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restricao de vestimentas
O presidente de Portugal, António José Seguro, promulgou nesta semana a lei que restringe o uso de peças que cubram ou dificultem a visualização do rosto em espaços públicos. A medida havia sido aprovada pela Assembleia da República em julho. A legislação não faz referência direta a religiões. O texto proíbe a utilização, em locais públicos, de roupas destinadas a “ocultar ou a obstaculizar a exibição do rosto”.
Quem descumprir a regra poderá receber multa entre € 150 e € 3 mil, valores que correspondem a aproximadamente R$ 900 e R$ 18 mil. A norma prevê exceções para situações relacionadas à saúde, trabalho, manifestações artísticas e condições climáticas. O uso também será permitido em locais de culto, missões diplomáticas e aeronaves.
A Presidência portuguesa afirmou que a decisão envolve uma questão de grande sensibilidade social e cultural. Entre os argumentos apresentados estão segurança, integração social e não discriminação de gênero. A proposta foi apresentada pelo partido Chega, de direita, com apoio do Partido Social Democrata (PSD), de centro-direita. Portugal passa a integrar um grupo de países europeus que adotaram restrições semelhantes.
A medida também provocou reação de partidos de esquerda e grupos progressistas portugueses. Segundo veículos locais, os críticos afirmam que a chamada “Lei da Burca” pode estimular islamofobia e discurso de ódio ao atingir vestimentas associadas à tradição islâmica.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Renan Santos
"O Flávio Bolsonaro já é o próximo presidente da república. O Bolsonaro já ganhou. Façam o que vocês quiserem aí. Não vou pedir para vocês votarem nem nulo, nem no fulano, nem no ciclano simplesmente porque não faz diferença".
Disse Renan Santos, candidato pelo partido Missão, em uma live na noite deste domingo (4), criticou a postura dos eleitores brasileiros, disse acreditar que o senador Flávio Bolsonaro (PL) será eleito presidente, afirmou que não vai apoiar ninguém no segundo turno e previu que o ex-presidente Jair Bolsonaro deve ser solto em um acordo do novo governo com o Supremo Tribunal Federal (STF).