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O Chez Bernard, tradicional restaurante francês de Salvador, apresenta duas opções de menus executivos para quem busca uma experiência completa sem abrir mão da praticidade. O Menu du Jour é servido no almoço, enquanto o Menu du Soir chega à mesa no jantar, ambos com entrada, prato principal e sobremesa.
Disponível de terça a sexta-feira, o Menu du Jour custa R$ 115 por pessoa e reúne opções como o Linguine aux crevettes sauce gorgonzola, com camarão e molho de gorgonzola; o filé de peixe do dia com risoto de espinafre e molho velouté; o medalhão de filé mignon grelhado ao molho de vinho do Porto, acompanhado de mil-folhas de batata; e o risoto de beterraba com queijo de cabra, amêndoas e brotos frescos.
Para finalizar, as opções de sobremesa são o brownie com sorvete de parmesão e goiabada ou o éclair de baunilha com cobertura de chocolate.
Já o Menu du Soir, servido de segunda a quinta-feira por R$ 175, traz entre os pratos principais o filé mignon ao molho Diane, acompanhado de arroz negro, e o filé mignon ao molho Robert, servido com risoto de parmesão. O cardápio também inclui linguine de camarão ao molho de tomate e bisque e o risoto de beterraba com queijo de cabra.
Na sobremesa, o jantar pode ser encerrado com o Parfait de chocolat, com coração de baunilha e calda de chocolate, ou a Tarte aux fruits rouges, feita com frutas vermelhas, massa sucrée e merengue italiano.
Quem optar por um dos menus também pode aproveitar a taça de vinho promocional por R$ 28. O Chez Bernard oferece ainda serviço de manobrista para os clientes.
Com tradição desde 1963, a casa mantém uma proposta voltada à gastronomia francesa de inspiração clássica, em um ambiente com vista para a Baía de Todos-os-Santos. As reservas podem ser feitas pelo WhatsApp (71) 99911-1130.
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Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Eduardo Girão
“O Senado está totalmente prostrado. A gente vê uma comissão de ética que não foi instalada na legislatura do Davi Alcolumbre. A condução dele como presidente é uma tragédia anunciada, tanto é que eu votei contra ele. Não apenas isso, eu fui candidato contra ele até o final. Eu fico extremamente preocupado quando vejo o PL, por exemplo, que é um partido grande da oposição, apoiar o Alcolumbre e votar nele. Com a exceção do senador Marcos Pontes que se rebelou contra o próprio partido e foi até o final também. Eu tive quatro votos, o astronauta Marcos Pontes teve quatro votos, e o Davi nadou de braçada".
Disse o senador Eduardo Girão (Novo) ao fazer uma série de críticas à gestão do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União). Em entrevista à rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (14), o candidato a vice-presidente na chapa de Romeu Zema disse que a Comissão de Ética do Senado não tem funcionado e acusou Alcolumbre de engavetar pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).