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raphael claus
Um dos representantes da arbitragem brasileira na Copa do Mundo de 2026, Raphael Claus agradeceu as mensagens de apoio após as polêmicas do caso Balogun. Por meio das redes sociais, nesta terça-feira (14), o juiz enfatizou que atuar no torneio é a concretização de um sonho e ressaltou a honra em representar as instituições, agradecendo "pela confiança e apoio".
"Sou muito grato a Deus por me permitir viver, mais uma vez, esse sonho. Minha gratidão às instituições que tenho a honra de representar pela confiança e pelo apoio. À minha família, que é meu alicerce, minha força e meu porto seguro. Obrigado a todos que dedicaram um tempo para me enviar uma mensagem tanto nos momentos de alegria quanto nos desafios. Meu muito obrigado!", escreveu o árbitro.
ENTENDA O CASO
Durante a fase eliminatória do Mundial, Estados Unidos e Bósnia e Herzegovina se enfrentaram nos 16 avos de final. Na partida, o atacante americano Balogun foi expulso pelo árbitro brasileiro depois de pisar no calcanhar do adversário Tarik Muharemovi?.
Com a suspensão automática prevista no regulamento, o jogador não deveria ter entrado em campo contra a Bélgica nas oitavas de final, mas a decisão foi revertida pela Federação Internacional de Futebol (Fifa), o que gerou protestos e falas acaloradas de Trump a favor da revogação da punição.
“Ele é o nosso melhor jogador, ou um dos nossos melhores. É um atleta muito importante. Quando deram o cartão vermelho, eu nem sabia exatamente o que aquilo significava. Depois me explicaram que ele ficaria fora do próximo jogo. Pensei: 'Isso é muito grave.' Se acontecesse com qualquer jogador já seria injusto, mas quando tiram o seu principal jogador de uma partida decisiva, isso é ainda pior. Uma coisa é puni-lo durante aquele jogo. Outra é castigá-lo por uma partida que ainda nem aconteceu. Isso é muito injusto. Não se pode fazer isso”, afirmou Trump.
O que mais atiçou a torcida brasileira foi o presidente norte-americano afirmar que Claus seria um árbitro “um pouco suspeito”.
“Esse árbitro é um pouco suspeito. Se você verificar o passado dele… Eu não quero dizer isso, porque não gosto de criar polêmica, mas muito suspeito, como se eu pudesse te mostrar o histórico. Ele fez uma marcação que ninguém conseguiu acreditar, sabe? Até pessoas do outro lado”, declarou.
Trump ainda chegou a afirmar que havia feito o pedido de revisão diretamente ao presidente da Fifa, Gianni Infantino.
“Tudo o que fiz foi pedir uma revisão, porque não achei que fosse falta. Eu não disse à Fifa o que fazer. O comitê tomou a decisão certa. É injusto excluir um dos melhores jogadores dos EUA”, disse.
Em comunicado, Infantino confirmou a conversa com Trump, mas tentou desvincular a decisão do comitê da influência do presidente americano. A Fifa também divulgou um posicionamento oficial em defesa do árbitro brasileiro. Em nota, a entidade reconheceu Claus como "um dos principais árbitros profissionais do mundo" e disse manter "total confiança" em seu trabalho.
A Federação Internacional do Futebol (Fifa) divulgou um comunicado oficial nesta segunda-feira (6) respondendo à repercussão internacional envolvendo o atacante Folarin Balogun, dos Estados Unidos. O jogador foi liberado para disputar as oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 mesmo após ter recebido um cartão vermelho direto na vitória dos anfitriões sobre a Bósnia e Herzegovina.
O caso ganhou contornos políticos e virou polêmica após o presidente norte-americano, Donald Trump, criticar publicamente a punição e pedir que a entidade máxima do futebol revisasse o lance. O árbitro brasileiro Raphael Claus, que expulsou Balogun após recomendação do VAR, também foi pauta.
Em nota, a entidade explicou que o Comitê Disciplinar da federação não anulou a decisão do juíz, que foi tomada na partida do último dia 1º de julho. Segundo a Fifa, muito pelo contrário, o atacante foi considerado culpado tanto pela falta grave em campo quanto pela indisciplina de invadir o gramado para comemorar com os companheiros após a expulsão.
