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roger waters
Em vídeo divulgado nas redes sociais nesta terça-feira (20), o músico britânico Roger Waters, fundador da banda Pink Floyd, manifestando seu apoio à candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e fez duras críticas ao senador Flávio Bolsonaro (PL).
O músico disse no vídeo que adora o Brasil, que conheceu Lula e que ele “é um homem que trabalhou por você a vida toda e deveria continuar trabalhando”. Waters incentivou os brasileiros a votarem no líder petista e pediu que haja um forte comparecimento nas urnas no próximo domingo (25).
“Se você tem uma avó que não consegue levantar de uma cadeira para ir votar, a carregue, a coloque num burro, num carro, e leve ela pra uma seção eleitoral e vote, vote, vote! Só você pode salvar o Brasil dos gangsters que querem ser presidente”, afirmou.
Em relação ao senador Flávio Bolsonaro, Roger Waters falou dos vínculos do candidato do PL com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O músico também criticou o ex-presidente Jair Bolsonaro, chamando-o de “asshole”, ou “babaca”.
“[Flávio] Bolsonaro, filho de um babaca, ele mesmo é um babaca. Ele vem de uma longa linhagem de babacas, está em conluio com os EUA e querem roubar tudo o que vocês têm no Brasil. Não apenas a Floresta Amazônica, mas também os minerais e outras coisas”, disse.
Waters ainda citou a vereadora carioca Marielle Franco, assassinada em 2018 pelos milicianos Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz. O músico fez uma vinculação entre o assassinato com o candidato Flávio Bolsonaro.
“Eles mataram minha amiga Marielle Franco. Eles assassinaram ela. Vocês se lembram disso? Eu me lembro, eu nunca vou me esquecer. Por Marielle Franco, vá e vote no domingo. Vote em Lula”, declarou Roger Waters.
O músico Roger Waters enviou uma carta para Milton Nascimento na tentativa de convencer o artista brasileiro a cancelar um show em Israel, neste domingo (30).
Com a negativa, o ex-vocalista do Pink Floyd escreveu outra e enviou ao movimento de Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS), campanha global a favor de sansões ao estado de Israel com o objetivo de garantir direitos dos palestinos. Na publicação, ele diz ter enviado a carta ao cantor brasileiro, mas que não obteve resposta.
Esta semana, em Portugal, o BDS chegou a protestar em frente ao local onde Milton se apresentava, pedindo que ele cancelasse o show em Tel Aviv.
“Quando estive no Brasil no ano passado, fui apresentado ao lendário músico brasileiro Milton Nascimento, e bebemos algumas belas cachaças juntos. Quando li que ele estava planejando cruzar a linha de piquete do movimento de Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS), para se apresentar em Tel Aviv, fiquei chocado. Eu escrevi para Milton pedindo uma oportunidade de falar com ele. Nem ele nem ninguém de sua equipe me respondeu”, escreveu Waters, dizendo estar com peso no coração. “Eu queria falar com Milton sobre amor, morte e música. Amor por todos os nossos irmãos e irmãs em todo o mundo, independentemente de sua religião, ou etnia, ou nacionalidade, mas particularmente pelos palestinos e palestinas que buscaram artistas em todo o mundo para pedir ajuda, através de sua recusa em lavar a imagem do Estado de apartheid israelense, não se apresentando por lá”, acrescentou o músico e ativista.
“Eu queria falar com Milton sobre morte. Eu queria perguntar a ele se ele tem filhos, e como ele se sentiria enterrando um deles após um abate casual perpetrado por um exército de ocupação. Eu queria falar com ele sobre música, e sua profunda obrigação moral como eminente músico de evitar que sua música seja utilizada para lavar o apartheid com arte. Milton escolheu caminhar pelo outro lado, ignorando o que Angela Davis chama de indivisibilidade da justiça. Que pena”, concluiu Roger Waters.
O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) arquivou, nesta quinta (13), por unanimidade, uma ação de Jair Bolsonaro (PSL) contra a chapa de Fernando Haddad (PT), na qual acusava o adversário de suposto abuso econômico por causa das mensagens de protesto exibidas nos shows de Roger Waters no Brasil (clique aqui e saiba mais).
