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Maria Bethânia foi homenageada pelos estúdios Mauricio de Sousa Produções após declarar seu amor pela 'Turma da Mônica' no Conversa com Bial, da Globo.
A baiana ganhou um desenho especial, que foi divulgado nos perfis oficiais da Turma da Mônica, ao lado da personagem principal dos quadrinhos de Mauricio, e tendo o Farol da Barra como plano de fundo.
“Maria Bethânia, uma coisa é certa: você adora a Turma, mas a Turminha te A M A!”, escreveu o perfil dedicado aos quadrinhos.
Na entrevista, Bethânia revelou que o universo criado por Mauricio de Sousa faz parte de sua rotina pessoal de relaxamento.
“Eu sou apaixonada pela Mônica e por todos aqueles personagens. É uma leitura que me descansa muito. Adoro a Mônica, adoro o Cebolinha”, completou a cantora.
No dia em que estreia o especial "Friends: The Reunion", que reúne o elenco original para celebrar os 25 anos da série (clique aqui), a Turma da Mônica prestou uma homenagem por meio de uma paródia.
Em uma arte publicada nas redes sociais, alguns personagens de Mauricio de Sousa aparecem no sofá do Central Perk, local no qual os protagonistas Ross, Rachel, Chandler, Monica, Joey e Phoebe costumavam se reunir.
Intitulada como “Migos: The Reunion”, uma brincadeira em referência ao título do especial, a arte mostra Magali, Cebolinha, Milena, Jeremias, Mônica e Cascão. “Mais que friends, M.I.G.O.S!”, diz a legenda no Instagram da Turma da Mônica.
A DC Comics anunciou nesta quinta-feira (15) uma nova leva de personagens e quadrinhos futuristas - e uma delas será brasileira. Batizada de Yara Flor, da Amazônia, a nova personagem será uma das integrantes do universo da Mulher-Maravilha.
Ela vai estrear em uma minissérie ao lado do novo Super-Homem, após ser escolhida para ser a nova amazona heroína. Ainda sem previsão de lançamento, a produção será escrita por Joëlle Jones.
A nova personagem, no entanto, não vai substituir a titular da pasta, assim podemos dizer, já que Diana Prince, após uma rápida passagem pelo Nordeste do Brasil (relembre aqui), vai emplacar a saga Immortal Wonder-Woman.
Ambas novidades integram o DC Future State, projeto que terá os primeiros lançamentos já em janeiro de 2021 e terá periodicidade mensal e bimestral. Segundo a editora, até fevereiro saberemos a programação completa de títulos e a previsão de quando cada um será disponibilizado para o público.
"DC Future State destaca os maiores super-heróis do mundo em novos papéis, com novos personagens assumindo seus mantos icônicos. DC Future State apresenta uma incrível variedade de talentos criativos, combinando escritores e artistas premiados com novas vozes do mundo da TV, filmes e animação. Em março de 2021, a programação regular do título DC é retomada, continuando os enredos existentes de 2020 e introduzindo novos arcos para o ano", anunciou a empresa de quadrinhos no seu site.
O ativista baiano Carlos Marighella (1911-1969) virou personagem de uma história em quadrinhos lançada pela Editora Draco. Além do filme, protagonizado pelo cantor Seu Jorge, o político terá sua vida retratada em uma série de três narrativas intituladas “Marighella #Livre”.
Segundo o portal Omelete, a obra de 64 páginas irá contar momentos vividos pelo ativista, como a prisão e tortura sofridas no ano de 1936, além das lutas contra o regime ditatorial no Brasil, com destaque para os anos de 1964 e 1969.
“Marighella #Livre” foi desenvolvida a partir da parceria do roteirista Rogério Faria, dos desenhistas Ricardo Souza (ZéMurai) e Jefferson Costa, além do cantor Phill Zr., responsável pela capa.
Confira alguns trechos da história:



Fotos: Divulgação
Com o objetivo de entreter as crianças e também os adultos neste período de isolamento domiciliar, a Turma da Mônica liberou, de forma gratuita, 188 histórias em quadrinhos que fazem parte do pacote de Gibis Históricos.
Com os tons de cores originais da época de quando foram publicados, as ilustrações do cartunista Maurício de Sousa ficarão disponíveis para livre acesso até o dia 25 de abril. Elas poderão ser acessadas através da Banca da Mônica, aplicativo disponível para iOs e Android (clique aqui).
