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O último fim de semana foi marcado por duas tragédias em barragens da região sudoeste da Bahia. Dois homens perderam suas vidas após se afogarem em reservatórios de água nas cidades de Anagé e Piripá, ambas as mortes ocorridas no último sábado (18) para domingo (19).
Em Piripá, Paulino Pereira dos Santos, de 56 anos, se afogou na barragem de Laginha. O corpo foi encontrado por populares após a vítima ser arrastada pela forte correnteza causada pelas chuvas dos últimos dias. A barragem, que normalmente é um local de lazer, se transformou em um rio com correnteza forte.
Já o segundo caso, foi do corpo de Paulo Francisco Silva Fernandes, de 38 anos, desapareceu no sábado (18) após o barco em que estava virar em uma barragem local. Equipes de bombeiros encontraram seu corpo submerso em uma área de difícil acesso, a cerca de 6 a 7 metros de profundidade, na manhã do domingo (19).
Os corpos das duas vítimas foram removidos por equipes do Departamento de Polícia Técnica (DPT) para serem encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML), as informações foram confirmadas pelo Achei Sudoeste, parceiro do Bahia Notícias. As causas das mortes estão sendo investigadas.
Bombeiros militares do 7º BBM localizaram, na tarde desta sexta-feira (19), o corpo de um homem que estava desaparecido após cair na Barragem de Anagé, no sudoeste baiano. A vítima estava em um barco com mais duas pessoas quando o motor da embarcação se enroscou em um galho de árvore, causando o acidente no Rio Galvão.
As buscas, que contaram com o apoio da Marinha Náutica, foram concentradas em uma área próxima à Pousada “O Tempo e o Vento”, onde o corpo foi encontrado a cerca de 7 metros de profundidade.
A Polícia Militar esteve presente no local para preservar a área e acionou o Departamento de Polícia Técnica (DPT) para realizar a remoção do corpo e os procedimentos periciais. As circunstâncias exatas do acidente ainda estão sendo investigadas.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Gabriel Galípolo
"Esse é um tipo de comportamento que não é desejável, que deve ser coibido e inibido pelos reguladores e pela gente, por isso que a gente vem trabalhando muito com o FGC, numa sucessão de medidas".
Disse o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo ao criticar a pressão de instituições não bancárias para usar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) na captação de varejo.