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O título da Copa do Mundo de 2026 foi erguido pela seleção espanhola na tarde deste domingo (19), no MetLife Stadium, nos Estados Unidos. O fã do futebol acompanhou diversas histórias ao longo dos 39 dias de competição, que se iniciou no dia 11 de junho, com a abertura de México e África do Sul, e acabou neste 19 de julho, dia nacional do futebol, com o bicampeonato espanhol ao vencer os argentinos.
A janela que habita esse intervalo entre o início e o fim da Copa do Mundo vai deixar muitas lembranças. Dentre as grandes aparições de estrelas como Lionel Messi, Cristiano Ronaldo, Kylian Mbappé, Harry Kane ou Erling Haaland, a taça ficou com o jovem Lamine Yamal. Mas antes disto, foi possível acompanhar a corrida de Cabo Verde, que por uma prorrogação não eliminou a Argentina, ou a coragem do Paraguai, que de forma aguerrida, eliminou a Alemanha nos pênaltis.
Apesar de não levar o cobiçado título, a artilharia foi para a estante do astro francês: Kylian Mbappé. Que além da estatística na atual edição, também escreve seu nome no livro da artilharia histórica das Copas ao passar Messi, que terminou com 21, fazendo 22 gols ao fim do torneio.
A atual edição da Copa do Mundo termina como a mais longeva da história. Com 39 dias de duração, o Mundial de 2026 ultrapassou a Copa de 1998, que aconteceu em 33 dias. O aumento do número de seleções, que passou de 32 para 48, também impactou na quebra do recorde de público total presente nos estádios, como dizem os dados da Fifa.
Com uma taxa de ocupação de quase 100% dos estádios nos Estados Unidos, México e Canadá, a Copa do Mundo de 2026 contou com a presença de mais de seis milhões de torcedores nos estádios. O aumento de 64 para 104 jogos foi determinante para a elevação dos números que ultrapassaram o antigo recorde de 3,59 milhões, da Copa de 1994, também disputada nos Estados Unidos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Eduardo Girão
“O Senado está totalmente prostrado. A gente vê uma comissão de ética que não foi instalada na legislatura do Davi Alcolumbre. A condução dele como presidente é uma tragédia anunciada, tanto é que eu votei contra ele. Não apenas isso, eu fui candidato contra ele até o final. Eu fico extremamente preocupado quando vejo o PL, por exemplo, que é um partido grande da oposição, apoiar o Alcolumbre e votar nele. Com a exceção do senador Marcos Pontes que se rebelou contra o próprio partido e foi até o final também. Eu tive quatro votos, o astronauta Marcos Pontes teve quatro votos, e o Davi nadou de braçada".
Disse o senador Eduardo Girão (Novo) ao fazer uma série de críticas à gestão do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União). Em entrevista à rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (14), o candidato a vice-presidente na chapa de Romeu Zema disse que a Comissão de Ética do Senado não tem funcionado e acusou Alcolumbre de engavetar pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).