Estão abertas, até o dia 7 de março, as inscrições para a 32ª edição do Troféu HQMIX, considerado o “Oscar” dos quadrinhos brasileiros.
Para concorrer, as editoras, autores e produtores de quadrinhos precisam submeter trabalhos cujo lançamento tenha ocorrido no país ou tenha ocorrido no exterior, desde que organizado por brasileiros. A data de lançamento das HQs participantes devem ter acontecido entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2019.
Uma taxa de R$ 15 é cobrada para inscrever cada obra em duas das 34 categorias disponíveis. A cada taxa paga, o interessado pode concorrer em outras duas. O regulamento está disponível no site do Troféu HQMIX (clique aqui).
Tradição no calendário de eventos literários do Brasil, a nona edição da Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica) acontece desta quinta-feira (24) a domingo (27), no Claustro do Convento do Carmo, no município do Recôncavo baiano. Neste ano, as principais novidades do evento gratuito ficam por conta de mesas exclusivamente dedicadas à literatura de cordel, aos quadrinhos e às produções com temática LGBT+.
Pela primeira vez à frente da curadoria das mesas, a professora Kátia Borges reconhece que esses eram pleitos antigos do público do evento e ressalta a abertura desse espaço dentro da programação com mais de 50 atrações.
"A gente está com mesas que são pioneiras, são inéditas na Flica. Tem uma mesa sobre quadrinhos, com Marcelo D'Salette, Hugo Canuto, uma novidade interessantíssima pra quem é fã de quadrinho. A gente também tem uma mesa de cordel, que é dedicada a toda a população do Recôncavo, uma reivindicação antiga, e uma das principais mesas é com Bráulio Bessa", destaca a curadora.
Poeta e cordelista que ganhou maior projeção nacional com sua participação no "Encontro com Fátima Bernardes", nas manhãs de sexta, Bessa se junta ao autor baiano Antônio Barreto na mesa "Pra cada canto que eu olho, vejo um verso se bulindo". O bate-papo com os dois será na manhã de sábado (26), com mediação de Maviael Melo.
Já D'Salette e Canuto se apresentam um pouco mais tarde, às 17h, na mesa "Quer que desenhe? Perspectivas negras nos quadrinhos".
Além deles, outros nomes de destaque na programação são Lilia Moritz Schwarcz, Antonio Brasileiro, Lande Onawale, Thalita Rebouças e a autora portuguesa Maria do Rosário Pedreira.
Como a programação é diversa e a festa não possui um tema central, Katia frisa que “há nomes que se impõem” no momento de pensar a programação. Como exemplo, ela cita o soteropolitano Itamar Vieira Júnior, vencedor do prêmio LeYa e finalista do Prêmio Jabuti 2018. Ele e Marcelo Maluf vão participar da segunda mesa, "Cartografias da subalternidade; a construção do lugar do outro", às 19h de quinta.
Ainda assim, a curadora explica que há um "nexo curatorial" que permite trazer coesão para todos os espaços do evento. "Cada curador faz um recorte. Graças a Deus, a gente tem uma literatura contemporânea imensa, com vários autores, gêneros e tal, mas nós buscamos trazer um pouco de reflexão em relação a um fazer literário e em relação a novas vertentes. É uma diversidade não só na temática que está presente, mas também há diversidade de autores", defende.
O discurso de Kátia está alinhado ao da "booktuber" e também curadora Barbara Sá. A jovem de 24 anos está à frente da Geração Flica, espaço que será inaugurado nesta nova edição, na Casa do Iphan de Cachoeira. Nele, a ideia é abordar assuntos diretamente ligados à literatura juvenil.

A curadora Barbara Sá | Foto: Wellyson Gomes
“Eu tive como norte a ideia de apresentar literatura em várias vertentes, então eu queria autores que trabalhassem seus livros de formas diferentes, com adaptações, livros sobre internet e mergulhar nesses aspectos diferentes da literatura baiana”, conta Barbara.
Como sua própria base literária foi formada no meio digital e ela hoje trabalha no Youtube, a curadora destaca que a busca pelos autores ocorreu, principalmente, na internet. Para ela, é preciso mostrar a esses leitores que eles têm um canal acessível para compartilhar suas experiências de leitura. O resultado disso foi a escolha de nomes como o escritor e compositor baiano Edgard Abbehusen, que participa da mesa "Literatura de Instagram, arte ou brincadeira?", e do escritor Matheus Rocha.
