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portatil
Depois de 8 anos da sua estreia em 2015, o espetáculo Portátil retornou este ano e virá para Salvador no dia 23 de setembro, através do projeto Catálogo Brasileiro de Teatro, em parceria com a Sarau Agência de Cultura Brasileira.
A peça é uma comédia de improviso feita por integrantes do grupo de humor Porta dos Fundos: Gregório Duvivier, João Vicente de Castro, Luciana Paes e o músico Andres Giraldo.
Portátil é um espetáculo em formato longo, onde a peça parte de uma entrevista com a plateia que dá origem a um produto inteiramente improvisado. Com os poucos dados que a pessoa escolhida na plateia fornece aos atores, além de uma trilha sonora composta no momento, o elenco cria uma narrativa própria que percorre as memórias do entrevistado.
O espetáculo se apresenta pelo Catálogo Brasileiro de Teatro em uma iniciativa da Fred Soares Produções, realizada há 23 anos, com patrocínio do Shopping da Bahia e incentivo da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
Portátil acontece em uma única apresentação no dia 23 de setembro, no Teatro Castro Alves, às 19h30. Os ingressos estão à venda no Sympla e na bilheteria do local.
VALORES DE INGRESSOS PLATEIA
1º lote – R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia)
2º lote –R$ 90 (inteira) e R$ 45 (meia)
3º lote –R$ 120 (inteira) e R$ 60 (meia)
4º lote - R$ 140 (inteira) e R$ 70 (meia)
VALORES DE INGRESSOS CAMAROTE
1º Lote - R$ 180,00 / 90,00
2º Lote - R$ 240,00 / 120,00
Serviço
O QUÊ: Porta dos Fundos - Portátil
QUANDO: 5 e 6 de Dezembro. Sábado, 19h e 21h e domingo, 19h e 21h
ONDE: Teatro Sesc Casa do Comércio
QUANTO: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia)
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.