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O “Príncipe do Gueto” chegou lotando a avenida, Igor Kannário puxa seu desfile no circuito Campo Grande (Osmar) no início da noite desta segunda-feira (16), sob o olhar de uma multidão que lotou as arquibancadas e as ruas do centro de Salvador. O cantor, que é uma das atrações mais populares da folia, confirmou sua força de mobilização ao arrastar uma das maiores “pipocas” deste Carnaval.
Desde a saída do trio, o clima foi de celebração e euforia. Kannário aposta em uma sequência de hits que marcam os saltos na rua, acompanhado por um coro que ecoava pelas ruas da Avenida Sete, em certa ocasião um folião subiu em cima do caminhão do cantor, que precisou interromper o show para pedir sem violência.
A apresentação ocorre em meio a um cenário de grande expectativa, após o artista ter dado declarações fortes sobre sua independência na música.
Veja em vídeo momentos da Pipoca:
O desfile desta segunda-feira reforça o papel de Kannário como porta-voz da periferia no Carnaval oficial. Durante o percurso, o cantor interagiu constantemente com o público, pedindo paz e organização, enquanto os foliões respondiam com as tradicionais coreografias coordenadas que são marca registrada de suas passagens pelo circuito Osmar.
A operação de segurança no Campo Grande foi reforçada para a passagem do trio, dada a densidade do público. Confira momentos das passagens:
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Fotos: Kleber Lobo / Agência Fred Pontes
O cantor Igor Kannário acionou a Justiça contra o artista Izac Bruno Coni Silva, conhecido como “Zau Kannário”, por uso indevido do nome artístico “Kannário”, registrado pelo autor no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Na ação movida na Vara Empresarial de Salvador, Igor pede uma liminar para proibir o uso do nome de Zau Kannário e cobra uma indenização por danos morais no valor de R$ 100 mil.
De acordo com a petição que o Bahia Notícias obteve acesso, o nome “Kannário” é marca registrada desde 2016 e tem validade até fevereiro de 2026, com proteção na classe NCL (10) 41, que abrange serviços culturais e musicais. O cantor alega que a utilização do nome por Izac, bem como por duas produtoras também rés no processo (Crow Produções Ltda e Hills Produções Artísticas e Culturais Ltda), vem causando confusão no público, prejudicando sua reputação e constituindo concorrência desleal.

Print das redes sociais que foi incluído no processo | Foto: Reprodução
“A conduta do Réu vem causando confusão no público consumidor, prejuízo à reputação do Autor e grave violação aos direitos de propriedade industrial”, afirma a ação, que também denuncia a presença de conteúdos nas redes sociais nos quais o réu “finge ser o artista ‘Igor Kannário’ e em nenhum momento desmente o que foi dito”, escreveu a advogada da defesa, Edilene Rocha.
A acusação de Igor Kannário afirma que o uso do nome por terceiros viola o artigo 129 da Lei de Propriedade Industrial, que assegura ao titular da marca o direito de uso exclusivo em todo o território nacional.
Na semana passada, em publicação nas redes sociais, Zau Kannário realizou uma publicação no Instagram apresentando os músicos de sua banda. Um fato que chamou a atenção do público foi que a composição do grupo contava, inclusive, com diversos ex-integrantes da banda de Igor Kannário. Nas redes, inclusive, Zau se apresenta como “Filho do Príncipe”.
Confira:
Além da proibição definitiva do uso do nome “Kannário” por Izac e as produtoras, a defesa pede a remoção de conteúdos publicados com o nome em redes sociais e plataformas digitais, além da imposição de multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento da decisão.
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