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repelente
Alunos de uma escola estadual de Barreiras, no Extremo Oeste, desenvolvem um repelente à base de jatobá, planta encontrada no cerrado, bioma predominante na região. Bruna Santos e Victor Lopes, estudantes do Colégio Estadual Herculano Faria, iniciaram os estudos em busca de um potencial repelente a partir de extratos de jatobá, a fim de explorar a produção sustentável.
Elas são orientadas pela professora Aline Alves, e o estudo foi apresentado em uma feira de ciências da escola, com o intuito de valorizar o Cerrado. “Através de pesquisas, eles conheceram plantas do nosso bioma local e interessaram-se em estudar mais sobre o jatobá, uma planta significativa para a nossa região, em especial para Barreiras”, disse a docente.
Segundo a secretaria estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), a fabricação do produto foi pensada a partir de uma metodologia acessível, garantindo que a comercialização seja de baixo custo.
“Para a análise, preparamos extratos aquosos das folhas e frutos do jatobá. Já durante o teste de repelente, adaptamos a metodologia utilizando pedaços de alimentos pulverizados com extrato das folhas e extrato dos frutos, dispostos em diferentes ambientes do domicílio”, completa Aline.
Além de propriedades medicinais, a casca e as folhas do jatobá contêm substâncias como terpenos, taninos e glicosídeos, o que permite o uso do produto como fungicida e repelente contra algumas pragas agrícolas.
“O repelente pode ser utilizado de modo preventivo em comunidades rurais por pequenos produtores agrícolas, já que possui baixo custo e fácil manejo. O resultado disso é uma possível contribuição no direcionamento de medidas sustentáveis contra patologias causadas por insetos”, diz. Ainda em fase de desenvolvimento, a pesquisa estimula jovens cientistas a estudarem novas possibilidades de utilização.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Silvio Humberto
"Importa destacar que registros da própria Câmara Municipal de Salvador confirmam que a denunciante jamais integrou o quadro funcional do gabinete do vereador Silvio Humberto, nem de qualquer outro gabinete da Casa".
Disse o vereador de Salvador Silvio Humberto (PSB) após rebater as acusações da prática de “rachadinha” e negar todas as acusações. Em publicação nesta segunda-feira (27), a equipe do vereador apresentou um atestado da Câmara Municipal que comprova a ausência de vínculo com Ingrid da Silva de Jesus, a denunciante.