Artigos
A mãe da gula
Multimídia
Deputado Adolfo Menezes critica gastos com cachês de artistas em festas no interior da Bahia
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
queda em preco de cacau
Produtores de cacau votaram a protestar na manhã desta quinta-feira (5) e bloquearam um trecho da BR-101 em Aurelino Leal, no Sul da Bahia. A manifestação provocou congestionamento nos dois sentidos da rodovia.

Foto: Reprodução / Giro em Ipiaú
Segundo o Giro em Ipiaú, parceiro do Bahia Notícias, os produtores reclamam da queda do preço do cacau devido à importação desenfreada de amêndoas africanas por grandes empresas que atuam no Brasil, o que impactaria diretamente o mercado interno.
VÍDEO: Produtores de cacau interditam BR-101 na Bahia contra queda em preço de produto
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) February 5, 2026
Confira?? pic.twitter.com/c3s0IbNhzm
Além disso, os cacauicultores cobram medidas de proteção ao produtor nacional e maior valorização do cacau brasileiro, considerado estratégico para a economia regional. Equipes da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Militar da Bahia acompanham o protesto. Os agentes mantêm diálogo com os manifestantes na tentativa de liberar a via.
Este é o segundo protesto seguido nesta semana. Nesta quarta-feira (4), produtores já haviam bloqueado a BR-101 no distrito de Itamarati, no município de Ibirapitanga, também no Sul do estado.
Até o momento, não há informações oficiais sobre a previsão de liberação total da rodovia.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"Permitir a entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar sobre a revogação, pelo governo Lula, do imposto de importação de 20% cobrado sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”, resultará na perda de empregos e impactará principalmente as micro e pequenas empresas brasileiras.