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Artigos

Bernardo Araújo
Os “meninus” do trio
Foto: Acervo pessoal

Os “meninus” do trio

A poucas semanas do início do Carnaval, sempre me pego pensando: qual será a polêmica de 2026? Porque, convenhamos, em Salvador, polêmica carnavalesca não é acidente — é tradição. Todos os anos, essa cidade vocacionada para os serviços e, sobretudo, para a economia criativa, se prepara para a maior festa do planeta. Pelo menos é assim que nós, baianos, gostamos de dizer, misturando exagero e orgulho na mesma dose.

Multimídia

Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador

Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
O secretário municipal de Desenvolvimento e Urbanismo, Sosthenes Macedo, afirmou, nesta segunda-feira (26) durante o Projeto prisma, Podcast do Bahia Notícias, que a Sedur vai priorizar eficiência, atração de investimentos e desenvolvimento urbano com impacto social, mesmo diante das críticas da oposição sobre espigões e áreas verdes em Salvador.

Entrevistas

Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”

Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
Foto: Fernando Vivas/GOVBA
Florence foi eleito a Câmara dos Deputados pela primeira vez em 2010, tendo assumido quatro legislaturas em Brasília, desde então.

refinaria mataripe

Moradores bloqueiam pista em protesto contra Acelen entre Candeias e Madre de Deus
Foto: Reprodução / Redes Sociais

Moradores da localidade do Socorro bloquearam parcialmente a BA-522 na manhã desta sexta-feira (30), entre Candeias e Madre de Deus, na Região Metropolitana de Salvador (RMS).

 

 

O grupo protesta contra a Acelen, empresa de energia responsável pela gestão da Refinaria de Mataripe [antiga Landulpho Alves], em São Francisco do Conde, privatizada em 2021

 

Conforme o Jornal Candeias, a mobilização ocorreu porque os moradores afirmam que a empresa estaria tentando retirá-los das residências deles.

 

Durante o protesto, manifestantes exibiram cartazes com críticas à Acelen e solicitaram a intervenção do Governo do Estado. O protesto provocou lentidão no tráfego de veículos na região.

 

OUTRO LADO
Em nota, a Acelen alegou que a reintegração de posses foi autorizada pela Justiça, a partir da "constatação de impactos ambientais, como a supressão de vegetação, e de riscos à segurança operacional". 

 

A empresa disse ainda que mantém diálogo e transparência com a comunidade e realizou mapeamento e diagnóstico socioambiental com o apoio de consultoria externa, "conduzidos de forma humanizada e respeitosa, com o objetivo de identificar o perfil dos ocupantes e estabelecer as tratativas mais adequadas para cada situação".

 

Ainda no comunicado, a empresa declarou que "reforça seu compromisso com a legalidade, a segurança e a proteção ambiental, garantindo que todas as ações sejam conduzidas em estrita conformidade com as determinações do Poder Judiciário e em alinhamento com as autoridades locais", finalizou. (Atualizado às 9h38)

Princípio de incêndio atinge refinaria de Mataripe; causas estão sob investigação
Foto: Reprodução

Um princípio de incêndio foi registrado na Refinaria de Mataripe, em São Francisco do Conde, região metropolitana de Salvador, na manhã desta quinta-feira (5). Imagens compartilhadas mostram chamas sendo combatidas com jatos de água, enquanto uma fumaça cinzenta se espalhava no local.

 

A Acelen, empresa responsável pela refinaria, informou em nota que o foco de incêndio ocorreu em uma das unidades de produção e foi rapidamente controlado pela equipe interna de segurança industrial. Segundo a empresa, não houve impactos às pessoas, ao meio ambiente ou à produção.

 

"A Refinaria de Mataripe identificou um foco de incêndio em uma de suas unidades de produção, na manhã de hoje (05/12), que foi imediatamente controlado pela equipe interna de segurança industrial, sem impacto às pessoas, ao meio ambiente ou à produção. A causa está sendo investigada", disse a refinaria.

