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Não importa o que aconteça no restante da Copa do Mundo de 2026: o Brasil seguirá como maior campeão mundial. A eliminação da Alemanha para o Paraguai, nesta segunda-feira (29), nos 16 avos de final, garantiu a Seleção Brasileira como a única pentacampeã da história do torneio por mais quatro anos.
A Alemanha era a única seleção ainda viva na competição que poderia alcançar o Brasil em número de títulos. Tetracampeã mundial, a equipe europeia caiu para o Paraguai nos pênaltis, após empate por 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação.
the end. ????#fifaworldcup #dfbteam ???? DFB/Max Galys pic.twitter.com/1M83duVFss
— DFB-Team (@DFB_Team) June 29, 2026
Depois de duas eliminações consecutivas na fase de grupos, em 2018 e 2022, a Alemanha conseguiu avançar ao mata-mata em 2026. Ainda assim, voltou a se despedir antes das oitavas de final, desta vez na segunda fase do Mundial.
Campeã pela última vez em 2014, quando conquistou o tetracampeonato, a seleção alemã segue com quatro taças, assim como a Itália. Com a queda dos alemães, nenhuma seleção poderá igualar o Brasil nesta edição.
A Seleção Brasileira lidera o ranking de campeões da Copa do Mundo com cinco títulos, conquistados em 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002. Argentina, França, Inglaterra e Espanha seguem vivas na edição de 2026, mas nenhuma delas pode alcançar o número de conquistas brasileiras neste Mundial.
Ranking de campeões da Copa do Mundo:
Brasil: 5 títulos — 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002
Alemanha: 4 títulos — 1954, 1974, 1990 e 2014
Itália: 4 títulos — 1934, 1938, 1982 e 2006
Argentina: 3 títulos — 1978, 1986 e 2022
França: 2 títulos — 1998 e 2018
Uruguai: 2 títulos — 1930 e 1950
Inglaterra: 1 título — 1966
Espanha: 1 título — 2010
*Brasil, Argentina, França, Inglaterra e Espanha seguem vivos na Copa do Mundo de 2026.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Gabriel Galípolo
"Esse é um tipo de comportamento que não é desejável, que deve ser coibido e inibido pelos reguladores e pela gente, por isso que a gente vem trabalhando muito com o FGC, numa sucessão de medidas".
Disse o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo ao criticar a pressão de instituições não bancárias para usar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) na captação de varejo.