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previsao sobre juliette
Desde que saiu do Big Brother Brasil, Juliette viveu experiências únicas. Mas ainda assim reconheceu que subir para cantar em um trio em Salvador é algo completamente diferente.
"Eu nem dormi de emoção. Sempre ouvi falar e eu: 'meu Deus, um dia eu vou estar lá'. E hoje eu estou aqui, cantando e conhecendo. Eu tô arrepiada até agora, uma energia surreal. E agora eu posso falar com propriedade: o Carnaval é mágico", contou, em entrevista ao Bahia Notícias no Camarote Brahma, nesta terça-feira (21).
E nem mesmo a multidão a assustou: "Zero medo. Eu saí do trio morrendo de rir. O povo atrás e eu: 'bora, galera'. Por mim eu tava lá no meio da pipoca. É um processo natural de um confinamento a gente fica um pouco perdido, mas eu já retomei o lugar que é meu, e tô aqui celebrando a vida e agradecendo".
Questionada se já pensa em ter um bloco pra chamar de seu, ela desconversou. "Hoje eu tô de estagiária, tô só anotando num caderninho, as meninas 'faz isso, faz aquilo'. Ano que vem, Deus é que sabe. [...] Agora tem que respeitar. É um esforço, uma energia, é muito tempo e tem que segurar a animação", avaliou.

Foto: Fred Pontes / Bahia Notícias
Na entrevista, Juliette ainda compartilhou uma "coincidência", que ela atribui à energia que só Salvador tem. "A primeira vez que eu vim a Salvador, pra seletiva do BBB, eu conheci uma pessoa chamada Lili, que é uma chef daqui. E ela falou pra mim: 'você tem uma luz linda, você vai ser muito grande'. E eu não era ninguém. A primeira pessoa que eu vi quando eu subi no trio era ela. Sem nem esperar. Salvador pra mim é isso: é felicidade, é coisa boa", revelou, emocionada.
Ainda no primeiro semestre, a cantora deve lançar mais um projeto. "Algo mais animado, com elementos muito bonitos e misturados. E eu acho que vai ter uma contribuição do que eu vivi hoje aqui, pra trazer mais felicidade nas músicas."
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Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.