De acordo com informações da Folha de S. Paulo, a campanha do presidente eleito alegou que as apresentações foram realizadas com dinheiro público – a informação foi aventada pelo ministro da Cultura Sérgio Sá Leitão e depois negada pela própria pasta - e ajuizou a ação de investigação eleitoral para apurar as manifestações do ex-músico do Pink Floyd, que projetou no cenário dos shows a hashtag #EleNão e incluiu o nome de Bolsonaro em uma lista de líderes mundiais fascistas.
“A eficácia de uma mensagem de cunho eleitoral, transmitida em um show artístico, por um artista mundialmente admirado, para um público que equivale à população de cidades e países, é gigantesca, reverbera para além do espaço em que se realizou o show, pois alcança mídia e redes sociais, produzindo poderoso impacto no processo de formação do juízo do eleitor quanto ao pleito presidencial 2018”, defenderam os advogados de Bolsonaro.
O corregedor da Justiça Eleitoral, ministro Jorge Mussi, relator da ação, no entanto, afirmou que “não há prova de conluio” entre Haddad, Roger Waters e a empresa T4F, que produziu os shows no Brasil. Para sustentar seu voto ele destacou que os contratos foram fechados muito antes da campanha eleitoral e que foi comprovado que não houve destinação de dinheiro público para as apresentações. “Inexiste prova que permita atestar que a turnê tenha prejudicado a imagem e a campanha de Jair Bolsonaro”, defendeu o ministro, destacando que é de conhecimento público que o artista tem se manifestado politicamente ao longo de sua carreira.
Fundador do Pink Floyd, Roger Waters fez mais um protesto contra o candidato Jair Bolsonaro (PSL) durante apresentação de seu show em Curitiba na noite deste sábado (27). Arriscando ser preso, por propaganda político-eleitoral depois das 22h, o artista usou 30 segundos antes do horário limite para novamente se manifestar contra o candidato da direita.
Segundo o portal UOL, as luzes do estádio Couto Pereira, onde estava sendo realizado a apresentação se apagou por volta das 21:58 e foi exibido em um telão um discurso de caráter antifascista.
O nome do candidato do PSL foi coberto, no entanto, parte do público presente gritou palavras em protesto como “censura” e “ele não”.
Confira:
ROGER WATERS AGORA A POUCO EM CURITIBA pic.twitter.com/Rkut0nv1TQ
— cinzas do pedrinho ???? (@goldyeee) 28 de outubro de 2018
O cantor Roger Waters, ex-integrante do Pink Floyd, quer visitar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na prisão, no domingo (28), antes de ir embora do Brasil.
De acordo com informações da colunista do site Folha de S. Paulo Mônica Bergamo, Waters entrou com um pedido na Justiça para conhecer Lula na superintendência da Polícia Federal, em Curitiba.
Os advogados responsáveis pela petição alegam que o artista é uma personalidade de reputação mundial na defesa de direitos humanos e citam as “Regras de Mandela”, tratado adotado pela Organização das Nações Unidas (ONU).
Os shows apresentados pelo músico britânico foram marcados por diversas ações de protestos. Roger chegou a associar o nome do candidato à Presidência Jair Bolsonaro ao “novo facismo” e exibiu a hashtag Ele Não, usada em manifestações contra a eleição de Bolsonaro.
Em passagem pelo Brasil, Jonathan Wilson (guitarra), Joey Waronker (bateria) e Gus Seyffert (baixo), músicos de Roger Waters, farão uma parceria com Milton Nascimento. De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, os artistas procuraram o cantor e compositor mineiro para regravar junto com ele a música “Tema dos Deuses”, de 1973. Ainda segundo a publicação, os músicos vão viajar para Juiz de Fora (MG), cidade onde vive Milton, no dia 26 de outubro, depois do show de Roger Waters no Rio de Janeiro.
Antes das manifestações políticas de Roger Waters contra Jair Bolsonaro (PSL), em sua passagem pelo Brasil, o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, criticou este tipo de ação. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, ele contou que foi ao show do ex-Pink Floyd em São Paulo e chegou a conversar com o empresário do músico. "Confesso que, pensando como público, como fã, eu estou de saco cheio. A gente não consegue mais ir a um show ou ver um filme sem que haja algum tipo de manifestação política. Muitas pessoas estão com essa sensação", avaliou o ministro. "A arte é transformadora inclusive em um grau maior do que a própria política. Eu sei que o Roger Waters é um artista politizado, discordo de algumas posturas mas adoro a música que ele faz. Eu conhecia o empresário e ele me chamou. Ficamos batendo papo antes do show e ele me disse que Waters iria falar sobre a eleição. Aí, me fez perguntas e eu disse que seria uma celeuma porque a sociedade estava muito dividida. Mas saí do show com a impressão de que era exatamente isso o que o Roger Waters queria", acrescentou Sá Leitão, dizendo ainda não ter “essa visão apocalíptica” de um governo de Bolsonaro.
