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publicidade enganosa
A influenciadora digital e empresária Virginia Fonseca está sendo citada em um processo milionário NA Justiça do Distrito Federal.
O processo movido pelo Ministério Público do Distrito Federal (MP-DFT), pede para que a blogueira pague uma indenização por dano coletivo no valor de R$ 120 milhões por publicidade enganosa através das postagens feitas para a plataforma Blaze, relacionada a apostas esportivas.
A Promotoria pede indenização de R$ 120 milhões de dano coletivo e pediu que ela apagasse os posts sobre pedido de apostas durante a Copa do Mundo.
A casa de apostas respondeu ao MPDFT em 75 páginas negando ilegalidades nas publicidades.
A influenciadora ainda não tinha sido notificada sobre o processo pela Justiça por dificuldade de localização. Agentes chegaram a ir até um imóvel registrado em nome da influenciadora, em Goiânia (GO), mas não conseguiram cumprir a notificação.
Porém, a equipe de Virginia informou que a influenciadora compareceu de forma espontânea ao processo na segunda-feira (31), se manifestou e deu início ao prazo legal para apresentação da defesa.
O Ministério Pública da Bahia (MP-BA) acionou as empresas Inova Marketing e Agência Inova depois do descumprimento de oferta no curso “Design USA”, direcionado à especialização de arquitetos e designers de interiores, com promessa de inserção no mercado de trabalho internacional. A ação civil pública é movida pelo promotor Saulo Murilo de Oliveira Mattos.
O MP-BA solicita à Justiça que as empresas paguem as indenizações decorrentes de danos materiais e morais individualizados sofridos pelos consumidores prejudicados pela má prestação dos serviços.
Segundo o promotor, a ação se baseou na denúncia de uma das clientes que contratou o curso, no valor de R$ 997, e recebeu um material de baixa qualidade, além de não ter acesso a plataforma “DUSAH”, que faria a intermediação dos profissionais com os clientes internacionais por um ano.
Para ele, os consumidores que compraram o curso foram “inegavelmente ludibriados”, tanto pela qualidade superficial do material oferecido, quanto pela não disponibilização da plataforma “DUSAH”, o que frustrou as expectativas criadas pelos consumidores a partir das informações divulgadas na publicidade.
Ainda segundo a ação, os clientes que solicitaram reembolso foram informados pelas empresas que seria descontada uma taxa de quase R$ 50, sob a justificativa de que “só é garantido ao consumidor o direito a reembolso sem cobrança de taxas quando feito no prazo de até sete dias após a compra feita pela internet”.
O promotor destacou que as empresas agiram “em desacordo com a lei”, pois “não se trata de uma simples desistência do contrato por parte dos consumidores, mas sim do exercício legalmente assegurado a estes de rescisão contratual e solicitação da devolução do dinheiro em face do não cumprimento do acordado por parte dos fornecedores”.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"Não dá para jantar antes de almoçar".
Disse o presidente do PL na Bahia, João Roma ao avaliar que a oposição na Bahia saiu fortalecida no primeiro turno das eleições, com a eleição de nomes importantes e o crescimento dos votos de Flávio Bolsonaro no estado. Em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na Antena 1 Salvador (100.1), o candidato ao Senado Federal negou, no entanto, que já haja negociações em torno da ocupação de cargos em um eventual governo de Flávio.