mais significa votos a mais e não a menos”, finaliza.
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), alega que é um dos pré-candidatos à presidente da República que mais conhece a Bahia. Em entrevista coletiva neste sábado (24), em Salvador, o líder mineiro destacou sua conexão com a Bahia devido a sua carreira empresarial na região sul e sudeste do estado, próximo à fronteira com Minas Gerais.
“Acho que de todos os pré-candidatos, talvez eu seja um dos que melhor conheça a Bahia. Inclusive que a empresa que eu administrei e eu mesmo abri uns 30 estabelecimentos no sul do estado. Ali na região de Guanambi, e Brumado, de Vitória da Conquista, Caculé e por aí vai”, relembrou Zema, que é empresário e administrador de empresas, formado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) de São Paulo.
Ele relata que a experiência no setor privado permitiu que ele se aproximasse da cultura e do povo baiano, que hoje compõem o quarto maior eleitorado do país, sendo considerado um “estado chave” para as eleições nacionais. “Visitei, estive ali trabalhando muitos anos, então já tive contato com baianos, eu devo gerar hoje uns 300 empregos para baianos. Então tenho orgulho de ter esse conhecimento que acho que os outros não têm. Eu já trabalhei aqui e continuo trabalhando na Bahia”, afirmou.
Ao falar sobre seu diferencial na eleição, o representante do Partido Novo diz que “nós precisamos no Brasil, na minha opinião, de um político diferente, que eu me considero, alguém que vem para poder trabalhar, para poder ralar e não para ficar vivendo como imperador, como muitas vezes acontece com quem é eleito”.
Gestor de Minas, estado que é considerado o “termômetro” da eleição, Zema finaliza destacando que sua gestão é pautada na proximidade com o eleitorado: “Sou o governador de Minas que mais esteve no interior do estado, em mais de 430 cidades eu fui. Então essa gestão chão de fábrica é o que eu acredito, escutar o produtor rural, escutar quem produz, quem trabalha, quem está ralando”, conclui.
O governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) visitará Salvador na próxima semana. A informação foi revelada pelo vereador Alexandre Aleluia, durante entrevista à rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (16). Segundo o edil, Zema cumprirá agenda e participará de um evento na capital baiana.
“O governador Romeu Zema virá a Salvador na próxima semana. ele tem feito algumas viagens pelo Brasil. Em Salvador ele vem na sexta e fica até sábado. Ele participará em um evento da FAEB”, disse aos apresentadores Rebeca Menezes e Maurício Leiro.
Na ocasião, o vereador comentou ainda seu desejo em se candidatar para a vaga de deputado federal nas eleições de 2026.
“Tenho pretensão de ser candidato a deputado federal. Mas a minha pretensão é pelo partido Novo. Me identifico muito com o projeto do partido. Basta ver as votações importantes na Câmara Federal. Nelas o Novo votou em bloco como eu votaria. Até mais em bloco do que o meu próprio partido.
Apesar de ter verificado uma queda na sua aprovação em pesquisas recentes, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda se mantém como o favorito para se reeleger em outubro de 2026. Foi o que revelou o levantamento da CNT/MDA divulgado nesta terça-feira (25).
A pesquisa traçou diversos cenários de primeiro e segundo turnos, e em todos eles o líder petista derrota os adversários colocados pela CNT. Lula também vence na pesquisa espontânea, quando o entrevistado revela o nome do seu preferido sem que seja apresentada qualquer lista.
Apesar de estar na frente em todas as simulações, inclusive obtendo seus melhores percentuais em disputas contra familiares do ex-presidente Jair Bolsonaro, o presidente Lula apresentou uma alta rejeição. Também há um crescimento na quantidade de pessoas que dizem não votar em candidato indicado por Lula ou Bolsonaro.
