Artigos
O Paraguaçu sob ataque
Multimídia
Alex Santana revela convite de ACM Neto para assumir secretaria
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
rafael ilha
O ex-Polegar e ex-A Fazenda Rafael Ilha foi condenado por injúria racial e difamação após um ataque nas redes sociais. A Justiça determinou que o artista pague R$ 20 mil de danos morais a Cristiano de Andrade, de Belo Horizonte, por ter chamado o internauta de "negão viado", além de ter feito outras ofensas homofóbicas e racistas.
De acordo com a coluna de Fábia Oliveira, do site Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, o processo, registrado na 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), corria desde 2020 e só foi julgado na última terça-feira (9).
Segundo a defesa do internauta, o ex-Polegar teria começado a proferir os xingamentos após a enteada dele reagir a uma transmissão ao vivo com palmas.
“A todo tempo a defesa do Rafael tentou destituir o crime de injúria racial alegando que as ofensas foram proferidas contra a enteada dele, mas ela é loira de olhos verdes. É impossível você ofender uma mulher loira de ‘negão’ e ‘viado’”, esclareceu Thiago Gurgel, advogado de Cristiano.
O representante do internauta pontuou que a esposa dele ficou abalada com toda situação. "Nunca sofri esse tipo de assédio, esse tipo de xingamento. Achei um absurdo ele tratar as pessoas desse jeito".
Rafael Ilha opinou em suas redes sociais sobre o atropelamento de Kayky Brito, que aconteceu no dia 2 de setembro, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Direto, o ex-Polegar acusou o ator e Bruno de Luca, que estava no momento do acidente, de estarem bêbados e drogados na hora do episódio.
"Queria questionar sobre uma situação: e se fosse eu, Rafael Ilha, que estivesse deixado minha esposa e meus filhos em casa, e tivesse sido atropelado de madrugada, muito louco de álcool e de drogas? Será que o carinho, a solidariedade, e a torcida seriam as mesmas que estão acontecendo hoje? Ou será que teriam muitos julgamentos?", começou Rafael, que é ex-usuário de drogas.
Nas investigações, a polícia assegurou que tanto Kayky Brito quanto Bruno de Luca não estavam sob o uso de drogas, apenas o álcool.
"Diriam tipo 'o cara procurou, ele é muito louco'. Porque eu já tenho meu histórico com drogas. Acho que eu seria tratado de uma forma muito diferente", continuou Rafael Ilha. “E vemos o problema da dependência química, mas omitida pela vergonha, pelo medo de se perder o trabalho... Pensem nisso. E se fosse eu? Existem três mulheres suspeitas, com um amigo muito louco sob efeito de álcool e drogas", concluiu Ilha.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.