Artigos
Jabuti não sobe em árvore
Multimídia
Cezar Leite afirma que título a Flávio Bolsonaro sofreu ataques por causa das eleições
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
retrocesso
Em visita à sala de monitoramento do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026, neste domingo (8), em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva definiu a realização do exame como uma "guerra contra o retrocesso" e uma grande mobilização nacional em defesa da educação. Durante o evento, o chefe do Executivo ressaltou a relevância do ensino superior para a expansão de oportunidades profissionais, além da garantia de maior respeito e independência para os brasileiros.
Ao defender o acesso às universidades, Lula combateu discursos que desvalorizam o ensino superior e compartilhou reflexões pessoais. "Não é verdade que não vale a pena ter diploma universitário. Uma pessoa que não tem formação não é tratada com respeito. Eu já vivi isso na pele muitas vezes", afirmou.
O presidente celebrou o protagonismo das mulheres no Enem 2026, que representam 63,98% do total de inscritos. Das 5.051.345 candidaturas confirmadas, 3.232.013 pertencem a mulheres, enquanto os homens somam 36,02% do total, com 1.819.332 inscritos.
Para Lula, o acesso à educação funciona como um instrumento de emancipação feminina. "A educação para a mulher não é só pela profissão ou pelo salário. É por uma coisa chamada independência, é a conquista do direito de andar de cabeça erguida dentro e fora de casa", destacou.
A edição de 2026 atinge marcas inéditas de infraestrutura. É a primeira vez que o Enem supera a marca de 1.900 municípios com locais de aplicação, mobilizando 596.812 profissionais em todo o país.
O cronograma do exame está dividido em dois finais de semana. Neste domingo (8), primeiro dia de aplicação do exame, serão realizadas as provas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, Ciências Humanas e suas Tecnologias, e a redação. Já no próximo domingo (15), serão aplicadas as provas de Matemática e suas Tecnologias e Ciências da Natureza e suas Tecnologias.
A atriz Sonia Braga, que junto com a equipe protestou contra o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff no lançamento do filme “Aquarius” em Cannes, no ano de 2016 (clique aqui), criticou recentemente os rumos do Brasil
Em entrevista à coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, ela disse que o país já passou por “tanta coisa que o meu cabelo ficou branco”. Segundo Sonia Braga, que está no elenco de “Bacurau”, um dos filmes inscritos para tentar representar o Brasil no Oscar (clique aqui), “esse retrocesso é inaceitável". "Essas florestas queimadas não podem acontecer. Nem os indígenas serem massacrados”.
A artista lembrou ainda que na época do lançamento de “Aquarius”, a equipe “sentiu a necessidade de falar o que estava acontecendo no Brasil porque o mundo não estava sabendo”. “Não foi um protesto. Foi um alerta. Nós avisamos”, destacou.

"O oportunismo não engolirá a República", escreveu Alceu Valença nas redes sociais | Foto: Divulgação
O cantor e compositor pernambucano Alceu Valença também se manifestou na manhã desta segunda-feira (9), criticando as alianças políticas "feitas a partir de interesses os mais mesquinhos e sem qualquer pudor" e afirmando que "as guerras partidárias não podem inviabilzar uma Nação. O país se encontra parado, no caos. A reestruturação da nossa economia não passa necessariamente por um processo de impugnação de mandato, cujos fundamentos são questionáveis e o procedimento penoso".
Estamos vivendo tempos nebulosos, fantasmagóricos, onde a ética e o respeito às opiniões contrárias foram relegados a ú...
Posted by Alceu Valença on Quarta, 9 de dezembro de 2015
O autor da série “Sexo e as Negas”, Miguel Falabella, afirmou que as críticas ao programa é um “retrocesso”. A declaração foi feita ao Jornal Folha de São Paulo diante das críticas que a séria tem recebido, e os debates que tem sido promovido pelo site Blogueiras Negras. Atos contra o programa já tem sido convocado no Rio de Janeiro e São Paulo, pela campanha intitulada Boicote Nacional ao Programa "Sexo e as Negas". Falabella diz que as críticas "não têm poder de reflexão, então fica só uma gritaria, uma agressão gratuita, e aí, obviamente, fecha a porta". Para ele, diante dessa situação, o próximo roteirista pode desistir de produzir algo, devido ao trabalho e problema que dará. "O problema no Brasil é que o espaço da ficção está profundamente ameaçado", diz Falabella. "Estamos vivendo um momento gravíssimo. O espaço ficcional está ameaçado de forma brutal por esse extremismo", analisa. Para Djamila Ribeiro, que participou do primeiro vídeo do Blogueiras Negras, "quando grupos historicamente marginalizados reclamam, é óbvio que quem está numa posição de poder se incomoda". Djamile, que é mestranda em filosofia política, ainda diz que a exploração do corpo da mulher negra não é novo, e que sempre foi denunciado. Para Djamila, não adianta expor o problema se não pretende discuti-lo. Falabella questiona se está impedido de expor personagens racistas. “Então não existe? Não estou endeusando: eu preciso ter conflito. São regras básicas de dramaturgia, pô. Está feia a coisa. Está feia a coisa”, assevera. A séria foi inspirada no seriado americano “Sex and the City”, com quadros musicais, e retrata a vida de quatro jovens negras da Cidade Alta de Cordovil, bairro da zona norte do Rio.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.