Confira abaixo os cenários da pesquisa CNT/MDA:
Pesquisa espontânea
Lula - 32,3%
Jair Bolsonaro - 17,5%
Tarcísio de Freitas - 2,1%
Ciro Gomes - 1%
Outros - 4,4%
Branco/nulo - 9,4%
Indeciso - 33,3%
Rejeição espontânea
Jair Bolsonaro - 43%
Lula - 40,8%
Tarcísio de Freitas - 2,2%
Eduardo Bolsonaro - 1,8%
Michelle Bolsonaro - 1,8%
Ciro Gomes - 1,8%
Outros - 6,6%
Rejeita todos - 0,7%
Rejeita nenhum - 3,8%
Não sabe - 12%
Cenário 1
Lula - 38,8%
Jair Bolsonaro - 27%
Ciro Gomes - 9,6%
Ratinho Jr. - 6,4%
Ronaldo Caiado - 4%
Romeu Zema - 2,7%
Branco/nulo - 8,5%
Indeciso - 3%
Cenário 2
Lula - 42%
Tarcísio de Freitas - 21,7%
Ratinho Jr. - 11,8%
Romeu Zema - 5,7%
Branco/nulo - 14,7%
Indeciso - 4,1%
Cenário 3
Lula - 42,7%
Eduardo Bolsonaro - 17,4%
Ratinho Jr. - 14%
Romeu Zema - 9,6%
Branco/nulo - 13,1%
Indeciso - 3,2%
Cenário 4
Lula - 42,7%
Michelle Bolsonaro - 23%
Ratinho Jr. - 11,4%
Romeu Zema - 8,3%
Branco/nulo - 11,7%
Indeciso - 2,9%
Preferência de voto
Lula ou apoiado por ele - 35,3%
Alguém não ligado a Lula ou Bolsonaro - 33,3%
Bolsonaro ou apoiado por ele - 27,3%
Não sabe/não respondeu - 4,1%
Cenários de segundo turno
Lula 49,2% x 36,9% Jair Bolsonaro
Lula 45,7% x 39,1% Tarcísio de Freitas
Lula 45,8% x 38,7% Ratinho Jr.
Lula 47,9% x 33,5% Romeu Zema
Lula 46,9% x 33,7% Ronaldo Caiado
Lula 44,1% x 35,1% Ciro Gomes
Lula 49,9% x 33,3% Eduardo Bolsonaro
Lula 49,1% X 35,6% Michelle Bolsonaro
Potencial de voto
Lula
Votaria com certeza - 36,9%
Poderia votar - 14,4%
Não votaria - 47,8%
Jair Bolsonaro
Votaria com certeza - 28,6%
Poderia votar - 9,2%
Não votaria - 60,1%
Tarcísio de Freitas
Votaria com certeza - 15,9%
Poderia votar - 23,8%
Não votaria - 35,7%
Não conhece - 24%
Ratinho Jr.
Votaria com certeza - 12,8%
Poderia votar - 25,5%
Não votaria - 34,5%
Não conhece - 26,7%
Eduardo Bolsonaro
Votaria com certeza - 15,1%
Poderia votar - 15,3%
Não votaria - 62,6%
Não conhece - 6,4%
No total, foram feitas 2.002 entrevistas em todas as regiões do país pela pesquisa CNT/MDA, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
O grupo Legião Urbano notificou judicialmente Romeu Zema, governador de Minas Gerais, pelo uso indevido da música “Que país é este”, durante pré-campanha de Zema à presidência da República.
Segundo a coluna Ancelmo Gois, do jornal O Globo, a banda afirma que uso da música, escrita por Renato Russo, ocorreu com a “repercussão em post na rede social Instagram, na conta @romeuzemaoficial, tudo isso sem a necessária autorização prévia”.
Conforme o colunista, os integrantes do grupo pedem que Zema “se abstenha de utilizar da música em publicações futuras, no Instagram ou em qualquer outra plataforma”.
Cenário de empate com o ex-presidente Jair Bolsonaro, e de liderança em relação a nomes como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro e o ex-candidato Ciro Gomes. Esses foram alguns dos resultados em simulações para as eleições de 2026 que inserem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra alguns dos seus eventuais adversários.
