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Ambulantes que trabalham nas festas populares de Salvador aprovaram, em assembleia, a criação da Associação das Trabalhadoras e Trabalhadores Ambulantes das Festas Populares de Salvador. Segundo a liderança Graziela Santos, a medida visa defender os direitos dos ambulantes de forma “mais organizada”. Além da criação da organização, os ambulantes também lançaram cartas pedindo a extinção do “RAPA”, apelido “carinhoso” aos policiais que realizam a apreensão de mercadorias de trabalhadores não licenciados.
“As festas de rua não existem sem os ambulantes. Nós somos primordiais para que os eventos de rua ocorram e não vamos aceitar que a prefeitura continue nos tratando como coisas, como lixos. As humilhações que passamos no carnaval do ano passado e em outras festas populares não podemos permitir que continuem. Apenas queremos trabalhar e garantir o sustento das nossas famílias. Por isso, resolvemos criar a Associação para fortalecer a nossa luta",afirmou Graziela, durante evento de criação da associação, na noite da última quinta-feira (10).
Na ocasião, o movimento também lançou a "Carta das Trabalhadoras e Trabalhadores Ambulantes à Sociedade Soteropolitana e à Prefeitura de Salvador". No documento, os membros da categoria teceram críticas ao Executivo municipal e solicitaram a exclusão do RAPA.
“A prefeitura não aceitou discutir a possibilidade de universalização da isenção da taxa de pagamento que também é um fator de exclusão, principalmente, das pessoas em condições mais vulneráveis; não oferece condições mínimas de higiene pessoal para nossa manutenção ao longo dos dias de festa; não disponibiliza banheiros e pedimos a imediata extinção do RAPA", afirma a carta (acesse a carta na íntegra aqui).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.