No julgamento concluído no sábado (5), Balogun recebeu um jogo de suspensão e uma multa de US$ 40 mil (cerca de R$ 205 mil). Metade do valor foi pela falta e a outra metade pela comemoração indevida, com a Federação de Futebol dos Estados Unidos (US Soccer) sendo responsabilizada a pagar o montante junto com o atleta.
Embora a punição de um jogo tenha sido mantida, o Comitê Disciplinar decidiu congelar a execução da pena. A entidade utilizou uma brecha do Artigo 27 do Código Disciplinar da Fifa, que permite suspender o cumprimento de sanções. Na prática, a punição do atacante entrou em "período de experiência" por um ano. Com isso:
* Balogun está liberado para enfrentar a Bélgica na noite desta segunda-feira (6).
* Se o jogador cometer qualquer infração disciplinar grave nos próximos 12 meses, a suspensão automática de um jogo cai imediatamente, acumulando com a nova punição.
A Fifa encerrou a nota garantindo que a decisão levou em conta "todas as circunstâncias específicas do incidente e as provas disponíveis", lembrando que o órgão possui total autonomia jurídica para aplicar o congelamento de penas, desde que o caso não envolva manipulação de resultados.
A classificação dos Estados Unidos às oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 ganhou um capítulo político e institucional antes mesmo de a bola rolar contra a Bélgica. A decisão da Fifa de liberar o atacante Folarin Balogun para a partida desta segunda-feira (6) provocou reação da Uefa, da União Europeia e da Federação Belga de Futebol.
Balogun havia sido expulso na vitória norte-americana por 2 a 0 sobre a Bósnia e Herzegovina, na última quarta-feira (1º), pela fase de 16 avos de final. Após revisão no VAR, o árbitro brasileiro Raphael Claus aplicou cartão vermelho direto ao atacante por um pisão no tornozelo de Tarik Muharemovic.
Pelo regulamento disciplinar, expulsões diretas resultam em suspensão automática de uma partida. A Fifa, no entanto, decidiu suspender por um ano a aplicação da punição, em período probatório, o que permite que Balogun esteja à disposição dos Estados Unidos contra a Bélgica. O cartão vermelho segue registrado, mas a suspensão não será cumprida neste momento.
A decisão gerou questionamentos por causa dos relatos de intervenção do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Segundo a imprensa internacional, Trump entrou em contato com Gianni Infantino, presidente da Fifa, para pedir uma revisão do caso. Em uma publicação nas redes sociais, o presidente norte-americano agradeceu à entidade e afirmou que a decisão corrigiu uma “grande injustiça”.
A reação mais dura veio da Uefa. Em comunicado oficial, a entidade europeia afirmou que a Fifa “cruzou uma linha vermelha” ao suspender a punição automática.
"Manifestamos nossa incredulidade diante de uma decisão tão inédita, incompreensível e injustificável. Quando a certeza das regras deixa de ser garantida por seus responsáveis, a integridade do jogo fica em risco e a credibilidade da competição é prejudicada", declarou a Uefa.
A crítica também chegou à União Europeia. Glenn Micallef, comissário europeu responsável por esporte, afirmou que decisões esportivas devem permanecer dentro das instituições esportivas e não sofrer interferência política.
"Influenciar decisões esportivas prejudicaria a autonomia do esporte. Nosso foco deveria estar nos verdadeiros desafios de governança que o esporte enfrenta, incluindo a instrumentalização do esporte para fins políticos", afirmou.
A Bélgica, adversária dos Estados Unidos nas oitavas, também protestou. Em nota, a federação belga declarou “surpresa” com a liberação de Balogun e citou o Artigo 66.4 do Código Disciplinar da Fifa, que prevê suspensão automática para a partida seguinte em caso de cartão vermelho.
A entidade belga também mencionou o Artigo 10.5 do regulamento da Copa do Mundo de 2026 e afirmou que a regra havia sido reforçada pela Fifa em circulares e reuniões oficiais antes dos jogos. Segundo a federação, todas as opções estão sendo avaliadas para proteger os princípios de fair play e os direitos das seleções participantes.
Do lado norte-americano, a decisão foi recebida como correção de um erro. O técnico Mauricio Pochettino afirmou que os Estados Unidos já haviam sido punidos durante a partida contra a Bósnia e Herzegovina por atuarem cerca de 30 minutos com um jogador a menos.