Os cenários estão presentes no levantamento da Confederação Nacional do Transporte (CNT), divulgado nesta terça-feira (17). A pesquisa mostra, por exemplo, que nas respostas espontâneas dos entrevistados, Lula tem 22,5% das menções, e o ex-presidente Jair Bolsonaro aparece com 21,3%, em empate técnico.
Também foram citados, nas respostas espontâneas, os nomes de Tarcísio de Freitas (2,1%), Ciro Gomes (1,1%), Ronaldo Caiado (0,7%), Ratinho Jr. (0,7%) e Nikolas Ferreira (0,7%). Outros nomes receberam 2,7% das menções, e 39,8% não mencionaram nenhum nome como seu candidato em 2026.
No primeiro cenário apresentado aos entrevistados, com alguns nomes incluídos na ficha, o ex-presidente Jair Bolsonaro aparece com pouca diferença à frente de Lula (31,7% x 31,1%). Nesta simulação ainda pontuaram Ciro Gomes (10,2%), Ratinho Jr. (4,8%), Romeu Zema (3,4%) e Ronaldo Caiado (3,3%).

Já no segundo cenário, sem a presença de Bolsonaro, o presidente Lula assume a liderança, marcando 30,5% contra o segundo colocado, Tarcísio de Freitas, com 18,3%. Na sequência aparecem Ciro Gomes (14,6%), Ratinho Jr. (8,1%), Ronaldo Caiado (4,1%) e Romeu Zema (4%).

O terceiro cenário, com a inserção do nome do deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL), revela uma distância maior do presidente Lula em relação a seus adversários. Neste recorte, Lula aparece com 31,6%, contra 14,1% de Ciro Gomes, 13,6% de Eduardo Bolsonaro, 9% de Ratinho Jr., 5,9% de Romeu Zema e 5,9% de Ronaldo Caiado.

A pesquisa CNT apresenta um último cenário com o presidente Lula, desta vez com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro como a candidata principal da direita. Os entrevistados escolheram desta forma os seus candidatos: Lula (31,2%), Michelle Bolsonaro (20,4%), Ciro Gomes (12,5%), Ratinho Jr. (7,7%), Romeu Zema (5,2%) e Ronaldo Caiado (5,1%).

Os entrevistados também opinaram em relação a cenários sem a presença do presidente Lula e do ex-presidente Jair Bolsonaro. No primeiro recorte sem os dois líderes, Ciro Gomes aparece como primeiro colocado, com 19,5%. Logo depois aparecem Tarcísio de Freitas (18%), Fernando Haddad (16,4%), Ratinho Jr. (10,7%), Ronaldo Caiado (5,2%) e Romeu Zema (4,2%).

O segundo cenário sem Lula e Bolsonaro é liderado por Michelle Bolsonaro, com 19,8%. Logo depois da ex-primeira-dama aparecem Ciro Gomes (19,1%), Fernando Haddad (16,9%), Ratinho Jr. (10,1%), Ronaldo Caiado (6%) e Romeu Zema (5,5%).

Para um eventual segundo turno, a pesquisa CNT/MDA apresentou quatro cenários. Confira abaixo os resultados:
1 - Jair Bolsonaro 43,9% x 41,4% Lula
2 - Lula 41,1% x 40,4% Tarcísio de Freitas
3 - Jair Bolsonaro 43,9% x 38,4% Fernando Haddad
4 - Tarcísio de Freitas 39% x 37% Fernando Haddad
Na preferência para o próximo presidente, observou-se na pesquisa um empate triplo entre correntes: 33% preferem candidato alinhado a Bolsonaro, 31% optam por candidato ligado a Lula e 31% buscam alternativa não associada a esses grupos políticos.
A pesquisa CNT/MDA foi realizada de 7 a 11.jun.2025, com 2.002 entrevistas em 475 municípios de todas as regiões do país. O nível de confiança é de 95%. A margem de erro é de 2,2%.
