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Artigos

Adriano Sampaio
O Espectro Invisível das Pesquisas
Foto: Acervo pessoal

O Espectro Invisível das Pesquisas

Os fantasmas metodológicos que distorcem a intenção de voto

Multimídia

Bruno Monteiro diz que fechamento do TCA expôs "vácuo" de grandes teatros em Salvador

Bruno Monteiro diz que fechamento do TCA expôs "vácuo" de grandes teatros em Salvador
O secretário estadual de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, afirmou que o período em que o Teatro Castro Alves (TCA) permaneceu fechado para reforma evidenciou a carência de grandes espaços para espetáculos em Salvador. Em entrevista ao Projeto Prisma, ele classificou o equipamento como o principal complexo cultural das regiões Norte e Nordeste.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

radio e tv

Lula diz em pronunciamento que comemoração do 7 de Setembro será de união e não de ódio
Foto: Reprodução Youtube

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez um pronunciamento de sete minutos e meio em cadeia nacional de rádio e TV, na noite desta quarta-feira (6). O presidente se pronunciou sobre as comemorações do feriado de 7 de Setembro, Dia da Independência do Brasil, e falou sobre as conquistas de seu governo nos primeiros oito meses.

 

Se apresentando sob o slogan “Democracia, Soberania e União”, Lula disse que o país votou a sorrir, e que o Brasil voltou a crescer com inclusão social, distribuição de renda e combate às desigualdades.

 

“No passado, quando o Brasil crescia, quem ganhava era apenas uma minoria muito rica. Agora, quando a economia cresce, a vida melhora para todo mundo” afirmou o presidente. 

 

No pronunciamento, Lula citou o crescimento do PIB em 2023, que, segundo ele, não crescia na mesma proporção desde 2010. O presidente destacou também a melhoria do cenário econômico no País. 

 

“A melhora do cenário econômico se traduz em mais oferta de empregos e melhores salários para todos os profissionais e classes sociais. Foram criados mais de um milhão de novos postos de trabalho com carteira assinada, e negociações salariais das mais diversas categorias garantiram reajustes acima da inflação”, disse. 

 

O presidente Lula falou também sobre a aprovação, pelo Congresso Nacional da Lei de da Igualdade Salarial entre homens e mulheres - “trabalho igual, salário igual” – e lembrou o reajuste salarial de 9% para servidores públicos, sancionado recentemente. Lula reforçou ainda que há seis anos os servidores não tinham reajuste em seus salários.

 

Em outro ponto do pronunciamento, Lula disse que houve nesse ano o crescimento do salário mínimo acima da inflação, assim como falou sobre o aumento dos recursos destinados à alimentação escolar, assim como do maior acesso da população a alimentos baratos. Outro destaque feito pelo presidente foi em relação ao programa Desenrola, que vem promovendo renegociações de dívidas. 

 

“Temos mais empregos, melhores salários, menos dívidas e mais poder de compra. Comércio e indústria vendendo mais e contratando mais e mais trabalhadores”, afirmou. 

 

Usando uma gravata com as cores nacionais, Lula afirmou que a "independência do Brasil ainda não está completa" e apontou os três pilares que devem sustentar uma verdadeira emancipação da nação brasileira e de seu povo: a democracia, a soberania e a união.

 

"Soberania é mais do que cumprir a importante missão de resguardar nossas fronteiras terrestres e marítimas e nosso espaço aéreo. É também defender nossas empresas estratégicas, nossos bancos públicos, nossas riquezas minerais, é fortalecer nossa agricultura e nossa indústria", disse Lula.

 

Ainda sobre a soberania como um dos pilares da nação, Lula afirmou que ela representa mais do que cumprir a missão de resguardar as fronteiras terrestres e marítimas e o espaço aéreo. "É também defender nossas empresas estratégicas, nossos bancos públicos, nossas riquezas minerais e fortalecer nossa agricultura e nossa indústria. É preservar a Amazônia e os demais biomas. Nossos rios, nosso mar, nossa biodiversidade. É falar de igual para igual com qualquer país, e se fazer ouvir nos principais fóruns internacionais, seja sobre o enfrentamento da crise climática; a busca pela paz na Terra; o combate à fome e às desigualdades ao redor do mundo; e a luta pelo trabalho decente para todos os seres humanos", disse.

 

Lula destacou ainda que a soberania nacional é respeitada quando são combatidas todas as formas de desigualdade, seja de renda, de gênero ou de raça. 