"Fomos punidos o suficiente contra a Bósnia-Herzegovina ao jogar com um a menos por 30 minutos, em uma decisão completamente injusta. E não só porque sou o técnico da seleção dos Estados Unidos e preciso defender meu lado. É porque acredito que 99,9% das pessoas concordam que aquele cartão vermelho foi injusto", disse o treinador argentino.
A polêmica desloca parte da atenção do campo para os bastidores no dia do confronto. Estados Unidos e Bélgica se enfrentam nesta segunda-feira (6), às 21h, pelas oitavas de final da Copa do Mundo. O vencedor avança às quartas e segue na disputa pelo título.
Mais do que a presença de Balogun em campo, o caso abriu uma discussão maior sobre limites entre regra, interpretação disciplinar e influência política no futebol. Para os críticos da decisão, o problema não está apenas em revisar uma punição, mas no precedente criado em uma competição em andamento.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) definiu, nesta segunda-feira (11), os árbitros para os confrontos da 5ª fase da Copa do Brasil. O Bahia enfrenta o Remo na quarta-feira (13), fora de casa, a partir das 21h30. Já o Vitória recebe o Flamengo no Barradão no dia seguinte, quinta-feira (14), no mesmo horário.
Para o jogo de volta do Esquadrão — que, para avançar às oitavas de final, terá que reverter o placar agregado de 3 a 1, a entidade escalou Flavio Rodrigues de Souza, da federação paulista.
Neste ano, ele foi o responsável pelo comando da partida do Bahia contra o Flamengo, pela 12ª rodada do Brasileirão. Na ocasião, o Tricolor perdeu por 2 a 0, sem polêmicas de arbitragem. No contexto geral, o Bahia tem um bom aproveitamento sob o apito de Flávio: ele já comandou 31 partidas do clube, nas quais o Esquadrão triunfou em 15 e empatou em cinco.
Já o Vitória, que também busca o resultado — precisando vencer por um gol de diferença para levar a decisão para os pênaltis, ou por dois para passar direto, terá Raphael Claus no comando da partida.
O retrospecto do árbitro em jogos do Vitória é desfavorável ao clube baiano: em 18 partidas apitadas pelo árbitro paulista, o Rubro-Negro conquistou apenas três vitórias. Claus também foi responsável pela partida entre Flamengo e Vitória pela 3ª do Campeonato Brasileiro, onde o Leão também saiu com derrota por 2 a 1.
O juiz, que integra o quadro da FIFA e foi selecionado para a Copa do Mundo de 2026, é conhecido por atuações em partidas de alta tensão.
A escala completa para as partidas deve ser divulgada nos próximos dias pela CBF.
O Flamengo terá mais um desfalque confirmado para o confronto diante do Bahia neste domingo (19), pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro, no Estádio do Maracanã. O meio-campista Jorge Carrascal está suspenso após ser expulso no clássico contra o Fluminense.
O colombiano recebeu cartão vermelho direto nos minutos finais da partida, depois de cometer falta por trás sobre o lateral Guga. O árbitro Raphael Claus aplicou a expulsão imediatamente após o lance.
Além da ausência de Carrascal, o técnico Leonardo Jardim ainda convive com outros quatro jogadores entregues ao departamento médico. Titulares do meio-campo, Erick Pulgar e Jorginho seguem em tratamento por lesões no ombro e na panturrilha, respectivamente, e não têm previsão de retorno. Também continuam fora Everton Cebolinha, com fratura na costela, e Saúl Ñíguez, que realiza transição física após cirurgia no calcanhar.
Carrascal iniciou o clássico contra o Fluminense no banco de reservas. Desde que assumiu a equipe, Leonardo Jardim ainda alterna formações e não consolidou uma escalação considerada ideal. Diante do Bahia, existe a possibilidade de manutenção da base utilizada no Fla-Flu, embora o treinador também avalie eventuais ajustes pensando no compromisso seguinte, contra o Vitória, pela Copa do Brasil.
A provável formação rubro-negra para a partida tem Agustín Rossi; Guillermo Varela (Emerson Royal), Léo Ortiz (Danilo), Léo Pereira e Alex Sandro (Ayrton Lucas); Evertton Araújo, Lucas Paquetá (Nicolás De La Cruz) e Giorgian De Arrascaeta; Samuel Lino, Pedro (Bruno Henrique) e Gonzalo Plata (Luiz Araújo).
Flamengo e Bahia se enfrentam às 19h30, no Maracanã, pela sequência do Campeonato Brasileiro.
