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psiquiatra morto
Um laudo do Departamento de Polícia Técnica da Bahia (DPT-BA) apontou que o médico psiquiatra Rodrigo Barros Cavalcanti, de 35 anos, encontrado morto, teria sofrido overdose. Rodrigo morreu na madrugada do último sábado (22), no apartamento onde morava em Patamares.
Segundo o Alô Juca, o laudo pericial revelou que os sinais identificados no cadáver foram causados por convulsões ocorridas antes da morte. Com isso, a hipótese de homicídio, já que o corpo apresentava marcas que levantaram suspeitas, foi descartada.
Cavalcanti era psiquiatra no Centro de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil (CAPSI) de Conceição do Jacuípe, município localizado a cerca de 100 quilômetros da capital baiana. Em nota enviada à imprensa, o Conselho Regional de Medicina da Bahia (Cremeb) lamentou a morte de Rodrigo e prestou solidariedade à família do profissional. “É tomado por profunda consternação que o Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb) recebe a notícia do falecimento do jovem médico psiquiatra Rodrigo Barros Cavalcanti, aos 35 anos".
Segundo informações da Polícia Civil, Rodrigo foi encontrado sem vida por familiares em sua residência, no bairro de Patamares, em Salvador, na noite do último sábado (22), apresentando sinais de violência.
Natural de Recife (PE), Rodrigo Cavalcanti formou-se médico pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, na turma de 2014, e tinha Registro de Qualificação de Especialista (RQE) desde 2019. O médico psiquiatra trabalhava no Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi) de Conceição de Jacuípe.
“Neste momento de luto, nos solidarizamos com seus familiares, amigos e colegas de trabalho, para que encontrem conforto e força para enfrentar essa perda irreparável. Seu legado e sua memória permanecerão vivos em nossos corações”, disse, em nota, a Secretaria Municipal de Saúde de Conceição de Jacuípe.
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Pérolas do Dia
Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.