 

"Soberania é garantir a soberania do povo brasileiro. Um povo soberano é um povo sem fome, com emprego decente, com acesso à saúde e à educação e com esperança. Por isso, trouxemos de volta mais de 40 programas que fizeram do Brasil referência mundial em inclusão social. Por isso, lançamos na semana passada o Brasil sem Fome, um conjunto de 80 ações e programas, para tirar o Brasil novamente do Mapa da Fome, como havíamos tirado em 2014. Por isso aprovamos o novo Marco Fiscal, com a ajuda do Congresso, para dar ao Brasil a oportunidade de voltar a crescer com responsabilidade. Por isso, lançamos no mês passado o Novo PAC, o maior programa de investimentos da nossa história", afirmou o presidente, enumerando programas que estão sendo retomados em seu governo.

 

Sobre o Novo PAC, o presidente salientou que as obras do programa terão a educação como prioridade, com investimentos da creche à pós-graduação, passando pelas escolas em tempo integral e a expansão da rede de Institutos e Universidades Federais. "Vamos alavancar a produção científica no país, e dar as oportunidades de um futuro melhor para as nossas crianças", acentuou.

 

Ao falar da democracia como um dos pilares da sociedade brasileira, o presidente afirmou que ela é a "matéria prima para a realização dos nossos sonhos".

 

"Se sonhamos com um bom emprego e um bom salário; se sonhamos com a casa própria; se sonhamos com nossos filhos e filhas na universidade; se sonhamos com uma alimentação de qualidade para todo o povo brasileiro; se sonhamos com um país melhor: é a democracia que vai dizer se teremos ou não as oportunidades para realizar nossos sonhos", pontuou

 

Segundo Lula, a democracia é o direito de participar das discussões que impactam as vidas das pessoas. Para isso, segundo ele, foram, criados os conselhos sociais e reorganizadas as conferências nacionais, para que a sociedade ajude o governo a desenhar as futuras políticas públicas.

 

"Por isso, nós fizemos o Plano Plurianual mais Participativo da história, para traçar as principais metas do governo para os próximos quatro anos. Democracia é não apenas a matéria prima dos nossos sonhos. É também a ferramenta para torná-los realidade", destacou.

 

Sobre as comemorações do 7 de Setembro, o presidente Lula afirmou que a data não será um "dia nem de ódio, nem de medo, e sim de união". O presidente defendeu, ainda, que a celebração da Independência do Brasil deverá lembrar que o Brasil é "um só".

 

"Amanhã não será um dia nem de ódio, nem de medo, e sim de união. O dia de lembrarmos que o Brasil é um só. Que sonhamos os mesmos sonhos. Que podemos ter sotaques diferentes, torcer para times diferentes, seguir religiões diferentes, ter preferência por este ou por aquele candidato, mas que somos uma mesma grande nação, um único e extraordinário povo", afirmou.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Essa semana foi difícil separar quem é fã de quem é hater. Mas pra quem estiver com ódio, pode fazer que nem a música e deitar na BR... Aliás, você sabe que a polêmica envolvendo Victor do Jornal foi boa quando ela vem com trilha sonora. O evento do Molusco deixou claro quem manda na Comunicação do grupo, e também quem dá as cartas com o próprio Molusco. Por isso, nem o Cacique se fez de rogado. Mas às vezes é preciso vestir o personagem - ou pelo menos a dentadura. Saiba mais!

Pérolas do Dia

João Roma

João Roma
Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias

"Claro que existem preferências. Neto tem uma relação com Caiado, que era do União Brasil. Caiado apoia Neto, Zema apoia Neto, Flávio Bolsonaro apoia ACM Neto. Mesmo os que não estão na Bahia veem que a Bahia precisa mudar de rumo". 

 

Disse o ex-ministro da Cidadania no governo Bolsonaro e pré-candidato ao Senado João Roma (PL) ao afirmar que à exceção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), todos os pré-candidatos ao Planalto em 2026 devem apoiar o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato da oposição ao Governo da Bahia, ACM Neto (União).

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o pré-candidato ao Senado Federal João Roma (PL) nesta segunda

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Foto: Projeto Prisma
A entrevista integra a série especial "Vota BN", dedicada a sabatinar os principais nomes na disputa pelo Senado e pelo governo do Estado nas eleições de 2026.

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