Pesquisa AtlasIntel divulgada nesta terça-feira (1º) revela que continua subindo a desaprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e que alguns de seus adversários já aparecem à frente em eventual cenário de disputa para as eleições de 2026.
Em relação à avaliação do governo, o presidente Lula viu sua desaprovação subir de 53% na pesquisa de fevereiro para 53,6% agora no final de março. Já a aprovação caiu dos 45,7% registrados na última pesquisa para 44,9% nesta mais recente.
O levantamento mostra que, quando perguntados sobre a avaliação do governo, 49,6% dos entrevistados avaliaram a gestão como ruim/péssima, enquanto 37,4% disseram ser ótima/boa. Na pesquisa de fevereiro, 50,8% avaliaram o governo como ruim/péssimo, enquanto 37,6% disseram ser ótimo/bom.
O Instituto AtlasIntel também fez simulações de cenários de segundo turno para as eleições presidenciais de 2026. Foram pesquisadas seis disputas em segundo turno envolvendo Lula e outros postulantes, e em três delas o presidente ganhou, e em outras três perdeu.
Lula ganharia em um segundo turno do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (47% a 37%); do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (46% a 36%); e do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (44% a 25%).
De outro lado, o presidente Lula perderia as eleições em disputa contra Jair Bolsonaro (46% a 48%); contra o ex-candidato a prefeito Pablo Marçal (46% a 51%); e contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (46% a 47%).
A pesquisa foi realizada pela Latam Pulse, Bloomberg e AtlasIntel. Os dados foram coletados de 20 a 24 de março de 2025, em formulários on-line aleatórios. Foram entrevistadas 4.659 pessoas. A margem de erro é de 1% e o intervalo de confiança é de 95%.
Apesar do aumento acelerado na desaprovação ao seu governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continua sendo o candidato mais forte para as eleições de 2026, mesmo nas simulações contra seu principal oponente, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Foi o que constatou a pesquisa CNT/MDA divulgada nesta terça-feira (25).
No registro espontâneo, quando os entrevistados dizem o nome de sua preferência sem a apresentação de listas, o presidente Lula aparece com 23,5%, enquanto Bolsonaro registra um total de 19,6%. A pesquisa mostra que Jair Bolsonaro consegue manter seu capital eleitoral mesmo estando inelegível e juridicamente fora da disputa de 2026.
Além dos dois mais citados, aparecem ainda na lista dos preferidos para se eleger presidente o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 1,8%, seguido do coach e ex-candidato a prefeito de São Paulo, Pablo Marçal (PRTB), que registrou 0,9%. O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), responsável pelo vídeo sobre mudanças no Pix que teve mais de 300 milhões de visualizações no início deste ano, empatou com Marçal na pesquisa espontânea, com 0,9%.
O quinto lugar nas menções espontâneas foi conquistado pelo ex-candidato Ciro Gomes (PDT), que teve 0,8% das intenções de voto. Outros candidatos alcançaram 3,8%, e brancos e nulos tiveram 7,8%. Já a quantidade de entrevistados que se disse indeciso alcançou o total de 40,8%.
No cenário estimulado, com a apresentação de nomes para os entrevistados, Lula e Bolsonaro estão praticamente empatados, com 30,3% e 30,1% respectivamente. Logo depois aparece Ciro Gomes, com 9,8%, seguido de Pablo Marçal com 6,7%, Ronaldo Caiado com 3,5% e Romeu Zema com 2,7%.
Em outro cenário apresentado pela pesquisa, sem o nome de Jair Bolsonaro, Lula fica praticamente igual ao quadro anterior, alcançando 30,4%. Logo depois aparecem Ciro Gomes com 14,3%, Tarcísio de Freitas com 14%, Pablo Marçal com 13,2%, e por fim Romeu Zema e Ronaldo Caiado com 3,9%.
