Artigos
Sobre memória, esquecimento e a hora do voto
Multimídia
Diego Castro minimiza divergências entre Michelle e Flávio Bolsonaro: “Acontece nas melhores famílias”
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
retorno as atividades
O Grêmio está em conversas para o interior de São Paulo se tornar a sua nova "sede" e acerta os últimos detalhes para retomar os seus treinamentos. De olho na volta às competições, o clube deve treinar em Atibaia, São Paulo, e vai mandar seus jogos no estádio Nabi Abi Chedid, do Red Bull Bragantino, em Bragança Paulista. O anúncio da decisão deve ser feito nesta quarta-feira (15).
Após os temporais que assolaram a cidade de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, o Tricolor Gaúcho e os outros clubes do estado paralizaram as disputas nas competições que disputam. A CBF, assim como a Conmebol, adiou as partidas que envolvem os times prejudicados. No caso da entidade brasileira, as equipes terão até 27 de maio para retornarem. Mesmo com a ideia de paralisação em pauta, os clubes seguem se movimentando para um retorno logo mais.
O primeiro confronto do Grêmio, na casa cedida pelo Bragantino, após a paralisação será no dia 29 de maio, contra o The Strongest, pela Copa Conmebol Libertadores. O Tricolor ficará sete partidas sem jogar em detrimento dos temporais do Rio Grande do Sul. O elenco segue sem treinar há quase doias semanas. O último jogo do clube foi contra o Operário, na 3ª fase da Copa do Brasil.
O time gaúcho, que não planejava deixar seu estado para seguir o calendário, se viu obrigado a observar novas possibilidades. Tudo indica que o primeito treino acontece nesta sexta-feira (17).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
social X, antigo Twitter], dizendo que ele vai desobstruir, mas cada navio que ele desobstruir, que ele tirar do estreito, o dono do petróleo tem que pagar 20% para ele. Isso, antigamente, se chamava pirataria".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao fazer duras críticas nesta segunda-feira (13) à decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de cobrar uma taxa de 20% sobre a carga que passa pelo Estreito de Ormuz, qualificando a medida como "pirataria". O presidente republicano anunciou ainda que pretende restaurar o bloqueio naval contra navios iranianos.