A Fifa definiu os nomes da arbitragem para a Copa do Mundo de 2026 e incluiu três árbitros brasileiros no quadro principal: Raphael Claus (SP), Ramon Abatti Abel (SC) e Wilton Pereira Sampaio (GO).
O torneio será realizado entre 11 de junho e 19 de julho, com sedes nos Estados Unidos, México e Canadá. Além dos árbitros centrais, o Brasil contará com cinco assistentes: Bruno Boschillia (PR), Bruno Pires (GO), Danilo Manis (SP), Rodrigo Figueiredo (RJ) e Rafael Alves (RS).
Na equipe de arbitragem de vídeo, Rodolpho Toski Marques (PR) foi escalado como árbitro de VAR.
Ao todo, a Fifa selecionou 52 árbitros, 87 assistentes e 30 profissionais de vídeo para a competição, que terá 104 partidas.
Entre os brasileiros, Raphael Claus e Wilton Pereira Sampaio voltam a uma Copa do Mundo após participação na edição do Catar, em 2022. Já Ramon Abatti Abel fará sua estreia no torneio, depois de atuar recentemente na Copa do Mundo de Clubes, assim como Pereira Sampaio.
Com nove representantes, o Brasil atinge um recorde de participação na arbitragem em Copas do Mundo. Na edição anterior, disputada no Catar, o país teve sete integrantes — ocasião em que Neuza Inês Back se tornou a primeira mulher brasileira a integrar o quadro de arbitragem do torneio.
A última vez que o Brasil contou com três árbitros em uma mesma edição de Copa havia sido em 1950, quando o país sediou a competição. Desde então, a presença brasileira se limitava, em geral, a um árbitro por edição, cenário que voltou a ser ampliado a partir do Mundial de 2022.
O Brasil será o país com maior número de representantes na arbitragem da Copa do Mundo de 2026. A FIFA divulgou nesta quinta-feira (9) a lista oficial de profissionais selecionados para o torneio, confirmando nove nomes brasileiros entre árbitros e assistentes.
A delegação será composta por três árbitros centrais — Raphael Claus, Ramon Abatti e Wilton Sampaio — além de seis assistentes: Bruno Boschilia, Bruno Pires, Danilo Manis, Rodrigo Figueiredo, Rafael Alves e Rodolpho Toski.
A presença numerosa reforça o protagonismo da arbitragem brasileira no cenário internacional. Segundo a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), o número vai além de uma simples estatística e reflete um processo de evolução técnica e profissionalização da categoria.
"Não é apenas um dado estatístico. É o reflexo de um trabalho sério, consistente e cada vez mais alinhado com os padrões de excelência do futebol mundial. Essa representatividade reforça a confiança da FIFA na arbitragem brasileira e evidencia a qualidade técnica, a preparação física e o compromisso dos nossos profissionais com o jogo. Estar nesse cenário, com protagonismo, mostra que o Brasil não apenas forma grandes jogadores, mas também entrega ao mundo árbitros capacitados para atuar nas competições mais exigentes", disse Netto Góes, Diretor de Arbitragem da CBF, ao site oficial da entidade brasileira.
A entidade também destacou o caráter coletivo do trabalho desenvolvido nos bastidores da arbitragem nacional. Para o presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, Rodrigo Cintra, o resultado é fruto de um esforço conjunto.
"Temos que destacar o trabalho coletivo. Não tem vencedores, existe uma equipe vencedora que trabalha muito para o melhor da arbitragem no futebol brasileiro. E precisamos destacar o trabalho que é desenvolvido. No último final de semana começamos o trabalho com a arbitragem profissional, um marco no nosso futebol, e hoje temos essa noticia fantástica de nove árbitros na Copa do Mundo, o país com mais representantes. Isso fortalece o futebol brasileiro. É o reconhecimento da FIFA pelo trabalhando desenvolvido pela arbitragem brasileira. E não vamos parar por aí. Estamos trabalhando para evoluir ainda mais, seja na parte da tecnologia e também na preparação dos árbitros", afirmou.
A Copa do Mundo de 2026 será disputada a partir do dia 19 de julho, com sedes nos Estados Unidos, México e Canadá.
A comissão de arbitragem da CBF divulgou, na tarde desta segunda-feira (13), a audiência pública que definiu a escalação do quadro de arbitragem presente na 28ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro.