No terceiro cenário montado pela pesquisa, em que é incluído o nome do deputado Eduardo Bolsonaro na disputa, o presidente Lula consegue um resultado melhor na liderança e alcança 31,1%. No segundo lugar aparece Ciro Gomes com 13,2%, seguido de Eduardo Bolsonaro com 13,1%, Pablo Marçal com 11,9%, e por último Ronaldo Caiado e Romeu Zema empatados com 5,9%.
O último cenário traçado pela pesquisa CNT/MDA retira o nome de Lula e coloca o ministro Fernando Haddad, da Fazenda, como o candidato da esquerda. Nesse cenário, Ciro Gomes ficaria em primeiro com 19,7%, seguido de Haddad com 16,2%, Tarcísio de Freitas com 14,4%, Pablo Marçal com 14%, Caiado com 5,4% e Romeu Zema em último com 4,5%.
Nas simulações de segundo turno, Bolsonaro ganha de Lula por 43,4% a 41,6%. Em disputa com o governador Tarcísio de Freitas, Lula ganharia de 41,2% a 40,7%. Já em uma eventual briga entre Bolsonaro e o ministro Haddad, o ex-presidente teria vantagem e ganharia por 43,1% a 39,4%. Por fim, em uma simulação que coloca Tarcísio contra Haddad, o governador venceria o ministro por 38,3% a 37,3%.
A pesquisa CNT/MDA foi realizada com dados coletados de 19 a 23 de fevereiro, um dia após as denúncias da PGR contra Bolsonaro e outras 33 pessoas. Foram 2002 entrevistas, por meio de coleta presencial e domiciliar distribuídas em 137 municípios, com margem de erro de 2,2%.
Contando com a presença no plenário dos governadores de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), foi aprovado no Senado, na noite desta terça-feira (17), o PLP 121/2024, que institui o Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), destinado a promover a revisão dos termos das dívidas dos Estados e do Distrito Federal com a União. O projeto foi aprovado com 72 votos a favor e nenhum contrário, e agora segue para a sanção presidencial.
Após ter sido aprovado na semana passada pela Câmara dos Deputados, o projeto recebeu novas modificações pelo relator no Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). O projeto é de autoria do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que durante a sessão recebeu elogios de diversos senadores pelo empenho pessoal para a aprovação da proposta nas duas casas do Congresso Nacional.
Ao final da votação do projeto, o senador Rodrigo Pacheco fez um agradecimento especial ao presidente Lula, destacando o apoio que ele deu à negociação que permitiu a sua aprovação.
"Um agradecimento especial na pessoa de alguém com quem eu conversei, e que se dirigindo a mim, olhando nos meus olhos, disse que esse projeto seria concretizado, e que daria solução ao problema da dívida federativa dos estados, que é o presidente Lula. Ele foi fundamental para que se desse tranquilidade e para que todos pudessem votar. Não importa se é de oposição ou de situação, o apoio do governo a este projeto, especialmente do presidente Lula, é algo que como chefe do Poder Legislativo, não posso deixar de reconhecer", disse Rodrigo Pacheco.
Pelo texto aprovado no Senado, os estados terão até 31 de dezembro de 2025 para solicitar adesão ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag). Após a adesão homologada e a dívida consolidada, poderão optar por pagar uma entrada para reduzir os juros reais incidentes, combinando diferentes obrigações. Em todos os casos, haverá correção monetária pelo IPCA.
O texto do PLP 121/2024 flexibiliza as opções para a quitação da dívida dos estados junto à União, como venda de empresas e bens móveis e imóveis, e possibilita a redução dos juros que incidem sobre os débitos. Além disso, a proposição permite o pagamento da dívida estadual em até 30 anos.
Atualmente, a dívida dos estados está em níveis próximos a R$ 1 trilhão, só que mais de 80% desse montante está concentrado em quatro entes federativos: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Desde o ano passado, os governadores estão buscando melhores condições de pagamento dos compromissos, que têm incidência de juros de IPCA + 4% ou Selic, o que for menor.
