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procedimento medico
Na noite desta quinta-feira (13), o Fluminense anunciou oficialmente, por meio das redes sociais, que o meio-campista Paulo Henrique Ganso vai ficar uma semana afastado dos trabalhos para realizar um procedimento médico.
Depois de recomendações de cardiologistas, o camisa 10, que se recupera de um quadro de miocardite, vai ser submetido a um procedimento na sexta-feira (14). Por isso, ele vai ficar afastado dos treinos por uma semana e só deve estar à disposição do técnico Mano Menezes na segunda rodada do Brasileirão.
Ganso foi liberado para voltar aos treinos no final de fevereiro. Desde lá, ele participa de atividades para que possa recuperar a forma física e atender aos planos de Mano da melhor forma.
O meia do Tricolor das Laranjeiras foi afastado pela primeira vez no dia 18 de janeiro, quando foi diagnosticado com miocardite. De acordo com o time carioca, o problema foi adquirido recentemente, porque nunca havia sido identificado nos exames de rotina realizados anteriormente em seus seis anos de clube. A maior probabilidade é que seja um caso em que o atleta tenha pegado uma “gripe muito forte em novembro”.
Confira a nota oficial publicada nas redes sociais do Fluminense:
O Fluminense FC informa que a equipe cardiológica que atende o meia Paulo Henrique Ganso, durante monitoramento constante do atleta, viu necessidade de que ele seja submetido a um procedimento médico, a ser realizado na manhã desta sexta-feira (14/03). O atleta ficará parado por… pic.twitter.com/M8QBvKMOcC
— Fluminense F.C. (@FluminenseFC) March 13, 2025
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.