“Aos 51 anos, já vi muita coisa acontecer desde o final do regime militar. Acho que a democracia é muito sólida, temos instituições consolidadas e um bom sistema de pesos e contrapesos. Estou mais otimista, mas entendo o que você disse no que diz respeito a Jair Bolsonaro não fazer menção à cultura. As falas dele até agora foram muito poucas. Mas acredito que, ao se sentar na cadeira, se vencer as eleições, e tomar conhecimento do que é o MinC, das políticas, dos programas e das ações, vai reconhecer a importância da área”, disse Sá Leitão, contando que existem pessoas próximas ao candidato que tem buscado diálogo, como o empresário carioca Paulo Marinho e Flávio Bolsonaro, filho do presidenciável, com quem disse ter falado algumas vezes.
Após passar por São Paulo e Brasília, Roger Waters chegou a Salvador com sua nova turnê nesta quarta-feira (17), na Arena Fonte Nova. No repertório, sucessos de sua trajetória no Pink Floyd, além de músicas de sua carreira solo. Entre as canções, "Breathe", "Welcome to the Machine", "The Last Refugee", "Picture That", "Eclipse", "Money" e "Pigs".
Roger Waters passou mensagem de resistência:
Como nas demais capitais brasileiras, o cantor inseriu o ativismo, emocionando o público de cerca de 30 mil pessoas com uma homenagem ao Mestre Moa do Katendê, artista baiano assassinado com 12 facadas durante uma discussão política (clique aqui). Neste momento, Waters pediu paz e chegou a chorar em cima do palco. O público reagiu com aplausos e gritos de “#EleNão”, em protesto contra Jair Bolsonaro (PSL).

Telão mostra líderes neo-fascistas no mundo | Foto: Lara Teixeira / Bahia Notícias
Ainda no campo da politização, o músico trouxe à capital baiana o polêmico telão de LED com imagens em defesa dos direitos humanos, que foi vaiado em outras capitais, quando mostrou uma lista de líderes neo-fascistas pelo mundo, incluindo Bolsonaro. Em Salvador, o manifesto que cita nomes como Donald Trump (EUA), Vladimir Putin (Rússia) e Marine Le Pen (França), teve uma tarja com o texto "Ponto de vista político censurado" onde antes era mostrado o nome do candidato brasileiro.
Após Roger Waters incluir o presidenciável Jair Bolsonaro entre líderes neo-fascistas a serem combatidos no mundo e aderir à campanha do “Ele Não” em seus shows no Brasil, a produção de Shakira recomendou cautela à cantora colombiana em sua passagem pelo país. Segundo informações da coluna assinada por Ancelmo Gois no jornal O Globo, a equipe orientou a artista a não se envolver com a eleição brasileira. Embaixadora da Boa Vontade do Fundo da ONU para a Infância (Unicef) e conhecida por ativismo pelos direitos humanos, Shakira se apresenta neste domingo (21), em São Paulo, e 23 de outubro, em Porto Alegre.
Os fãs do astro Roger Waters que decidiram ficar em Salvador durante o feriado desta sexta-feira (12), terão a chance de ganhar um ingresso para o show do ex-baixista do grupo Pink Floyd, que se apresenta na quarta-feira (17), na Itaipava Arena Fonte Nova.
A T4F, produtora responsável pela turnê no Brasil, preparou uma surpresa para os fãs baianos do artista. Serão espalhados 100 prismas por Salvador, na madrugada desta sexta-feira. Os fãs que encontrarem um dos primas ganhará um par de ingressos para o show de Waters.
Para saber em que locais os primas foram colocados, o público deverá acompanhar as redes sociais da empresa T4F, e conferir um mapa com a localização de cada um deles.
Roger Waters, o ex-baixista da banda Pink Floyd, irá se apresentar sua turnê “Roger Waters – Us + Them” no dia 17 de outubro, em Salvador. O show contará com a participação de crianças do Projeto Axé.
Durante a música “Another brick in the wall”, 12 crianças baianas que fazem parte da instituição irão realizar uma apresentação especial.