A proposta original do governo previa que a redução dos juros seria atrelada a investimentos em educação profissionalizante. De acordo com o projeto, a taxa atual - IPCA + 4% ao ano - é reduzida para IPCA + 2% ao ano, podendo haver diminuição adicional dos juros reais, caso sejam cumpridos determinados requisitos de investimentos para todos os estados.
Pelo texto aprovado na noite desta terça, caso o estado não tenha ativos para entregar, poderão dividir igualmente o montante relativo aos juros entre o fundo de equalização e os investimentos no próprio estado. O relator também garantiu no projeto que serão fixadas metas anuais de desempenho em educação profissional técnica de nível médio para os estados que fizerem parte do Propag.
Entre as mudanças feitas pelo senador Davi Alcolumbre no texto que retornou da Câmara, foi retirado da proposta o dispositivo que permitiria ao Poder Executivo realizar o pagamento de despesas se o Projeto de Lei Orçamentário Anual (PLOA) não for aprovado e publicado até o dia 1º de janeiro de cada ano. O dispositivo foi incluído na proposta pela Câmara na semana passada, considerando o temor de não aprovação das leis orçamentárias ainda neste ano.
O texto estabelecia que, se o Orçamento não for aprovado e publicado a tempo, o governo poderá executar a programação contida na proposta para garantir a continuidade de despesas essenciais, como gastos com obrigações constitucionais ou legais, serviço da dívida e demais despesas previstas na LDO daquele ano.
Derrotado no apoio a candidatos no primeiro e no segundo turno em Belo Horizonte, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), elevou o tom de suas críticas ao governo federal, ao presidente Lula e ao PT nesta primeira semana após o encerramento das eleições. Além das críticas, Zema fez questão de não comparecer à reunião de governadores convocada por Lula para discutir o tema da segurança pública, e que aconteceu nesta quinta-feira (31).
Zema, que é citado como um dos possíveis candidatos a presidente da República entre os partidos de direita, recusou convite do presidente Lula para participar da reunião com outros governadores de estado, e enviou em seu lugar o secretário-adjunto de Segurança Pública de Minas Gerais, Edgard Estevo. A justificativa do mineiro, conforme ofício enviado ao Palácio do Planalto, foi que não houve resposta "satisfatória" do governo a pontos apresentados por governadores do Consórcio de Integração Sul Sudeste (Cosud) que, segundo eles, precisariam ser revistos na área da segurança.
"Sem esse instrumento, a reunião corre o risco de ser apenas um momento para discursos políticos, sem abertura para uma construção conjunta em busca de um consenso", disse Zema no ofício.
Antes de recusar o convite, o governador de Minas Gerais passou a postar nos últimos dias uma série de críticas ao governo e a lideranças petistas. Em postagem recente nas redes sociais, após a anulação de condenações na Lava-jato do ex-deputado José Dirceu (PT) pelo ministro Gilmar Mendes, Zema disse que a decisão enfraquece a luta pela democracia.
"O crime compensa no Brasil? José Dirceu, ex-ministro do PT, condenado por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa, teve suas condenações anuladas. Mais uma decisão que desrespeita a sociedade e enfraquece a luta contra a impunidade", afirmou o governador.
Romeu Zema também fez postagens nas redes sociais para reclamar da recriação do DPVAT (Danos Pessoais por Veículos Automotores Terrestres). O DPVAT voltará a ser cobrado em 2025 com o nome de Seguro Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidentes de Trânsito (SPVAT).
"Mais essa taxa do governo federal. No que depender de mim, em Minas essa conta não cairá nas costas dos mineiros", disse o mineiro na postagem. "Ele sempre foi um seguro imposto, não um seguro, e que só serve para enriquecer amigos dos poderosos que no passado ganharam milhões com esse pagamento", completou.
Entre os presidenciáveis que têm tido o seu nome colocado como opção para concorrer na próxima eleição, Romeu Zema foi o que teve pior resultado nestas eleições municipais. No primeiro turno o governador apoiou Mauro Tramonte (Republicanos) na disputa pela Prefeitura de Belo Horizonte, candidato que terminou em terceiro lugar. Já no segundo turno o apoio de Zema foi ao deputado estadual de direita Bruno Engler (PL), que perdeu para o atual prefeito Fuad Noman (PSD).
