Artigos
Entre a urgência do país e o vazio da oposição
Multimídia
Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
racismo espanha
Às vésperas do amistoso entre Brasil e Espanha, o lateral-direito espanhol Daniel Carvajal, companheiro de Vinícius Júnior no Real Madrid, comentou sobre os inúmeros casos de racismo enfrentados pelo jogador brasileiro nos gramados do país. Em entrevista coletiva realizada na tarde desta segunda-feira (25), o jogador falou sobre Vinícius, o ataque da Seleção e sobre racismo.
Perguntado se a Espanha é um país racista, o jogador respondeu:
"Não é assim. Não acho que a Espanha seja um país racista. Venho de um bairro humilde de Leganés, nunca houve problema... Tenho amigos negros, e nunca houve problema. Depois tem os casos de quem entra nos estádios para desabafar, que não deveria mais entrar nos estádios. Eles insultam com o que sabem que dói."
O jogador também comentou sobre como será enfrentar Rodrygo e Vini Jr:
"Se eu puder aproveitar os minutos contra o Brasil, usarei todas as armas que conheço do Rodrygo, Vinicius e companhia. Não será fácil para eles, somos fortes na defesa.", disse.
Perguntado sobre Vini falar sobre racismo no vestiário do Real Madrid, Carvajal respondeu:
“É uma partida, um cenário idílico para lutar contra o racismo, e não, não acho que seja um assunto para falar no vestiário, e da nossa parte, nós o ajudaremos tanto quanto possível a resolvê-lo. Ele falará mais sobre isso com as pessoas ao seu redor.", finalizou.
A partida entre Espanha e Brasil será o 50º jogo da seleção espanhola no Estádio do Real Madrid, e 'La Roja' não perde na casa do Real Madrid desde fevereiro de 1987.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.