A programação da Geração Flica, que termina mais cedo, no sábado (26), tem ainda nomes como Pam Gonçalves, na mesa "Lives: novos modelos de criação", Clara Alves, para defender que "Video-game é coisa de menina", e de novo Thalita Rebouças, que aqui vai falar sobre as adaptações de seus livros na mesa "Oi, mãe, meu livro foi parar no cinema".
FLICA PARA BAIXINHOS
Presente desde 2013, a Fliquinha tem espaço garantido na Festa Literária. Como nas edições anteriores, a programação especial para crianças ocorre no Cine-Teatro Cachoeirano, também de quinta a sábado.
Nesta sétima edição, serão 16 autores, entre nomes locais e nacionais, que vão participar de rodas de conversa e oficinas de escritas. Além disso, diversas atrações integram a grade, cujo conceito para a escolha dos participantes visa atender às multilinguagens.

Foto: Camila Souza /GOVBA
"Se observar a programação da Fliquinha, ela tem os autores locais aqui da Bahia e também autores nacionais. A gente tem apresentações artísticas, várias expressões, como teatro, cinema, mas sempre permeia a literatura. Além disso, a gente tem sempre a representatividade da nossa herança tanto indígena quanto afrobrasileira porque é nossa formação, está no nosso DNA, principalmente aqui no Recôncavo e em Salvador, que tem tanta influência africana", ressalta Mira Silva, curadora da Fliquinha ao lado de Lilia Gramacho.
Ela explica que as duas, juntas, todo ano cumprem a missão de levar nomes que possam contribuir para o processo de formação de leitores.
Viabilizada por meio do edital Fazcultura, do governo do estado, a Flica é inteiramente gratuita. Além das mesas literárias, a festa conta ainda com apresentações musicais, de dança e oficinas. Confira no site a programação completa (veja aqui).
Nos últimos anos, obras como o metrô e o BRT têm mudado a paisagem da capital baiana. Se na Salvador real estes equipamentos têm impactado fortemente no espaço urbano, na cidade futurista da novela gráfica “-13, -38: amanhã de novo” as transformações são ainda maiores. No livro, a sociedade convive entre o antigo e o novo, entre paisagens clássicas, como o Centro Histórico, e construções futuristas, como sólidos de imersão, onde as pessoas podem mergulhar em dimensões alternativas.
Escrita por Igor de Albuquerque e ilustrada por Amine Barbuda, a história em quadrinhos baiana é uma espécie de “ficção filosófica especulativa” e se passa no futuro imaginado pelos autores. “Eu sou escritor, escrevo críticas, ensaios e ficção também, e ela [Amine] como urbanista, arquiteta e artista visual tem muitas ideias sobre o que é a cidade. O livro fala muito sobre a cidade de Salvador, que é uma temática muito cara tanto a mim quanto a ela. E nos desdobramentos, o que a tecnologia vai causar no futuro, em como a cidade vai ficar”, explica Igor sobre a motivação para a obra, que foi financiada pela Fundação Gregório de Mattos, através do edital Gregórios 2018.
O enredo remonta 24h de um dia comum na vida da protagonista, Clarissa Huang, uma mestiça sino-afro-brasileira, que trabalha com a poesia do século XVII e lida com temas como o impacto das tecnologias no futuro da humanidade, o impasse filosófico das realidades virtuais e as reconfigurações da história e das artes. “O pai dela é um negro soteropolitano e a mãe é uma chinesa. No futuro a gente projeta essa mescla já um pouco mais intensa entre os chineses e a população afro-brasileira. Os chineses são um pouco fechados ainda, mas a gente projetou aí imaginativamente uma forte influência chinesa”, situa o autor. “Ela trabalha no Centro Histórico, tem um trabalho que é meio misterioso, a gente não sabe muito bem, e no final a gente vai ver o que é”, conta Albuquerque, apontando como grande desafio tornar essa narrativa do cotidiano uma história natural e fluida, cujo desfecho se dá com um epílogo, após as 24h. “Alguns dias na frente acontece alguma coisa ali, que enfim, é a surpresa do livro e ele se fecha”, diz Igor.