Ao contrário de Zema, outros três presidenciáveis obtiveram vitórias nas capitais dos estados que governam. Ratinho Jr (PSD), por exemplo, venceu a disputa em Curitiba com seu candidato Eduardo Pimentel (PSD). Já Ronaldo Caiado se esforçou pessoalmente pela vitória do ex-deputado Sandro Mabel (União) em Goiânia, derrotando o candidato do ex-presidente Jair Bolsonaro. Por fim, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, venceu na capital paulistana com a reeleição do atual prefeito Ricardo Nunes (MDB-SP).
Ronaldo Caiado, além de derrotar Bolsonaro em seu estado, compareceu à reunião convocada pelo presidente Lula, e fez críticas a algumas das ideias apresentadas pelo governo sobre segurança pública. O governador goiano criticou a PEC apresentada pelo ministro da Justiça, Ricardo Lewandolwski, chamou-a de inadmissível, e defendeu maior autonomia para estados legislarem sobre temas penais.
"Faça a PEC, transfira a cada governador a prerrogativa de legislar sobre aquilo que é legislação penal e penitenciária. Vocês vão ver. Na hora que eu botei regra na penitenciária de Goiás, o crime acabou", disse Caiado.
Assim como Caiado, outro governador que tem seu nome colocado como possível candidato em 2026, Tarcísio de Freitas, compareceu à reunião com Lula. Tarcísio também fez críticas à PEC, mas em tom moderado. Já o governador Ratinho Jr., assim como Zema, não compareceu ao encontro.
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), não descartou a possibilidade de concorrer como vice em uma chapa presidencial nas eleições de 2026.
“Não ligo de ser vice, o que eu quero é participar”, disse Zema. “O que eu quero é fazer parte para mudar o Brasil”, acrescentou. A declaração foi dada a jornalistas na segunda-feira (24).
Segundo Zema, os governadores de centro-direita estão buscando um nome para concorrer à presidência nas próximas eleições gerais. Na avaliação do governador, a união desse grupo será responsável por apresentar uma alternativa para a direita brasileira.
Principal representante da direita, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está inelegível até 2030, por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A pré-candidata a prefeita de Paulo Afonso, Onilde Carvalho, teve um encontro com o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, no último sábado (15), durante o “Encontro de Dirigentes e Mandatários 2024” do Partido Novo.
No encontro, ficou combinado de que Zema visitaria a cidade de Paulo Afonso, em julho, para prestigiar a pré-campanha de Onilde Carvalho a prefeita do município. A data da visita ainda será definida.
Durante o evento, Onilde enfatizou a importância de Rema para o estado de Minas Gerais. “Romeu Zema, no primeiro ano à frente do governo de Minas Gerais, foi responsável por criar mais de 124 mil postos de trabalho entre os meses de janeiro e outubro de 2019, conforme apontaram os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia. Nesse mesmo período, cerca de R$ 50,2 bilhões foram trazidos em investimentos para o Estado de Minas Gerais”, disse Onilde Carvalho.
“Discutimos pontos importantes para melhorias e avanços da nossa cidade, como a geração de emprego e renda e o investimento de indústrias em Paulo Afonso. Com bons exemplos, podemos ir mais longe e transformar nossa cidade em umas das líderes na geração de emprego e renda na Bahia e no Brasil”, frisou Onilde Carvalho.
O prefeito Bruno Reis (União) parece ter virado a chave em relação às costuras políticas para a eleição municipal em Salvador. Com uma declaração em alto e bom som na noite desta segunda-feira (26), no Centro de Convenções, ele disparou: "Os adversários que se preparem, porque amanhã eu já começo a fazer política nessa cidade".