A rodada, que vai ser realizada nos dias 15 e 16 de outubro, vai contar com sete partidas na quarta-feira (15) e outras três na quinta-feira (16).
Das 10 partidas, cinco destes confrontos serão disputados entre rivais estaduais. Em quatro destes jogos, a arbitragem será conduzida por um árbitro central que é integrante da mesma federação que os clubes. Em contrapartida, no clássico Ba-Vi, disputado na quinta-feira, às 21h30, Anderson Daronco, filiado a Federação Gaúcha de Futebol (FGF), vai apitar o duelo que fecha a 28ª rodada da Série A.
Antes do anúncio oficial, Alício Pena Júnior, gerente geral da CEAB (Centro de Excelência da Arbitragem Brasileira) reforçou que os critérios de escolha dos árbitros para a rodada 28 levando em consideração os diferentes contextos e grau de complexidade de cada partida.
“A seleção dos árbitros foi definida levando-se em consideração as fases da competição, a importância e grau de complexidade de cada partida, e a qualificação, o condicionamento físico e o desempenho técnico dos árbitros”, afirmou Alício Pena Júnior.
O gerente geral da CEAB seguiu destrinchando o regimento que foi selecionado antes de definir a escolha de cada árbitro.
“Somente serão designados para as partidas os árbitros integrantes da Seleção Nacional de Árbitros de Futebol (SENAF) e que estejam habilitados nas avaliações físicas e teóricas do ano em curso. Os árbitros não serão designados para as partidas da federação que pertençam contra equipes de outras federações e em partidas em que atuaram como árbitro central das equipes em que atuaram na rodada anterior, na mesma competição”, detalhou.
Confira a definição dos árbitros da 28ª rodada da Série A:
Quarta-feira (15)
Palmeiras x RB Bragantino (19h) - Raphael Claus (SP)
Botafogo x Flamengo (19h30) - Alex Stefano (RJ)
Mirassol x Internacional (20h) - Bruno Arleu de Araújo (RJ)
Sport x Ceará (20h) - Sávio Sampaio (DF)
Atlético-MG x Cruzeiro (21h30) - Paulo Zanovelli (MG)
Fortaleza x Vasco (21h30) - Wilton Pereira Sampaio (GO)
Santos x Corinthians (21h30) - Flavio Souza (SP)
Quinta-feira (16)
Grêmio x São Paulo (19h) - Davi Lacerda (ES)
Fluminense x Juventude (21h30) - Jefferson Ferreira (GO)
Vitória x Bahia (21h30) - Anderson Daronco (RS)
A Conmebol confirmou nesta quinta-feira (11), que o brasileiro Raphael Claus será o árbitro da grande final da Copa América de 2024, disputada entre Argentina e Colômbia, neste domingo (14), às 21h, no Hard Rock Stadium, em Miami.
Além de Claus, os assistentes Bruno Pres e Rodrigo Correa estão escalados. No VAR, o principal árbitro assistente será Rodolpho Toski, assistido por Danilo Manis, Daniel Nobre e Pablo Gonçalves.
“Raphael Claus e sua equipe de campo e do VAR foram premiados com justiça para comandar a final da Copa América”, ressaltou o presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, Wilson Seneme, que enumerou o feitos do país na competição.
O Brasil foi o país com mais representantes na arbitragem do torneio: foram 11 brasileiros de 101 profissionais de arbitragem. Além dos sete que estarão na decisão, os árbitros Wilton Pereira Sampaio e Edina Alves e os assistentes Bruno Boschillia e Neuza Back também participaram da competição.
A equipe de arbitragem definida para a decisão entre argentinos e colombianos conta também com os paraguaios Juan Benitez e Eduardo Cardozo, que serão o quarto e o quinto árbitros, respectivamente.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"Claro que existem preferências. Neto tem uma relação com Caiado, que era do União Brasil. Caiado apoia Neto, Zema apoia Neto, Flávio Bolsonaro apoia ACM Neto. Mesmo os que não estão na Bahia veem que a Bahia precisa mudar de rumo".
Disse o ex-ministro da Cidadania no governo Bolsonaro e pré-candidato ao Senado João Roma (PL) ao afirmar que à exceção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), todos os pré-candidatos ao Planalto em 2026 devem apoiar o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato da oposição ao Governo da Bahia, ACM Neto (União).