Artigos
Pelo fim da escala 6x1 para que tempo seja direito, não privilégio
Multimídia
João Roma diz que todos, exceto Lula, devem apoiar ACM Neto no governo da Bahia
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
restaurante do mam
O governo da Bahia vai abrir um processo licitatório para conceder espaços do Museu de Arte Moderna (MAM) para a iniciativa privada. O Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC) detalhou que será feita a concessão onerosa de uma área de pouco mais de 630m² do restaurante, píer e atracadouro do local.
De acordo com o órgão, que é subordinado à Secretaria de Cultura (Secult), a concessão é para instalação e administração de um restaurante, além da operacionalização do atracadouro. Também estão previstas obras e ações de requalificação de uso. O tipo da concorrência é a de maior oferta e abertura da licitação será no dia 15 de janeiro de 2024.
A concessão já estava prevista depois que os equipamentos do MAM foram totalmente reformados em 2021. Os espaços passaram por uma atualização dentro da última etapa de reformas do MAM, que durou 14 meses e foi conduzida pela Secult. As obras ficaram a cargo da Secretaria de Turismo do Estado (Setur).
O MAM
Localizado no cartão postal chamado Solar do Unhão, o Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) é considerado o principal espaço para a arte contemporânea do estado e um dos mais importantes do país, por onde passa um público aproximado de 200 mil pessoas por ano. Exposições de artistas visuais consagrados do Brasil e exterior movimentam as cinco salas expositivas do museu. O museu conta ainda com uma galeria ao ar livre (o Parque das Esculturas) e uma sala de cinema. Sedia também eventos artísticos culturais de diferentes linguagens e possui um programa permanente de ações educativas.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ronaldo Mansur
"Uma coisa é o PT, outra coisa é o governo. É um governo de direita".
Disse o candidato ao governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) ao listar uma série de insatisfações com o Executivo baiano, citando o que classificou como uma "política de segurança que não existe", além de falhas na saúde e na educação. Sobre este último ponto, criticou a postura do governo estadual diante da recusa dos professores em aderir à aprovação automática nas escolas.