Obra mescla paisagens urbanas clássicas de Salvador com recursos de ficção científica para remontar uma cidade do futuro | Foto: Divulgação / Amine Barbuda
A obra é intrigante, mas o leitor que espera aventuras eletrizantes, histórias de amor, reviravoltas ou pirotecnias comuns na ficção pode ficar decepcionado. Não é esta a tônica do livro de 64 páginas, escrito em nove meses, após inúmeros encontros entre os autores e também de muitos momentos de solidão de cada profissional para compor separadamente texto e ilustrações. “O enredo é muito mais disperso do que de fatos, etc.. É uma coisa mais alusiva que mostra esse cotidiano funcionando...”, explica Albuquerque, destacando que a ideia é, na verdade, narrar como seria a Salvador e as pessoas que habitam a cidade em um futuro. “O interessante do nosso livro é que é uma ficção científica, que é um gênero que tem várias possibilidades, muitas delas com ação, mas o nosso livro começa e termina sem derramar uma gota de sangue. Não tem armas laser, não tem espadas, nem muita coisa assim, não, é uma coisa mais sóbria, ligada ao cotidiano mesmo”, avalia.
O escritor explica ainda que a obra não privilegia uma visão otimista ou pessimista. “Não foi pensado nem como uma utopia, isto é, uma imagem otimista do futuro, uma sociedade perfeita e tal. E nem como uma distopia, que é quando a sociedade deu errado, uma ditadura implantada a la ‘1984’, ‘Blade Hunter’, todos esses filmes e roteiros mais ligados a uma ideia pessimistas do futuro”, diz Igor. “Em termos gerais, a gente não é otimista e nem pessimista do que vem lá pra frente, a gente vê várias modificações, mas um cotidiano acontecendo de uma maneira mais ou menos funcional”, pontua.

Passado, presente e futuro se encontram em “-13, -38: amanhã de novo” | Foto: Divulgação / Amine Barbuda
Para mostrar a fluidez desta Salvador ficcional, a graphic novel mostra alguns pontos bastante conhecidos da cidade de maneira simbiótica com elementos futuristas. “A ideia visual da qual a gente partiu não foi fazer uma nova cidade, mas fazer uma cidade modificada a partir do que já tem, em termos de estruturas físicas, arquitetônicas, etc..”, conta o autor, dando como exemplo o início do livro, que mostra a Igreja do Rosário dos Pretos e as ladeiras do Pelourinho e do Carmo. “Dentro dessa vista clássica de Salvador você vê várias construções dialogando com outras estruturas mais modernas que Amine pensou do que seria esse futuro”, situa Igor. “Mais na frente também tem um sólido de imersão, que é um conceito que a gente inventou, que é o lugar onde as pessoas ficam pra fazer imersões em dimensões alternativas por mais tempo. E ele funciona exatamente no Convento do Carmo. Ele está lá, mas é um Convento do Carmo modificado, com estruturas hexagonais”, descreve.
No final do livro, presente, passado e futuro se mesclam ainda mais profundamente. “Tem uma cena que se passa numa realidade aumentada, quer dizer, numa realidade criada, porque a personagem principal está fazendo uma aula de história e poesia no Centro Histórico de Salvador, no século XVII, da época de Gregório de Mattos”, revela Albuquerque.
A história completa poderá ser conferida pelo público a partir do dia 31 de agosto, quando acontece o lançamento de “-13, -38: amanhã de novo”, no Espaço Coaty, que também está representado nas ilustrações do livro.
A vendedora Leiliane Rafael da Silva, que salvou a vida do motorista de caminhão João Adroaldo Tomanckeves, envolvido no acidente de helicóptero que matou o jornalista Ricardo Boechat (clique aqui), nesta terça-feira (12), virou super-heroína de história em quadrinho.
A imagem do salvamento sensibilizou o ilustrador Angelo France, que decidiu homenagear a mulher e desenhar a cena em HQ. “Heróis reais existem! Leiliane, que assistiu de perto a queda do helicóptero, desce da moto e corre salvar a vida do motorista do caminhão atingido no acidente. Uma mulher forte, de coragem, que arriscava sua vida enquanto os homens a sua volta apenas se importavam em filmar ao invés de ajudar. Parabéns Leiliane! Verdadeira Heroína!”, escreveu o artista em sua conta no Instagram, junto com a ilustração, que acabou viralizando na internet.
Para celebrar os 50 anos da animação “Yellow Submarine”, a editora Darkside irá lançar no Brasil uma adaptação em quadrinhos da obra criada pelos Beatles.
O filme “Yellow Submarine” foi baseado em diversas músicas dos Beatles. Lançado em 1968, ele conta a história de Pepperland, um paraíso subaquático em que o vento espalha as canções da banda do Sgt.Peppers.
No momento em que o líder dos Malvados Azuis, que detesta música, ameaça as cores e a existência de Pepperland, o marinheiro idoso Fred usa seu lendário Submarino Amarelo para buscar ajuda e recruta os garotos de Liverpool para libertar sua cidade.