Após se desvincular de refinaria de Mataripe, Mubadala planeja investir em biorrefinaria na Bahia no valor de US$ 3 bi
Foto: Imagem Ilustrativa. Reprodução Petrobras

O Mubadala Capital planeja e está com esforços voltados para investir em um projeto da biorrefinaria na Bahia, com a pretensão de ser o principal acionista, mas não o único. Segundo publicação da BP Money, parceiro do Bahia Notícias, a entidade já começou negociação com possíveis parceiros e investidores, incluindo estrangeiros para a produção do projeto. 

 

De acordo com interlocutores, o fundo já começou a construção de um centro de tecnologia e inovação na cidade de Montes Claros, e está comprando áreas em diferentes regiões do país na Bahia e em Minas Gerais. 

 

Além disso, a matéria-prima que será utilizado é a macaúba, uma planta típica do Cerrado brasileiro. Interlocutores apontaram também que a pedra fundamental da biorrefinaria será lançada até o final do próximo ano. 

 

A divisão de energia verde do Mubadala, Acelen Renováveis, garantiu uma quantia de R$ 250 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para o financiamento do centro. O BNDES foi procurado mas não respondeu até o fechamento desta edição, segundo o BP Money, via o Valor. 

 

Segundo fontes, a empresa negocia ainda com a Petrobras (PETR4) para se desvincular completamente da refinaria de Mataripe, que atualmente é operada pela Acelen. 

Petrobras teria “dificultado vida” do Mubadala em refinaria Mataripe; entenda
Foto: Agência Petrobras

O fundo de investimentos Mubadala, que comprou a refinaria Mataripe em 2021, teria sido pressionado e teria enfrentado dificuldades da Petrobras após a aquisição. De acordo com publicação do BP Money, parceiro do Bahia Notícias, após a compra, o Mubadala se viu em uma situação complexa no mercado brasileiro. 

 

Segundo a reportagem, o caso teria acontecido pela a refinaria ter uma espécie de “dependência da estatal”. A situação chega após a informação de que a estatal poderia comprar novamente a refinaria por completo. 

 

A refinaria continuou cliente da estatal, mesmo após a venda, fornecendo óleo cru, o insumo básico. A petroleira possui cerca de 80% da capacidade de refino do Brasil e estabelece os preços do produto no mercado nacional. Em 2023, a Acelen emitiu uma nota que proporcionou receios entre as partes. 

 

A empresa declarou que apresentou ao Cade algumas evidências de que a estatal tereia repassado petróleo para suas refinarias “preços inferiores aos que ela pratica para as refinarias de seus concorrentes”. 

 

“Entendemos que, tendo em vista a posição amplamente dominante que a Petrobras detém na produção de petróleo no Brasil, isso não é admissível, devendo a Petrobras manter uma política única e isonômica de preços para petróleo”, disse a nota.

 

Na ocasião, a empresa brasileira pediu o arquivamento do caso ao Cade e indicou que a Acelen estaria exigindo a comercialização de petróleo cru por uma quantia inferior. A estatal afirmou ainda que o movimento era “em razão de expectativa que alegadamente teria sido criada durante as negociações para a venda da refinaria”.

 

Segundo o analista de Equity Research da Ativa, Ilan Arbetman, por conta de toda essa situação, a “Petrobras dificultou a vida do Mubadala”.

 

“Foi muito difícil para a refinaria de Mataripe concorrer com a Petrobras. E isso pode se revelar também em termos de preço”, disse o analista ao BP Money. 

 

Além disso, Arbetman ainda sinalizou que essa transação não traz tantos retornos para a estatal.

 

Nesse sentido, o analista apontou um cenário bem claro: de um lado, a vocalidade da estatal em investir no setor de refino. Do outro, a dificuldade do Mubadala em ser um player independente “num setor que é praticamente controlado quase que por completo pela Petrobras”.

 

Isso porque, segundo o analista, existem ativos que geram uma margem extra em torno de 70%. Os ativos no refino geram uma margem extra de cerca de 10%. Já para o  especialista da Valor Investimentos, Virgilio Lage, acredita ser positivo, pelo fato de a refinaria de Mataripe ter cerca de 14% da capacidade de refino brasileiro. 

 

“É um movimento que deve sim gerar bons retornos, mas o ideal é observar ainda no primeiro momento”, disse. 

 

“Em um curto prazo, na verdade, vai reduzir caixas da empresa, vai gerar bons retornos por conta da refinaria, coisa que é um problema grande na Petrobras”, completou Lage. 