Agora, o prefeito pode adicionar mais um partido em sua prateleira de apoios pensando na corrida pela reeleição em outubro. Uma articulação nacional pode sacramentar a chegada do Novo, enterrando a pré-candidatura da legenda na capital baiana, com Luciana Buck. Ao Bahia Notícias, Bruno indicou que se encontrou com o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, em São Paulo. Além de Zema, um dos principais nomes da legenda, o presidente nacional do Novo, Eduardo Ribeiro, também estaria participando das tratativas.
Desde dezembro do ano passado, o Novo confirmou o nome da administradora Buck como pré-candidata. Questionada sobre a possibilidade de abandonar a candidatura e abraçar o grupo de Bruno Reis, Buck revelou ao Bahia Notícias que o Novo "sempre está aberto ao diálogo". "Nosso foco é privilegiar o cidadão, enxugar a máquina com um estado mais eficiente e defendemos a liberdade para empreender e viver", disse nesta terça (27).
Além disso, Luciana Buck disse que "toda conversa que caminhar nesta direção" interessa ao partido. "Até as convenções partidárias, é o momento das boas conversas que é o resultado da política feita de forma correta", finalizou a pré-candidata em contato com a reportagem.
O novo cenário surge na esteira do evento no Centro de Convenções e parece ter servido como divisor de águas para Bruno Reis. A noite de segunda foi marcada pelo ato de posse do secretário de governo de Salvador, Cacá Leão, no comando do PP municipal e dos novos dirigentes do PRD (Francisco Elde) e DC (Igor Dominguez) na capital.
Governadores do Nordeste compartilharam uma carta, neste domingo (6), criticando a entrevista que o Governador de Minas Gerais, Romeu Zema, deu ao jornal O Estado de S. Paulo incentivando uma frente Sul-sudeste contra o Nordeste.
A nota é assinada pelo governador da Paraíba, João Azevedo, que também preside o Consórcio Nordeste e representa os outros oito chefes de executivo estaduais da região.
“O governador de Minas Gerais, em entrevista publicada no jornal O Estado de São Paulo em 05 de agosto, demonstra uma leitura preocupante do Brasil. Ao defender o protagonismo do Sul e Sudeste, indica um movimento de tensionamento com o Norte e o Nordeste, sabidamente regiões que vem sendo penalizadas ao longo das últimas décadas dos projetos nacionais de desenvolvimento”, começou o comunicado.
Em seguida, a nota aponta que já passou da hora do Brasil enxergar o Nordeste como uma “região capaz de ser parte ativa do alavancamento do crescimento econômico do país e, assim, contribuir ativamente com a redução das desigualdades regionais, econômicas e sociais”.
“Indicar uma guerra entre regiões significa não apenas não compreender as desigualdades de um país de proporções continentais, mas, ao mesmo tempo, sugere querer mantê-las, mantendo, com isso, a mesma forma de governança que caracterizou essas desigualdades”.
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), está de malas prontas para se filiar ao PL, do ex-presidente Jair Bolsonaro. A informação foi confirmada após reunião do partido nesta quinta-feira (6), em Brasília. Agora, com a provável chegada de Zema, o PL terá representantes de peso nos três maiores colégios eleitorais do país: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
De acordo com o Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, interlocutores do PL apontam que o chefe do Executivo estadual é peça chave para a articulação bolsonarista no estado. Além disso, Zema é visto como um importante “ativo eleitoral”, caso Jair Bolsonaro continue inelegível até 2030, conforme decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Na manhã desta quinta-feira (6), o PL convocou uma reunião com as bancadas federais, estaduais e governadores do partido. Também participaram do encontro o ex-presidente Bolsonaro; o presidente da legenda, Valdemar Costa Neto; e outros aliados, como Tarcísio de Freitas (Republicanos). Além de Zema, o governador de São Paulo também foi convidado a se filiar à sigla.
Segundo Costa Neto, o encontro foi marcado para debater temas de interesse do partido, como o posicionamento na votação da reforma tributária, em discussão no plenário da Câmara, e os próximos passos após a condenação de Bolsonaro pelo TSE.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.