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O Grêmio está em conversas para o interior de São Paulo se tornar a sua nova "sede" e acerta os últimos detalhes para retomar os seus treinamentos. De olho na volta às competições, o clube deve treinar em Atibaia, São Paulo, e vai mandar seus jogos no estádio Nabi Abi Chedid, do Red Bull Bragantino, em Bragança Paulista. O anúncio da decisão deve ser feito nesta quarta-feira (15).
Após os temporais que assolaram a cidade de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, o Tricolor Gaúcho e os outros clubes do estado paralizaram as disputas nas competições que disputam. A CBF, assim como a Conmebol, adiou as partidas que envolvem os times prejudicados. No caso da entidade brasileira, as equipes terão até 27 de maio para retornarem. Mesmo com a ideia de paralisação em pauta, os clubes seguem se movimentando para um retorno logo mais.
O primeiro confronto do Grêmio, na casa cedida pelo Bragantino, após a paralisação será no dia 29 de maio, contra o The Strongest, pela Copa Conmebol Libertadores. O Tricolor ficará sete partidas sem jogar em detrimento dos temporais do Rio Grande do Sul. O elenco segue sem treinar há quase doias semanas. O último jogo do clube foi contra o Operário, na 3ª fase da Copa do Brasil.
O time gaúcho, que não planejava deixar seu estado para seguir o calendário, se viu obrigado a observar novas possibilidades. Tudo indica que o primeito treino acontece nesta sexta-feira (17).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Paulo Henrique Rodrigues
"O Brasil demorou para fazer políticas para entender que essa grande qualidade artística do nosso povo, um povo criativo, preparado intelectualmente e artisticamente, culturalmente muito rico, poderia significar renda, emprego, geração de uma indústria cultural ou criativa".
Disse o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Henrique Rodrigues Pereira ao ressaltar o impacto da economia criativa e a necessidade de estruturar o setor no país. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, o ministro fez um balanço sobre a relação entre cultura e negócios, reconhecendo que o Brasil tardou a transformar seu potencial em força econômica.