Em reunião com árabes, presidente da Petrobras anuncia acordo para retomar operação em refinaria baiana
Foto: Reprodução / Petrobras

O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, declarou nesta terça-feira (13) que a estatal atua para retomar a operação da Refinaria Mataripe, antiga Landulfo Alves (Rlam), localizada em São Francisco do Conde, na Região Metropolitana de Salvador (RMS).

 

O comunicado foi feito nesta terça-feira (13) após reunião em Abu Dabi, nos Emirados Árabes Unidos, com representantes do grupo Mubadala, que comprou a refinaria em novembro de 2021, como parte do programa de privatização do governo Bolsonaro.

 

Foto: Reprodução / X

 

Segundo o Jean Paul Prates, os trabalhos para uma parceria com os árabes vão se intensificar e até o final do primeiro semestre deste ano, a estatal apresentará uma proposta para operar a refinaria, localizada na RMS. O presidente da Petrobras adiantou ainda que o objetivo também é ampliar o empreendimento de biocombustíveis do grupo no Brasil. Outros detalhes, disse Prates, estão sob sigilo até a finalização do processo.

 

“Conversamos também sobre os cenários do setor de petróleo e gás bem como os efeitos da transição energética, seu ritmo realista e seu impacto em empresas estatais tradicionalmente operadoras de hidrocarbonetos”, disse Jean paul Pratesa. 

 

PF analisa venda de RLAM para árabes pela Petrobras de Bolsonaro
Foto: Alan Santos / PR

A Polícia Federal analisa o relatório da Controladoria Geral da União (CGU) que, aponta falhas no processo de venda da Refinaria Landulpho Alves (RLAM), na Bahia, pela Petrobras durante o governo Bolsonaro. Segundo a análise da CGU, a avaliação da refinaria, feita em meio à pandemia de Covid-19, concluiu por um valor abaixo do preço de mercado. As informações são da coluna de Guilherme Amado do portal Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias. 


A RLAM foi vendida em novembro de 2021 por US$ 1,65 bilhão ao Mubadala Capital, subsidiária do fundo soberano Mubadala, controlado pela família real dos Emirados Árabes Unidos. Rebatizada como Refinaria de Mataripe, a RLAM é gerida atualmente pela Acelen, empresa criada pelo fundo para administrar o empreendimento.


O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, encaminhou a auditoria da CGU à Diretoria de Inteligência Policial da corporação. O material será analisado levando em consideração outros elementos obtidos pela PF nas investigações sobre joias e presentes dados por governos estrangeiros ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Os Emirados Árabes Unidos, país dos compradores da refinaria baiana, são citados na apuração.


Em visitas aos Emirados em 2019 e 2021, Bolsonaro foi presenteado por integrantes da família real local com objetos de alto valor, como um relógio de mesa cravejado de diamantes, esmeraldas e rubis e três esculturas, das quais uma de ouro, prata e diamantes.


Da viagem ao país em outubro de 2019, Bolsonaro também voltou ao Brasil trazendo no avião presidencial um fuzil calibre 5,56 mm e uma pistola, 9 mm, dados a ele pelos governantes dos Emirados. O armamento foi devolvido pelo ex-presidente por ordem do Tribunal de Contas da União (TCU).


O ministro da CGU, Vinícius Marques de Carvalho, havia publicado na quinta em sua conta no X (antigo Twitter) que “a PF já teve acesso ao relatório, que inclusive já está publicado na página da CGU”.


A postagem de Carvalho foi feita em resposta a uma publicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, que disse ser “importante esclarecer se há alguma conexão com o episódio das joias, já sob investigação da Polícia Federal”. “Na liderança da oposição no Senado, fizemos inúmeras denúncias das inconsistências dessa privatização em claro prejuízo ao patrimônio público e aos consumidores brasileiros”, escreveu o chefe da AGU.


O relatório da CGU aponta que a Petrobras avaliou o preço da refinaria entre abril e junho de 2020, primeiros meses da calamidade sanitária, de grande incerteza sobre o futuro da cadeia de petróleo, da economia brasileira e da mundial.


Os principais indicadores macroeconômicos que norteiam o valor de uma refinaria estavam em queda livre: os preços de derivados do petróleo, as expectativas de crescimento PIB pelo mercado e de preços futuros do petróleo do tipo Brent. Assim, a refinaria ficou subvalorizada.


