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producao baiana
A produção industrial da Bahia avançou 2,7% em outubro de 2025, na comparação com setembro. O resultado interrompe a retração de 4,9% registrada no mês anterior.
Divulgados nesta terça-feira (9), os dados integram a Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI).
Na comparação com outubro de 2024, a indústria baiana, que engloba os segmentos de transformação e extrativa mineral, apresentou alta de 1,2%. No acumulado entre janeiro e outubro de 2025, o setor cresceu 1%. Já no acumulado dos últimos 12 meses, houve expansão de 1,1%, todas as variações em relação aos períodos equivalentes.
Entre as 11 atividades pesquisadas, cinco registraram crescimento na comparação anual. O segmento de Derivados de petróleo foi o principal responsável pelo desempenho positivo, com alta de 7,3%, impulsionado pelo maior processamento de gasolina automotiva e óleos combustíveis.
Também tiveram resultados favoráveis as Indústrias extrativas (15,4%), Produtos alimentícios (2,8%), Máquinas, aparelhos e materiais elétricos (4%) e Metalurgia (0,9%).
Por outro lado, produtos químicos apresentou a maior influência negativa do período, com queda de 12,6%, atribuída sobretudo à menor produção de álcoois graxos.
Desempenhos negativos também foram observados em Couro, artigos para viagem e calçados (-12,4%), Bebidas (-8,6%), Celulose, papel e produtos de papel (-2%), Produtos de borracha e material plástico (-0,5%) e Minerais não metálicos (-1,6%).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.