A adaptação foi criada por Bill Morrison, um dos desenhistas de Os Simpsons. A edição brasileira será de colecionador com capa dura e 112 páginas.
Confira imagens dos quadrinhos:


Após 68 anos de parceria, a editora Abril não vai mais publicar as revistas em quadrinhos da Disney no Brasil. De acordo com informações do jornal O Globo, a notícia chegou por meio de uma carta do diretor do departamento de assinaturas da editora, Ricardo Perez. “Após revisão estratégica do Grupo Abril, a partir de junho de 2018 os quadrinhos Disney não serão mais publicados por nós. Esta notícia começou a circular em alguns veículos de comunicação na última semana e, em respeito ao relacionamento que temos com você, optamos por formalizá-la. Nós também estamos chateados com isso e tomando todas as providências para você não sofrer nenhum tipo de prejuízo”, diz o texto enviado aos assinantes. Ainda segundo O Globo, sites especializados e grupos de colecionadores especulam que a editora italiana Panini poderia assumir a publicação dos quadrinhos, no lugar da Abril.
O quadrinista, ilustrador e professor paulista Marcelo D'Salete foi indicado ao Eisner Award 2018, considerado o “Oscar” dos quadrinhos. O artista brasileiro concorrerá na categoria de Melhor Edição Americana de Material Internacional, pelo livro “Cumbe” (2017). “O Eisner é um dos principais prêmios de quadrinhos do mundo! :D Agradecido a Alessandra Sternfeld, a Veneta e a belíssima edição da Fantagraphics Books”, comemorou D’Salete em suas redes sociais. O livro indicado ao prêmio tem como protagonistas negros escravizados em luta contra a opressão e pela liberdade. Cumbe, palavra em banto que dá nome à obra, pode ter diversos significados: o sol, o dia, a luz, o fogo e a maneira de compreender a vida e o mundo. Ela é também sinônimo de quilombo.
Desenhistas costumam usar personalidades públicas como modelo de fisionomia para criação de personagens ficcionais nos quadrinhos. O ficcional “Nick Fury” foi idealizado por Bryan Hitch com base em Samuel L. Jackson, que mudou inclusive a etnia do agente da Shield. A novidade é que um brasileiro foi usado em uma HQ americana. O apresentador José Luiz Datena será “Todd”, âncora de telejornal que entrevista o Capitão Átomo, figura que está lidando na série com seu retorno público e tentando entender seu legado. Segundo o site Omelete, as informações foram publicadas esta semana nos Estados Unidos, o The Fall and Rise of Captain Atom #4 fará a homenagem ao apresentador paulista.

Veja o clipe de "Formation":
De acordo com a emissora, a continuação vai se passar seis meses depois dos eventos ocorridos na terceira temporada. Sem a personagem de Eva Green viva, a HQ será focada em Ethan Chandler, que foi interpretado por Josh Harnett. No universo que mescla terror à era vitoriana de Londres, Chandler era Jack, o Estripador. Publicados pela Titan Comics, os quadrinhos serão escritos pelo coprodutor executivo Chris King e ilustrado por Jesús Hérvas. A previsão de lançamento do livro é em 2017.
O plano agora é focar na carreira de escritor e roteirista. Para ele, a decisão de deixar os quadrinhos veio quando ele começou a se sentir "muito confortável" nessa função. "As coisas que me interessam no momento são as coisas que eu não sei se consigo fazer, como filmes, que eu não faço ideia do que estou fazendo, ou romances gigantescos. Coisas que eu não tenho certeza de que tenho vigor para ir até o fim", admitiu. "Não preciso provar nada para mim mesmo ou a ninguém. Eu sempre vou reverenciar os quadrinhos, é um meio maravilhoso. Mas esses outros campos são mais empolgantes para mim". Moore é também cartunista, músico e mágico.
De acordo com o site TV Foco, em 2015, o produtor Kevin Feige já havia adiantado a ideia de surgirem personagens gays nos filmes da editora. O site Marvel Wikia já lista 129 personagens homossexuais existentes nos quadrinhos. "Há uma filosofia na Marvel, que o sucesso faz correr riscos ser algo mais fácil. Existem muitas ideias pouco convencionais em Guerra Civil em termos de expectativas sobre um filme de super-heróis, mas acho que conseguimos fazer isso porque O Soldado Invernal funcionou e a Marvel tem funcionado de um modo geral, então tem muito mais ousadia em termos do que você pode fazer e até onde consegue ir. Acho que isso é muito esperançoso para nós continuarmos cada vez mais ousados nas nossas escolhas", completou Russo.