A CGU viu incoerência no fato de que, embora tenha levado adiante a negociação pela RLAM em meio à pandemia, a Petrobras pediu ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) mais prazo para concluir a venda de outras seis refinarias incluídas no plano para redução da participação da estatal no setor de refino no país. E a estatal poderia ter feito diferente.


A venda da RLAM pela Petrobras fez parte do Projeto Phil, por meio do qual a petrolífera, durante o governo Bolsonaro, planejou a venda de oito refinarias, que correspondem a 50% da capacidade de refino no país. A negociação se deu no contexto de um Termo de Compromisso de Cessação de Prática entre a estatal e o Cade.


O TCC, como o termo de compromisso é chamado, foi assinado em junho de 2019, cinco meses depois de o Cade abrir um inquérito administrativo para investigar suposto abuso da Petrobras em sua posição dominante no refino de petróleo no Brasil. Para que a apuração fosse arquivada, o compromisso entre a estatal e o Cade pretendia estabelecer as condições de concorrência para incentivar a entrada de novas empresas no mercado de refino, até o final de 2021.


O termo de compromisso previa mudanças nos prazos em casos de “força maior”, o que permitia adequações ao cronograma em razão dos impactos da disseminação da Covid-19.


“O Cade, em nenhum momento, exige ‘empenho’ a qualquer custo, tanto que acordou situações nas quais o cronograma pode ser revisto”, disse o documento da CGU. “Ressalta-se que a posição da Petrobras de ter dado continuidade ao desinvestimento em momento de volatilidade, embora não tenha se caracterizado como inobservância ao TCC, implicou em risco no que tange à redução do valor de venda (Equity Value) inicialmente pretendido”, afirmou o relatório.

Acelen confirma que preço da gasolina sofrerá reajuste de 13%
Foto: Divulgação/Internet

Os motoristas soteropolitanos deverão preparar o bolso. Isso porque a Acelen, empresa que administra a Refinaria Mataripe, anunciou, nesta quinta-feira (28), que o preço da gasolina vendida para as distribuidoras terá um reajuste de 13,3% em Salvador.  

 

O preço da gasolina vendida para os postos de combustíveis saiu de R$ 2,943 para R$ 3,334.40, de acordo com informações divulgadas pela assessoria de comunicação da refinaria. No comunicado, a Acelen também informou que os preços dos produtos produzidos na Refinaria de Mataripe seguem critérios de mercado que levam em consideração variáveis como o custo do petróleo, que é adquirido a preços internacionais, a cotação do dólar e o frete.

 

De acordo com o Sindicombustíveis Bahia, com o anúncio, ficará a cargo de cada posto de combustível decidir se irá repassar o reajuste ao consumidor.  

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
O ditado já indicava a verdade pro Cavalo do Cão e pra Coronel Card, mas ninguém quis ouvir. Inclusive, será que alguém foi pedir conselho pra Baixixa? A grande pergunta é o que vai restar de natural pra essas eleições. E a nova moda já está colocada. Se continuar desse jeito, daqui a pouco só vai ter campanha virtual mesmo. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Ivana Bastos

Ivana Bastos
Foto: Foto: Max Haack / Agência Haack

"Gostaria que tivesse terminado de outra maneira". 

 

Disse a presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Ivana Bastos (PSD), ao lamentar o anúncio de saída do senador Angelo Coronel (PSD) do partido após embates por uma vaga na chapa do Senado do governador Jerônimo Rodrigues (PT). Em coletiva de imprensa nesta terça-feira (3), durante a abertura dos trabalhos da AL-BA, a deputada estadual afirmou que preferia que a tratativas “tivessem terminado de outra maneira”.

Podcast

Projeto Prisma faz especial do Dia de Iemanjá com historiador Marcos Rezende

Projeto Prisma faz especial do Dia de Iemanjá com historiador Marcos Rezende
O Projeto Prisma desta segunda-feira (2) recebe o historiador Marcos Rezende para falar sobre a tradicional Festa de Iemanjá, data que faz parte do calendário soteropolitano e une sagrado e profano nas ruas do bairro do Rio Vermelho.

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