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proibir nao e proteger
Flamengo e Fluminense levaram aos uniformes uma manifestação contra a Medida Provisória do Governo Federal que proibiu a atuação de casas de apostas no Brasil. Os clubes exibiram a frase “Proibir não é proteger” durante o clássico disputado no Maracanã, no domingo (11), pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro.
A iniciativa integra uma campanha da Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) e do Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR), contrários à medida assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 25 de setembro. Na rodada anterior, a mesma mensagem foi exibida em placas publicitárias de nove partidas da competição.
Em nota, as entidades afirmaram que a campanha pretende chamar a “atenção para os impactos da proibição das casas de apostas regulamentadas no país” e alertar para “o avanço das plataformas clandestinas, que operam fora das regras de fiscalização e proteção ao apostador”.
A manifestação também contou com a participação de torcedores. No setor Norte do Maracanã, onde fica parte da torcida do Flamengo, três faixas foram estendidas com a mensagem: “O futebol brasileiro não pode ser vítima desse gol contra. Lula, Congresso e STF.”
O Flamengo já havia estampado a frase “Proibir não é proteger” na região central da camisa, normalmente destinada ao patrocinador máster, durante a partida contra o Santos, na quinta-feira (8).
Na mesma data, o presidente do Fluminense, Mattheus Montenegro, anunciou a adesão do clube à iniciativa. Segundo o dirigente, a ação partiu das empresas Superbet e Betano, patrocinadoras máster de Fluminense e Flamengo, respectivamente.
Após o clássico, o Fluminense voltará a exibir a marca Superscore, plataforma independente de estatísticas ligada à Superbet.
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Pérolas do Dia
Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.