O cantor irá tocar no repertório do seu show músicas clássicas do Pink Floyd com canções de seu disco mais recente “Is This The Life we Really Want?”, lançado em junho e que tece críticas ao presidente dos Estados Unidos Donald Trump.
Roger Waters, ex-baixista da banda Pink Floyd, virá a Salvador em 2018. A apresentação acontece no dia 17 de outubro de 2018 na Arena Fonte Nova. Além desse show, Waters fará outros seis pelo Brasil no mesmo mês com a turnê Us+Them, que mescla músicas clássicas do Pink Floyd com canções de seu disco mais recente “Is This The Life we Really Want?”, lançado em junho e que tece críticas ao presidente dos Estados Unidos Donald Trump. Ainda não há informações sobre o preço dos ingressos e nem quando começam as vendas.
Com os escândalos de corrupção na política brasileira, o cenário do país tem chamado a atenção de personalidades da mídia internacional. O ex-baixista da banda Pink Floyd, Roger Waters, publicou em suas redes sociais uma imagem do presidente Michel Temer. “Essa é a vida que realmente queremos?”, questionou o músico na legenda, ao fazer alusão entre a política brasileira e o título do seu novo álbum ”Is This the Life We Really Want?”, que será lançado no dia 2 de julho. Nos comentários da publicação o artista recebeu apoio com respostas de “Fora Temer”, mas ainda houve quem criticasse dizendo que pessoas púbicas, como os artistas, não devem se posicionar politicamente. O músico costuma fazer protestos em suas apresentações. Segundo o jornal Folha de São Paulo, no ano passado, Waters transformou Donald Trump em um porco durante show realizado na Califórnia.

No documento, Waters agradece a resposta enviada por Caetano, destacando a importância do diálogo. "Obrigado por tomar seu tempo para responder minha carta. Diálogo é realmente importante. Eu vou responder aos pontos que você levantou. Temo que você possa estar vendo a política israelense com lentes cor-de-rosa. O fato é que por muitas décadas, desde a Nakba em 1948, as políticas coloniais e racistas de Israel têm devastado a vida de milhões de Palestinos", disse o músico, que faz ainda críticas ácidas às citações utilizadas por Caetano em sua resposta. "Em sua carta, você diz que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir acreditavam em Israel antes de morrer. Até pode ser, mas isso foi naquele tempo, talvez à época eles não soubessem, ou não compreendessem, a brutalidade da ocupação das terras palestinas e na subjugação de seu povo. No entanto, eu sei o seguinte, os assoalhos respingados de vinho e café do Café Flores e do Les Deux Magots hoje reverberariam com o som de Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir revirando-se em seus túmulos ao ouvirem seus nomes usados em vão e pregados ao mastro da ocupação e opressão do povo palestino", completou.
Waters questionou ainda o ativismo de Caetano, comparando a situação do povo palestino com a dos negros da África do Sul, durante o apartheid. "Caetano, se posso fazer uma pergunta, por que você não rejeitaria a cumplicidade com tamanha injustiça agora, assim como você certamente teria rejeitado o racismo branco contra a população negra da África do Sul, nos anos 80?", indagou o ex-integrante do Pink Floyd. "Não, Caetano, tocar em Tel Aviv não vai mover o governo israelense ou a maioria dos israelenses nem um centímetro, mas vai ser visto como a sua aprovação tácita ao status quo. Sua presença lá será usada como propaganda pela direita e proverá cobertura e apoio moral às políticas ultrajantemente racistas e ilegais do governo israelense", afirmou o músico. A carta tomou um tom ainda mais dramático."Eu imploro a você para não proceder com sua participação em Tel Aviv, em vez disso, tome a oportunidade de visitar Gaza e a Cisjordânia e ver por você mesmo o que Sartre e de Beauvoir nunca viveram para ver. Eu acredito que sua resolução de tocar em Tel Aviv se dissolverá em um mar de lágrimas e arrependimento", disse Waters.
Confira a carta completa.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Todo mundo vai poder dar o seu caneco".
Disse o candidato Flávio Bolsonaro, em entrevista para as redes sociais do influenciador Rico Melquíades, ao indicar que não irá perseguir homossexuais nem retirar direitos da comunidade LGBTQIA+. Segundo Flávio, as pessoas poderão “dar o caneco” à vontade em um eventual governo dele.