Ideologicamente "Team Superman", Duplat fará uma palestra sobre a história das personagens desde sua criação nos quadrinhos até o filme atual. "Me parece que o Batman (Ben Affleck) está melhor, mas, embora eu não tenha gostado de “Homem de Aço”, nem da maneira como ele tem sido retratado nos últimos tempos, eu me identifico mais com a história do Superman (Henry Cavill)", comenta. O evento será aberto ao público de todas as idades.
Liga dos Heróis discute Batman vs Superman
Data: 26/03
Local: Rv Cultura e Arte, localizado no Rio Vermelho - Salvador - BA
Horário: 13h
Entrada Gratuita
O projeto, que levou quatro meses de produção e foi contemplado pelo edital Arte em Toda Parte - Ano II, da Fundação Gregório de Mattos, foi distribuído gratuitamente nas escolas da rede municipal de ensino, em Salvador, com uma tiragem de 30 mil exemplares. Participaram da publicação os quadrinistas Analu Medeiros, André Dahmer, Beto Basso, Bianca Pinheiro, Bruno Aziz, Caetano Cury, Chicolam, Cris Peter, Davi Caramelo, Estevão Ribeiro, Fábio Coala, Fernando Gonsales, Flávio Luiz, Frédson Gonçalves, Galvão Bertazzi, Guilherme Borges, Guilherme Caldas, Gustavo Duarte, Hector Salas, Junião, Laudo, Marcelo Nepomuceno, Marco Oliveira, Omar Viñole, Roni Silva, Rose Araujo, Ruis, Samuel Casal, Venes Caitano e Will Leite.
A Turma do Xaxado vem aí!Tem novidade chegando aqui na TVE! A Turma do Xaxado vai virar uma série animada 100% baiana. Curta, compartilhe com os amigos e fique ligado nas novidades aqui da nossa fanpage.
Posted by Tve Bahia on Domingo, 13 de setembro de 2015
Eloar Guazzelli é ilustrador e artista plástico. Já foi premiado em salões como o Yomiuri International Cartoon Contest (1991), no Japão, e na 2ª Bienal Internacional de Quadrinhos, no Rio de Janeiro, na categoria "Quadrinhos". Arnaldo Branco é cartunista e roteirista. Criou tirinhas como “Capitão Presença” e “Mundinho animal”. Foi roteirista do “Casseta& Planeta” e do “Domingão do Faustão”. Também escreveu e dirigiu a série “Overdose”, da MTV.
“Vidas Secas” - HQ
Páginas: 104
Preço: R$ 49
Editora: Galera | Grupo Editorial Record
Gabo – Memórias de uma Vida Mágica
O QUÊ: 9º Encontro do Clube de Quadrinhos
Serviço
Uma campanha lançada por cartunistas está circulando nas redes sociais com o objetivo de recuperar o acervo levado por ladrões da casa do cartunista paulistano Laerte Coutinho, na zona oeste de São Paulo. Os bandidos assaltaram a residência de Laerte no dia 1º de maio e levaram dois computadores e um HD externo, que continha 12 anos de trabalho do artista. No cartaz que circula pela internet, colegas de profissão do cartunista fazem um apelo: "Se você adquiriu ou receptou dois micros e um HD externo, por favor, verifique o conteúdo antes de formatar". Em entrevista ao portal G1, Laerte disse que uma das maiores perdas foi um livro inédito, que ele estava preparando para ser publicado em breve. "Havia uma coletânea que eu estava montando do meu trabalho mais recente, de 2004 para cá", diz Laerte. O trabalho, que ainda não tinha nome, ficou "bem comprometido". "Tenho um entendimento com a Companhia das Letras [para publicar], mas estava tudo no ar. A gente tinha o propósito de fazer o livro com esse material [que foi roubado]."

Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Dizer que somos povo de Deus".
Disse o governador da Bahia e candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues ao rebater críticas de cunho religioso de opositores e pediu ajuda de aliados para atrair lideranças políticas e o eleitorado evangélico para a campanha petista. A fala, registrada em uma reunião com os caciques e os prefeitos da base aliada, na última quarta-feira (19) em Salvador, cita a prefeita reeleita de Cachoeira, no Recôncavo baiano, Eliana Gonzaga.
